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Para Porto Alegre RS

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Glória 1 x 0 Panambi parte 49

Glória 1 x 0 Panambi parte 48

Glória 1 x 0 Panambi parte 47

Glória 0 x 1 Nova Prata (19/04/2015) parte 36

Mundo de Zumbis

"Ser lúcido num mundo de Zumbis"
Silvia Malamud
Psicóloga Clínica

A maior parte das pessoas não tem a menor ideia sobre o que as movem e muito menos sobre o que as impulsionam a serem como são. A identidade da grande massa se resume ao resultado de suas ações impensadas e que muitas vezes funcionam por mandatos de outros, mesmo que não se saiba. Reagem ao ambiente e aos seus "próprios" desejos sem sequer pensarem a respeito e sem filtro algum.

Clique na figura e conheça a íntegra do Artigo.

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Glória 1 x 0 Panambi (12/04/2015) parte 46

Glória 0 x 1 Nova Prata (19/04/2015) parte 35

Polícia Civil Desarticula Quadrilha em Vacari Rs


A Polícia Civil de Vacaria PRENDEU e desarticulou na tarde de hoje QUADRILHA que vinha praticando roubos a mão armada e furtos qualificados em propriedades do interior do Município de Vacaria e também a um restaurante da Cidade.

Os assaltos ocorreram entre dias 30 de março e 06 de abril passado, ocasião em que os suspeitos, encapuzados, armados com espingarda e revólver, deram voz de assalto, amarraram as vítimas, mantiveram-nas em cárcere privado e subtraíram o que quiseram.
Ao todo, foram três roubos semelhantes (Raia Gaúcha, Fazenda Guazzeli, e um restaurante na saída para Caxias do Sul) e outros tantos furtos qualificados em propriedades do interior.

Os crimes atormentaram a comunidade do interior.

Intenso trabalho de investigação desencadeado pela Seção de Investigação da Delegacia de Polícia de Vacaria, dirigido pelo Delegado de Polícia Anderson Silveira de Lima, culminou na prisão de dois criminosos na tarde de hoje.

Outro criminoso já havia sido preso quarta-feira passada, mas a Polícia Civil não havia divulgado para não atrapalhar as investigações.

As três prisões foram decretadas pelo poder Judiciário imediatamente após Representação da Polícia Civil.

Diversos objetos foram recuperados pela Polícia, que obteve também provas materiais incontestes contra a quadrilha.

Em anexo fotografias dos presos. Mais fotografias no perfil das Delegacias de Polícia de Vacaria no facebook, no link abaixo:
https://www.facebook.com/policiacivil.delegaciasdepoliciadevacaria



ANDERSON SILVEIRA DE LIMA,Delegado de Polícia.

Delegacia de Polícia de Vacaria.(
54.3232.0100 - 3232.0200)

Glória 0 x 1 Nova Prata (19/04/2015) parte 34

Modelo Ultrapassado da Luta Racial

Meus Amigos e Minhas Amigas.
As estatísticas apontam um crescimento – já nesses primeiros três messes de 2015 – de 26% no número de ocorrências de casos de racismo no Brasil. As delegacias de polícia nos estados estão cheias de registros de denuncias envolvendo injúrias e ofensas raciais. Em 2014, foram registradas 7 mil denúncias no Disque-Racismo. De janeiro a março deste ano, foram mais de 2,1 mil. Ou seja, aproximadamente 700 por mês.  
Segundo a página do site Rede Brasil Atual, a ascensão social de negros e mestiços é a principal causa do aumento dos índices de racismo no país. Pessoas negras enfrentam discriminação e preconceito em ambientes antes frequentados apenas por brancos como shoppings, universidades e aeroportos, a firma o portal. Mas não é bem isso que fatos diários têm mostrado.
 
No dia 21 de Abril, em Niterói, RJ, os noticiários televisivos exibiram um flagrante de racismo captado por celulares de anônimos. O entregador, negro, Sérgio Luis Souza, de 42 anos, quando levava mercadorias para outra loja, foi abordado por um vizinho do comércio. Ele parou o triciclo que usa para fazer entregas numa calçada, em frente a um prédio, no Centro de Niterói. Logo apareceu o síndico reclamando e o ofendendo-o decrioulo e negro safado. O vídeo com as ofensas ganhou também as páginas sociais.
 
