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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Arquivo Paulo Furtado



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Arquivo Paulo Furtado



Arquivo de Paulo Furtado


Revista Veja

25 de setembro de 2009
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Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br


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Edição da semana (nº 2132 - 30 de setembro de 2009)

[Especial]
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O pesadelo é nosso
Na contramão da tradição diplomática nacional, o Brasil se intromete na política interna de um país estrangeiro e o faz da pior maneira possível: como coadjuvante de Hugo Chávez.
http://veja.abril.com.br/300909/pesadelo-nosso-p-116.shtml

Índice da edição
http://veja.abril.com.br/300909/sumario.shtml

[Entrevista]
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Psiquiatra conta como sofreu com o défict de atenção na infância
http://veja.abril.com.br/300909/eu-achava-burra-p-019.shtml

[Sucessão]
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Lula abençoa candidatura chapa- branca do deputado Ciro Gomes
http://veja.abril.com.br/300909/numero-2-lula-p-068.shtml

[Conjuntura]
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Economia brasileira está a todo vapor
Investidores estrangeiros retomam o nível pré-crise.
http://veja.abril.com.br/300909/volta-forca-total-p-102.shtml

[Estados Unidos]
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Bill Clinton criou a sua própria ONU
Ele foi muito mais longe que os outros exs.
http://veja.abril.com.br/300909/clinton-abriu-mini-onu-p-106.shtml

[Ciência]
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Nova vacina contra aids, 31% de esperança
Pela primeira vez, evita-se infecção pelo vírus HIV.
http://veja.abril.com.br/300909/31-esperanca-p-101.shtml

[Saúde]
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Nova cirurgia é esperança para os obesos
Técnica faz emagrecer com menos efeito colateral.
http://veja.abril.com.br/300909/no-estomago-p-154.shtml

[Livros]
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Autoajuda corporativa ensina a tirar lições dos maus momentos
http://veja.abril.com.br/300909/como-sair-dos-vales-permanecer-picos-p-162.shtml

[Educação]
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Americano Martin Carnoy faz retrato das escolas brasileiras
http://veja.abril.com.br/300909/retrato-sala-aula-p132.shtml

[Vida brasileira]
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Você conhece United States of Sobral?
É como cearenses chamam uma cidade do sertão.
http://veja.abril.com.br/300909/the-united-states-of-sobral-p-144.shtml

[Guia]
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Teste do gel antisséptico, a nova mania
Depois da Gripe A, ele está em todos os lugares.
http://veja.abril.com.br/300909/teste-gel-p-158.shtml

[Claudio de Moura Castro]
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A arte de governar
http://veja.abril.com.br/300909/arte-governar-p-26.shtml

[J.R.Guzzo]
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Ponto de partida
http://veja.abril.com.br/300909/ponto-partida-p-174.shtml


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[Destaques on-line]
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[Em Profundidade]
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O que é possível aprender - e desaprender - no Youtube
http://veja.abril.com.br/ciencia-tecnologia/o-que-podemos-aprender-desaprender-youtube/index.shtml

[Honduras]
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Perguntas e respostas
http://veja.abril.com.br/perguntas-respostas/honduras.shtml

Linha do tempo
http://veja.abril.com.br/cronologia/linha-do-tempo/index.shtml#24

Galeria de imagens
http://veja.abril.com.br/galeria-de-imagens/cerco-embaixada-brasileira-honduras-500259.shtml

[Entrevistas]
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Rafaela Fisher
http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/ser-filha-vera-fischer-nao-pesa-mais-499631.shtml

Luciano Huck
http://www.veja.com/noticia/variedades/luciano-huck-primeiro-brasileiro-milhao-seguidores-twitter-500452.shtml

[Quem é quem]
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Diet x light
http://veja.abril.com.br/quem/diet-light.shtml

[Vídeo]
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Como usar a plataforma vibratória nas academias
http://veja.abril.com.br/videos/chegada/plataforma-vibratoria-501064.shtml

[Galerias de fotos]
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Imagens de semana
http://veja.abril.com.br/galeria-de-imagens/imagens-semana-21-setembro-501304.shtml

No MASP, Walter Evans
http://veja.abril.com.br/galeria-de-imagens/walker-evans-501286.shtml

Exposição Montezuma
http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/moctezuma-soberano-asteca-501211.shtml

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Colunistas

[Blog]
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Reinaldo Azevedo
Tio Rei é fã da Condoleezza Rice
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

[Radar on-line]
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Lauro Jardim
Quantos votos ele teria?
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line

[Coluna]
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Augusto Nunes
Um batalhão de mulatas resolve
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/

[Cenas Urbanas]
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Tony Bellotto
Champanhe, por favor!
http://veja.abril.com.br/blog/cenas-urbanas

[Em VEJA]
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Diogo Mainardi
O presidente-muamba
http://veja.abril.com.br/idade/podcasts/mainardi/

[De Paris]
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Antonio Ribeiro
Sir Winston Churchill
http://veja.abril.com.br/blog/de-paris/

[VEJA 40 anos]
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Ronaldo França
Um passo para um acordo do clima
http://veja.abril.com.br/40anos/blog/ronaldo-franca/

[Consultório Sentimental]
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Betty Milan
Três x dois
http://veja.abril.com.br/blog/consultorio-sentimental/

[Espelho Meu]
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Lucia Mandel
Como tratar a celulite
http://veja.abril.com.br/blog/estetica-saude/

[Sustentável é pouco]
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Denis Russo
A internet da eletricidade
http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/

[Chegada]
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Renato Dutra
Todo dia é dia de brigar com a preguiça
http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/

[Homo obesus]
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Geraldo Medeiros
Uso e abuso de hormônio de crescimento
http://veja.abril.com.br/blog/nutricao-homo-obesus/


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[VEJA 40 ANOS]
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O BRASIL QUE QUEREMOS SER

Hora de discutir a democracia no Brasil
Nesta semana o painel de VEJA 40 anos discute a profissionalização da gestão pública brasileira. Envie sua proposta.

Participe e ajude a Mata Atlântica
Cada proposta ou comentário publicado no projeto VEJA 40 anos contribuirá para o plantio de uma muda de árvore nativa pela Fundação SOS Mata Atlântica.
www.veja.com.br/40anos/democracia


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Frutivar

FRUTIVAR - Feira da Maçã e das Frutas de Vacaria e Região estará aberta por 4 dias no Mercado Público de Vacaria. Vai debater maçã, pera e pequenos frutos do pomar para fora, na mesa e na dieta. Todos são convidados. Não será cobrado ingresso.



NO PALCO estudiosos, na platéia técnicos e estudantes. A FRUTIVAR não será festa, mas uma Feira de idéias, debates, experiências e novidades. Agrônomos, técnicos agrícolas, acadêmicos da UCS e UERGS, administradores e operadores têm área reservada.



FRUTIVAR abre as portas na quinta-feira, dia 1º, com a inauguração da Casa da Maçã (Centro de Eventos) no Mercado Público. Foi projetada em 2004 com Emenda Parlamentar de autoria do deputado Francisco Appio. A emenda de 300 mil reais viabilizou o mais amplo Centro de Eventos para conferências e feiras.



CASA DA MAÇÃ (1000m²) foi projetada pelo Secretário Ernani (Administração Pegoraro), executada pelo Secretário Elói (Adm. Susin) e será inaugurada pelo prefeito Elói Poltronieri.



ENRICO LODOLINI, da Itália (Ancona), será um dos pesquisadores internacionais que estará na FRUTIVAR. Na sexta-feira falará das oliveiras.



