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Para Porto Alegre RS

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Dia dos Pais

É uma data que não gosto muito de lembrar e nem comemorar por que o meu "pai" sempre foi ausente e nunca deu a mínima para mim e nem para minha irmã. Nos anos 70 e 8o a gente sentia vergonha porque os amiguinhos de infância tinham seus pais e a gente nunca sabia onde o 'pai" estava pois sempre estava sumido e abandonou os filhos. Aliás hoje é comum eu ver crianças atuais que estão na mesma situação que eu estava no passado. Hoje o moderno Mãe faz o papel do pai ou pai o papel da Mãe. As famílias estão desestruturadas que antes era somente as famílias negras que sofrem desse mal, hoje é toda a sociedade. Pais muito jovens e sem preparo. E uma data que deveria ser de reflexão e debate sobre o tipo de família que queremos e buscamos construir.

Abordagem em Bar na Av. Moreira de Paz de Vacaria RS

Fomos informados de uma abordagem da Brigada Militar de Vacaria RS a um bar na Av. Moreira Paz em nossa cidade. Gostaria de me manifestar dando os meus parabéns a ação da Brigada Militar pois o referido Bar onde houve a operação é um estabelecimento comercial frequentados por marginais, presidiários e outros tipos de pessoa de má índole. Em 2008 fui agredido e quase morto naquele local por um marginal drogado e encrequeiro, que já esfaqueou um policial civil e até bateu numa moça em um bar, já esteve preso. Mas por sorte estava acompanhado de amigos e o pior não aconteceu. A Brigada Militar tem que ir para cima desse mau elementos. Até uma amiga minha foi assediada por cliente bêbado daquele estabelecimento quando passava pela frente. Um amigo meu tinha conta no referido bar ele bebia quatro cervejas e dono marcava doze na sua conta. A própria Prefeitura deveria fiscalizar melhor este tipo de estabelecimento e buscar até o fechamento e cancelamento de alvará. Eu como consumidor prefiro pagar uma cerveja mais cara e estar num ambiente bom do que estar no meio de marginais, sofrendo risco de vida.

Queima de Campo

Está pronto para ser votado o Projeto de Lei 208/2009, que institui a "queima controlada" das pastagens nativas dos Campos de Cima da Serra. O projeto teve sua admissibilidade e constitucionalidade com Parecer Favorável (Relator Francisco Appio ), aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, por 9 votos a 1.



Ao completar 30 dias da aprovação do Parecer, será requerida a inclusão na Ordem do Dia, para tentar (por Acordo unânime dos líderes) ser votado imediatamente.



Autor da Emenda 32 que inscreveu a queima-de-campo controlada na Constituição do Estado, o deputado Francisco Appio - em seu quinto mandato parlamentar - lamenta que haja resistência para um projeto de grande importância. “Com estas regras será evitada e combatida a queima clandestina, que causa danos ao meio ambiente”, alerta Appio.



O PL 208/2009, como a Emenda 32, prevê a queima mediante projeto técnico, autorização oficial e rigorosas normas de precaução. A alteração constitucional de 2002 foi suspensa pelo Tribunal de Justiça, que acolheu Ação Direta de Inconstitucionalidade do Ministério Público Estadual.



A ausência de legislação específica para a queima-de-campo provoca as queimadas clandestinas, que podem causar danos à natureza. Em outros estados, esta permissão foi estabelecida por ato legislativo.



Este será um dos temas da Audiência Pública realizada pela Comissão da Agricultura da Assembleia Legislativa, dia 20 de agosto, pela manhã em Lagoa Vermelha (CTG Alexandre Pato) e à tarde em Vacaria (Sindicato Rural).



E agora as últimas do www.twitter.com/franciscoappio



CONVÊNIO foi conquistado em 1997, junto ao Governo Britto. O deputado Francisco Appio teve decisiva participação nesta conquista regional.

ATUAL AEROPORTO está parcialmente interditado nas cabeceiras. A área urbana é do Ministério da Aeronáutica e será permutada com o município.

YEDA executa 30% do projeto. Os outros 70% são do PROFAA, constituído por percentuais das passagens aéreas. Vacaria comprou a área.

