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Para Porto Alegre RS

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Entrevista com o Senador Paulo Paim

Reportagem realizada no dia 20/10/2009
JN: Seria através de Conselhos este projeto?
Senador Paulo Paim: - A Prefeitura assina um protocolo, corrente de pensamento um tipo de selo de qualidade de politicas que atende há todos no principio de qualidade. Não é por conselhos.
Reportagem de Paulo Furtado
Continua na próxima edição

Inter empata com Barueri


16 PONTOS EM 15 JOGOS
Caindo pelas tabelasBem pior que o empate do Inter em Barueri, que deixou a equipe com improváveis chances de título e em dificuldades para obter uma vaga à Libertadores, foi a entrevista de Mário Sérgio, ao final da partida. Mais uma vez, o técnico assistiu a uma realidade alternativa.

Irritado com perguntas sobre as reiteradas mudanças na escalação, sem resultados práticos, Mário Sérgio, acusou a imprensa de “direcionar as coisas do Inter para o lado negativo” e passou a desfiar um rol de supostos pontos positivos de sua equipe – fatos que apenas ele parece perceber.

Enquanto reclamava da falta de tempo para reorganizar a equipe, alegando que deveria ter pelo menos seis meses de trabalho (o curioso é que Mário Sérgio aceitou assumir o Inter por apenas 90 dias), o técnico classificou o desempenho de seu time diante do Barueri – que luta por uma vaga à Copa Sul-Americana – como “excepcional”.

– Este negócio de repetir time já acabou há muito tempo. A crítica é sempre em cima do resultado, está na hora de reformular isso. Tento ser educado, mas isso (perguntas sobre o tema) irrita – surpreendeu Mário Sérgio.

Até mesmo em seu discurso, o técnico parece ter resumido a sua campanha à vitória no Gre-Nal. Reiterou diversas vezes que o modelo de time criticado pela imprensa é o mesmo que derrotou o Grêmio. E fez uma advertência: as mudanças seguirão sempre que ele desejar mexer no time, conforme a postura do adversário.

– Se não mudasse um time que vinha perdendo para todo mundo (sob o comando de Tite) eu seria omisso. No meu time ninguém vai se meter. Nem imprensa nem ninguém. Não analiso resultado, analiso desempenho – disse.

Mas a entrevista de Mário Sérgio tomaria ares de surrealismo quando ele passou a justificar a queda para a sexta colocação, três pontos atrás do último classificação à Libertadores:

– Sexto, sétimo, oitavo lugar, não tem problema. O problema é não ter soluções, e o Inter as tem.

Quase ao final da coletiva, o auxiliar técnico Fernando Paiva, filho de Mário Sérgio, tentou fazer com que os repórteres parassem de fazer perguntas, aos gritos de “terminou, terminou, não tem mais entrevista”. Após o rompante, a assessoria de imprensa do clube pediu que Mário Sérgio prosseguisse.



LEANDRO BEHS
Zero Hora

Cultura

Revista Veja




6 de novembro de 2009

Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br



Edição da semana (n° 2138 - 11 de novembro de 2009)


Vestibular
As profissões mais procuradas
Total de inscrições nos vestibulares das universidades federais e da Universidade de São Paulo em 2007

• Índice da edição




Entrevista
Bruno Senna chega à Fórmula 1: 'Apostaram no meu sobrenome'
Ética
STF pune caixa 2 em campanha e políticos fingem não entender





EUA
A vitória dos republicanos nos estados
Obama começa a viver o declínio. Ou queda livre? Economia
O novo brinquedo de Warren Buffett
Megainvestidor compra principal ferrovia dos EUA.




Alemanha
O que mudou após a queda do muro
Os efeitos de um regime falido são sentidos até hoje. Vandalismo
As bicicletas públicas de Paris
Parte da população depreda e rouba o patrimônio.




Comportamento
Astronautas treinam resistência para enfrentar viagem a Marte
Livros
Descobertos 25 poemas escritos por Drummond no anos 1920





Cinema
2012 mostra espetáculo da hecatombe
Diretor ainda acha tempo para discutir relação. Guia
Os utensílios de chef só seus
Produtos que antes eram restritos aos profissionais.




