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Para Porto Alegre RS

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Arquivo Paulo Furtado



Arquivo Paulo Furtado



Arquivo Paulo Furtado



Arquivo Paulo Furtado



Arquivo Paulo Furtado



Arquivo Paulo Furtado


Renato Borghetti em Vacaria RS



Inquérito sobre campanha caluniosa contra Governadora

Polícia Civil conclui inquérito sobre campanha caluniosa contra Governadora
16/11/2009 17:41

O delegado André Mocciaro, titular da 17 ª Delegacia de Polícia (DP), concluiu, nessa sexta-feira (13/11), o inquérito que investigava a veiculação de campanha publicitária caluniosa contra a Governadora do Estado, Yeda Crusius. A Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça, sendo apreendidos diversos materiais, inclusive as matrizes do material investigado, computadores, bem como foram adotadas providências quanto ao conteúdo publicado na internet.

Segundo o delegado Mocciaro, foram identificados os responsáveis pela Federação Anarquista Gaúcha (FAG), a qual publicou diversos cartazes publicitários com conteúdo criminoso. Os oito integrantes da FAG identificados foram indiciados por crime contra honra, incitação ao crime e formação de quadrilha ou bando. Para o delegado Mocciaro, a liberdade de expressão e o direito de reunião, constitucionalmente assegurados, assim como Internet, espaço mundial para livres manifestações, não podem servir de escudos e meios para prática de crimes.

Em outro procedimento, atendendo à requisição de diligências recebidas do Poder Judiciário, foram ouvidos cerca de 20 representantes de diversas entidades que deflagraram neste ano campanha publicitária ofensiva contra a Governadora do Estado.

Fonte: Ascom/ PC

Renato Borghetti em Vacaria RS



Renato Borghetti em Vacaria RS



Renato Borghetti em Vacaria RS



Renato Borghetti em Vacaria RS



Renato Borghetti em Vacaria RS



Revista Veja

3 de novembro de 2009
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Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br


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Edição da semana (nº 2139 - 18 de novembro de 2009)

[Especial]
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Você está no comando
Conhecer o funcionamento do organismo é o primeiro passo para a longevidade saudável e feliz. E nunca é tarde para começar a se cuidar: a partir dos 50 anos, é possível controlar 80% do destino de sua saúde. Sim, até mesmo para quem foi relapso nas décadas anteriores
http://veja.abril.com.br/181109/voce-esta-comando-p-130.shtml

Índice da edição
http://veja.abril.com.br/181109/sumario.shtml

[Entrevista]
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Estudioso diz que EUA têm uma visão míope da América Latina
http://veja.abril.com.br/181109/sera-diferente-com-obama-p-21.shtml

[Apagão]
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A única preocupação do governo foi dizer: 'O de FHC foi maior'
http://veja.abril.com.br/181109/na-idade-trevas-p-072.shtml

[Governo]
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Mensalão: 'Uma teoria da conspiração'?
Lula distorce realidade e diz que mensalão foi golpe.
http://veja.abril.com.br/181109/teoria-conspiracao-p-080.shtml

[Negócios]
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Indústria automobilística sai da crise
China deve passar os EUA como mercado de autos.
http://veja.abril.com.br/181109/planeta-volta-girar-p-091.shtml

[Ensino]
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Enade: a prova que virou panfleto
Prova aplicada pelo MEC faz propaganda do governo.
http://veja.abril.com.br/181109/prova-virou-panfleto-p-082.shtml

[EUA]
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A volta do terror islâmico ao país
Exército ignorou sinais de que abrigava um terrorista.
http://veja.abril.com.br/181109/um-erro-treze-mortos-p-124.shtml

[Educação]
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Escolas brasileiras começam a usar internet em prol do ensino
http://veja.abril.com.br/181109/conectados-aprender-p-094.shtml

[Saúde]
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As crianças estão cada vez mais altas. As baixas ficam deslocadas
http://veja.abril.com.br/181109/tamanho-documento-p-104.shtml

[Livros]
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Ciência oculta do escritor Dan Brown
O sucesso do maior best-seller de ficção adulta.
http://veja.abril.com.br/181109/uma-ciencia-oculta-p-190.shtml

[Guia]
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As férias por conta própria
Para os turistas que gostam de planejar a viagem.
http://veja.abril.com.br/181109/ferias-conta-propria-p-186.shtml

[Lya Luft]
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Respeito é bom
http://veja.abril.com.br/181109/respeito-bom-p-028.shtml

[Maílson da Nóbrega]
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O MST, caso de polícia
http://veja.abril.com.br/181109/mst-sim-caso-policia-p-086.shtml

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[Destaques on-line]
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[Entrevista em vídeo]
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Fernando Henrique Cardoso revela novos fatos sobre o tempo em que esteve no poder
http://veja.abril.com.br/mediacenter/brasil/plano-real-fhc-c65288e86fc50b6298b10ec5778fdb3c.shtml

[Vestibular]
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Série de 4 vídeos sobre como estudar na reta final
http://veja.abril.com.br/mediacenter/educacao/como-funcionam-grupos-estudo-f3057916ef2dbf06f8f63aa282095fca.shtml#navVideos

[Apagão]
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Nova página reúne conteúdo sobre o tema
http://veja.abril.com.br/em-profundidade/apagao/

[Reportagem]
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O que os políticos precisam mudar na imagem para seduzir o eleitor
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/duvida-presidenciaveis-recauchutar-ou-nao-imagem-510543.shtml

[Mapa da transparência]
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Os gastos do governo na internet
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/mapa-transparencia-brasil-511870.shtml

[Galerias]
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Imagens da semana
http://veja.abril.com.br/galeria-de-imagens/imagens-semana-9-novembro-512378.shtml

O filme Lua Nova
http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/lua-nova-512215.shtml

[Blog Copa 2010]
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Os craques, as seleções, grandes jogos e a festa da torcida
http://veja.abril.com.br/blog/copa-2010/

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Colunistas

[Blog]
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Reinaldo Azevedo
Serra a Shimon Peres
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

[Radar on-line]
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Lauro Jardim
As pernas de Madonna
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line

[Coluna]
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Augusto Nunes
O detetive de comédia italiana
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/

[Em VEJA]
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Diogo Mainardi
Porky’s contra a liberdade
http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/

[De Paris]
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Antonio Ribeiro
Lá vai a França de novo. E José Sarney vai atrás
http://veja.abril.com.br/blog/de-paris/

[Sustentável é pouco]
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Denis Russo
As palavras que não estão no dicionário no Brasil
http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/

[Cenas Urbanas]
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Tony Bellotto
South American Way
http://veja.abril.com.br/blog/cenas-urbanas

[Chegada]
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Renato Dutra
Não consegue treinar? Talvez falte um objetivo
http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/

[Consultório Sentimental]
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Betty Milan
Rompante de raiva
http://veja.abril.com.br/blog/consultorio-sentimental/

[VEJA 40 anos]
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Monica Weinberg
Uma visão pouco científica
http://veja.abril.com.br/40anos/blog/monica-weinberg/

[Espelho Meu]
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Lucia Mandel
Queda de cabelos após gravidez
http://veja.abril.com.br/blog/estetica-saude/

[Genética]
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Mayana Zatz
Tratamento na China: depoimento de um paciente
http://veja.abril.com.br/blog/genetica/


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[VEJA 40 ANOS]
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O BRASIL QUE QUEREMOS SER

Hora de discutir as Megacidades no Brasil
Nesta semana o painel de VEJA 40 anos discute o planejamento e crescimento das cidades no país. Envie sua proposta.

Participe e ajude a Mata Atlântica
Cada proposta ou comentário publicado no projeto VEJA 40 anos contribuirá para o plantio de uma muda de árvore nativa pela Fundação SOS Mata Atlântica.
www.veja.com.br/40anos/megacidades

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Hiltor Mombach

Hiltor Mombach
Esportes
hiltor@correiodopovo.com.br EnviarEnviar por e-mail Letra Diminuir letra Aumentar Letra
Rodoanel/OAS

Empreiteira mudou vigas na obra do Rodoanel

AE - Agencia Estado
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SÃO PAULO - Com o objetivo de baratear custos, o consórcio formado pelas empreiteiras OAS, Mendes Júnior e Carioca usou vigas pré-moldadas não previstas para os novos viadutos do Trecho Sul do Rodoanel. Pelo projeto básico, deveriam ser colocadas fundações de concreto conhecidas como tubulões, material mais caro que o usado hoje pelo consórcio na sustentação dos vãos livres. A troca foi uma das 79 irregularidades classificadas como "graves" em relatório emitido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em setembro. As auditorias foram realizadas em 2007 e 2008, nos cinco lotes da obra.



Não se sabe se a troca do material tem relação direta com o desabamento de três vigas sobre a Rodovia Régis Bittencourt (BR-116) na noite de sexta-feira, que deixou três pessoas feridas. Ontem, o governo do Estado disse desconhecer as causas do acidente na maior obra viária em andamento no País. A investigação será feita por técnicos da Dersa, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e peritos do Instituto de Criminalística. Para o diretor de Engenharia da Dersa, Paulo Vieira de Souza, o problema ocorreu na execução do projeto. Uma das hipóteses citadas por ele foi a de falhas na fixação das vigas.