GOVERNADORA YEDA CRUSIUS vai inspecionar em breve as obras do Aeroporto Regional de Cargas de Vacaria, garantindo sua conclusão neste ano.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Biblioteca

bibliotecadiplô e OUTRASPALAVRAS

Boletim de atualização de Outras Palavras e Biblioteca Diplô - Nº 11 - 8 de agosto de 2010

Christian Marazzi desvia-se do marxismo ortodoxo para enxergar quais são as novas estratégias do capital -- e como a multidão, em rede, pode vencê-las

A coordenadora da Conferência Nacional de Cultura apresenta as leis que podem -- se aprovadas no Congresso -- estimular milhões de produtores brasileiros

Uma pesquisadora norte-americana narra como vive (e resiste) o território que os governantes de Israel querem isolar do mundo

"Apunhalei nas costas o que eu era, bicho morto, renasci". Conto de Síndia Santos inaugura seção literária de Outras Palavras

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Jornal Negritude 51

Jornal Negritude nº 51

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Futebol

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Operações Especiais em Vacaria RS

A 6ª delegacia da Policia Rodoviária Federal (PRF) registrou dois acidentes, com danos materiais. As ocorrências foram neste domingo, 08/08, na BR 285, km 190 e na BR 116, km 53, próximo a curva da Bica.

Durante o final de semana, a PRF fiscalizou 105 veículos e notificou 25 condutores, sendo oito por ultrapassagens em locais proibidos. Três automóveis foram recolhidos por estar com o licenciamento vencido. Vinte e um motoristas fizeram o teste de bafômetro, sendo que dois comprovaram o uso de bebidas alcoólicas

Já a Guarda Municipal de Vacaria fiscalizou 26 veículos e notificou quatro condutores. Dois por dirigir falando ao celular, um por transitar na contramão e um por estacionar na entrada de uma garagem.

A Brigada Militar desenvolveu operações especiais na cidade e no interior. Foram 463 pessoas identificadas, sendo que nove foram detidas e encaminhadas a delegacia. Também foram vistoriados 226 veículos e notificados 20 motoristas, a maioria por estar com o licenciamento do veículo vencido.

por Fábia Schüler - Fatima e Maisn vac (Rádio Fátima AM), dia 09/08/2010 às 07:3

Comando Rodoviário Fiscaliza Veículos

Comando Rodoviário da Brigada Militar fiscalizou mais de 700 mil veículos em 2010
09/08/2010 15:02

O Comando Rodoviário da Brigada Militar, no período de janeiro a julho de 2010 fiscalizou mais de 700 mil veículos, o que representa 15,40% da frota registrada e em circulação no RS. As atividades de fiscalização geraram um aumento nas autuações por infração de trânsito que totalizaram 184.130 contra 182.199, efetivadas no mesmo período do ano passado. Também em conseqüência do aumento na fiscalização, o combate à embriaguez ao volante ocasionou o recolhimento de 762 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH), o que representa um aumento na ordem de 12,39%, visto que, no mesmo período do ano anterior foram 678.

Outro dado a ser considerado com relação à fiscalização de trânsito é o número de veículos recolhidos pelas mais diversas infrações. Este ano foram 11.550 contra 6.870 no ano de 2009, o que representa um aumento de 68,12%. Considerando que a frota registrada no Estado, conforme dados do DETRAN, aumentou em 6,42%, pulando de 4.272.968 veículos para 4.547.457, os índices demonstram o esforço legal desenvolvido pelo Comando Rodoviário, no intuito de buscar a melhor harmonização no trânsito das rodovias estaduais.

Embora o empenho dos policiais militares, os índices de acidentes, que passam primordialmente por uma questão comportamental de condutores e pedestres, teve um aumento significativo de 17,53% no total de sinistros. Em 2009 foram 5.750 eventos de trânsito contra 6.758 deste ano. Os eventos com danos materiais totalizaram 3.528 este ano, já em 2009 foram 2.958. Nos eventos com lesões corporais o índice de aumento ficou em 13,73% sendo computados 2.593 em 2009 e 2.949 em 2010.

O número mais alarmante e que exige uma reflexão e conscientização dos condutores é o aumento de 41,21% nos eventos com morte. Em 2009 foram 199, já este ano chegamos a um total de 281 eventos de trânsito onde houve óbitos. Os eventos de trânsito no período envolveram 11.985 veículos, causando lesões em 4.704 pessoas e a morte de outras 333.

Considerando que o trânsito trabalha com três fatores de influência, ou seja: engenharia, esforço legal e educação, nota-se que, com todo o esforço legal, a falha comportamental, na não avaliação ou avaliação equivocada do risco, são questões fundamentais para que sejam atingidos melhores níveis de segurança viária. Entre 2011 e 2020, na prevenção de eventos de trânsito, o Brasil projeta a “Década de Ações”, com o objetivo de reduzir os atuais 37.000 óbitos no local da ocorrência, para 20.000 óbitos, no final da década.