Diogo Mainardi
Os moluscos do Brasil
J.R. Guzzo
Fim do mundo





Destaques on-line
Em Profundidade

• A vida em uma cadeira de rodas



Entrevista
• Alinne Moraes fala do personagem que fica tetraplégica na novela Viver a Vida
Videogalerias
• Médico cancerologista fala sobre aumento de casos da doença no Brasil e mundo



Galerias
• O livro de Mario Testino
• O filme 2012
• A vida nas cidades alemãs hoje
• Imagens da semana






O BRASIL QUE QUEREMOS SER

Hora de discutir as Megacidades no Brasil
Nesta semana o painel de VEJA 40 anos discute o planejamento e crescimento das cidades no país. Envie sua proposta.

Participe e ajude a Mata Atlântica
Cada proposta ou comentário publicado no projeto VEJA 40 anos contribuirá para o plantio de uma muda de árvore nativa pela Fundação SOS Mata Atlântica.
www.veja.com.br/40anos/megacidades
Colunistas
Blog
Reinaldo Azevedo
O MST está certo!
A democracia é insuportável!


"Se um 'movimento social' não puder mais depredar, como é que ele vai se manifestar? "

Radar on-line
Lauro Jardim
Eike, Dilma e... Madonna


"Na semana que vem, o empresário se encontrará com duas mulheres poderosas."



Coluna
Augusto Nunes
Prontuário do substituto é atração da Casa do Espanto


"Com 200 processos no cangote, Acir Gurgacz está em casa no Senado. "

De Paris
Antonio Ribeiro
O Roberto Jefferson francês


"Pelo jeito, Carles Pasqua vai terminar a longa trajetória pública atrás das grades. "

Chegada
Renato Dutra
Faça exercícios leves para combater a hipertensão


"Além do acompanhamento médico, é necessária uma orientação nutricional. "

Em VEJA
Diogo Mainardi
Os moluscos do Brasil


Sustentável é pouco
Denis Russo
Seja a mudança


Consultório Sentimental
Betty Milan
Questionamento


VEJA 40 anos
Monica Weinberg
Uma visão pouco científica


Cenas Urbanas
Tony Bellotto
Bizarro é pouco para algumas coisas


Espelho Meu
Lucia Mandel
O transplante de cabelos é um realocamento de recursos


Genética
Mayana Zatz
Pré-iniciação científica na USP. Os vencedores


VEJA 40 anos
Lucila Soares
Conferir aos ônibus o padrão de metrô no país







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Estados Unidos

Estimado Vanderley:
Considero que estas reflexões do Fidel sobre o acordo militar entre os Estados Unidos e a Colômbia são de grande interesse e importância para os leitores brasileiros da sua publicação.
Um abraço.
Tirso



A ANEXAÇÃO DA COLOMBIA AOS ESTADOS UNIDOS

Reflexões do Fidel Castro




Qualquer pessoa medianamente informada compreende de imediato que o adoçado “Acordo Complementar para a Cooperação e a Assistência Técnica em Defesa e Segurança entre os governos da Colômbia e dos Estados Unidos”, assinado em 30 de outubro e publicado na tarde do dia 2 de novembro equivale a anexação da Colômbia aos Estados Unidos.

O acordo põe em dificuldades a teóricos e políticos. Não é honesto guardar silêncio agora e falar depois sobre soberania, democracia, direitos humanos, liberdade de opinião e outras delicias, quando um país é devorado pelo império com a mesma facilidade com que um lagarto captura uma mosca. Trata-se do povo colombiano, abnegado, trabalhador e lutador. Procurei no longo calhamaço uma justificação digerível e não encontrei razão alguma.

Nas 48 páginas de 21 linhas, cinco são dedicadas a filosofar sobre os antecedentes da vergonhosa absorção que torna a Colômbia em território de ultramar. Todas se baseiam nos acordos assinados com os Estados Unidos após o assassinato do prestigioso líder progressista Jorge Eliécer Gaitán no dia 9 de abril de 1948 e a criação da Organização de Estados Americanos em 30 de abril de 1948, discutida pelos Chanceleres do hemisfério, reunidos em Bogotá sob a batuta dos Estados Unidos nos dias trágicos em que a oligarquia colombiana truncou a vida daquele dirigente e desatou a luta armada nesse país.