A MAÇÃ NA COZINHA será um jantar beneficente dia 02/10 e terá no cardápio o melhor de nossa gastronomia, por conta de nossos cheff's. Ingressos à venda com Liga Feminina de Combate ao Câncer e Renais Crônicos. A renda total será destinada a estas duas entidades.



DO FESTIVAL VACARIA DOS PINHAIS convidamos os 3 finalistas para a abertura na quinta-feira, dia 01/10. Cassiano Paim cantará na sexta.



SHOW DOS ESPORTES está garantido e Pedro Ernesto vai abrir a gaita, com Batata Pimentão e Alemão no sábado, 03/10, às 19 horas, na FRUTIVAR.



FRUTIVAR - Fabricantes de suco de uva, maçã e pequenos frutos oferecerão produtos em degustação gratuita. O evento não é comercial.



SANTO AGOSTINHO é o autor da sábia constatação de que “não são as respostas que movem o mundo, mas as perguntas". Pergunte na FRUTIVAR.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Lica Cantora

Assessorias de Comunicação

Contatos das Assessorias de Comunicação Social da SSP
27/09/2009 13:02


Para facilitar e tornar mais ágil o trabalho dos profissionais de imprensa que buscam informações da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP/RS) e seus organismos vinculados (Polícia Civil, Brigada Militar, Instituto-Geral de Perícias e Superintendência dos Serviços Penitenciários), principalmente aos finais de semana e feriados, informamos os telefones celulares funcionais das respectivas assessorias, bem como telefones convencionais e e-mails para outras demandas durante a semana.

Solicitamos aos profissionais da mídia para que busquem sempre com as assessorias a intermediação de demandas junto às fontes de cada instituição. Ressaltamos também que ao pé da página inicial do site da SSP ( www.ssp.rs.gov.br ), no banner Cadastre-se, pode ser efetuado o registro para recebimento do mailing diário de notícias da Secretaria.

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA ( www.ssp.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Jornalista Amilton Belmonte.
Fone: (51) 3288-1919/3288-1994 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8670 *
e-mail: comunicacao@ssp.rs.gov.br

* Aparelho programado para receber apenas chamadas identificadas

POLÍCIA CIVIL ( www.pc.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Delegada Patrícia Tolotti Rodrigues
Fones: (51) 3288-2380/3288-2381 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celulares funcionais: (51) 8445-9454 e 8445-9748
e-mail: imprensa@policiacivil.rs.gov.br

BRIGADA MILITAR ( www.brigadamilitar.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Tenente-Coronel Valmor Araújo de Mello
Fones: (51) 3288-2930/3288-2932 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celulares funcionais: (51) 8501-6577 e (51) 8501-6575
e-mail: pm5-imprensa@brigadamilitar.rs.gov.br

SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS ( www.susepe.rs.gov.br )
Assessor de Imprensa: Jornalista Marco Antonio Vieira
Fone: (51) 3288-7285/3288-7289 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8443-6887
e-mail: imprensa@susepe.rs.gov.br

INSTITUTO-GERAL DE PERÍCIAS ( www.igp.rs.gov.br )
Assessor de Imprensa: Jornalista Maria da Graça Kreisner
Fone: (51) 3288-5165 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8627
e-mail: comunicacao@igp.rs.gov.br

Alceu Valença

Alceu Valença - Nasceu - 1/7/1946 em Pernambuco.

Alceu Valença (born July 1, 1946 in São Bento do Una) is an accomplished Brazilian composer, writer, performer, actor, and poet.

Alceu de Paiva Valença (São Bento do Una, 1 de julho de 1946) é um cantor e compositor. Seu disco de estréia foi gravado em parceria com Geraldo Azevedo.
Nasceu no interior de Pernambuco, nos limites do sertão com o agreste. É considerado um artista que atingiu maior equilíbrio estético entre as bases musicais nordestinas com o universo dos sons elétricos da música pop. Influenciado pelosnegros maracatus, cocos e repentes de viola, Alceu conseguiu utilizar a guitarra, - que chegou a galope montada nas costas do rock and roll de Elvis - com baixo elétrico e, mais tarde, com o sintetizador eletrônico nas suas músicas.

Por conta disso, conseguiu dar nova vida a uma gama de ritmos regionais, como o baião, coco, toada, maracatu, frevo, caboclinhos e embolada e repentes cantados com bases rock'n'roll. Sua música e seu universo temático são universais, mas a sua base estética está fincada na nordestinidade.

O envolvimento de Alceu com a música começa na infância, através dos cantadores de feira da sua cidade natal.Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Marinês , três dos principais irradiadores da cultura musical nordestina, foram captados por ele pelos nostálgicos serviços de alto-falante da cidade. Em casa, a formação ficou por conta do avô, Orestes Alves Valença, que era poeta e violeiro. Aos 10 anos vai paraRecife, onde mantém contato com a cultura urbana, e ouve a música de Orlando Silva e Dalva de Oliveira, alternando com o emergente e rebelde ritmo de Little Richard, Ray Charles e outros ícones da chamada primeira geração do rock'n'roll.

Recém-formado em Direito no Recife, em 1969, desiste das carreiras de advogado e jornalista - trabalhou como correspondente do Jornal do Brasil - e resolve apostar no talento e na sensibilidade artística.

Em Recife, a profusão de folguedos vindos de todas as regiões do estado, notadamente no carnaval, onde até hoje os grupos se confraternizam, seria decisiva na solidificação de uma das mais febris personalidades da música brasileira. Inerente a sua obra, o sentido cosmopolita de fazer arte, de forma direta e que refletisse a sua vivência e bagagem cultural de homem nordestino, sua história, seu povo e as novidades da música. A partir daí, o mago de Pernambuco amadurece a idéia de colocar aguitarra e o teclado nessas vertentes da música da sua região. A atitude em si não é novidade visto que os tropicalistas já tinham fundido o baião de Luiz Gonzaga com as guitarras. Alceu, entretanto foi mais fundo: pesquisou duplas de emboladores como Beija Flor e Treme Terra, Geraldo Mouzinho e Caximbinho, embolou-se com os maracatus de Pernambuco, bebeu na fonte dos aboios mouriscos, dos pífanos, rabecas e pandeiros, cozinhou tudo na panela do rock, e o resultado é uma obra atemporal, de qualidade.

Em 1971, vai para o Rio de Janeiro com o amigo e incentivador Geraldo Azevedo. Começa a participar de festivais universitários, como o da TV Tupi com a faixa Planetário. Nada acontece. Nenhuma classificação, pois a orquestra do evento não conseguiu tocar o arranjo da música.

















-----Anexo incorporado-----


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América Latina



ROMPENDO O CERCO
Noam Chomsky entusiasmado com as possibilidades de mudanças com as perspectivas de resisência da América Latina



(*) Luiz Salvador

Noam Chomsky, o festejado guru do movimento anticapitalista, professor de linguística e filosofia no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e conhecido ativista político incansável pelas propostas da construção de uma cidadania planeária de inclusão, em entrevista ao La Jornada faz uma análise das ilusões por mudanças apregoadas pelo marketing Barack Obama, cuja eleição gerou grandes expectativas de mudança para a América Latina,mas não passando tudo de meras ilusões, já que as transformações não são feitas por indivíduos, mas provém das instituições, que estão cada vez mais fortalecidas, pela política Obama.Tem a aparência do bom moço e uma boa companhia para o jantar, mas sua política na prática tem favorecido os interesses dos grupos econômicos que financiaram sua campanha, das companhias petrolíferas, às seguradoras que conseguiram manter a saúde dependente do interesse privado, ou seja a lucratividade e não a defesa da saúde de sua população.