O entregador, com medo de represália – e mesmo orientado por um representante de OAB – preferiu não registrar queixa contra o agressor racista que, inclusive, portava uma tornozeleira eletrônica devido a complicações com a justiça.
 
Caso como o desse entregador é recorrente. Muitas das vítimas de racismo não apresentam queixas ou por temor ao agressor racista ou mesmo para evitar constrangimentos com a papagaiada e o circo que é armado pela turminha do movimento negro, que transforma uma Causa tão séria em ganha pão e dividendos políticos.
 
As denúncias relacionadas aos centros de compras lideram nos 25 casos acompanhados pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdade, CEERT, desde janeiro e evidenciam que o preconceito ocorre em função da cor da pele e não da classe social. “Em muitos casos, quando a pessoa é pobre, ela não consegue identificar direito se está sofrendo preconceito por ser negra ou por ser pobre e, muitas vezes, acaba relacionando tudo à pobreza, Mas, quando estas pessoas conseguem melhorar sua situação financeira, percebem que não é mais por causa da pobreza que são discriminadas”, afirma Daniel Teixeira, advogado e coordenador de projetos da CEERT.
 
Contrapondo as estatísticas e as publicações, a página do Blog do Saraiva já vaticina no dia 20 de Novembro de 2012: Não é ascensão social negra que aumenta o racismo, ela só desnuda o discurso falacioso de que não somos racistas.
 
A verdade é que o racismo está na moda, mas não é por causa da ascensão social do negro ou da situação cultural do país, como afirmam alguns. Os grandes responsáveis são os milhares movimentos negros que, desde a década de oitenta, tem usado a Causa Negra de forma indevida e demagógica. Situações em que bastava a lei ter sido acionada transformou-se em verdadeiros circos e espetáculos pirotécnicos com objetivos pessoais e políticos.  Hoje, assistimos frustrados e indignados casos de racismos contra cidadãs e cidadãos negros tornarem-se recorrentes – e quase que uma rotina – e os discursos serem sempre os mesmos e dos mesmos grupos: ultrapassados e retrógrados.
 
O caso do entregador de Niterói põe por terra a tese de que o racismo é crescente devido a ascensão social da negritude. Há de se falar também que esse fato – caso seja verdadeiro – não seria argumento para se justificar o racismo. O negro é discriminado por ser negro esse é o fato. Essa é a luta em que devemos nos empenhar e combater incessantemente.
 
Está mais do que na hora de reescrevermos as lutas pela igualdade racial e o combate incansável ao racismo em nosso país. Sem partido políticos, sem religiosidade, sem diversidade sexual, sem ideologias doutrinárias, sem questão de gêneros e sem orçamentos com verbas captadas das três esferas governamentais. Somente com nossos próprios esforços e vontade de lutar.
 
Chega de sermos estatísticas e de sermos perdedores.
 
Vamos honrar o legado de Manoel Congo, Luiza Mahim, Maria Felipa, Chico da Matilda, Solano Trindade, Zélia Gonzales e do Zózimo Bulbul.
 
Abraços a todos.
 
Flávio Leandro
Cineasta, Professor de Produção de Cinema e Vídeo, Professor de Produção Teatral.