O Acordo de Assistência Militar entre a República da Colômbia e os Estados Unidos, no mês de abril de 1952; o vinculado à “uma Missão do Exército, uma Missão Naval e uma Missão Aérea das Forças Militares dos Estados Unidos”, assinado no dia 7 de outubro de 1974; a Convenção das Nações Unidas contra o Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Substâncias Psicotrópicas, de 1988; a Convenção das Nações Unidas contra a Criminalidade Organizada Multinacional, de 2000; a Resolução 1373 do Conselho de Segurança de 2001 e a Carta Democrática Interamericana; a de Política de Defesa e Segurança Democrática, e outras que são invocadas no referido documento. Nenhuma justifica transformar um país de 1 141 748 quilômetros quadrados, situado no coração da América do Sul, em uma base militar dos Estados Unidos. A Colômbia tem 1,6 vezes o território de Texas, segundo Estado da União em extensão territorial, arrebatado ao México, e que mais tarde serviu de base para conquistar a sangue e fogo mais da metade desse irmão país.

Por outro lado, transcorreram já 59 anos desde que soldados colombianos foram enviados até a longínqua Ásia para combaterem junto às tropas ianques contra chineses e coreanos no outubro de 1950. O que o império tenta agora é enviá-los a lutar contra seus irmãos venezuelanos, equatorianos e outros povos bolivarianos e da ALBA para destruir a Revolução Venezuelana, como tentaram fazer com a Revolução Cubana no mês de abril de 1961.

Durante mais de um ano e meio, antes da invasão, o governo ianque promoveu, armou e utilizou os bandos contra-revolucionários do Escambray, como hoje utiliza os paramilitares colombianos contra a Venezuela.

Quando o ataque de Bahia dos Porcos, os B-26 ianques tripulados por mercenários que operaram desde a Nicarágua, seus aviões de combate eram transportados para a zona das operações num porta-aviões e os invasores de origem cubana que desembarcaram naquele ponto vinham escoltados por navios de guerra e pela infantaria de marinha dos Estados Unidos. Hoje seus meios de guerra e suas tropas estarão na Colômbia não apenas como uma ameaça para a Venezuela senão para todos os Estados da América Central e da América do Sul.

É verdadeiramente cínico proclamar que o infame acordo é uma necessidade de combate ao tráfico de drogas e ao terrorismo internacional. Cuba tem demonstrado que não é preciso a presença de tropas estrangeiras para evitar a cultura e o tráfico de drogas e para manter a ordem interna, apesar de que os Estados Unidos, a potência mais poderosa da terra, promoveu, financiou e armou durante dezenas de anos as ações terroristas contra a Revolução Cubana.

A paz interna é uma prerrogativa elementar de cada Estado; a presença de tropas ianques em qualquer país da América Latina visando esse objetivo é uma descarada intervenção estrangeira em seus assuntos internos, que inevitavelmente provocará a rejeição de sua população.

A leitura do documento demonstra que não apenas as bases aéreas colombianas são postas nas mãos dos ianques, mas também os aeroportos civis e no fim das contas, qualquer instalação útil a suas forças armadas. O espaço radioelétrico fica também à disposição desse país portador doutra cultura e de outros interesses que não têm nada a ver com os da população colombiana.

As Forças Armadas norte-americanas gozarão de prerrogativas excepcionais.

Em qualquer parte de Colômbia os ocupantes podem cometer crimes contra as famílias, os bens e as leis colombianas, sem ter que responder perante as autoridades do país; a não poucos lugares levaram os escândalos e as doenças, como o fizeram com a base militar de Palmerola, nas Honduras. Em Cuba, quando visitavam a neocolônia, sentaram-se escarranchados sobre o colo da estátua de José Martí no Parque Central da capital. A limitação vinculada ao número total de soldados pode ser alterada a pedido dos Estados Unidos, sem restrição alguma. Os porta-aviões e navios de guerra que visitem as bases navais concedidas terão quantos tripulantes precisarem, e podem ser milhares em um só de seus grandes porta-aviões.