Todavia, está esperançoso com a América Latina, numa visão de que se trata de uma das únicas regiões do mundo onde há uma resistência real ao poder do império, sendo que pela primeira vez em 500 anos constata a existência de movimentos rumo a uma verdadeira independência e separação do mundo imperial. Países que historicamente estiveram separados estão começando a se integrar. Esta integração é um pré-requisito para a independência.



Historicamente, os EUA derrubaram um governo após outro; agora já não podem fazê-lo, esclarecendo que havia duas formas tradicionais pelas quais os EUA controlavam a América Latina. Uma era o uso da violência; a outra, o estrangulamento econômico. Ambas foram debilitadas. Mas apesar da mera aparência de mudanças, os EUA apóiam a ditadura honrurenha e que para compensar a redução de ajuda econômica a Honduras, o FMI acaba de aprovar substancioso e enorme empréstimo aos ditadores hondurenhos.



Tira com uma mão, mas dá com outra, na sua política de dominação. E os Estados Unidos continuam reagindo na sua poítica de militarização para mantença dos seus interesses no seu considerado "quintal" que é a América-Latina. Veja-se o caso da Quarta Frota, dedicada à América Latina, que tinha sido desmantelada nos anos 1950, sendo de novo retomada. As bases militares negociadas na Colômbia, são exemplo disso.



Leia mais.





Foto:Noam Chomsky
"América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo"

Em entrevista ao La Jornada, Noam Chomsky fala sobre a América Latina, definindo-a como uma das únicas regiões do mundo onde há uma resistência real ao poder do império. "Pela primeira vez em 500 anos há movimentos rumo a uma verdadeira independência e separação do mundo imperial. Países que historicamente estiveram separados estão começando a se integrar. Esta integração é um pré-requisito para a independência. Historicamente, os EUA derrubaram um governo após outro; agora já não podem fazê-lo", diz Chomsky.

La Jornada

A América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo, diz Noam Chomsky. Há aqui uma resistência real ao império; não existem muitas regiões das quais se possa dizer o mesmo. Entrevistado pelo La Jornada, um dos intelectuais dissidentes mais relevantes de nossos tempos assinala que a esperança e a mudança anunciada por Barack Obama é uma ilusão, já que são as instituições e não os indivíduos que determinam o rumo da política. Em última instância, o que Obama representa, para Chomsky, é um giro da extrema direita rumo ao centro da política tradicional dos Estados Unidos.

Presente no México para celebrar os 25 anos de La Jornada, o autor de mais de cem livros, lingüista, crítico antiimperialista, analista do papel desempenhado pelos meios de comunicação na fabricação do consenso, explica como a guerra às drogas iniciou nos EUA como parte de uma ofensiva conservadora contra a revolução cultural e a oposição à invasão do Vietnã. Apresentamos a seguir a íntegra das declarações de Chomsky ao La Jornada:

A América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo. Pela primeira vez em 500 anos há movimentos rumo a uma verdadeira independência e separação do mundo imperial. Países que historicamente estiveram separados estão começando a se integrar. Esta integração é um pré-requisito para a independência. Historicamente, os EUA derrubaram um governo após outro; agora já não podem fazê-lo.

O Brasil é um exemplo interessante. No princípio dos anos 60, os programas de (João) Goulart não eram tão diferentes dos de Lula. Naquele caso, o governo de Kennedy organizou um golpe de Estado militar. Assim, o estado de segurança nacional se propagou por toda a região como uma praga. Hoje em dia, Lula é o cara bom, ao qual procuram tratar bem, em reação aos governos mais militantes na região. Nos EUA, não se publicam os comentários favoráveis de Lula a Chavez ou a Evo Morales. Eles silenciados porque não são o modelo.

Há um movimento em direção à unificação regional. Começam a se formar instituições que, se ainda não funcionam plenamente, começam a existir, como é o caso do Mercosul e da Unasul.

Outro caso notável na região é o da Bolívia. Depois do referendo, houve uma grande vitória e também uma sublevação bastante violenta nas províncias da Meia Lua, onde estão os governadores tradicionais, brancos. Dezenas de pessoas morreram. Houve uma reunião regional em Santiago do Chile, onde se expressou um grande apoio a Morales e uma firme condenação à violência, o que foi respondido pelo presidente boliviano com uma declaração importante. Ele disse que era a primeira vez na história da América Latina, desde a conquista européia, que os povos tomaram o destino de seus países em suas próprias mãos sem o controle de um poder estrangeiro, ou seja, Washington. Essa declaração não foi publicada nos EUA.

A América Central está traumatizada pelo terror da era Reagan. Não é muito o que ocorre nesta região. Os EUA seguem tolerando o golpe militar em Honduras, ainda que seja significativo que não possa apoiá-lo abertamente.

Outra mudança, ainda que acidentada, é a superação da patologia na América Latina, provavelmente a região mais desigual do mundo. É uma região muito rica, sempre governada por uma pequena elite europeizada, que não assume nenhuma responsabilidade com o resto de seus respectivos países. Isso pode ser visto em coisas muito simples, como o fluxo internacional de bens e capitais. Na América Latina a fuga de capitais é quase igual à dívida. O contraste com a Ásia oriental é muito impactante. Aquela região, muito mais pobre, teve um desenvolvimento econômico muito mais substantivo e os ricos estão submetidos a mecanismos de controle. Não há fuga de capitais; na Coréia do Sul, por exemplo, ele é castigado com a pena de morte. O desenvolvimento econômico lá é relativamente igualitário.

O enfraquecimento do controle dos EUA
Havia duas formas tradicionais pelas quais os EUA controlavam a América Latina. Uma era o uso da violência; a outra, o estrangulamento econômico. Ambas foram debilitadas.

Os controles econômicos são agora mais fracos. Vários países se liberaram do Fundo Monetário Internacional através da colaboração. Também foram diversificadas as ações entre os países do Sul, processo no qual a relação do Brasil com a África do Sul e a China desempenhou um fator importante. Esses países passaram a enfrentar alguns problemas internos sem a poderosa intervenção dos Estados Unidos.

A violência não terminou. Ocorreram três golpes de Estado neste início de século XXI. O venezuelano, abertamente apoiado pelos EUA, foi revertido, e agora Washington tem que recorrer a outros meios para subverter o governo, entre eles, ataques midiáticos e apoio a grupos dissidentes. O segundo foi no Haiti, onde a França e os EUA depuseram o governo e enviaram o presidente para a África do Sul. O terceiro, em Honduras, foi de um tipo misto. A Organização dos Estados Americanos (OEA) assumiu uma postura firme e a Casa Branca teve que segui-la e proceder com muita cautela e lentidão. O FMI acaba de aprovar um enorme empréstimo a Honduras, que substitui a redução da ajuda do governo dos EUA. No passado, estes eram assuntos rotineiros. Agora, essas medidas (a violência e o estrangulamento econômico) ficaram debilitadas.

Os Estados Unidos estão reagindo e dando passos para remilitarizar a região. A Quarta Frota, dedicada à América Latina, que tinha sido desmantelada nos anos 1950, foi retomada, e as bases militares na Colômbia são um tema importante.