Em 29 de setembro, quase dois meses antes do acidente, o TCU relatou que o consórcio responsável pelo lote 5, onde houve o desabamento, fez alterações nos materiais e no projeto da obra, a fim de reduzir custos. O TCU apontou, por exemplo, o uso de estacas de tamanhos inferiores aos previstos no projeto básico. Também estava prevista a instalação de sete vigas de sustentação a cada vão livre formado pelos novos viadutos. Na execução, contudo, foram empregadas 5 ou 6 vigas a cada vão livre. O uso de um número menor de vigas também foi detectado no lote 4.



Como consequência dessas e de outras mudanças nos outros cinco lotes, o TCU apontou indícios de superfaturamento nas medições dos serviços das empreiteiras que totalizaram R$ 184 milhões. Para a Corte, foi reduzida a quantidade de material de construção usada na obra, mas os preços repassados ao Estado foram mantidos. O TCU também afirma que as empreiteiras alteraram o método de medição das obras. O critério de medição passou a ser feito por meio dos avanços físicos da obra, substituindo o critério anterior, realizado com base nas quantidades unitárias, como metros e quilômetros.



As mudanças nas obras, segundo o TCU, resultaram numa "combinação altamente danosa às finanças" da União - a obra de R$ 3,6 bilhões é resultado de uma parceria entre os governos federal (R$ 1,2 bilhão) e estadual (R$ 2,4 bilhões). Apesar das objeções feitas pelos auditores, o TCU não recomendou a paralisação da obra ou o bloqueio dos repasses federais. A decisão de prosseguir com os trabalhos foi tomada com base em despacho emitido pelo ministro João Augusto Nardes.



Em setembro, os envolvidos na obra do Trecho Sul do Rodoanel assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Federal em São Paulo no qual abriram mão de receber R$ 265 milhões em aditivos contratuais considerados ilegais pelo TCU. Procuradas ontem, as empreiteiras do lote 5 não se manifestaram até as 20 horas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Postado por Hiltor Mombach - 15/11/2009 21:47 - Atualizado em 15/11/2009 21:48

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Ajudona

O Inter venceu o Santos e entrou no G-4. Não entraria no G-4 se Herrera não tivesse marcado aquele gol no finalzinho da partida contra o Cruzeiro. O Grêmio colocou o Inter no G-4. Estou recebendo torpedos e e-mails de gremistas indignados. Quando não precisava mais de um bom resultado fora de casa o Grêmio segurou o Cruzeiro. O Grêmio pode ter colocado o Inter na próxima Libertadores. Ajudona. Postado por Hiltor Mombach - 15/11/2009 21:41 - Atualizado em 15/11/2009 21:42

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Falatório

Eram quase 40 minutos do segundo tempo. O Sport batia o Palmeiras por 2 a 1. Armero pegou um rebote e mandou para a área. Danilo ficou livre para marcar. Gol legal, mas fiquei com a impressão de que o árbitro Elmo Alves Resende Cunha apitou uma irregularidade. Alguns jogadores do Sport param, inclusive o goleiro, e Danilo demora para comemorar. E agora? Se apitou e viu depois que Danilo estava em posição legal como fica o Sport? Fica rebaixado. Postado por Hiltor Mombach - 12/11/2009 00:43 - Atualizado em 12/11/2009 00:44
Fonte: Correio do Povo

Conselho Penitenciário

Conselho Penitenciário realiza em Porto Alegre eventos para capacitação de conselheiros
16/11/2009 09:48

O Conselho Penitenciário, organismo ligado à Secretaria da Segurança Pública, realiza nos próximos dias 26 e 27 de Novembro, em Porto Alegre, o IV Seminário de Capacitação para conselheiros dos Conselhos de Comunidade, VI Encontro dos Conselhos de Comunidade e o II Encontro da Federação dos Conselhos de Comunidade da Área Penitenciária do Rio Grande do Sul.

A solenidade de abertura dos eventos acontece às 10h, no Auditório do Palácio da Justiça, sito à Praça Marechal Deodoro, 55/6º andar, no centro da Capital, onde estarão acontecendo os trabalhos. O público-alvo são os Conselhos de Comunidade e a organização é do Conselho Penitenciário em parceria com a Corregedoria-geral da Justiça, e participação da Federação dos Conselhos de Comunidade da Área Penitenciária do RS (FECCAPEN). O apoio é da Secretaria da Segurança Pública, Superintendência dos Serviços Penitenciários e Departamento Penitenciário Nacional.

Mais informações podem ser obtidas no telefone (51) 3288 -5019.

Brigada Estréia Banda

Brigada Militar estréia a Banda de Concertos da corporação
16/11/2009 11:11


Nesta terça-feira (17/11), às 20h30min, no Clube Farrapos, em Porto Alegre, será realizada a estréia da Banda de Concertos da Brigada Militar com o Concerto de Aniversário da Brigada Militar – 172 anos, evento coordenado pela Comunicação Social da Corporação.

Este grande evento cultural terá músicos da Banda da Ajudância-Geral, do CRPO VRS de Novo Hamburgo, do 4º BPM de Pelotas, da Escola Técnica de Montenegro e da Escola Técnica de Santa Maria, que compõem a Banda de Concertos da Brigada Militar, com os músicos convidados: Guiliano Rodrigues, Deborah Mascolo, Diego Haag e Saulo Poleto. Também abrilhantarão a estréia o Coral do Banrisul, O Grupo de Danças Cadica e o cantor Afonso Gomez e o regente Sepé Tiarajú Teixeira.

A partir de sua estréia, a Banda de Concertos da Brigada Militar desenvolverá atividades artísticas musicais, com elevado grau técnico de execução, de acordo com a missão a ser recebida, propiciando aproximação ainda maior da sociedade com a Instituição, atuando como uma ferramenta eficaz de comunicação social.

O projeto expressa a vontade institucional de resgatar o patrimônio musical das Bandas da Brigada Militar, encarando-a como importante e imprescindível forma de interação da polícia militar com a comunidade gaúcha, aos moldes do que já ocorre nas diferentes Corporações do Brasil.

Fonte: Ascom/ BM

Taline Oppitz

Taline Oppitz
Política
taline@correiodopovo.com.br EnviarEnviar por e-mail Letra Diminuir letra Aumentar Letra
Metrô emperra, Portais avançam

Enquanto segue o impasse e o jogo de empurra entre os governos federal e municipal em torno do projeto da Linha 2 do metrô, a proposta do Portais da Cidade, da Prefeitura de Porto Alegre, aos poucos, avança. Está marcada para hoje, às 14h30min, no Paço, a assinatura do convênio de cooperação técnica com a Corporação Andina de Fomento (CAF), que destina 1 milhão de dólares para qualificar o projeto. Aprovada em outubro, a parceria precisou de aval da União, e tem como objetivo complementar o desenho e o plano de implantação, com foco em áreas de engenharia, ambiental, socioeconômica e operacional. A assinatura do contrato de financiamento de 100 milhões de dólares da CAF para os Portais está prevista para o início de 2010. O custo total do projeto é estimado em 210 milhões de dólares, e contará com recursos privados e contrapartidas da prefeitura. As propostas do Portais e de Metrô ganharam destaque e se tornaram ponto de divergência entre a então candidata do PT, Maria do Rosário, e José Fogaça, que brigava pela reeleição, nas eleições de 2008. De lá para cá, as cobranças e críticas mútuas aumentaram, foram agravadas com as necessidades geradas pela realização da Copa de 2014 e chegaram ao ápice nos últimos dias, em função das discussões sobre o Orçamento da União para 2010. O discurso que até então estava reservado aos bastidores, de que o Planalto, por questões políticas, não irá viabilizar o Metrô, veio então a público.

Postado por Taline Oppitz - 16/11/2009 07:50

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Planalto recua e revê verbas do PAC

O Planalto cedeu e acabou fazendo concessões relativas ao orçamento da União para 2010, aprovado pela Comissão Mista de Orçamento. As duas principais alterações foram o aumento das emendas individuais, apresentadas pelos parlamentares, de R$ 10 milhões para R$ 12,5 milhões; e a possibilidade de remanejamento, pelos relatores setoriais do projeto, de até 15% dos recursos destinados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No fim de outubro, o deputado petista Geraldo Magela, relator-geral do orçamento, avisou que não seriam aceitos cortes nas verbas do PAC, já que "o ano de 2010 é de aceleração nas obras". O recuo indica que o Planalto repensou a estratégia. Apesar de o programa ser a principal aposta do presidente Lula e do PT para garantir a vitrine necessária à candidatura da ministra Dilma Rousseff, o governo federal decidiu recuar e reconheceu a necessidade de "animar" deputados e senadores aliados com incentivos extras, já que as emendas, historicamente, servem como palanque e reforçam o discurso de realizações dos parlamentares nos municípios do Interior.