Professor Defende Tese Racista


Na USP, professor defende tese de que negros africanos tem QI menor que europeus

Utilizando um artigo considerado ultrapassado e falando em inglês para dificultar a compreensão, um professor da pós-graduação da USP deu uma aula racista nessa semana, mas foi surpreendido pela presença de estudantes do coletivo Ocupação Preta; “Shut up”, dizia o docente quando alunos e alunas negras tentavam intervir.
A reportagem é de Ivan Longo, publicada no Portal Fórum, 24-04-2015.
Se fosse no começo do século XX, o episódio ainda seria aceito sem maiores problemas. Mas, por ter acontecido em pleno ano de 2015, a anacrônica aula do professor britânico Peter Lees Pearson, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), não passou despercebida. Na última quarta-feira (22), Pearson ministrou aula para uma turma de pós-graduação e sua tese conotou conceitos extremamente ultrapassados e racistas. 
Usando como base o artigo “James Watson’s mostly inconvenient truth: Race realism and moralistic fallacy”, de autoria de J. Philippe Rushton e Arthur R. Jensen, o professor começou a explicar, “cientificamente”, como testes de QI “comprovavam” que os negros africanos têm uma capacidade cognitiva menor que europeus ou asiáticos, por exemplo.
Se o Ocupação Preta – coletivo de alunos e alunas negras da USP que luta pela ampliação da presença negra na universidade – não estivesse presente, a possibilidade de haver qualquer tipo de confronto com as ideias do professor seria praticamente nula. Além de propor uma discussão “conjunta” para uma turma com 19 pessoas brancas e apenas 1 negro, o docente não apresentou qualquer outro autor que fizesse um contraponto às teses que apresentava.
Essas teses, porém, já foram rechaçadas pela Academia inúmeras vezes. Watson foi, inclusive, exonerado de seu cargo de conselheiro no Spring Harbor Laboratory (CSHL) em Nova Iorque em virtude de suas afirmações sobre a inferioridade cognitiva de pessoas negras.
“Entendemos que era necessária a ocupação dessa aula primeiramente porque quase todos(as) estudantes matriculados eram brancos(as). Dentre 20 pós-graduandos(as) presentes, apenas um era negro. Este fato por si só já choca e evidencia o caráter elitista e racista da USP e dos cursos ministrados nela. Há um número irrisório de negros e negras nas salas de graduação e pós-graduação da tão reconhecida Universidade de São Paulo”, afirmaram alunas que fazem parte do coletivo.
E assim o fizeram. Aos poucos, dezenas de negros, ao ficarem sabendo da aula que estava sendo dada, começaram a ocupar a sala para fazer o contraponto aos conceitos racistas que estavam sendo levantados por Pearson. Muitos começaram a intervir e expressar sua opinião, mas o debate não fluía pois o professor, de acordo com os estudantes, adotava uma postura ainda mais elitista que sua própria aula: ele só se comunicava em inglês.
“Quem não sabe falar em inglês, que fique sem se expressar”, chegou a afirmar. Em diversos momentos, de acordo com membros do coletivo, o professor ainda fazia escárnio dos alunos e alunas “extras” na sala de aula e muitas vezes chegava a – literalmente – mandá-los calar a boca, com um clássico “shut up”.
“O mais chocante certamente foi a posição do professor: impediu diversas vezes que mulheres pretas falassem, mandou os negros calarem a boca – literalmente! – incontáveis vezes, insistiu que não éramos capazes de compreender, ora pela língua, ora pela ciência. Constrangeu os próprios alunos os obrigando a se manterem na posição que ele escolhia. Além disso riu, fez escárnio e ironias várias vezes. É uma postura inaceitável, porque a posição clara de poder que ele ocupa diante dos alunos não deveria ser permissão para atitudes abusivas. Mas foi o que aconteceu”, explicaram os membros do grupo, que optaram por responder coletivamente aos questionamentos da Fórum.
De acordo com o Ocupação Preta, a ideia de entrar na sala de aula era a de firmar a presença negra na universidade e trazer à tona algumas perguntas, como: “Por que, em 2015, ainda é necessário dispensar esforços para combater tal artigo que expressa tão obviamente o racismo, quando poderíamos, nas mais variadas áreas, estar refletindo sobre assuntos produtivos à comunidade paulista que sustenta a Universidade de São Paulo?”; “Qual o significado político de uma discussão de tal artigo dentro de uma universidade composta por uma maioria branca elitizada?”; “É possível discutir se o artigo é racista ou não sem a presença dos sujeitos vítimas do racismo, no caso os negros?”.