O Acordo será prorrogado por períodos sucessivos de 10 anos e ninguém pode alterá-lo senão no fim de cada período, comunicando-o com um ano de antecedência. O que farão os Estados Unidos se um governo como o de Johnson, Nixon, Reagan, Bush pai ou Bush filho e outros semelhantes recebesse a solicitação de abandonar Colômbia? Os ianques foram capazes de derrocar dezenas de governos em nosso hemisfério. Quanto duraria um governo na Colômbia se anunciasse tais propósitos?

Os políticos da América Latina têm agora perante si um delicado problema: o dever elementar de explicar seus pontos de vista sobre o documento de anexação. Compreendo que o que acontece neste instante decisivo das Honduras ocupe a atenção dos meios de divulgação e dos Ministros das relações Exteriores deste hemisfério, mas o gravíssimo e transcendente problema que acontece na Colômbia não pode passar inadvertido para os governos latino-americanos.

Não tenho a menor dúvida sobre a reação dos povos; sentirão o punhal que se crava no mais profundo de seus sentimentos, especialmente no profundo da Colômbia: eles opor-se-ão, jamais se resignarão a essa infâmia!

O mundo encara hoje graves e urgentes problemas. A mudança climática ameaça a toda a humanidade. Líderes da Europa quase imploram de joelhos algum acordo em Copenhague que evite a catástrofe. Apresentam como realidade que na Cúpula não se alcançará o objetivo de um convênio que reduza drasticamente a emissão de gases estufa. Prometem continuar a luta por consegui-lo antes de 2012; existe o risco real de que não se possa conseguir antes que seja demasiado tarde.

Os países do Terceiro Mundo reclamam com razão dos mais desenvolvidos e ricos centenas de milhares de milhões de dólares anuais para custear as despesas da batalha climática.

Tem algum sentido que o governo dos Estados Unidos dedique tempo e dinheiro na construção de bases militares na Colômbia para impor aos nossos povos sua odiosa tirania? Por esse caminho, se um desastre ameaça o mundo, um desastre maior e mais rápido ameaça o império e tudo seria resultado do mesmo sistema de exploração e saqueio do planeta.



Fidel Castro Ruz

6 de novembro de 2009

10h39


Agência Cubana de Notícias

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ain portugues@ain.cu








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Coletivo do Conselho Editorial

O COLETIVO DO CONSELHO EDITORIAL DO JORNAL BRASIL DE FATO, o coletivo de dirigentes dos movimentos sociais que ajudaram a construiram essa experiencia de imprensa popular, alternativa, autonoma, está pedindo seu empenho, para ajudar a conseguir assinaturas para o Jornal Brasil de fato.

A experiencia do Brasil de fato ja dura seis anos.
Nesse tempo, mantivemos viva a ideia de um jornal impresso, semanal, destinado a militancia, que circulou regularmente todas as semanas, apesar de todas dificuldades.
Construimos uma agencia de Noticiasde radio, que produz informativos e programas e distirbui para mais de 300 radios comunitarias, publicas e comerciais.
Construimos edições especiais, tematicas, coladas com encomendas de movimentos sociais ou campanhas. Nessas edições as tiragens tem variado de 200 mil ate um milhao de exemplares. As ultimas ediçoes especiais, foram sobre agroecologia, sobre o Nordeste, e proximamente vamos editar um jornal especial sobre as consequencias sociais dos projetos financiados pelo BNDES.

Temos uma pagina de noticias na internet, que tem acessos diarios proximos a dez mil consultas.
E temos um boletim semanal, que resume as principais materias e noticias do jornal impresso enviado para mais de cem mil destinatarios.

Nos articulamos e fazemos intercambio com diversos outros instrumentos de imprensa popular que estão sendo construíos no país, como a revista caros amigos, as agencias ADITAL, Agencia nacional do petroleo, do sindicatos dos petroleiros do Rio. Com as paginas da internet, do vermelho, correio do brasil, etc.

Mas tudo isso é ainda muito pouco, perante a hegemonia que as elites brasileiras tem sobre os meios de comunicação de massa no Brasil.