Postado por Taline Oppitz - 13/11/2009 08:02

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STF nega posse de suplentes


Por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a posse dos suplentes de vereadores, garantida por emenda aprovada no Congresso, que elevou em mais de 7 mil as vagas nas câmaras municipais. Com a decisão, o plenário do STF referendou a liminar da ministra CármeLúcia, relatora do processo, e estabeleceu que as vagas só terão validade a partir de 2012. No entendimento do Supremo, como os suplentes não foram efetivamente eleitos, não podem assumir cadeiras abertas por decisão do Congresso. Na liminar, CármeLúcia destacou que "a posse de suplentes de vereadores, nos termos que vem ocorrendo, desacataria não apenas as regras da Constituição, mas o princípio basilar da democracia segundo o qual o poder do povo é exercido por representantes eleitos, aqueles assim proclamados pelas normas legais". A decisão do STF, que apesar de ainda não ter caráter definitivo, não pode ser derrubada, joga um balde de água fria nos planos dos suplentes e de muitos deputados e senadores, que contariam, já nas disputas de 2010, com espécie de exército de cabos eleitorais de luxo.
Postado por Taline Oppitz - 12/11/2009 08:04
Fonte: Correio do Povo

Cesare Battisti

Estimados amigos e amigas

Em anexo há uma carta muito bem argumentada em
defesa da liberdade de Cesare Battisti, escrita pelo Carlos Lungarzo da anistia
Internacional.

Recomendamos que todos que desejem, reenviem
tambem subscrevendo, para o Ministro Gilmar Mendes
mgilmar@stf.gov.br

e para a Presidencia da Rpeublica, que ao
final de tudo, será quem  vai decidir. 
pr@planalto.gov.br


abs

setor de DH


















De:
Carlos Lungarzo <carlos.lungarzo@gmail.com>
Assunto:
Carta Aberta ao Presidente do Supremo Tribunal
Federal
Data: Sábado, 14 de Novembro de 2009, 22:31



Prezados amigos:
Por gentileza do
companheiro Celso Lungaretti, tive acesso aos e-mails de
vocês, e estou enviando uma cópia de uma carta aberta dirigida
ao presidente do STF,  com relação ao caso
Battisti.

Agradecerei enormemente
sua difusão e publicação por quaisquer métodos.

Abraços e
Obrigado

Carlos
Lungarzo

Anistia
Internacional






 

Carta aberta de Cesare
Battisti a Lula e ao Povo Brasileiro



14 de Novembro de
2009
 


“CARTA ABERTA”
AO EXCELENTÍSSIMO
SENHOR
LUÍS INÁCIO LULA DA SILVA
PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO
BRASIL
SUPREMO MAGISTRADO DA NAÇÃO BRASILEIRA
AO POVO BRASILEIRO


“Trinta anos mudam muitas coisas na vida dos
homens, e às vezes fazem uma vida toda”. (O homem em revolta - Albert
Camus)


Se olharmos um pouco nosso passado a partir de um
ponto de vista histórico, quantos entre nós, podem sinceramente dizer que nunca
desejou afirmar a própria humanidade, de desenvolvê-la em todos os seus aspectos
em uma ampla liberdade. Poucos. Pouquíssimos são os homens e mulheres de minha
geração que não sonharam com um mundo diferente, mais justo.


Entretanto, frequentemente, por pura curiosidade
ou circunstâncias, somente alguns decidiram lançar-se na luta, sacrificando a
própria vida.


A minha história pessoal é notoriamente bastante
conhecida para voltar de novo sobre as relações da escolha que me levou à luta
armada. Apenas sei que éramos milhares, e que alguns morreram, outros estão
presos, e muito exilados.


Sabíamos que podia acabar assim. Quantos foram os
exemplos de revolução que faliram e que a história já nos havia revelado? Ainda
assim, recomeçamos, erramos e até perdemos. Não tudo! Os sonhos continuam!


Muitas conquistas sociais que hoje os italianos
estão usufruindo foram conquistadas graças ao sangue derramado por esses
companheiros da utopia. Eu sou fruto desses anos 70, assim como muitos outros
aqui no Brasil, inclusive muitos companheiros que hoje são responsáveis pelos
destinos do povo brasileiro. Eu na verdade não perdi nada, porque não lutei por
algo que podia levar comigo. Mas agora, detido aqui no Brasil não posso aceitar
a humilhação de ser tratado de criminoso comum.


Por isso, frente à surpreendente obstinação de
alguns ministros do STF que não querem ver o que era realmente a Itália dos anos
70, que me negam a intenção de meus atos; que fecharam os olhos frente à total
falta de provas técnicas de minha culpabilidade referente aos quatro homicídios
a mim atribuídos; não reconhecem a revelia do meu julgamento; a prescrição e
quem sabem qual outro impedimento à extradição.


Além de tudo, é surpreendente e absurdo, que a
Itália tenha me condenado por ativismo político e no Brasil alguns poucos teimam
em me extraditar com base em envolvimento em crime comum. É um absurdo,
principalmente por ter recebido do Governo Brasileiro a condição de refugiado,
decisão à qual serei eternamente grato.


E frente ao fato das enormes dificuldades de
ganhar essa batalha contra o poderoso governo italiano, o qual usou de todos os
argumentos, ferramentas e armas, não me resta outra alternativa a não ser desde
agora entrar em “GREVE DE FOME TOTAL”, com o objetivo de que me sejam concedidos
os direitos estabelecidos no estatuto do refugiado e preso político. Espero com
isso impedir, num último ato de desespero, esta extradição, que para mim
equivale a uma pena de morte.



Sempre lutei pela vida, mas se é
para morrer, eu estou pronto, mas, nunca pela mão dos meus carrascos. Aqui neste
país, no Brasil, continuarei minha luta até o fim, e, embora cansado, jamais vou
desistir de lutar pela verdade. A verdade que alguns insistem em não querer ver,
e este é o pior dos cegos, aquele que não quer ver.


Findo esta carta, agradecendo aos companheiros
que desde o início da minha luta jamais me abandonaram e da mesma forma agradeço
àqueles que chegaram de última hora, mas, que têm a mesma importância daqueles
que estão ao meu lado desde o princípio de tudo. A vocês os meus sinceros
agradecimentos. E como última sugestão eu recomendo que vocês continuem lutando
pelos seus ideais, pelas suas convicções. Vale a pena!


Espero que o legado daqueles que tombaram no
front da batalha não fique em vão. Podemos até perder uma batalha, mas tenho
convicção de que a vitória nesta guerra está reservada aos que lutam pela
generosa causa da justiça e da liberdade.


Cesar Battisti,

Show em André da Rocha

A Exposição do município foi
exemplar na organização, qualidade genética dos animais (Dervon e quarto de
milha) e presença do público, apesar da chuva. O prefeito Braz Hoffmann perdeu
a fala, diante de tantos elogios à sua administração. Foi a melhor exposição
agropecuária regional (que me perdoem os lagoenses e vacarianos). O Francisco
Chardon, da Farsul, aproveitou para debater sobre índices de produtividade,
reserva legal e preconceitos contra o produtor gaúcho.



- Até a Embrapa se uniu ao time do Lula, para bater na
autoestima dos gaúchos. Só porque aqui os tucanos administram o Estado?



 



ANDRÉ
SEM ACESSO
- O Corede Campos de Cima da Serra priorizou vários acessos
e dispersou os recursos. A estratégia correta era escolher um projeto (André da
Rocha, Monte Alegre ou Esmeralda) por ano. André tem contrato (Toniolo
Busnello) e parte da obra foi executada. Esmeralda tem contrato (Toniolo) e tem
12 km
pavimentados. Monte Alegre tem projeto, mas não tem contrato, apesar de terem
sido executadas galerias e bueiros há mais de dez anos. As empreiteiras, tanto
aqui (DAER) como lá (DNIT) decidem as obras que vão tocar. Assim dá para
compreender o marasmo do acesso de André da Rocha. Lá HIDERALDO Caron é a peça
chave, na era Lula. - Vou parar de brigar com ele, por uns tempos. Foi o que
pensei ao passar pela estrada e pelo local onde nasci, Tupinambá.  Voto no
Serra com o compromisso da BR470 Sul.



 



FORÇA POLÍTICA - Ronaldo Santini (candidato a
deputado estadual) é parceiro da BR470 e garante que o DNIT contrata o lote 2
(Lagoa/Pontão) ainda neste ano. Rezo que seja verdade, de qualquer forma, a
obra só reiniciará em 2010, dependendo do bom humor da primeira ministra Dilma.
Além do Santini e do filho de Tupinambá, os eleitores de Lagoa Vermelha e
região poderão votar no Volpato para Governador (ou estadual, ou federal), se
tudo correr bem.




- O mais certo é o voto na senadora Ana Amélia Lemos, filha
da Estância (Clemente Argolo). Mas ela ainda não confirma a candidatura, precisa
mais 90 dias.



 



 



UMA
BOA BRIGA - Lagoa Vermelha e municípios da região Nordeste brigam pela BR470
SUL, a mais antiga rodovia da região. A Buarque de Macedo, nome oficial da
rodovia, deveria ter sido a prioridade da região, mas o DNIT (antigo DNER) optou
pelos lotes de Lagoa Vermelha/Barracão, após a conclusão da ponte do mesmo
nome.