A ilusão de Obama
A eleição de Barack Obama gerou grandes expectativas de mudança para a América Latina. Mas são ilusões. Sim, há uma mudança, mas o giro é porque o governo de Bush foi tão ao extremo do espectro político estadunidense que qualquer coisa que se movesse iria para o centro. De fato, o próprio Bush, em seu segundo período, foi menos extremista. Desfez-se de alguns de seus colaboradores mais arrogantes e suas políticas foram mais moderadamente centristas. E Obama, de maneira previsível, continua com esta tendência.

Tivemos um giro rumo à posição tradicional. Mas qual é essa tradição? Kennedy, por exemplo, foi um dos presidentes mais violentos do pós-guerra. Woodrow Wilson foi o maior intervencionista do século XX. O centro não é pacifista nem tolerante. De fato, Wilson foi quem se apoderou da Venezuela, tirando os ingleses de lá, em função da descoberta de petróleo. Apoiou um ditador brutal. E dali seguiu rumo ao Haiti e à República Dominicana. Enviou os “marines” e praticamente destruiu o Haiti. Deixou nestes países guardas nacionais e ditadores brutais. Kennedy fez o mesmo. Obama é um regresso ao centro.

A história se repete com o tema de Cuba, onde, por mais de meio século, os EUA se envolveram em uma guerra, desde que a ilha ganhou sua independência. No princípio, esta guerra foi bastante violenta, especialmente com Kennedy, quando houve terrorismo e estrangulamento econômico, ao qual a maioria da população estadunidense se opõe. Durante décadas, quase dois terços da população tem estado a favor da normalização das relações, mas isso não está na agenda política.

As manobras de Obama rumaram em direção ao centro; suspendeu algumas das medidas mais extremas do modelo de Bush, o que até foi apoiado por boa parte da comunidade cubano-estadunidense. Moveu-se um pouco em direção ao centro, mas deixou muito claro que não haverá maiores mudanças.

As “reformas” de Obama
O mesmo ocorre na política interna. Os assessores de Obama durante a campanha foram muito cuidadosos em não deixá-lo comprometer-se com nada. As consignas foram “a esperança” e “a mudança, uma mudança na qual acreditar”. Qualquer agência de publicidade teria feito com que essas fossem as consignas, pois 80% do país pensavam que este andava por trilhos equivocados. McCain dizia coisas parecidas, mas Obama era mais agradável, mais fácil de vender como produto. As campanhas são só assuntos de técnica de mercado; assim entendem a si mesmas. Estavam vendendo a “marca Obama” em oposição à “marca McCain”. É dramático ver essas ilusões, tanto fora como dentro dos EUA.

Nos Estados Unidos, quase todas as promessas feitas no âmbito de reforma trabalhista, de saúde e energia ficaram quase anuladas. Por exemplo, o sistema de saúde é uma catástrofe. É provavelmente o único país no mundo onde não há uma garantia básica de atenção médica. Os custos são astronômicos, quase o dobro de qualquer outro país industrializado. Qualquer pessoa que tenha a cabeça no lugar sabe qual é a consequência de um sistema de saúde privado. As empresas não procuram saúde, mas sim lucro.

É um sistema altamente burocratizado, com muita supervisão, altíssimos custos administrativos, onde as companhias de seguros têm formas sofisticadas de evitar o pagamento de apólices, mas não há nada na agenda de Obama para fazer algo a respeito. Houve algumas propostas “light”, como, por exemplo, “a opção pública”, que acabou anulada. Se alguém ler a imprensa de negócios, encontrará que a capa da Business Week reportava que as seguradoras estavam celebrando a sua vitória.

Foram realizadas campanhas muito exitosas contra esta reforma, organizadas pelos meios de comunicação e pela indústria para mobilizar segmentos extremistas da população. É um país onde é fácil mobilizar as pessoas com o medo e colocar na cabeça delas todo tipo de idéias loucas, como a de que Obama vai matar as suas avós. Assim, conseguiram reverter propostas legislativas já por si débeis. Se, de fato, tivesse ocorrido um compromisso real no Congresso e na Casa Branca, isso não teria prosperado, mas os políticos estavam mais ou menos de acordo.

Obama acaba de fazer um acordo secreto com as companhias farmacêuticas para assegurar-lhes que não fará esforços governamentais para regular o preço dos medicamentos. Os EUA são o único país no mundo ocidental onde não se permite que o governo use seu poder de compra para negociar o preço dos medicamentos. Cerca de 85% da população se opõem, mas isso não significa diferença alguma, até que todos vejam que não são os únicos que se opõem a estas medidas.

A indústria petroleira anunciou que vai utilizar as mesmas táticas para derrotar qualquer projeto legislativo de reforma energética. Se os Estados Unidos não implantarem controles firmes sobre as emissões de dióxido de carbono, o aquecimento global destruirá a civilização moderna.

O jornal Financial Times assinalou com razão que se houvesse uma esperança de que Obama pudesse ter mudado as coisas, agora seria surpreendente que cumprisse minimamente suas promessas. A razão é que ele não queria mudar tanto assim as coisas. É uma criatura daqueles que financiaram sua campanha: as instituições financeiras, instituições de energia, empresas. Tem a aparência do bom moço, seria uma boa companhia para o jantar, mas isso é insuficiente para mudar a política; afeta-a muito pouco, na verdade. Sim, há mudança, mas é de um tipo um pouco mais suave. A política provém das instituições, não é feita por indivíduos. E as instituições são muito estáveis e muito poderosas. Certamente, encontram a melhor maneira de enfrentar os acontecimentos.

Mais do mesmo
Os meios de comunicação estão um pouco surpresos de que esteja regressando para o ponto onde sempre esteve. Reportam, é difícil não fazê-lo, mas o fato é que as instituições financeiras se pavoneiam de que tudo está ficando igual a antes. Ganharam. Goldman Sachs nem sequer tenta esconder que depois de ter arruinado a economia está entregando generosos bônus a seus executivos. Creio que no trimestre passado reportou os lucros mais altos de sua história. Se fossem um pouquinho mais inteligentes tentariam esconder isso.

Isso se deve ao fato de que Obama está respondendo aqueles que apoiaram sua campanha: o setor financeiro. Basta olhar quem ele escolheu para sua equipe econômica. Seu primeiro assessor foi Robert Rubin, responsável pela derrogação de uma lei que regulava o setor financeiro, o que beneficiou muito a Goldman Sachs; assim mesmo, ele se converteu em diretor do Citigroup, fez uma fortuna e saiu justo a tempo, antes do desastre. Larry Summers, a principal figura responsável pelo bloqueio de toda regulação dos instrumentos financeiros exóticos, agora é o principal assessor econômico da Casa Branca. E Timothy Geithner, que como presidente do Federal Reserve de Nova York, supervisionava o que ocorre, é o secretário de Tesouro.

Uma reportagem recente examinou alguns dos principais assessores econômicos de Obama. Concluiu-se que grande parte deles não deveria estar na equipe de assessoria do presidente, mas sim enfrentando demandas legais, pois estiveram envolvidos em manejos irregulares de contabilidade e em outros assuntos que detonaram a crise.

Por quanto tempo podem se manter as ilusões? Os bancos estão agora melhor do que antes. Primeiro receberam um enorme resgate do governo e dos contribuintes e utilizaram esses recursos para se fortalecerem. São maiores do que nunca, pois absorveram os mais fracos. Ou seja, está se assentando a base para a próxima crise. Os grandes bancos estão se beneficiando com uma apólice de seguros do governo que se chama “demasiado grande para quebrar”. Caso você seja um banco enorme ou uma grande casa de investimentos, é demasiado importante para fracassar. Se você é o Goldman Sachs ou o Citigroup, não pode fracassar porque isso derrubaria toda a economia. Por isso podem fazer empréstimos de risco, para ganhar muito dinheiro, e se algo dá errado, o governo se encarregará do resgate.