Fonte: PM5-Imprensa/BM

Tarso Genro

COMPROMISSO DE TARSO GENRO POR UM NOVO MODELO DE GESTÃO DAS ESTRADAS

A população e os setores produtivos têm sofrido com o atual modelo de concessão de rodovias adotado no Rio Grande do Sul, através dos denominados Pólos de Concessão Rodoviária. Além de dificultar a livre mobilidade das pessoas e das mercadorias, pois possui uma das mais caras tarifas do país, e impedem que haja um controle social e a transparência necessários a uma correta fiscalização de seus custos e investimentos.

É necessário terminar com o atual modelo de concessão de pólos de pedágios em vigor no Estado, tendo como diretriz um modelo público, com efetivo controle social, transparente, e os recursos advindos deste sistema devem ser destinados exclusivamente para qualificação da malha viária do Estado, prevendo a manutenção e conservação, bem como, a construção e ampliação das rodovias do Estado.

Os candidatos da Unidade Popular Pelo Rio Grande, face à necessidade de solucionar o tema das concessões rodoviárias e a cobrança de pedágios, assinam o presente COMPROMISSO PÚBLICO, cujas medidas serão adotadas em seu Governo.

ASSIM, NO INTERESSE DA SOCIEDADE GAÚCHA COMPROMETEM-SE:

1. Não haverá prorrogação dos atuais contratos dos pólos de pedágios vinculados ao Programa Estadual de Concessão de Rodovias - PECR;

2. Comprometem-se, caso necessário, de implantar um novo modelo de pedágios, privilegiando os modelos de caráter público, como os Pedágios Comunitários;

3. Serão extintos, com o encerramento dos contratos em 2013, e não mais serão implementados pedágios em perímetros urbanos, como ocorreu na RS 122 entre Caxias do Sul e Farroupilha, e na RS 040 em Águas Claras, distrito de Viamão;

4. Implementarão o controle “on-line” da arrecadação e dos gastos das praças de pedágios garantindo a transparência ao serviço;

5. Redefinirão o funcionamento do DAER/RS e a recomposição de seus Conselhos, de forma a garantir uma efetiva representação social no órgão;

6. Fornecerão meios para que a AGERGS cumpra com suas funções institucionais e promoverão a efetiva representação dos usuários no seu Conselho Superior;

7. Buscarão em conjunto com o Governo Federal uma revisão contratual que resolva a situação do Pólo de Concessão Federal de Pelotas;

8. Apoiarão o Projeto de Lei de Iniciativa Popular que trata de concessões rodoviárias e pedagiamento de rodovias no Estado do Rio Grande do Sul.

De acordo com os compromissos acima estabelecidos, assinam esta declaração, na presença das entidades abaixo citadas, e para que seja conhecida de toda a população, a firme disposição dos candidatos da UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE DO SUL, representada neste ato por seu candidato a Governador TARSO GENRO, e a vice-governador BETO GRILL, e nesta data histórica, subscritos pelos presentes.

Caxias do Sul, 06 de agosto de 2010.

Tarso Genro Beto Grill
Candidato a governador Candidato a vice-governador

ASSINAM COMO TESTEMUNHAS:

ASSURCON SERRA - Presidente FORUM DOS COREDES

SETCERGS - Sindicato dos Transportadores de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul – Presidente

FETRANSUL – Federação da Empresas de Logística e Transportes de Carga do Rio Grande do Sul

SIRECON – Sindicato dos Representantes Comerciais de Caxias do Sul

Frente Parlamentar contra a Prorrogação dos Contratos de Concessão dos Pólos de Pedágios

Ordem dos Advogados do Brasil - RS Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul

Comissão da Câmara de Vereadores de Farroupilha Contra Prorrogação Contratos

Comissão da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul Contra Prorrogação Contratos

CUT – Central Única dos Trabalhadores CTB – Central dos Trabalhadores do Brasil

SINDILIMP – Sindicato dos Empregados de Limpeza

CONAN – Confederação Nacional de Moradores de Bairros

SINDIPORT – Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Portuários de Rio Grande

FETAG – Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul

SINDIMADEIRA – Sindicato dos Madereiros do Rio Grande do Sul



VITOR HUGO GOMES MIGUE L DALLALBA
Coord. Campanha Coord. Regional
54.9977.8393 054.9983.7060





Gabi Dantas
Assessoria de Imprensa
(54) 84030214

Maior Terrorista do Mundo

Carta O Berro..............................................................repassem





sexta-feira, 30 de julho de 2010 20:58

Chomsky: “Os EUA são o maior terrorista do mundo”





Noam Abraham Chomsky, intelectual estadunidense, pai da linguística e polêmico ativista por suas posturas contra o intervencionismo militar dos Estados Unidos, visitou a Colômbia para ser homenageado pelas comunidades indígenas do Departamento de Cauca. Falou com exclusividade para Luis Angel Murcia, do jornal Semana.com, em 21 de Julho de 2010.