-
E o que é pior, foi estadualizada pelo OLIVIO e FHC, num acordo em 2002, que
não foi debatido com a sociedade.



 



LONGE
DOS PEDÁGIOS -
Para fugir dos pedágios de Vacaria, Flores da Cunha, Caxias e
Farroupilha, motoristas da Região Nordeste preferem a rota de Ibiraiaras/São
Jorge/; Guabiju/Nova Araçá (RS126) ou Barretos/Nova Prata (BR470), ambas sem
asfalto. Lagoa Vermelha tem motivos para se queixar, pois além da BR470, também
a BR285 tem problemas. Na BR285 começam a aparecer os buracos de Barretos/Lagoa
Vermelha. De Barretos a Vacaria sem buracos, mas com preço salgado demais.



- Percorri a BR470 com chuva, desde
Barretos/Turvo/Tupinambá/André da Rocha e Nova Prata. Até quando aquela rica
região produtora de grãos e carne continuará amassando barro e a paciência dos
motoristas?




 



 



 



Deputado
Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Entrevista com o Senador Paulo Paim

Dia 25/09/2009 Reportagem de Paulo Furtado
Paim: - Nós no segundo turno estaremos juntos, primeira vez na história deste país uma mulher para Presidente República (Dilma). Lula com 81% de aprovação. Claro que eu agradeço grande parte do os Movimentos Negros, indios, idosos que pediram ser presidente da República, partir daí sou candidato ao clube do Bairro, majoritária cargo principal, mas não quero chegar a cargo de Presidente.
(Continua na próxima edição)

Bebês corendo Risco de Vida

BEBÊS SEDADOS
Polícia vai apurar óbitos ocorridos no hospital em 2009
Corpos de crianças mortas na instituição em que técnica de enfermagem atuava serão exumadosO titular da 1ª Delegacia de Polícia (DP) de Canoas, Guilherme Pacífico da Silva, vai pedir a exumação de corpos de bebês mortos no Hospital Universitário da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) desde o início deste ano. A polícia quer verificar se existe alguma relação com o caso da sedação de 11 recém-nascidos pela técnica de enfermagem Vanessa Pedroso Cordeiro, 25 anos.

Num primeiro momento, serão analisados os prontuários de todas as mortes de recém-nascidos ocorridas desde o início do ano. Bebês que tenham nascido saudáveis, adoecido e morrido sem uma causa aparente terão a morte investigada.

– Ela trabalha há dois anos lá. Pode ser que não tenha nenhum caso, mas também pode haver vários. Queremos esgotar qualquer possibilidade de que tenha ocorrido algo semelhante no passado – diz o chefe de investigações da 1ª DP, Sérgio Zolin.

Além do Hospital da Ulbra, Vanessa trabalha no Hospital Regina, em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos.

Na noite de sexta-feira, ao ser detida no hospital, Vanessa admitiu informalmente ser a responsável pelas doses de morfina e diazepan dadas à recém-nascidos. A medicação, sem acompanhamento médico, pode ser fatal. Conforme a diretora-geral do hospital, Eleonora Walcher, a droga, que deixava bebês com seis horas de vida fracos, desfalecidos e com parada respiratória, só não resultou em morte porque o hospital é equipado com Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Nenhum dos 11 bebês corre risco de vida.

Vanessa teria admitido o crime após ver uma seringa com vestígios de morfina apreendida pela polícia em sua pochete. Para justificar o crime, falou que enfrentava problemas psicológicos.

Mais tarde, na presença do advogado Sérgio Assumpção, Vanessa voltou atrás e negou o envolvimento com a tentativa de homicídio infantil – o que não impediu que a jovem fosse autuada em flagrante e levada para a Penitenciaria Feminina Madre Pelletier, em Porto Alegre.

– Reconheço que o delegado é sério e competente, mas ele interpretou de forma equivocada o relato de Vanessa lá na delegacia – lamenta Assumpção, que deverá pedir hoje o relaxamento da prisão de Vanessa.



Fonte: Zero Hora

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Bolsas de Estudos

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Fonte: www.angolabrasil. org


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Novas e Antigas

* Critico o que está errado (pelo juízo popular), cumpro o dever de fiscalizar. Se o DAER fiscalizasse e AGERGS regulasse. Só o tempo mostrará quem são "os verdadeiros sócios dos pedágios". Quem usou da maldade para politicar terá que engolir a verdade.



* Pedágios são concessões do patrimônio público, assim como emissoras de rádio e TV. O dono é o Estado, os gestores são privados.



* Bato nesta tecla (milhões de vezes se for preciso): preços precisam baixar, contratos devem ser cumpridos e com qualidade.



* Se começou ruim em 1998 (como diz a oposição) e se piorou em 2000 (como diz a situação) é hora de chimangos e maragatos consertarem.



* Em 1998 criamos os bônus dos usuários frequentes (durou 6 meses), em 2000 isentamos as cidades sedes (vigeu por 84 dias).



* O processo contra a Lei 11.460 (dep. Adolfo Brito e substitutivo de minha autoria) condenou o Estado a pagar indenização.



* Isenção das cidades sedes é o nó da questão dos pedágios. Para salvar os anéis, perderam-se os dedos. Tivessem acatado a lei 11.460, de 17 de abril de 2000.



* A lei 11.460, que durou apenas 84 dias, teria sido um avanço nos pedágios. Mas a soberba é maior que o interesse público. É só fazer as contas.



* Empreiteiras gastaram (1999/2007) mais de 28 milhões em advogados para processar o Estado, como no caso da Lei da "isenção nas cidades sedes".



* Liquidação de sentença da Ação das empreiteiras contra a Lei 11.460 está chegando ao fim. Indenização de menos de dois milhões para os 7 Pólos.



* Perito avaliou as perdas dos pedágios com a Lei 11.460. Deu a certeza de que ao "isentar as cidades sedes" os pedágios perdem menos de 5%.



* Concessionárias não criaram os conselhos de usuários (espertos). Dão desconto para o andar de cima (multiplicadores de opinião).



* Os pedágios sobem no palanque das eleições se não baixarem os preços. As cidades sedes pagam tarifa cheia por pequenas distâncias.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Revista Veja







13 de novembro de 2009

Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br



Edição da semana (n° 2139 - 18 de novembro de 2009)


Especial
Você está no comando
Conhecer o funcionamento do organismo é o primeiro passo para a longevidade saudável e feliz. E nunca é tarde para começar a se cuidar: a partir dos 50 anos, é possível controlar 80% do destino de sua saúde. Sim, até mesmo para quem foi relapso nas décadas anteriores

• Índice da edição




Entrevista
Estudioso diz que EUA têm uma visão míope da América Latina
Apagão
A única preocupação do governo foi dizer: 'O de FHC foi maior'





Governo
Mensalão: 'Uma teoria da conspiração'?
Lula distorce realidade e diz que mensalão foi golpe. Negócios
Indústria automobilística sai da crise
China deve passar os EUA como mercado de autos.




Ensino
Enade: a prova que virou panfleto
Prova aplicada pelo MEC faz propaganda do governo. EUA
A volta do terror islâmico ao país
Exército ignorou sinais de que abrigava um terrorista.




Educação
Escolas brasileiras começam a usar internet em prol do ensino
Saúde
As crianças estão cada vez mais altas. As baixas ficam deslocadas





Livros
Ciência oculta do escritor Dan Brown
O sucesso do maior best-seller de ficção adulta. Guia
As férias por conta própria
Para os turistas que gostam de planejar a viagem.




Lya Luft
Respeito é bom
Maílson da Nóbrega
O MST, caso de polícia





Destaques on-line
Entrevista em vídeo
• Fernando Henrique Cardoso revela novos fatos sobre o tempo em que esteve no poder


Vestibular
• Série de 4 vídeos sobre como estudar na reta final
Apagão
• Nova página reúne conteúdo sobre o tema



Reportagem
• O que os políticos precisam mudar na imagem para seduzir o eleitor
Mapa da transparência
• Os gastos do governo na internet



Galerias
• Imagens da semana
• O filme Lua Nova
Blog Copa 2010
• Os craques, as seleções, grandes jogos e a festa da torcida

Angola

Caros angolanistas,
meu nome é Jane Santos, sou do Rio de Janeiro, faço doutorado na Uerj em Serviço Social. Conheço alguns de vocês e os nossos traços correm nas minhas veias, nos meus gens.
Minha tese tem como objeto pensar o sistema que pune ao invés de educar, adolescentes que cometem crimes no Brasil. Para tal estou propondo a construção de uma comparação com alguns países que o Brasil tenha alguma afinidade. A princípio fiquei restrita a América Latina - Argentina e Colômbia - mas tenho tentado convencer a minha orientadora sobre a necessidade de inserimos Angola nessa pesquisa. Por que Angola? Angola vem de um modelo colonial, tal qual a nossa história, passou por uma experiência de guerra civil e está consolidando suas leis e estruturas jurídicas agora. A experiência com jovens e crianças que cometem crime deve ser bem diferente que a nossa, mas também deve nos ensinar muito. Tenho retirado algumas reportagens de jornais da internet, mas gostaria poder ter de vocês relatos, regulamentações e documentos que descrevam como vocês lidam com este problema.
Aqueles que estiverem dispostos a contribuir com o meu trabalho, agradeço e aguardo ansiosamente contato,
Abraços fraternos,
JAne Santos

Doação dos Jornais


Estamos doando exemplares do Jornal Negritude para a biblioteca Pública Municipal de Vacaria RS, entregamos para a Secretaria da Educação Municipal de Vacaria RS.
Paulo Furtado
Editor

Madonna

Eike dá US$ 7 milhões a Madonna e cantora chora


Da coluna de Mônica Bergamo, jornalista, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 14-11-2009:

A cantora Madonna chegou à casa do bilionário Eike Batista, anteontem, no Rio, com muitas ideias na cabeça e US$ 3 milhões já arrecadados entre outros empresários brasileiros para financiar os projetos sociais que pretende implantar no Brasil.