A guerra contra o narcotráfico
A guerra contra a droga, que se espalha por vários países da América Latina, entre eles o México, tem velhos antecedentes. Revitalizada por Nixon, foi um esforço para superar os efeitos da guerra do Vietnã, nos EUA. A guerra foi um fator que levou a uma importante revolução cultural nos anos 60, a qual civilizou o país: direitos da mulher, direitos civis. Ou seja, democratizou o território, aterrorizando as elites. A última coisa que desejavam era a democracia, os direitos da população, etc., razão pela qual lançaram uma enorme contraofensiva. Parte dela foi a guerra contra as drogas.

Ela foi desenhada para transportar a concepção da guerra do Vietnã: do que nós estávamos fazendo aos vietnamitas ao que eles não estavam fazendo a nós. O grande tema no final dos anos 60 nos meios de comunicação, inclusive os liberais, foi que a guerra do Vietnã foi uma guerra contra os EUA. Os vietnamitas estavam destruindo nosso país com drogas. Foi um mito fabricado pelos meios de comunicação nos filmes e na imprensa. Inventou-se a história de um exército cheio de soldados viciados em drogas que, ao regressar para casa, converteram-se em delinquentes, aterrorizando nossas cidades. Sim, havia uso de drogas entre os militares, mas não era muito diferente do que existia em outros setores da sociedade. Foi um mito fabricado. É disso que se tratava a guerra contra as drogas. Assim se mudou a concepção da guerra do Vietnã, transformando-a em uma guerra na qual nós éramos as vítimas.

Isso se encaixou muito bem com as campanhas em favor da lei e da ordem. Dizia-se que nossas cidades se desgarravam por causa do movimento anti-guerra e dos rebeldes culturais, e que por isso era preciso impor a lei e a ordem. Ali cabia a guerra contra a droga.

Reagan ampliou-a de maneira significativa. Nos primeiros anos de sua administração intensificou-se a campanha, acusando os comunistas de promover o consumo de drogas. No início dos anos 80, os funcionários que levavam a sério a guerra contra as drogas descobriram um incremento significativo e inexplicável de fundos em bancos do sul da Flórida. Lançaram uma campanha para detê-lo. A Casa Branca interveio e suspendeu a campanha. Quem o fez? George Bush pai, neste período o encarregado da guerra contra as drogas. Foi quando a taxa de prisões aumentou de maneira significativa, principalmente a prisão de negros. Agora o número de prisioneiros per capita é o mais alto do mundo. No entanto, a taxa de criminalidade é quase igual a dos outros países. É um controle sobre parte da população. É um assunto de classe.

A guerra contra as drogas, como outras políticas, promovidas tanto por liberais como por conservadores, é uma tentativa para controlar a democratização das forças sociais.

Há alguns dias, o Departamento de Estado emitiu sua certificação de cooperação na luta contra as drogas. Os três países que foram “descertificados” são Myamar, uma ditadura militar – não importa, está apoiada por empresas petroleiras ocidentais -, Venezuela e Bolívia, que são inimigos dos EUA. Nem México, nem Colômbia, nem Estados Unidos, em todos os quais há narcotráfico.

Um lugar interessante
O elemento central do neoliberalismo é a liberalização dos mercados financeiros, que torna vulneráveis os países que têm investimentos estrangeiros. Se um país não pode controlar sua moeda e a fuga de capitais, está sob o controle dos investidores estrangeiros. Eles podem destruir uma economia se não gostarem de algo que esse país faz. Essa é outra forma de controlar povos e forças sociais, como os movimentos operários. São reações naturais de um empresariado muito concentrado, com grande consciência de classe. Claro que há resistência, mas fragmentada e pouco organizada e por isso podem seguir promovendo políticas às quais a maioria da população se opõe. Às vezes isso chega ao extremo.

O setor financeiro está o mesmo que antes; as seguradoras de saúde ganharam com a reforma de saúde, as empresas de energia ganharam com a reforma do setor, os sindicatos perderam com a reforma trabalhista e, certamente, a população dos EUA e do mundo perde porque a destruição da economia é grave por si mesma. Se o meio ambiente é destruído, os que mais sofrerão serão os pobres. Os ricos sobreviverão aos efeitos do aquecimento global.

Por isso a América Latina é um dos lugares no mundo hoje verdadeiramente interessantes. É um dos lugares onde há uma verdadeira resistência a tudo isso. Até onde chegará? Não se sabe. Não me surpreenderia com um giro à direita nas próximas eleições na América Latina. Mesmo assim, terá se conseguido um avanço que assenta as bases para algo mais. Não há muitos lugares no mundo dos quais se possa dizer o mesmo.

Tradução: Katarina Peixoto

Link:http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16160

(*) Luiz Salvador é Presidente da ABRAT (www.abrat.adv.br), Vice-Presidente da ALAL (www.alal.la), Representante Brasileiro no Depto. de Saúde do Trabalhador da JUTRA (www.jutra.org), assessor jurídico da AEPETRO e da ATIVA, membro integrante do corpo técnico do Diap e Secretário Geral da CNDS do Conselho Federal da OAB, e-mail: luizsalv@terra.com.br, site: www.defesadotrabalhador.com.br






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Camisa Dourada


INTER
Nem tão douradoNem a mudança de esquema nem a camiseta dourada devolveram brilho ao futebol do Inter. O empate em 1 a 1 com a Universidad de Chile, ontem, no Beira-Rio, na estreia da Copa Sul-Americana, esteve longe de reanimar o time para enfrentar o Flamengo no domingo, pelo Brasileirão.

Com a vitória do Palmeiras sobre o Cruzeiro, por 2 a 1, e o distanciamento do time paulista, que chega a 47 pontos, contra os 43 do Inter (São Paulo tem 44), a luta pela ponta do Brasileirão está mais difícil no Beira-Rio.

E o empate de ontem em nada animou o torcedor. Nem tanto pela situação na Sul-Americana. Afinal, na quarta-feira a equipe terá chance de se classificar com um empate a partir de 2 a 2, em Santiago. Mas, se os chilenos fizeram frente em Porto Alegre, o que o Flamengo de Adriano poderá fazer domingo no Beira-Rio?

Os dois chutes a gol dos chilenos contra Lauro, com apenas 15 minutos de jogo, pareciam antecipar novos problemas para o Inter. Com duas derrotas em sequência no Brasileirão, a Sul-Americana surgia na vida dos colorados como uma chance de reabilitação.

Aos poucos, o meio-campo da Universidad dominou o setor – D’Alessandro não ajudava na marcação e tampouco conseguia levar a equipe ao ataque. Somado aos erros de passe do time dourado, em todos os setores, formava um quadro preocupante. Quando Alecsandro errou um gol cara a cara com Miguel Pinto, a torcida suspirou.

Inter amarga duas derrotas e um empate consecutivos

A ansiedade dos 6.031 torcedores nas arquibancadas (o menor público do ano no Beira-Rio) transformou-se em revolta quando Guiñazu foi desarmado na intermediária de ataque. Em quatro toques, o argentino Walter Montillo surgiu na entrada da área, livre, desmarcado, chutou forte, Lauro sequer esboçou reação. O Inter sofreu seu sexto gol em três jogos.