E é por meio desse tipo de questionamento e da ocupação, firmando a presença negra na universidade, que os alunos e alunas que compõem o coletivo pretendem mudar a realidade “branca” e “elitista” da Universidade de São Paulo.
Procurado para se posicionar quanto às declarações dos estudantes, o professor Pearson não deu retorno até a publicação desta matéria.
Confira a íntegra da nota do grupo Ocupação Preta.
Nota de Repúdio ao Racismo Pseudocientífico Defendido na USP
Ontem a Ocupação Preta esteve presente em uma aula da pós-graduação do Instituto de Biociências da USP. O propósito da aula era debater o artigo “James Watson’s mostly inconvenient truth: Race realism and moralistic fallacy”, de autoria de J. Philippe Rushton e Arthur R. Jensen, indicado pelo professor para “discussão em conjunto”. Entendemos que era necessária a ocupação dessa aula primeiramente porque quase todos(as) estudantes matriculados eram brancos(as). Dentre 20 pós graduandos(as) presentes, apenas um era negro. Este fato por si só já choca e evidencia o caráter elitista e racista da USP e dos cursos ministrados nela. Há um número irrisório de negros e negras nas salas de graduação e pós graduação da tão reconhecida Universidade de São Paulo.
Mais do que esta triste realidade uspiana (a inexistência de representatividade negra nas salas de aula), o que também nos motivou a fazer a intervenção na aula do Professor Peter Lees Pearson foi o conteúdo extremamente racista e ofensivo do material proposto. O artigo propõe análises comparativas de QI entre populações africanas, européias e asiáticas, sugerindo uma inferioridade intelectual do povo africano com base em estudos de James Watson. Os estudos de Watson foram rechaçados pela academia por serem baseados em estudos de cefalometria (herdeira cientifica da frenologia, um ramo pseudocientífico que serviu de base pra diversas atrocidades no meio médico e sobretudo psiquiátrico-manicomial) e análises de aplicações de testes de QI sem análises psicossociais.
Watson foi inclusive exonerado de seu cargo de conselheiro no Spring Harbor Laboratory (CSHL) em Nova Iorque em virtude de suas afirmações sobre a inferioridade cognitiva de pessoas negras.Compreendemos que a escolha do artigo feita pelo professor foi infeliz, pois o texto apresenta racismo puro, explícito e além de não trazer dados concretos, foi apresentado sem autores(as) que fazem críticas a ele, endossando ainda mais o racismo de forma determinista. O desconforto a qualquer leitor(a) que respeite a dignidade humana é assegurado!
O ataque ao povo africano e à sua descendência é bastante claro. E esse ataque não passou despercebido desta vez. Contestamos, nos manifestamos contrários a escolha do artigo e fomos enegrecer a discussão com nossos posicionamento de negras e negros que somos, estudantes das mais diversas áreas da universidade que sentem o racismo todos os dias, resistindo e combatendo com muita força. O que nos surpreendeu foi a postura extremamente racista do professor que defendeu subjetivamente o texto e que não valorizava o diálogo, diversas vezes batendo palmas em cima da falas dos estudantes negros, dizendo “Shut up!” e se recusando a fazer a discussão em português, mesmo sabendo que havia estudantes que não entendiam inglês e por isso, não podiam se defender. O professor começou uma discussão sobre um artigo que ressaltava e queria provar a inferioridade intelectual negra, acusando as “pessoas extras” que estavam presentes de “não saberem ciência”.
A Ocupação Preta repudia esse tipo de método de aula, nas quais há a defesa de textos ultrapassados que remetem a pensamentos eugenistas.Repudiamos ainda a inflexibilidade da Universidade (em todos os níveis) em refletir assuntos que dizem respeito ao povo negro com os próprios sujeitos negros que se apresentam para discutir.Seguiremos resistindo e lutando para transformar e enegrecer a Universidade de São Paulo e todos os outros espaços que julgarmos necessários. E que a cada dia juntem-se a nós mais e mais pessoas negras que estudam na universidade se apoderando e ocupando espaços a nós historicamente negados.Queremos uma USP com menos “racist classes” e com mais cotas raciais que insiram a comunidade negra para transformar e guiar o conhecimento científico.
Dentro e fora da Universidade, RACISTAS NÃO PASSARÃO!

Glória 0 x 1 Nova Prata (19/04/2015) parte 33

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Outras Palavras


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Boletim de atualização - Nº 503 - 27/4/2015


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Foto de um colaborador de um outro lado do jogo Glória 2 x 0 Brasil de Farroupilha