Numa mesa pequena em que estavam o anfitrião, o governador Sérgio Cabral, do Rio, o prefeito Eduardo Paes, ambos com as mulheres, e os apresentadores Luciano Huck e Angélica, Madonna declarou: "Eu adoro o Brasil e vocês vão me ver muito a partir de agora por aqui".

E o que pretende Madonna no Brasil? "Ela acha que, se não prepararmos as nossas crianças para olharem para dentro delas, não adianta irem à escola porque não chegarão a lugar algum", disse à coluna um dos convidados. A cantora quer desenvolver um projeto para treinar professores para uma nova disciplina que seria adotada em escolas que acolhem crianças em regiões de risco da periferia das duas maiores capitais brasileiras. "É um olhar moderno para aquela cadeira de moral e cívica da década de 60", diz um dos presentes.

"Ela acha que crianças de famílias desestruturadas não recebem esses valores de amor, de relacionamento, de que dividindo se tem mais, de que é preciso almejar coisas boas para você. A escola então seria o lugar de transmissão desses valores, morais e emocionais." De acordo com um dos presentes, o projeto "é norteado pelos princípios da cabala, embora ela não tenha falado esta palavra em nenhum momento do jantar".

Enquanto eram servidos pato e peixe, Madonna explicou que a fundação lançada por ela já capacita professores no Maláui, país da África onde a diva pop adotou dois filhos, em Israel e no interior dos EUA. A cantora mostrou aos convidados de Eike também vídeos de projetos que já apoia no Rio e em São Paulo, por meio da organização "Success For Kids".

Calcula-se que 150 escolas no Rio estão em comunidades de risco. Madonna disse que pretende escolher cerca de dez para implantar o projeto num primeiro momento. Afirmou que colocará dinheiro próprio no projeto, mas que acredita que, sem o envolvimento da "comunidade local", ele corre o risco de naufragar. Por isso, ela estava no país em busca de apoio financeiro.

Eike Batista perguntou quanto ela já tinha arrecadado no Brasil. "US$ 3 milhões", respondeu a cantora. E de quanto ela precisa? "US$ 10 milhões." Eike então anunciou que estava completando os recursos, doando naquela mesma hora US$ 7 milhões à cantora. Para espanto geral, Madonna começou a chorar.

Memória Sem Futuro

Memória sem futuro
é apenas narcisismo ou nostalgia.




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http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4100764-EI306,00-Cesare+Battisti+entrou+em+greve+total+de+fome+diz+senador.html
Cesare Battisti entrou em "greve total" de fome, diz senador
13 de novembro de 2009 • 21h50 • atualizado às 23h02


O ex-ativista italiano Cesare Battisti, que aguarda o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar o pedido de extradição apresentado pelo governo da Itália, iniciou uma "greve total" de fome nesta sexta-feira, informou à agência Ansa o senador José Nery (Psol-PA). O parlamentar se encontrou com o italiano no presídio de Papuda, em Brasília.

Battisti, ex-ativista do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), foi condenado à prisão perpétua na Itália em 1983 por supostamente ter coordenado o assassinato de quatro pessoas entre 1977 e 1979. Ele foi preso em março de 2007 no Rio de Janeiro e o governo italiano pediu sua extradição em maio do mesmo ano. Sob o argumento de "fundado temor de perseguição", o ministro da Justiça, Tarso Genro, concedeu status de refugiado político ao italiano em janeiro. O Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) havia dado parecer contrário ao refúgio.

O pedido italiano é agora analisado pelo STF. A primeira sessão do caso na Corte, realizada no dia 9 de setembro, terminou com um placar favorável à deportação, que obteve apoio de quatro dos ministros. Os outros três que se pronunciaram votaram por sua permanência no Brasil.

Ontem, o ministro Marco Aurélio Mello empatou o placar ratificando seu apoio ao refúgio. O presidente do Supremo, Gilmar Mendes, que dará o voto de desempate, suspendeu a sessão antes de se pronunciar.

Também esteve presente no encontro a militante Rosa de Fonseca, do movimento Crítica Radical, liderado pela ex-prefeita de Fortaleza Maria Luiza Fontenele, que apoia o ex-membro do PAC.

Segundo fontes que estiveram com Battisti hoje no presídio da Papuda, em Brasília, o ex-militante de esquerda está abatido. Na ocasião, vestia uma camiseta, bermudas e calçava chilenas.

Segundo o senador Nery, a intenção do encontro era entregar o texto ao secretário-geral da Presidência, Luiz Dulci, para que ele o levasse a Lula, antes do presidente iniciar uma viagem internacional. A agenda do mandatário previa sua partida à França para as 22h, horário de Brasília. Depois, ele é esperado na Itália.
"Sempre lutei pela vida, mas se é para morrer, eu estou pronto, mas, nunca pela mão dos meus carrascos. Aqui neste País, no Brasil, continuarei minha luta até o fim, e, embora cansado, jamais vou desistir de lutar pela verdade", diz Battisti em um trecho da carta.

No decorrer do texto, ele afirma ainda que "é surpreendente e absurdo, que a Itália tenha me condenado por ativismo político e no Brasil uns poucos teimam em me extraditar com base em envolvimento em crime comum" e agradece a concessão de refúgio dada pelo governo brasileiro. "Entrego minha vida nas mãos de Vossa Excelência e do Povo Brasileiro", conclui o italiano na carta datada de hoje.

Na última semana, em entrevista à Ansa, Battisti disse acreditar que o presidente ratificará o seu refúgio caso o STF acate o pedido do governo italiano e ordene a sua extradição. "Eu não perdi a confiança no presidente Lula", disse.

Fontes do escritório do advogado Luís Roberto Barroso, que defende Battisti, afirmaram não terem ciência do caso e contaram que o defensor "esteve ontem com Battisti e essa informação não era conhecida".






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Date: Fri, 13 Nov 2009 20:10:52 -0200
From: Mães de Maio
To: tribunalpopular@lists.riseup.net
Subject: [tribunalpopular] SOLIDARIEDADE A CESARE BATTISTI E A TOD@S @S PRES@S POLÍTICOS DE ONTEM E DE HOJE!!!



COMUNICADO DAS MÃES DE MAIO, 13 de Novembro de 2009





SOLIDARIEDADE A CESARE BATTISTI

E A TOD@S @S PRES@S POLÍTICOS DE ONTEM E DE HOJE!!!







NÓS, MÃES E FAMILIARES DAS VÍTIMAS DO ESTADO BRASILEIRO EM MAIO DE 2006, MANIFESTAMOS A NOSSA TOTAL SOLIDARIEDADE AO COMPANHEIRO ITALIANO CESARE BATTISTI, QUE ESTÁ SENDO JULGADO DE FORMA INJUSTA PELO ESTADO BRASILEIRO DEPOIS DE TER SIDO PRESO E PERSEGUIDO ARBITRARIAMENTE NO SEU PAÍS DE ORIGEM, A ITÁLIA DITA “DEMOCRÁTICA”, SIMPLESMENTE POR LUTAR POR JUSTIÇA SOCIAL.



CESARE, COMO MUITOS ONTEM E HOJE, FOI CONDENADO NA ITÁLIA POR CRIMES QUE ELE NÃO COMETEU, NUMA EVIDENTE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA POR ELE TER PARTICIPADO DE MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA CONTRA A SOCIEDADE DESIGUAL, VIOLENTA E INJUSTA ITALIANA. À SEMELHANÇA DE MUITAS PESSOAS AQUI NO BRASIL.