O morro El Bosque, um pedaço de vida natural ameaçado pela riqueza aurífera que se esconde em suas entranhas, desde a semana passada tem uma importância de ordem internacional. Essa reserva, localizada no centro da cidade de Cauca, muito próxima ao Maciço colombiano, é o cordão umbilical que hoje mantêm aos indígenas da região conectados com um dos intelectuais e ativistas da esquerda democrática mais prestigiados do planeta.

Noam Abraham Chomsky. Quem o conhece assegura que é o ser humano vivo cujas obras, livros ou reflexões, são as mais lidas depois da Bíblia. Sem duvida, Chomsky, com 81 anos de idade, é uma autoridade em geopolítica e Direitos Humanos.

Sua condição de cidadão estadunidense lhe dá autoridade moral para ser considerado um dos mais recalcitrantes críticos da política expansionista e militar que os EUA aplica no hemisfério. No seu país e na Europa é ouvido e lido com muito respeito, já ganhou todos os prêmios e reconhecimentos como ativista político e suas obras, tanto em linguística como em análise política, foram premiadas.

Sua passagem discreta pela Colômbia não era para proferir as laureadas palestras, mas para receber uma homenagem especial da comunidade indígena que vive no Departamento de Cauca. O morro El Bosque foi rebatizado como Carolina, que é o mesmo nome de sua esposa, a mulher que durante quase toda sua vida o acompanhou. Ela faleceu em dezembro de 2008.

Em sua agenda, coordenada pela CUT e pela Defensoria do Povo do Vale, o Senhor Chomsky dedicou alguns minutos para responder exclusivamente a Semana.com e conversar sobre tudo.

Quê significado tem para o senhor esta homenagem?

Estou muito emocionado; principalmente por ver que pessoas pobres que não possuem riquezas se prestem a fazer esse tipo de elogios, enquanto que pessoas mais ricas não dão atenção para esse tipo de coisa.

Seus três filhos sabem da homenagem?

Todos sabem disso e de El Bosque. Uma filha que trabalha na Colômbia contra as companhias internacionais de mineração também está sabendo.

Nesta etapa da sua vida o que o apaixona mais: a linguística ou seu ativismo político?

Tenho estado completamente esquizofrênico desde que eu era jovem e continuo assim. É por isso que temos dois hemisférios no cérebro.

Por conta desse ativismo teve problemas com alguns governos, um deles e o mais recente foi com Israel, que o impediu de entrar nas terras da palestina para dar uma palestra.

É verdade, não pude viajar, apesar de ter sido convidado por uma universidade palestina, mas me deparei com um bloqueio em toda a fronteira. Se a palestra fosse para Israel, teriam me deixado passar.

Essa censura tem a ver com um de seus livros intitulado ‘Guerra ou Paz no Oriente Médio?

É por causa dos meus 60 anos de trabalho pela paz entre Israel e a Palestina. Na verdade, eu vivi em Israel.

Como qualifica o que se passa no Oriente Médio?

Desde 1967, o território palestino foi ocupado e isso fez da Faixa de Gaza a maior prisão ao ar livre do mundo, onde a única coisa que resta a fazer é morrer.

Chegou a se iludir com as novas posturas do presidente Barack Obama?

Eu já tinha escrito que é muito semelhante a George Bush. Ele fez mais do que esperávamos em termos de expansionismo militar. A única coisa que mudou com Obama foi a retórica.

Quando Obama foi galardoado com o prêmio Nobel de Paz, o quê o senhor pensou?

Meia hora após a nomeação, a imprensa norueguesa me perguntou o que eu pensava do assunto e respondi: “Levando em conta o seu recorde, este não foi a pior nomeação”. O Nobel da Paz é uma piada.

Os EUA continuam a repetir seus erros de intervencionismo?

Eles tem tido muito êxito. Por exemplo, a Colômbia tem o pior histórico de violação dos Direitos Humanos desde o intervencionismo militar dos EUA.