Logo após, Tite mexeu no time. Com o lado esquerdo marcado e o direito livre para criar, mas sem grande inspiração, ele tirou Danilo Silva, colocou Andrezinho, e o esquema passou do 3-5-2 para o 4-4-2. Apesar das trocas, nada se alterou. A Universidad seguiu sólida, sem correr riscos nos chutes de fora da área do Inter – quase todos para fora.

Mesmo com as vaias e muxoxos das arquibancadas no intervalo, o segundo tempo do Inter parecia tão desesperançoso como o primeiro. O ingresso de Taison no lugar do parado Alecsandro, aos 10 minutos, melhorou a o ataque. Miguel Pinto defendeu chutes de Edu e Andrezinho. Guiñazu e Sandro ainda perderam gols da pequena área, e Índio concluiu na trave.

Aos 31, porém, Kleber invadiu a área e, finalmente, conseguiu vencer o goleiro chileno. Mesmo com a pressão ao final do jogo, o Inter não teve forças para virar. Jamais virou um jogo nesta temporada.



LEANDRO BEHS

Artigos Zero Hora parte 2

ARTIGOS
Política não é só para engravatados, por Fernanda Melchionna*Recentemente foi tratado na Câmara de Vereadores de Porto Alegre um tema que nos envergonha enquanto parlamentares e envergonha a cidade: o tema da vestimenta das vereadoras. Envergonha, porque consideramos que Porto Alegre tem problemas sociais suficientes para que sequer devêssemos estar discutindo isso.

Temos acompanhado diversas lutas da cidade. Exemplo é o problema dos moradores das ilhas que vivem em uma condição subumana e que, com as últimas chuvas, viram sua situação piorar ainda mais. Ou o problema da falta de médicos no bairro Santa Rosa, onde há apenas um clínico-geral para 21 mil prontuários; enfim, esses são apenas alguns dos grandes problemas da nossa cidade e que, no entanto, não ganham a devida urgência justamente porque as preocupações de muitos vereadores são bastante distintas das preocupações do povo.

As vestimentas utilizadas na Câmara em nada interferem na agilidade do poder público para resolver os problemas do povo, ou mesmo no combate à corrupção, que a cada dia apodrece as instituições brasileiras. Aliás, muito bem vestidos andam os Sarneys, as Yedas e os criminosos de colarinho branco que assaltam os cofres públicos.

Frente ao descrédito da política para a população, nós, do PSOL, temos certeza de que a atividade política tem que ser de todos os cidadãos. A mobilização popular e a participação política são as peças-chave para que as instituições passem a representar interesses públicos e não privados. Por isso, quando debates tão fúteis ganham proeminência, há sempre que se perguntar qual é a sua motivação.

Será que os vereadores querem usar roupas que os diferenciem do povo? Será que o terno e a gravata correspondem às expectativas daqueles que votam em nós ou nos afastam ainda mais dos que necessitam de políticas públicas (e que nunca usaram terno e gravata)?

A situação é ainda pior quando um homem quer decidir quais são as vestimentas “apropriadas” para as poucas mulheres vereadoras. Uma atitude, no mínimo, machista!

Pois bem, se cada gravata ou terno significasse um projeto de lei que beneficiasse a vida do povo pobre e trabalhador da cidade, usaríamos com orgulho. Mas sabemos que é justamente o contrário. O uniforme dos burocratas serve apenas para diferenciá-los do povo e afastar a população da política. Para nós, só teremos uma nova política, de fato, quando ela não for apenas para os engravatados.



*Vereadora em Porto Alegre (PSOL)

Artigos Zero Hora

ARTIGOS
Os verdadeiros problemas da cidadeTenho orgulho de muitas responsabilidades que assumi em minha vida. Mas, sem dúvida, uma das maiores é o fato de ter representado o povo de Porto Alegre e o meu partido na Câmara de Vereadores da Capital de todos os gaúchos. Assumi com 23 anos recém feitos. Aprendi ali a respeitar as diferenças, a ouvir mais, minimizar diferenças superficiais e trabalhar duro para, mesmo com minoria, aprovar projetos relevantes de minha autoria. Ali fiz oposição ao prefeito Fogaça e, mesmo assim, votei todos os projetos que considerava relevantes para a cidade.

Ao ler o jornal Zero Hora, fui surpreendida pela notícia de que um vereador quer exigir que as vereadoras mulheres usem roupa equivalente à dos homens, ou seja, terninho (ou vestido longo). Ah! Mais um detalhe: devem usar salto. Não acreditei. E, mais, cita as vereadoras que não se vestem adequadamente: a vereadora Sofia Cavedon (PT) e a vereadora Fernanda Melchiona (PSOL). Alguns motivos me levam a questionar esta proposição, apesar do respeito que nutro por todos os parlamentares da cidade.

O primeiro é o mais grave: será que a Câmara não tem nada mais relevante para tratar? Nossa cidade não tem problemas graves na saúde, educação, segurança e planejamento por exemplo? Como pode um vereador priorizar esse tipo de polêmica ao invés de pensar a cidade que queremos ter em quatro anos? Não é para isso que elegemos vereadores? Para tratar dos desafios da cidade. Além disso, acaso nossos políticos são melhores por usarem terno e gravata?

Tenho a convicção de que nenhuma das duas desrespeitou o plenário da Câmara. Por que isso se faz quando se desrespeita o povo, a população. E quero dizer que, guardadas todas as diferenças políticas e até ideológicas que tenho com ambas, sei que são duas lutadoras do povo porto-alegrense. Duas mulheres num ambiente tão masculinizado e machista. Ah! Agora apareceu a palavrinha mágica: machismo.

Talvez tudo isso se resuma ao velho conhecido de todas nós: machismo! Nós, mulheres, não precisamos usar ternos para sermos respeitadas. Somos respeitadas por nossas bandeiras e nossas conquistas.

MANUELA DÁVILA* | *Deputada federal (PC do B-RS)

Editorial ZH

EDITORIAIS
Uma lei pequenaA toque de caixa, o Senado Federal aprovou o projeto que define as regras que comandarão as eleições do próximo ano. Como se esperava, os senadores aprovaram a eliminação dos dispositivos da lei eleitoral que restringiam o uso da internet, restabelecendo o bom senso numa questão que tende a ganhar importância nas campanhas. O projeto, alterado em relação ao que fora apreciado pelos deputados, voltou à Câmara, onde foi aprovado na noite de ontem rejeitando quase todas as emendas feitas no Senado, mas mantendo a internet livre.

Agora, o projeto vai para o presidente Lula, que precisa sancioná-lo até o dia 2 de outubro para ter condições de vigência para as eleições gerais do ano que vem. Além dessa definição, a lei aprovou regras gerais sobre a propaganda gratuita em sites de candidatos até o dia da eleição.

A versão aprovada merece o qualificativo com o qual o projeto está sendo tratado, como minirreforma. Nenhum dos grandes temas que interessam à democracia, à representação política e à maturidade das instituições está contemplado. Nela estão relacionadas apenas questões de varejo eleitoral. Mesmo assim, algumas das opções que os parlamentares fizeram merecem destaque. A principal é a da regulamentação do uso da internet, cuja emergência no debate eleitoral é o fato novo e definitivo deste início de século. Assim, a internet fica liberada pelos candidatos e partidos durante os três meses da campanha eleitoral, que começa em 5 de julho. E os sites de candidatos poderão ficar no ar mesmo no dia da eleição. Dentro da minirreforma, estavam incluídas também disposições a respeito de financiamento e doações, a exigência de nova eleição direta no caso de cassação do mandato dos governadores, derrubadas pela Câmara dos Deputados ontem à noite.