ACONTECE QUE O JULGAMENTO AGORA EM CURSO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), À REVELIA DE UMA DECISÃO POLÍTICA TOMADA PELO MINISTRO DA JUSTIÇA TARSO GENRO, TEM COMO OBJETIVO ABRIR UM PRECEDENTE MUITO MAIOR DO QUE O REVIDE ESPECÍFICO À JUSTA LUTA DE CESARE. TRATA-SE, NA VERDADE, DE MAIS UMA AÇÃO CONSERVADORA DO JUDICIÁRIO BRASILEIRO VISANDO COLOCAR EM QUESTÃO TANTO O DIREITO AO ASILO E REFÚGIO POLÍTICO DE TOD@S GUERREIRAS E GUERREIROS QUE RESISTEM EM OUTROS PAÍSES, QUANTO REFORÇAR A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E DE TODAS AS PESSOAS QUE LUTARAM E LUTAM POR JUSTIÇA E LIBERDADE AQUI NO PAÍS.



IMAGINEM UM MUNDO ONDE, EM SITUAÇÕES LIMITES - COMO AS QUE TEMOS VIVIDO COTIDIANAMENTE -, NÃO POSSAMOS MAIS TER A CHANCE DE NOS REFUGIAR EM PAÍS ALGUM COM SEGURANÇA DE QUE TEREMOS O MÍNIMO DE CONDIÇÕES PRA RECOMEÇAR? CHAMAMOS A ATENÇÃO DE TOD@S PARA O SEGUINTE FATO: SE CONFIRMADA ESTA DECISÃO JUDICIAL ARBITRÁRIA E CONSERVADORA, MUITOS COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS QUE RESISTEM EM OUTROS PAÍSES – E NELES SÃO CRUELMENTE PERSEGUIDOS - PODERÃO TER QUESTIONADA A SUA POSSIBILIDADE DE SE REFUGIAR NO BRASIL, COM SEU DIREITO À INTEGRIDADE, PAZ E RECOMEÇO DA VIDA ASSEGURADOS.



A LUTA PELA NÃO-EXTRADIÇÃO DE CESARE BATTISTI DEVERIA SENSIBILIZAR E MOBILIZAR TODAS E TODOS AQUELES QUE RESISTIRAM E RESISTEM CONTRA A INJUSTIÇA E A VIOLÊNCIA DO ESTADO E DAS ELITES NO PASSADO E NO PRESENTE, EM TODOS OS PAÍSES DO MUNDO!!! SÓ CONSEGUIREMOS ENTENDER O QUÊ PASSAMOS EM NOSSO COTIDIANO, NAS PERIFERIAS E FAVELAS, NO CAMPO E NA CIDADE, SE FIZERMOS AS DEVIDAS PONTES HISTÓRICAS COM AS INJUSTIÇAS E VIOLÊNCIAS VIVIDAS EM OUTROS PERÍODOS HISTÓRICOS (QUE CRIARAM AS CONDIÇÕES PARA AS VIOLÊNCIAS DE HOJE), E EM OUTROS LUGARES E PAÍSES (QUE VIVEM SITUAÇÕES SEMELHANTES ÀS NOSSAS). SE NÃO LUTARMOS TOD@S JUNT@S CONTRA TOD@S ESTAS INJUSTIÇAS, NÃO TEREMOS FORÇAS SUFICIENTES PARA COMBATER AQUELAS VIVIDAS POR CADA UM DE NÓS!!! SE A JUSTIÇA NÃO FOR FEITA EM RELAÇÃO AO PASSADO, NÃO SERÁ POSSÍVEL CONQUISTÁ-LA NEM NO PRESENTE, MUITO MENOS NO FUTURO!



AS MÃES DE MAIO SEMPRE FORAM, E CONTINUARÃO SENDO, SOLIDÁRIAS À LUTA PELO DIREITO À MEMÓRIA, À VERDADE E À JUSTIÇA DE TOD@S @S PERSEGUID@S E PRES@S POLÍTIC@S DO ESTADO BRASILEIRO: DESDE @S INDÍGENAS MASSACRAD@S, @S AFRICAN@S ESCRAVIZAD@S, OS CAMPONESES E CAMPONESAS EXPULSAS DE SUAS TERRAS E ASSASSINAD@S, @S OPERÁRI@S EXPLORAD@S, AS VÍTIMAS E PARENTES DE PRES@S E PERSEGUID@S POLÍTICOS DA DITADURA CIVIL-MILITAR, E A@S MILHARES DE PRES@S POLÍTIC@S ATUAIS DO ESTADO BRASILEIRO, EM SUA MAIORIA NEGRA E POBRE DAS PERIFERIAS E DOS MOVIMENTOS SOCIAIS! NAS FOTOS QUE SEGUEM EM ANEXO, NÓS - MÃES DE MAIO - ESTAMOS PARTICIPANDO DE MANIFESTAÇÃO EM BRASÍLIA JUNTO A@S FAMILIARES E EX-PRES@S E PERSEGUID@S POLÍTIC@S DA DITADURA CIVIL-MILITAR BRASILEIRA, E PELA LIBERDADE DE CESARE BATTISTI.



A LUTA PELA VIDA E PELA LIBERDADE DE CESARE TAMBÉM É UMA LUTA DE TOD@S NÓS!!! AINDA É POSSÍVEL REVERTER MAIS ESTA DECISÃO CONSERVADORA DO JUDICIÁRIO, E PRESSIONAR O PRESIDENTE LULA PARA QUE MANTENHA A DETERMINAÇÃO DO MINISTRO TARSO GENRO: LIBERTE BATTISTI IMEDIATAMENTE E ASSEGURE SUA INTEGRIDADE E MÍNIMA DIGNIDADE AQUI NO PAÍS.



ESSA LUTA DEPENDE MUITO DE NÓS, E TEM UM GRANDE SIGNIFICADO DE SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL!!!



TODA SOLIDARIEDADE A CESARE BATTISTI E A TOD@S @S PRES@S E PERSEGUID@S POLÍTICOS DE ONTEM E DE HOJE, VÍTIMAS DO ESTADO BRASILEIRO E DOS OUTROS ESTADOS AUTORITÁRIOS!!!



ONTEM FORAM ELES, HOJE SOMOS NÓS, AMANHÃ DEVERÁ SER VOCÊ: SE NÃO LUTARMOS JUNTOS!!!



MÃES DE MAIO



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Angola

«A saída para o desenvolvimento de Angola está na formação de quadros» JA

O professor titular do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Brasil), considerou em entrevista ao Jornal de Angola que o ponto forte de Angola é de ser um país fiável, e que tem uma unidade e uma vocação universal.

Segundo o especialista, dentro das suas particularidades, Angola tem um equilíbrio entre o lado tradicional e o moderno e que a saída para o seu desenvolvimento está na formação de mais quadros.

P– A crise económica e financeira mundial já passou?

R – Não sei, graças ao Presidente Obama, que teve coragem, como Roosevelt na outra crise, e tomou medidas extraordinárias, arriscadíssimas, foram contidos, um pouco, os efeitos da crise.



P - O tamanho desta crise surpreende-o?

R – Não, há 10 anos, nos meus cursos, já chamava atenção dos meus alunos que tudo isso ia estourar. Antigamente, a moeda tinha duas garantias: fundo ouro, que acabou, e os bancos, que eram obrigados a recolher um terço ou um quinto do dinheiro que entrava como reserva obrigatória no Banco Central. Isso diminuiu. Inventaram uma coisa diabólica que se chama derivativos. Em 2003, com os derivativos, reemprestavam um dólar dez vezes. Na crise, pelos boletins do Banco Mundial e outras instituições, apercebi-me que estavam a reemprestar um dólar 36 vezes. Se não há garantia ouro, se não há reserva obrigatória no Banco Central, é um dinheiro fictício. Há muita gente que pensa que é rico mas não tem nada.

P- O que falhou?

R - Faltou vergonha na cara. O que temos é um grande roubo mundial por parte dos executivos dos bancos. Hoje, nos EUA, há muito mais bancários presos. Estas pessoas inflacionaram os salários de forma brutal e, como queriam ganhar cada vez mais, reemprestavam o dólar não já por dez, mas por 36 vezes. Se em duas ou três operações, por um azar qualquer, alguém deixa de pagar, esta pirâmide estoura. Foi o que aconteceu.

P– Onde é que estava o Estado para regular e fiscalizar o mercado?

R – Veja bem, estamos a viver num sistema capitalista e não vamos negar a liberdade do sistema capitalista. Penso que o máximo que podemos fazer é que os bancos centrais segurem mais os bancos comerciais, tenham uma vigilância maior sobre eles e exijam uma parte dos depósitos como reserva obrigatória no Banco Central. Arranjar uma regulação internacional, apesar da ideia ser muito boa, não acredito que se possa pô-la em funcionamento. É possível que dentro de dez anos haja uma reformulação do Conselho de Segurança e, entre 20 e 30 anos, quem sabe, face aos novos paradigmas da terceira revolução mundial, as Nações Unidas venham a ser reformuladas. Antes disso, não vamos ter regulação nenhuma.

P- O que é urgente mudar nas Nações Unidas?