Qual é a sua opinião sobre o conceito de guerra preventiva que os Estados Unidos apregoam?

Não existe esse conceito, é simplesmente uma forma de agressão. A guerra no Iraque foi tão agressiva e terrível que se assemelha ao que os nazistas fizeram. Se aplicarmos essa mesma regra, Bush, Blair e Aznar teriam de ser enforcados, mas a força é aplicada aos mais fracos.

O que acontecerá com o Irã?

Hoje existe uma grande força naval e aérea ameaçando o Irã e, somente a Europa e os EUA pensam que isso está certo. O resto do mundo acredita que o Irã tem o direito de enriquecer urânio. No Oriente Médio três países (Israel, Paquistão e Índia) desenvolveram armas nucleares com a ajuda dos EUA e não assinaram nenhum tratado.

O senhor acredita na guerra contra o terrorismo?

Os EUA são os maiores terroristas do mundo. Não consigo pensar em qualquer país que tenha feito mais mal do que eles. Para os EUA, terrorismo é o que você faz contra nós e não o que nós fazemos a você.

Há alguma guerra justa dos Estados Unidos?

A participação na Segunda Guerra Mundial foi legítima, entretanto eles entraram na guerra muito tarde.

Essa guerra por recursos naturais no Oriente Médio pode vir a se repetir na América Latina?

É diferente. O que os EUA tem feito na América Latina é, tradicionalmente, impor brutais ditaduras militares que não são contestados pelo poder da propaganda.

A América Latina é realmente importante para os Estados Unidos?

Nixon afirmou: “Se não podemos controlar a América Latina, como poderemos controlar o mundo”.

A Colômbia tem algum papel nessa geopolítica ianque?

Parte da Colômbia foi roubada por Theodore Roosevelt com o Canal do Panamá. A partir de 1990, este país tem sido o principal destinatário da ajuda militar estadunidense e, desde essa mesma data tem os maiores registros de violação dos Direitos Humanos no hemisfério. Antes o recorde pertencia a El Salvador que, curiosamente também recebia ajuda militar.

O senhor sugere que essas violações têm alguma relação com os Estados Unidos?

No mundo acadêmico, concluiu-se que existe uma correlação entre a ajuda militar dada pelos EUA e violência nos países que a recebem.

Qual é sua opinião sobre as bases militares gringas que há na Colômbia?

Não são nenhuma surpresa. Depois de El Salvador, é o único país da região disposto a permitir a sua instalação. Enquanto a Colômbia continuar fazendo o que os EUA pedir que faça, eles nunca vão derrubar o governo.

Está dizendo que os EUA derruba governos na América Latina?

Nesta década, eles apoiaram dois golpes. No fracassado golpe militar da Venezuela em 2002 e, em 2004, seqüestraram o presidente eleito do Haiti e o enviaram para a África. Mas agora é mais difícil fazê-lo porque o mundo mudou. A Colômbia é o único país latinoamericano que apoiou o golpe em Honduras.

Tem algo a dizer sobre as tensões atuais entre Colômbia, Venezuela e Equador?

A Colômbia invadiu o Equador e não conheço nenhum país que tenha apoiado isso, salvo os EUA. E sobre as relações com a Venezuela, são muito complicadas, mas espero que melhorem.

A América Latina continua sendo uma região de caudilhos?

Tem sido uma tradição muito ruim, mas, nesse sentido, a América Latina progrediu e, pela primeira vez, o cone sul do continente está a avançando rumo a uma integração para superar seus paradoxos, como, por exemplo, ser uma região muito rica, mas com uma grande pobreza.

O narcotráfico é um problema exclusivo da Colômbia?

É um problema dos Estados Unidos. Imagine que a Colômbia decida fumigar a Carolina do Norte e o Kentucky, onde se cultiva tabaco, o qual provoca mais mortes do que a cocaína.

Fonte: Agência de Notícias Nova Colômbia. Original em http://www.semana.com/noticias-mundo/parte-colombia-robada-roosevelt/142043.aspx





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Carta o Berro

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Meus amigos, vejam esta entrevista do escritor e cientista política Moniz Bandeira, ao jornal Brasil de Fato, de São Paulo.
Moniz Bandeira é sobrinho do meu querido amigo Edmundo Moniz, que tive o orgulho e honra de ter sido seu assessor de imprensa na Secretaria Estadual de Cultura, no segundo governo do Leonel Brizola. Bandeira escreveu uns 30 livros, mora há 20 anos,
em Heidelberg, na Alemanha, onde é consul honorário do Brasil.
Seus livros são recomendados aos alunos dos cursos do Instituto Rio Branco, para quem quer seguir a carreira diplomática no Ministério das Relações Diplomáticas do Brasil.