Por isso é muito importante sua contribuição militante, para ajudar a fazer assinaturas do jornal impresso, que da direito a receber o boletim eletronico e as noticias da radioagencia.

Contribua para manter a imprensa popular e militante. Sem um verdadeiro mutirão de todos e todas é impossivel resistir.
Aproveite as festas de final de ano, para estimular um presente inteligente e duradouro para todo ano.

Veja as orientações anexo.

Palco MP3

Paulinho,Confira abaixo os dados de acessos referentes ao período de 01/11/2009 a 07/11/2009 para o site: www.palcomp3.com.br/PauloFurtado

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BM troca tiros em Capão da Canoa

Brigada Militar de Capão da Canoa troca tiros com assaltantes e apreende arma
08/11/2009 11:34


A Brigada Militar de Capão da Canoa, no Litoral Norte gaúcho, atendeu às 5h deste domingo (08) ocorrência de tentativa de roubo no município. De acordo com o comando do 2 º Batalhão de Polícia de Áreas Turísticas (BPAT), três indivíduos abordaram duas pessoas quando essas chegavam em sua residência.

O 2º BPAT foi acionado e ao se deparar com os assaltantes houve trocas de tiros, que resultou em um criminoso morto e outro preso. O terceiro assaltante conseguiu fugir do local. Na ocorrência, a BM apreendeu uma pistola calibre 380, um carregador calibre 380 e dois carregadores de pistola .40.

Fonte: Ascom BM

Censurado nos EUA

Poa, 08/11/09

Vale muito a pena ver, ler e ouvir.

Beijos.

Deise Nunes.

EARTH SONG by MICHAEL JACKSON (CENSURADO NOS EUA)


O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem "Billie Jean", nem "Beat it", e sim a ecológica "Earth Song", de 1996.


A letra fala de desmatamento, sobrepesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão.



O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe.


Ou seja, o que não passa nos EUA, não passa no resto do mundo. Só mostram o que lhes interessa, e só assistimos o que eles querem.


Veja, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.


Filmado na Africa, Amazonia, Croácia e New York.

Emocionante!

Veja no link abaixo:

SEGUE O SITE COM A MÚSICA LEGENDADA...

http://www.youtube.com/watch?v=oJEqJ9yALx8

Instituto Luiz Carlos Prestes



UMA PÁGINA PARA OS SEUS FAVORITOS

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BM presegue suspeitos

Brigada Militar persegue suspeitos em tentativa de roubo a supermercado
08/11/2009 15:00


Neste domingo (8/11), às 10h, em Cachoeirinha, quatro homens entraram no Supermercado Zaboneti, com um rádio transmissor na faixa da BM e ao captarem a aproximação de policiais militares do 26º BPM, fugiram em dois veículos, um Clio e um Saveiro. Ao se depararem com a Brigada Militar houve troca de tiros, resultando num quadrilheiro baleado no abdômen e preso, o qual era procurado pela justiça. Na ação, um PM resultou ferido na perna, sem gravidade.

As buscas aos demais integrantes do bando continuaram, após fugirem em um Escort que foi abandonado. Invadiram uma casa e levaram um Gol, que possuía corta-corrente, sendo também abandonado. Pegaram um lotação com passageiros, renderam o motorista e o obrigaram a deslocar o veículo até o bairro Sarandi, em Porto Alegre, e após para o bairro Humaitá onde desembarcaram.

São três meliantes brancos, possivelmente de Esteio, e um deles foi identificado como o vulgo João da Carroça.

Fonte: Ascom/BM

Foragido Preso com vários crimes

Brigada Militar prende foragido com antecedentes em vários crimes
08/11/2009 15:07


Nesse sábado (07/11), às 22h20min, na Rua Diretriz, bairro Timbaúva, em Porto Alegre, o serviço de inteligência do 20º BPM, após monitorar, abordou R.S.B., de 25 anos. Contra ele, constam antecedentes criminais por homicídios, porte ilegal de arma de fogo, posse irregular de arma de fogo, disparo de arma de fogo e lesão corporal.