R - No final da I Guerra Mundial, o mundo criou a Sociedade das Nações, com sede em Genebra, que propôs um pacto internacional, que dizia o seguinte: parágrafo primeiro, a partir de hoje não há mais guerra. Dez anos depois, Hitler invadiu a Europa e o tal pacto sumiu-se. O preâmbulo das Nações Unidas fala da associação dos povos, não fala em Nação, não fala em Estado. Hoje, as soberanias estão a desfazer-se, o mundo está cada vez mais internacionalizado. Mas bastou uma crise internacional e os europeus, que estavam em abertura de mercado e de fronteiras, tornaram-se xenófobos e os imigrantes são mal tratados. Continuo a acreditar nas utopias e na obrigação de fazermos aquilo que podemos pelo bem social.

P- O papel das Nações Unidas já não se adequa ao momento actual?

R - Acho que não, por uma razão muito simples. A Sociedade das Nações alicerçou-se na primeira revolução industrial. As Nações Unidas também se alicerçaram numa economia da primeira revolução industrial. Estabeleceu- se uma série de ideias de que era preciso fortalecer as economias, abri-las mais. Hoje, a diferença reside em quem tem e quem não tem tecnologia.

P - O que devem fazer os países subdesenvolvidos para sair desta situação?

R- Por exemplo, aqui em Angola ou se dá o salto para altíssima tecnologia, principalmente para as Tecnologias de Informação e Comunicação ou seremos sempre importadores das ideias dos outros. Ficar só como receptor não dá. O Brasil rompeu com essa ideia depois da II Guerra Mundial, a Índia hoje tem tecnologia altamente sofisticada, o Paquistão também, a China está a lutar por isso. Que se produza matérias-primas alimentares é bom e é preciso, mas, do ponto de vista tecnológico, isso não serve para subir degraus. Ou partimos para tecnologias de ponta ou estamos sempre a importar técnicos especializados para fazer aquilo que não sabemos.

P - Está a dizer que as prioridades não estão bem definidas?

R - Creio que sim. Acho que temos de apostar no ensino e na tecnologia. Mas num ensino que não seja uma reposição deste ensino tradicional do tempo colonial. Temos de ir para um ensino altamente qualificado e formar quadros.Sou professor de Direito e vejo muitos alunos com códigos na mão e eu digo-lhes: podem deitar fora o código. Eles ficam admirados. Entendo que o necessário é eles terem a racionalidade para entenderem o que está no código e, principalmente hoje, nas convenções internacionais.

P- Quais considera serem hoje os pontos fortes e os pontos fracos de Angola?

R- O ponto forte de Angola é ser um país fiável, que tem uma unidade e uma vocação universal. Dentro das suas particularidades faz um equilíbrio entre o lado tradicional, o moderno e a concepção nacional e regional. Hoje, estamos na dúvida se vamos ficar na África Central, na Austral ou nas duas. Sem querer ser agradável ao Presidente José Eduardo dos Santos, vejo nele uma qualidade extraordinária, assim como Agostinho Neto, que era o homem da praxis, de aguentar a luta. O Presidente José Eduardo dos Santos é um homem que criou um quarto poder. O que é isso? Existe o Legislativo, o Executivo e o Judicial. No Brasil, até há um século, tínhamos um quarto poder que é o moderador. Vejo na presença do Presidente José Eduardo dos Santos um elemento moderador da política interna. Este poder moderador do Presidente José Eduardo dos Santos está a permitir, de certa forma, um equilíbrio regional e internacional, e uma prudência da parte dele não ir na conversa de modelos. Agora inventaram transformar a SADC num mercado comum, começando por uma região aduaneira.

P – A ideia de um mercado comum não é benéfica para Angola?

R - Será bom quando os países da SADC tiverem condições de formar essa região aduaneira. O facto de Angola não ir nessa conversa é benéfico. Por exemplo, o Mercosul é, ainda hoje, uma união aduaneira imperfeita, porque há situações diversas em cada um dos países que o integra. Na Europa, há a Alemanha que pagou a conta dos que não têm dinheiro. Em África isso não existe. Têm de se dar compensações, como se deu na Europa. Aqui, em África, existe uma porção de países que ainda dependem das Alfândegas. Se acabam com elas, onde é que vão buscar dinheiro para pagar o médico, o polícia, o professor? Que isso seja uma meta, estou de acordo.

P– Qual seria afinal o papel da SADC?

R – Um aprendizado integrativo, que leva a uma prática integrativa aos poucos. No fundo, é a grande proposta das Nações Unidas, de não ficar só pelos acordos de natureza bilaterais. Uma coisa crucial que a SADC está a fazer é a integração dos sistemas das redes eléctricas dos países que compõem a região, certas políticas aduaneiras, certas políticas de rodovias, o problema central da água, que Angola tem resposta na mão. A África do Sul não tem água e os outros também não. Este é um problema seríssimo de que ninguém quer falar. A SADC, aos poucos, vai criando legislação, com esforços diplomáticos, no sentido de, daqui a alguns anos, se poder fazer, então, a União Aduaneira, mas não uma União Aduaneira só de conversa fiada. Penso que isso pode ser feito dentro de 20 anos, mais ou menos. Ainda hoje ouvi falar no NEPAD e apanhei um susto. Sinceramente, não acredito nisso. É uma ideia muito bonita, mas o que é que se fez em nome da NEPAD? Há alguma indústria criada em nome do NEPAD? Claro que não.

P - Disse que Angola tem uma boa liderança. O que falta então para se desenvolver?

R – Formação de quadros e reforma do ensino. O actual quadro do ensino em Angola é um quadro europeu do século passado, mas de europeu continental. Angola tem vizinhos que falam francês e inglês. Eu apostaria muito mais numa aproximação aos anglo-saxónicos. É preciso criar universidades bilingues pelas regiões do país e, de uma vez por todas, pôr os angolanos a falarem inglês, que é, cada vez mais, a língua universal. Enquanto os angolanos falarem só português e a língua materna ou, os que estão no Norte, um pouco de francês, estão sempre fora do comércio mundial. Hoje, quem está no comércio mundial é a Sonangol, mas não se pode ver o futuro de Angola só a partir do petróleo. O petróleo possibilitou a renovação das Forças Armadas, a reabilitação dos aeroportos, das estradas, mas se não se desenvolver uma classe média produtiva de pequenos e médios industriais eficientes e produtores, o país não vai para diante.

P- Mas países como Angola ainda beneficiam dos direitos preferenciais para exportar sem taxas para Europa. Não é mais um benefício?

R - Ajuda um pouco, mas não resolve o problema. Angola tem de aproveitar este período para resolver o problema interno e ter gente, aqui, que produza de facto e não estar numa situação de uma economia sub-sahariana de natureza rendeira, como dizia o antigo ministro da Indústria Emanuel Carneiro. Temos de ultrapassar esta fase e passarmos a ser produtores. Para isso, o país precisa de quadros. Enquanto tiver um ensino tradicional, em que o jovem sai da universidade e não sabe nada, como é que vai conseguir criar?

P - Defende um ensino mais virado para o trabalho?

R - Não só. O ensino técnico tem de arrancar juntamente com o ensino universitário. Mas que ensino universitário? De alunos que ficam por aí a papaguear códigos? Ou que vão ser preparados através de métodos de ensino racionais para que possam pensar?

P– Como é que se faria essa transformação em Angola?

R – Preparando quadros e professores e dando condições para o professor se dedicar, se não em tempo integral, pelo menos parcialmente, numa linha de investigador. Enquanto houver professores a dar aulas em cinco faculdades, que chegam atrasados devido ao trânsito, fazem a chamada, dá meia hora de aulas porque têm de ir para outra faculdade, não há ensino.

P– Neste caso, o país precisa de importar mais professores….

R – Há muita gente boa em Angola. Os quadros estão deslocados. No tempo da guerra, tudo que pensava, o Exército, inteligentemente, enquadrava. Vejo pessoas muito bem formadas a fazer outras coisas, por uma questão meramente financeira. É verdade que em Angola faltam quadros, mas há quadros disponíveis muito bons, só que estão colocados noutras áreas. Eles podem ir para o ensino, mas é preciso pagar-lhes um salário condigno. Há um esforço brutal do Ministério da Educação para criar uma rede de ensino técnico com apoio de chineses. É uma coisa notável. Há o esforço da Secretaria de Estado do Ensino Superior para criar regras para o Ensino Universitário. Perfeito. Agora pergunto, onde é que está o dinheiro e a formação dos professores para o ensino universitário e ensino técnico?

Ou se aposta com coragem na formação de quadros ou não teremos desenvolvimento. Vejo Angola como uma nação em crescimento, que saiu do inchaço para um certo crescimento. Só lhe falta dar um empurrãozinho, que é a aposta no ensino. A saída para este país está na formação de quadros. Agora, há a mania de falar em desenvolvimento, mas muitos não sabem o que é isso. Só hoje já ouvi falar mais de 50 vezes sobre desenvolvimento sustentado, mas metade das pessoas não sabe o que é.

P– E o que é o desenvolvimento sustentado, na sua opinião?

R – Algo que não perseguiria unicamente o lucro financeiro, mas que levasse em linha de conta o desenvolvimento social. Antigamente isso era proposta dos marxistas, dos socialistas. Hoje dizem que não há ideologias, o que também acho que é uma mentira. O próprio Barack Obama está a nacionalizar bancos, o que era algo impensável na pureza do liberalismo tradicional. A ideia de desenvolvimento sustentado seria: crescer sim, é bom que se fique rico, mas não esquecer que se vive em comunidade e que tem de contribuir para ela, não ficar apenas pelo capitalismo selvagem. Isso ia levar-nos à destruição do modelo e à nossa própria destruição.