Abração do Sergio Caldieri


Brasil de Fato

30 de Julho de 2010

“Crise é sistêmica e epicentro está nos EUA”, diz Moniz Bandeira

“Crise é sistêmica e epicentro está nos EUA”, diz Moniz Bandeira

Segundo o cientista político, a situação da moeda estadunidense é pior do que a do euro

http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/entrevistas/201ccrise-e-sistemica-e-epicentro-esta-nos-eua201d-diz-moniz-bandeira/image_mini

28/07/2010

Renato Godoy de Toledo

da Redação

O cientista político e historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira concedeu uma entrevista ao Brasil de Fato acerca da crise na Europa. Moniz Bandeira aponta que a crise europeia tem origem no sistema financeiro dos EUA e os reflexos têm aparecido mais na Europa, até por conta de as agências de avaliação de risco terem sede em Wall Street.

Confira a entrevista abaixo.

Brasil de Fato - A atual crise na Europa faz repensar se "valeu a pena" a constituição da União Europeia? Dá para avaliar se a UE ainda promove mais ganhos do que perdas para os cidadãos europeus?

Luiz Alberto Moniz Bandeira - Não se pode discutir se “valeu ou não” a constituição da União Europeia. Constituiu uma consequência natural do desenvolvimento do capitalismo, decorrente de uma necessidade histórica, tal como, na segunda metade do século XIX, processou-se formação dos Estados nacionais, com a superação dos Estados pequenos, das formas débeis de Estado, geradas na época da economia natural e da economia simples de mercado, pelo Estado unitário. Essa questão eu exponho detalhadamente em dois dos meus livros: “Brasil, Argentina e Estados Unidos (Da Tríplice Aliança ao Mercosul)”, cuja 3ª edição a Editora Civilização Brasileira acaba de lançar, e “Formação do Império Americano (Da guerra contra a Espanha à guerra no Iraque)”, no qual demonstro que, conforme Kautsky previra, a guerra mundial compeliu as potências imperialistas a formar uma federação, e o capitalismo entrou em nova fase, marcada pela transferência dos métodos dos cartéis, para a política internacional, a fase do ultra-imperialismo, e a transferência das guerras para a periferia do sistema. A crise da União Europeia é uma crise global, cujo epicentro está nos Estados Unidos.

Na sua opinião, quais são os principais motivos para a crise mundial ter impactos mais duradouros na UE do que em países como o Brasil e até mesmo os EUA?

A economia capitalista mundial é um todo e não uma soma de economias nacionais. Ela envolve não só as potências industriais, como também os países em desenvolvimentos e os mais atrasados.

Porém os impactos agora são mais visíveis na União Europeia em larga medida devido à especulação das agências de classificação de risco, quase todas ou todas sediadas em Wall Street e sob o controle dos bancos de investimentos dos Estados Unidos.

A crise na Grécia e em outros países da eurozona refletiu a sobrevalorização do euro, devido exatamente à elevada desvalorização do dólar, e isto dificultou as exportações dos países mais débeis como Grécia, Irlanda e Portugal, em meio a outros fatores como irresponsabilidade fiscal, descontrole dos gastos públicos, elevados déficits orçamentários, déficit comercial, corrupção, inflação e estancamento econômico.

Daí que é difícil prever, devido aos seus múltiplos aspectos, inclusive sociais e políticos. É uma crise sistêmica e, como disse, o epicentro está nos Estados Unidos. O Brasil naturalmente tem problemas. Mas a rigorosa política econômica e financeira do governo Lula, mantendo regidamente a responsabilidade fiscal e contendo a inflação, concorreu para evitar que sofresse maiores consequências da crise financeira global. Ademais o Brasil somente exporta cerca de 13% de sua produção e diversificou, com a sua política externa, os mercados no exterior. Atualmente exporta mais para os países em desenvolvimento do que para a Europa e os Estados Unidos, regiões mais diretamente afetadas pela crise.

Esta crise é a mesma crise de 2008? Em outras palavras, a origem da crise está na EU ou no mercado financeiro internacional?