A versão aprovada peca num tema fundamental: não obriga a haver transparência nas doações eleitorais, mantendo a figura do doador oculto. Mantém-se, portanto, uma usina das irregularidades e a fonte da maioria dos escândalos brasileiros recentes. Ficaram fora do projeto e, portanto, do debate, questões como a fidelidade partidária, a cláusula de desempenho, o financiamento público das campanhas, a lista fechada, o voto distrital e a disciplina das coligações partidárias.

Por ser pífia e quase irrelevante para enfrentar as urgências de uma democracia que se torna exigente, a série de mudanças apreciadas e votadas não merece mesmo o qualificativo de reforma. Mais uma vez, confirmou-se que, por seu envolvimento e interesse direto, os parlamentares não têm condições de promover uma verdadeira reforma eleitoral, partidária e política. O país continua credor dessa mudança, pois só ela possibilitará a qualificação da representação política e o crescimento institucional. Enquanto a nação clama por medidas estratégicas e por normas estruturantes, o que lhe é oferecido é um conjunto descosido de regras eleitorais sem grandeza e sem vocação de permanência.

Fonte: Zero Hora

Inter empata com o Flamengo debaixo de chuva


INTER
Afogamento no Beira-RioA chuvarada que castigou Porto Alegre desde o começo da noite de sábado fez subir água na altura do peito do Inter e fez soar o alarme no Beira-Rio. Ontem, em um campo sem as mínimas condições de jogo, é bem verdade, o time empatou em 0 a 0 com o Flamengo. Mas o problema é que já são quatro jogos sem vencer (incluindo o Universidad de Chile) e até a vaga no G-4 começa a ficar ameaçada.

Imaginava-se desde cedo esse roteiro no domingo vermelho. O jogo que deveria receber público superior a 30 mil teve apenas 12 mil pessoas escondidas sob as marquises no Beira-Rio. Para amenizar os estragos da chuva no campo, serventes do clube usaram grandes rodos para tirar o excesso de água. O trabalho começou às 13h. Amenizou a situação, mas não resolveu. O Inter tentou, sem sucesso, convencer o árbitro do Distrito Federal Sandro Ricci a transferir a partida. Fracassou. Até porque não haveria uma data próxima – hoje, o Inter embarca para o Chile, onde quarta-feira enfrenta o Universidade.

Com a bola rolando (no sentido figurado, porque foi o que menos ela fez ontem no Beira-Rio), ficou a dúvida: afinal, a chuva prejudicou o Inter ou o Flamengo? Com o empate, a equipe está em queda livre no Brasileirão. Está na quarta colocação, que garante vaga na pré-Libertadores, e vê o Atlético-MG ao lado. O Palmeiras já está lá adiante, seis pontos à frente. Por causa da brutal queda de rendimento – nos últimos nove pontos, conquistou apenas um –, o título já começa a ficar improvável.

– O campeonato não terminou. Temos que recuperar fora os pontos perdidos em casa (para Cruzeiro e Flamengo). Pelo que vem jogando, o Palmeiras será punido – apostou o vice de futebol, Fernando Carvalho.

Para Tite, apesar do empate em casa, o resultado não tira do Inter o sonho de ser campeão. O técnico acredita que estará no páreo quem estiver próximo do líder a cinco rodadas do fim do campeonato. Sobre a queda de rendimento, Tite mostrou serenidade, culpou as perdas de jogadores e lembrou o retrospecto recente de remontagem do time.

– Não justifico queda técnica, só tento fazer que o time retome o antigo padrão. Se caímos foi por causa da reformulação do grupo – explicou-se.

Tite levará quase todos os titulares para o Chile. A ideia é usar força total por dois motivos: o jogo contra o Coritiba será só domingo, às 18h30min, e a Copa Sul-Americana poderá surgir ao final da temporada como a salvação da temporada caso o time fique alijado do título brasileiro.

– Neste momento, a Sul-Americana pode representar a retomada da nossa confiança. Mas também pode nos prejudicar – resumiu Tite.

leandro.behs@zerohora.com.br

LEANDRO BEHS
Fonte: Zero Hora

Grêmio perde para o Goiás


28 de setembro de 2009 | N° 16108AlertaVoltar para a edição de hojeGRÊMIO
Reclama, Autuori!
Para o técnico, Grêmio deixou de garantir vitória antes de o Serra Dourada desgastar a equipeO Grêmio saiu da 26ª rodada do Brasileirão pior do que entrou. Até o início da partida de ontem, contra o Goiás, estava a uma vitória do G-4. Chegou a ficar entre os quatro primeiros com o gol de Souza. Só que a virada de 2 a 1 do Goiás, comandada pelo veterano Iarley, o distancia cinco pontos dos times que irão à próxima Libertadores. Uma situação frustrante para um time que julgava ter superado suas dificuldades para atuar longe do Olímpico.

Pior. Para chegar ao título brasileiro, meta que Paulo Autuori ainda ambiciona, precisará superar a distância de 11 pontos que o separa do líder Palmeiras. Curiosamente, é no desempenho do time de Muricy Ramalho que o técnico do Grêmio se baseia para confiar na virada.

– Pelo que vi sábado do Palmeiras, a coisa não está tão clara assim para ele. A disputa será acirrada até o final. Vamos pegar lá dentro do Olímpico alguns adversários que estão na frente – projeta Autuori.

Para o diretor de futebol Luiz Onofre Meira, o futuro do Grêmio ficará definido nas próximas três rodadas. Ontem, ainda no Serra Dourada, o dirigente exigiu do time que faça “o dever de casa” domingo, contra o Sport, hoje na zona de rebaixamento.

– Os jogos contra Atlético-PR e Corinthians (ambos fora de casa), serão totalmente decisivos – acredita Meira.

Gre-Nal pode valer última vaga do G-4, projeta Duda

Entre os dirigentes do Grêmio, já se admite que o time poderá disputar com o Inter, hoje o quarto colocado, a última vaga na Libertadores. O presidente Duda Kroeff prevê que o Gre-Nal de 25 de outubro, no Beira-Rio, encaminhará a situação dos dois clubes gaúchos.

Autuori comparou o jogo de ontem ao disputado contra o Cruzeiro, no Mineirão, pela Libertadores. Lamentou que o Grêmio tivesse desperdiçado quase todas as chances de marcar no primeiro tempo. A exceção foi o gol de Souza, fruto de uma tabela perfeita com o artilheiro Jonas.

– Criamos jogadas e não concluímos. Deixamos fugir a oportunidade. Depois, sentimos o desgaste num campo muito difícil de se jogar. Mas já foi, não dá para ficar falando no que passou – conformou-se o técnico.

Autuori admite não ter ainda uma explicação para que a produtividade ofensiva de seu time caia tanto quando os jogos não são no Olímpico. Para o volante Tulio, a desorganização em alguns momentos possibilitou a vitória do Goiás.

– Permitimos que eles fizessem seu primeiro gol no contra-ataque, quando nós deveríamos explorar essa jogada – lamenta o volante, que substituiu Tcheco no segundo tempo, quando o time parecia satisfeito com o empate.

Obedecendo a uma das máximas do futebol, acabou perdendo.