P – Qual deve ser o papel do Estado na economia?

R – Ultimamente surgiram uma série de ideias de cada vez menos Estado e deu no que deu. Não houve o mínimo de fiscalização por parte dos Bancos Centrais e deu neste escândalo e neste estouro da banca internacional. Como um primeiro patamar para chegarmos à regulação, defendo mais fiscalização. Porque por decreto, não se faz nada. Fazia-se quando tínhamos governos de linha dura, linha rígida, em que todos tinham de cumprir. Hoje, se fizer um decreto na Europa, em África ou no Brasil e se não houver uma certa opção dos cidadãos para o aceitar, ele morre sozinho, não vinga.

P – Vários líderes empresariais dizem que o excesso de regulação também tende a inibir a inovação…

R - É verdade, não há dúvida. A regulação tem de ser dinâmica. Se o país tiver boa formação de economistas, não apenas de econometristas. Acho que a matemática, as línguas e a filosofia deviam ser disciplinas obrigatórias para as pessoas abrirem o pensamento, saberem pensar.

P- Disse que a prioridade era a educação. Num país como Angola, com muitas dificuldades, não se estaria a preterir outros sectores, como a saúde, e aumentar ainda mais os problemas?

R- Na Coreia do Sul resolveram o binómio educação-saúde. Os coreanos tiveram a coragem de fazer um pacto social entre o Estado, os empresários e os operários, pondo a educação em primeiro lugar. A saúde ficou em segundo lugar. Diziam eles: nunca tivemos saúde, por isso, mais 10 anos sem médicos, aguentamos. Era um país que não tinha cultura tecnológica, não tinha máquinas, e hoje tem tecnologia própria. Porquê que Angola não pode fazer se tem todas as condições. É a única solução. Se o país não aposta na formação de quadros, continuamos a ser periféricos e a trabalhar para os outros.

P– Que lições os países como Angola podem tirar da crise económica e financeira mundial?

R- No fundo, basta ligar os pontos positivos e negativos e verificar como Angola pode dar o salto. Se não, continua a inchar e não crescer. Este é o grande perigo. O petróleo foi a alavanca das Forças Armadas, em tempo de guerra, e está a ser a alavanca da reconstrução. Tenho a impressão que agora podia fazer algo mais, ser a alavanca do ensino. Não do actual, mas do renovado.

P– Como avalia o comportamento das instituições de Bretton Woods diante da crise?

R - As Nações Unidas foram criadas em cima dos paradigmas da primeira e da segunda revolução industrial e hoje estamos na terceira revolução industrial e na primeira revolução mundial de serviços. Estes paradigmas vão obrigar à criação de uma nova organização internacional que tenha em linha de conta essa verdadeira revolução que está a ocorrer no mundo económico e financeiro. Claro que vai levar tempo, não é de um dia para outro. A China falou numa nova moeda, muitos falam em nova moeda, mas a Europa criou o Euro e não é moeda internacional. Fala-se em substituir o dólar, mas onde é que está a outra moeda, onde é que está o ouro, onde é que estão as garantias para a nova moeda? As pessoas ouvem estas ideias mirabolantes e acreditam como se fosse verdade. Enquanto isso, o Norte continua a crescer e nós fingimos que crescemos. Fazemos um discurso de primeiro mundo, mas não nos inserimos internamente no primeiro mundo.

P– Não acha que os países ricos têm culpa nisso e que as suas acções ajudam a perpetuar a pobreza, a dependência….


R– Eles têm, mas nós temos mais. Já chega de culpar os outros. Cada um de nós é que tem de sair do buraco. É preciso consciência e optar por um ensino racional, modelo anglo-saxónico. De contrário estaremos a formar papagaios.


Fonte: www.angonoticias. com


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Angola

Caro Zakeu, em primeiro lugar, fico muito agradecido pelo seu retorno. Por se tratar de uma pesquisa de Direito Comparado com foco em campos marginais, que "não existem" no RJ, a pesquisa tem um financiamento pequeno, que não prevê qualquer rubrica para viagem (ou seja, a FAPERJ é poderosa, nosso orçamento, não). Como professor e pesquisador, venho tentando, já há alguns anos, via IES como a UCAM e a UGF, ter a oportunidade de lecionar em Angola por algum tempo (seria a oportunidade de conhecer pessoalmente o país). Infelizmente, esta chance ainda não ocorreu. Por isto, tenho buscado estabelecer contatos com os poucos angolanos que posso conhecer. Há alguns meses, o Prof. Dr. Agostinho, membro do Supremo Tribunal Federal de Angola (se o nome não for este, peço que me desculpe) esteve por aqui. Nesta oportunidade, pude, através de uma amiga do PPGD/UGF, professora Fernanda, deixar com ele uma cópia do projeto e a esperança de alguns contatos. Até agora, no entanto, isto não ocorreu. Assim, reitero meu pedido para que qualquer amigo deste fórum que puder me indicar contatos, links, bibliografias ou outra fonte de pesquisa possa contribuir com nosso trabalho.

Muito obrigado,

Lier

P.S. Caso o amigo conheça gestores de universidades angolanas que tenham interesse em firmar convênios acadêmicos com a UGF também terei máximo empenho em formalizá-los.

----- Original Message -----
From: Zakeu Zengo
To: forum_de_angolanist as@yahoogrupos. com.br
Sent: Sunday, November 15, 2009 4:56 AM
Subject: RE: Solicitação: contatos no setor petrolífero de Angola



Lier,

Por se tratar de um pesquisa financiada (pela hoje poderosa FAPERJ), embora para objectivos que nào menciona, aconselho a colocar muchila nas costas e visitar Angola. Assim, para além de eventuais contactos com personalidades que lhe possam ser indicadas aqui, teria a oportunidade de contactar e entrevistar diversos atores (naconais e internacionais) envolvidos na produção e comercializaçã o do petróleo de Angola (tanto nos chamados campos maduros quanto nos marginais, obviamente). Tal como ocorre no Brasil, em Angola ainda não existem definições objetivas de campos maduros e campos marginais na indústria do petróleo. Até certo ponto, os marcos regulatórios do Petroleo em Angola baseam-se ainda em critérios subjetivos ou aleatórios. Para ser produtiva, considerando- se o avanço que o Brasil já alcançou na regulação, uma comparação com Angola devia incluir uma pesquisa ampla com profissionais do setor, no terreno, para que os resultados sejam justos e razoáveis do ponto de vista da economia social. Economicidade e recuperação, as caracteristicas centrais dos campos marginais, ainda devem andar em grande derrapagem em Angola - o que bem justifica nosso conselho.

Espero bem que os colegas da área das engenharias e químicas voltadas para os petroleos, de e em Angola, possam ajudar.

Atenciosamente




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To: forum_de_angolanist as@yahoogrupos. com.br
From: lier.rio@ig. com.br
Date: Sat, 14 Nov 2009 21:52:03 -0200
Subject: Solicitação: contatos no setor petrolífero de Angola


Prezados amigos, uma vez mais recorro a este fórum para solicitar contatos no setor petrolífero em Angola. Angolanista em formação, lidero pesquisa apoiada pela FAPERJ sobre a produção de petróleo em campos marginais, em um perspectiva comparada: Brasil e Angola. Quem tiver contatos na Sonangol e/ou no governo, bem como em outros agentes do setor, peço a gentileza de entrar em contato.

Cordialmente,

Lier Pires Ferreira
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Grêmio empata com o Cruzeiro

16 de novembro de 2009 | N° 16157
AlertaVoltar para a edição de hoje
MAXI E TCHECO
Notícia boa: Douglas e MaylsonO torcedor do Grêmio que acompanhou o empate em 1 a 1 com o Cruzeiro no Mineirão, sábado, deve estar se perguntando quais os motivos que deixaram Douglas Costa e Maylson, talentos formados na base, tanto tempo fora do time em 2009. Os dois foram os destaques do jogo no Mineirão marcado por erros de arbitragem que prejudicaram a equipe treinada pelo interino Marcelo Rospide, como um pênalti não marcado de Gil sobre Herrera.

O Grêmio de Rospide teve uma postura mais forte na marcação do que nos tempos de Autuori. Só que seguiu incompetente para vencer fora de casa. Até os 20 minutos, o Cruzeiro mostrou volúpia ofensiva, mas esbarrou no sólido sistema defensivo com três volantes. A partir da entrada de Maylson, aos 32 minutos, o time equilibrou o jogo.

O 1 a 0 do Cruzeiro, aos 20 minutos da etapa final, surgiu de pênalti cometido por Victor. Gilberto convertou. Herrera, aos 46, empatou ao concluir jogada de Maxi Lópeza quando o Grêmio tinha apenas nove em campo (Fábio Santos e Túlio haviam sido expulsos).

Fonte: Zero Hora

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