A erupção da crise, que abala toda a eurozona (16 dos 27 Estados-membros da União Europeia e outros nove não-membros da UE que adotam o euro), constituiu um desdobramento, a terceira etapa da crise econômica e financeira deflagrada nos Estados Unidos, com a explosão do mercado imobiliário, no primeiro semestre de 2007, quando grandes corretoras, como Merrill Lynch e Lehman Brothers, suspenderam a venda de colaterais, e em julho do mesmo ano, bancos europeus registraram prejuízos com contratos baseados em hipotecas sub-prime. Em seguida, setembro de 2008, a crise atingiu o setor bancário, com a bancarrota e a dissolução do Lehman Brothers, o quarto banco de investimento dos Estados Unidos. E comprometeu e envolveu, finalmente, os próprios Estados nacionais. Levou a Islândia, cujos bancos mantinham negócios num valor três vezes maior do que o PIB do país, a uma virtual bancarrota, com reflexo sobre o Reino Unido, seu principal credor. E, em fins de 2009, manifestou-se na Grécia, ameaçando a estabilidade de toda a Eurozona, dado que vários países não cumpriram as metas do Tratado de Maastricht para a unificação monetária, entre as quais controle do déficit orçamentário (até 3% do PIB),do endividamento público (até 60% do PIB).

O fim do euro está em debate na UE?

Não está em debate o fim do euro. Sua instituição, como moeda única, resultou da crise de câmbio estrangeiro que atingiu a Europa nos primeiros anos da década de 1990, quando fluxos especulativos quase destruíram o mecanismo anterior de taxas de câmbio "fixas mas adaptáveis". Há problemas, naturalmente, que decorrem da moeda única adotadas por 16 países, cujas práticas políticas, leis, necessidades, dimensões econômicas e governos são diferentes. Se cada um desses países ainda tivesse a sua própria moeda nacional, poderia desvalorizá-la, se sua economia fosse mal administrada, sem responsabilidade fiscal, e sofresse um ataque especulativo. Porém, com a substituição das moedas nacionais, que os próprios Estados nacionais podiam emitir, pela moeda única, o euro, a desvalorização tornou-se impossível. É difícil, portanto, administrar uma moeda única, sem um poder central, dado que a existência de assimetrias, sobretudo econômica, e os governos nacionais podem tomar decisões financeiras, em virtude de pressões sociais e políticas domésticas ou de outros fatores. A perspectiva mais viável é a submissão dos Estados de economia mais débil, como Grécia e Portugal, às políticas fiscais da Alemanha e França, com a adoção de critérios rígidos de convergência, para monitorar, sobretudo, as taxas de inflação, as finanças públicas e a estabilidade monetária. E é preciso observar que o euro, instituído pelo Tratado de Maastricht (1992), embora vítima dos especuladores, ainda está mais valorizada que o dólar, moeda sem qualquer lastro, cuja tendência é declinar cada vez mais. Enquanto o aumento das reservas oficiais em euros cresceu 27% do total mundial em 2008, uma elevação de 18% em uma década, no mesmo período, a parcela dessas reservas em dólares caiu de 71% para 63%. E o dólar, após desvalorizar-se 40% entre 2002 e 2008 e fortalecer-se 20% em relação ao euro, entre março e dezembro de 2008, durante a crise financeira, voltou a cair 20%, entre março e dezembro de 2009, devido à preocupação no mercado com a dívida externa dos Estados Unidos. A revalorização do dólar apenas refletiu a crise da Eurozona. Foi conjuntural. O dólar está estruturalmente debilitado pelos déficits fiscal e cambial e pela elevada dívida externa líquida dos Estados Unidos. A perspectiva é de que, mais dias menos dias, deixe a condição de única moeda internacional de reserva, apesar da China e de serem os Estados Unidos o centro do sistema capitalista mundial.


Qual tem sido o papel de partidos de esquerda na Europa diante dessa crise?

Conforme o grande historiador Eric Hobsbawm disse entrevista à agência de notícias Telam, da Argentina, “já não existe esquerda tal como era”, seja social-democrata ou comunista. Ou está fragmentada ou desapareceu. Não há contraste, não há virtualmente oposição. As diferenças consistem somente no matiz dos partidos. Diversos fatores econômicos e sociais produziram, sobretudo nas potências industriais, certo esmaecimento das contradições políticas e ideológicas entre os partidos políticos, cujas iniciativas, no governo, não muito discrepam, na Alemanha, França, Inglaterra, muito menos nos Estados Unidos, onde os Partido Democrata e o Partido Republicano, essencialmente, pouco se diferenciam.