O incriminado possuía mandado de prisão pela 1º Vara do Júri de Porto Alegre válido até 25/09/2029, sendo encaminhado à 3ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento.

Fonte: Ascom/BM

Foragido Preso

Brigada Militar prende na zona rural da Capital foragido da Colônia Penal Agrícola
08/11/2009 15:15


Neste domingo (08/11), às 2h50min, guarnição do Pelotão de Operações Especiais do 21º BPM, no bairro Belém Novo, zona rural de Porto Alegre, abordou e identificou J.F.D., vulgo Chiquinho. O incriminado encontrava-se na situação de foragido da justiça desde 05/10/2009, da Colônia Penal Agrícola, com mandado expedido pela Vara de Execuções Criminais. Chiquinho recebeu voz de prisão e foi conduzido à 2ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento.

Fonte: Ascom/ BM

Jovem Preso

Brigada Militar prende jovem na Capital com arma de uso restrito
08/11/2009 15:22


Neste domingo, (08/11), à 1h48min, na Rua Rio Branco, bairro Santa Tereza, Porto Alegre, guarnição do 1° Batalhão de Polícia Militar abordou e prendeu F.S.B., de 19 anos, com antecedentes por lesão corporal, furto qualificado, roubo a pedestre e furto.

Em seu poder foi encontrada pistola Taurus, calibre .40, com o emblema da Polícia Civil, com dois carregadores municiados com nove cartuchos intactos e numeração raspada. Foi conduzido à área judiciária e posterior encaminhado ao Presídio Central.

Fonte: Ascom/ BM

Entrevista Coletiva com o Senador Paulo Paim

Concedida no dia 20/10/2009
- Cantando a diferença é projeto que já implantei 304 idades que aderiram ao projeto,ele visa garantir fazer uma parceria com a Prefeitura e a comunidade, que eu chamo de corte da diferença questão de meio ambiente ao combate a todo tipo de preconceito, politico, de integração ao combate a pobreza, cultura de paz nas escolas projeto da minha autoria, politicas voltadas ao estatuto do idoso, da igualdade racial, dos motoristas, paz nas estradas, deficiencias, enfim uma politica de solidariedade.
Reportagem de Paulo Furtado
Continua na próxima edição

Simon apronta de Novo


Atuação do Simon foi covarde, acusa Toninho Cecílio
08 de Novembro de 2009 19:14 58 Recomendações Recomendar Comentar
Representante da diretoria do Palmeiras nos vestiários do Maracanã, o gerente de futebol Toninho Cecílio não aliviou contra o árbitro Carlos Eugênio Simon. Para o dirigente, o gaúcho teve um erro inadmissível ao anular o gol de Obina na etapa inicial da derrota frente ao Fluminense.

"O futebol é para gente de coragem, personalidade, a atuação do Simon foi covarde, não pode haver um erro nesta fase da competição. Ele está em má fase no Campeonato Brasileiro inteiro", observou Toninho Cecílio.

Após cruzamento de Figueroa, Obina ganhou disputa com Maicon e desviou de cabeça para o fundo das redes. Imediatamente, Simon marcou uma falta de ataque do palmeirense. Neste momento, o placar seguia 0 a 0 no Maracanã.

"Foi um lance muito fácil de se apitar, foi o Obina que sofreu a falta. Agora, porque não chamam o Simon para a entrevista? Deveriam liberar os árbitros para se explicarem. Agora ele vai tranquilo para casa. Foi uma vergonha", emendou Cecílio.

Ainda por cima, Toninho Cecílio reclama de lances duvidosos envolvendo os concorrentes. "Vamos ver as providências que serão tomadas, estão começando a estragar o campeonato, é pênalti que não se dá para outras equipes", disse o gerente alviverde, obviamente em referência a uma penalidade reclamada pelo Grêmio no recente encontro contra o São Paulo, o novo líder da classificação.

Para os jogos que restam no Brasileirão, o Palmeiras espera que o nome de Simon seja definitivamente riscado do sorteio dos seus compromissos. "Por mim, não apita mais, só falta ele ser colocado para os jogos restantes do Palmeiras. Nem preciso pedir veto", afirmou Cecílio.
Fonte: Yahoo