O Estado de Bem-estar social corre o risco de deixar de existir depois da crise, diante dos pacotes econômicos de caráter neoliberal?

A existência de poderoso exército industrial de reserva debilitou o poder de negociação dos sindicatos, cuja articulação política, restrita aos limites de seus respectivos Estados nacionais, não acompanhou o desenvolvimento da organização transnacional capitalista, que permite às grandes corporações, com subsidiárias nos novos países industrializados, contar com amplos recursos para resistir às pressões e minimizar os efeitos de qualquer paralisação do trabalho. O deslocamento da produção para os países com níveis salariais mais baixos, as diferenças de condições sociais e políticas, bem como dos níveis de organização obstaculizam, por exemplo, o êxito da coordenação internacional de uma greve, com o objetivo de paralisar, simultaneamente, todas as unidades de produção da mesma empresa espalhadas por diversos países. E o poder dos sindicatos foi ainda mais enfraquecido pela expansão do mercado global de trabalho, com o aparecimento de 1,2 bilhão de novos trabalhadores e de outros milhões dispostos a trabalhar por qualquer salário, para ter um meio de subsistência. Porém, é muito pouco provável, difícil mesmo, acabar totalmente com o Estado de bem-estar, em virtude de suas terríveis consequências políticas, com a desestabilização dos regimes na União Europeia e na Europa em geral.

Luiz AlbertoMoniz Bandeira é cientista político e historiador


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Demissão de funcionária de Obama

Demissão de funcionária negra constrange Obama
Caso de Shirley Sherrod, acusada de racismo e injustamente demitida, leva o presidente americano a divulgar um pouco comum pedido de desculpas... .
http://www.estadao. com.br/estadaode hoje/20100801/ not_imp588934, 0.php
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Seria muito bom que a "negrada" defensora desses nossos governos, não-racistas só da boca pra fora, lessem essa reportagem!
O cara branco responsavel pelo engano pediu desculpas e ofereceu um novo emprego pra negra injustiçada, e lá (nos imperialistas como os patetinhas que se fingem de esquerda aqui chamam) não tem problema nenhum em falar em publico sobre quaisquer tipos de problemas.
Já aqui no paraiso socialista da America do Sul, o Lulla diz que "negro não precisa de indenização e sim de "solidariedade" e nenhum negrou ousa sequer comentar o post, certamente com medo de perder a boquinha!!!!

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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
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Naomi Complicada


Campbell disse ter ganho 'diamante enorme' de Taylor, diz Farrow
2 horas, 33 minutos atrás



HAIA (Reuters) - A atriz Mia Farrow declarou nesta segunda-feira num tribunal de Haia sobre crimes de guerra que ouviu a modelo britânica Naomi Campbell dizer ter recebido um "diamante enorme" de Charles Taylor quando ele era presidente da Libéria.

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Campbell depôs na semana passada diante do Tribunal Especial para Serra Leoa (TESL) e afirmou ter ganho "pedras que pareciam sujas" depois de um jantar beneficente na África do Sul, em 1997, mas não sabia se eram diamantes vindos de Taylor, que está sendo julgado em Haia por crimes de guerra e crimes contra a humanidade.


Em seu depoimento nesta segunda-feira, Farrow disse ter visto Campbell se unindo a um grupo de hóspedes num café da manhã depois do jantar, cujo anfitrião era o então presidente sul-africano Nelson Mandela, e que a modelo britânica imediatamente começou a relatar algo que ocorrera durante a noite.


"Ela disse que à noite tinha sido acordada por homens batendo à sua porta que lhe disseram ter sido enviados por Charles Taylor, e que eles lhe haviam dado um diamante enorme", declarou Farrow ao tribunal, acrescentando que Campbell estava "bastante empolgada" em relação a isso.


Farrow disse que Campbell comentou então que pretendia dar o diamante ao Fundo Nelson Mandela para Crianças, acrescentando que "foi uma espécie de momento inesquecível".


Promotores de Haia estão buscando ligação entre os diamantes e Taylor para provar alegações, que ele nega, de que recebia diamantes de grupos rebeldes de Serra Leoa e os usava para comprar armas.


O ex-presidente liberiano, que é julgado no TESL desde janeiro de 2008, é suspeito de ter comandado os rebeldes da RUF em Serra Leoa, fornecendo armas e munições em troca de diamantes, durante a guerra civil neste país, de 1991 a 2001, que deixou 120.000 mortos e milhares de mutilados.


(Reportagem de Aaron Gray-Block)