ZERO HORA.com

Em vídeo e áudio, os gols da vitória gremista

Fonte: Zero Hora

Revista Veja







25 de setembro de 2009

Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br



Edição da semana (n° 2132 - 30 de setembro de 2009)


Especial
O pesadelo é nosso
Na contramão da tradição diplomática nacional, o Brasil se intromete na política interna de um país estrangeiro e o faz da pior maneira possível: como coadjuvante de Hugo Chávez.

• Índice da edição




Entrevista
Psiquiatra conta como sofreu com o défict de atenção na infância
Sucessão
Lula abençoa candidatura chapa- branca do deputado Ciro Gomes





Conjuntura
Economia brasileira está a todo vapor
Investidores estrangeiros retomam o nível pré-crise. Estados Unidos
Bill Clinton criou a sua própria ONU
Ele foi muito mais longe que os outros exs.




Ciência
Nova vacina contra aids, 31% de esperança
Pela primeira vez, evita-se infecção pelo vírus HIV. Saúde
Nova cirurgia é esperança para os obesos
Técnica faz emagrecer com menos efeito colateral.




Livros
Autoajuda corporativa ensina a tirar lições dos maus momentos
Educação
Americano Martin Carnoy faz retrato das escolas brasileiras





Vida brasileira
Você conhece United States of Sobral?
É como cearenses chamam uma cidade do sertão. Guia
Teste do gel antisséptico, a nova mania
Depois da Gripe A, ele está em todos os lugares.




Claudio de Moura Castro
A arte de governar
J.R.Guzzo
Ponto de partida





Destaques on-line
Em Profundidade
O que é possível aprender - e desaprender - no Youtube


Honduras
• Perguntas e respostas
• Linha do tempo
• Galeria de imagens
Entrevistas
• Rafaela Fisher
• Luciano Huck



Quem é quem
• Diet x light
Vídeo
• Como usar a plataforma vibratória nas academias



Galerias de fotos
• Imagens de semana
• No MASP, Walter Evans
• Exposição Montezuma





O BRASIL QUE QUEREMOS SER

Hora de discutir a democracia no Brasil
Nesta semana o painel de VEJA 40 anos discute a profissionalização da gestão pública brasileira. Envie sua proposta.

Participe e ajude a Mata Atlântica
Cada proposta ou comentário publicado no projeto VEJA 40 anos contribuirá para o plantio de uma muda de árvore nativa pela Fundação SOS Mata Atlântica.
www.veja.com.br/40anos/democracia
Colunistas
Blog
Reinaldo Azevedo
Tio Rei é fã da Condoleezza Rice


"Sentiremos saudades dela antes de Obama terminar seu mandatinho."

Radar on-line
Lauro Jardim
Quantos votos ele teria?


"Paulo Skaf caminha para filiar-se no PR. Quer ser candidato ao governo de SP."



Coluna
Augusto Nunes
Um batalhão de mulatas resolve


"Pelo que anda dizendo, Zelaya não precisa de exércitos."

Cenas Urbanas
Tony Bellotto
Champanhe, por favor!


"Que nos reste pelo menos o prazer de rir de toda essa desgraça."

Em VEJA
Diogo Mainardi
O presidente-muamba




De Paris
Antonio Ribeiro
Sir Winston Churchill


"Sem comentários é uma explêndida expressão."

VEJA 40 anos
Ronaldo França
Um passo para um acordo do clima


"Obama admitiu que países desenvolvidos têm mais responsabilidade no aquecimento global."

Consultório Sentimental
Betty Milan
Três x dois


"Para você, três é o número do prazer. Mas sua mulher quer exclusividade na relação sexual."

Espelho Meu
Lucia Mandel
Como tratar a celulite


Sustentável é pouco
Denis Russo
A internet da eletricidade


Chegada
Renato Dutra
Todo dia é dia de brigar com a preguiça


Homo obesus
Geraldo Medeiros
Uso e abuso de hormônio de crescimento







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Estado convocado 3.832

Estado convoca 3.832 aprovados no concurso da Brigada Militar
26/09/2009 10:15


O governo do Estado, por meio da Brigada Militar, está convocando a partir de hoje (24) os aprovados no Concurso 2009 da Brigada Militar. Já encontram-se disponíveis no site da Brigada Militar ( www.brigadamilitar.rs.gov.br ) os editais para a convocação dos candidatos aprovados e que ocuparão o cargo de Soldado.

De acordo com a BM, nesta etapa os aprovados deverão apresentar toda a documentação necessária para inclusão e sindicância da vida pregressa. Estão sendo preenchidas 3.832 vagas, distribuídas entre os diversos comandos regionais de policiamento ostensivo no Estado.

A iniciativa integra as ações do projeto Recuperação dos Efetivos da Segurança, do Programa Estruturante Cidadão Seguro (www.estruturantes.rs.gov.br ), que objetivando qualificar a infraestrutura do segmento da Segurança para a melhor prestação de serviços aos gaúchos.

Maiores informações também podem ser obtidas nos seguintes endereços eletrônicos:

http://www.brigadamilitar.rs.gov.br/editais/soldado/edital4a34.doc e

http://www.brigadamilitar.rs.gov.br/editais/soldado/edital4a35.doc

Contatos das Assessorias de Comunicação

Contatos das Assessorias de Comunicação Social da SSP
26/09/2009 10:20


Para facilitar e tornar mais ágil o trabalho dos profissionais de imprensa que buscam informações da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP/RS) e seus organismos vinculados (Polícia Civil, Brigada Militar, Instituto-Geral de Perícias e Superintendência dos Serviços Penitenciários), principalmente aos finais de semana e feriados, informamos os telefones celulares funcionais das respectivas assessorias, bem como telefones convencionais e e-mails para outras demandas durante a semana.

Solicitamos aos profissionais da mídia para que busquem sempre com as assessorias a intermediação de demandas junto às fontes de cada instituição. Ressaltamos também que ao pé da página inicial do site da SSP ( www.ssp.rs.gov.br ), no banner Cadastre-se, pode ser efetuado o registro para recebimento do mailing diário de notícias da Secretaria.

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA ( www.ssp.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Jornalista Amilton Belmonte.
Fone: (51) 3288-1919/3288-1994 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8670 *
e-mail: comunicacao@ssp.rs.gov.br

* Aparelho programado para receber apenas chamadas identificadas

POLÍCIA CIVIL ( www.pc.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Delegada Patrícia Tolotti Rodrigues
Fones: (51) 3288-2380/3288-2381 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
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BRIGADA MILITAR ( www.brigadamilitar.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Tenente-Coronel Valmor Araújo de Mello
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Assessor de Imprensa: Jornalista Marco Antonio Vieira
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PMS Temporários

Governadora autoriza contratação de 300 novos PMs temporários
26/09/2009 10:23


A governadora Yeda Crusius autorizou a contratação de 300 novos soldados temporários no serviço ativo da Brigada Militar (BM). Alinhado ao Programa Estruturante Cidadão Seguro, a chegada dos novos PMs - que não vão onerar o Estado com novas aposentadorias -, irá proporcionar a liberação dos servidores de carreira para as atividades de policiamento ostensivo e outras de maior responsabilidade funcional.

A ação está alinhada ao projeto de Recuperação dos Efetivos do Programa Estruturante Cidadão Seguro ( www.estruturantes.rs.gov.br ). Definido como o Plano de Segurança do governo do Rio Grande do Sul, o Cidadão Seguro prevê a destinação, pela governadora, de R$ 462 milhões para investimentos até 2010, distribuídos em seis projetos: Ampliação de Vagas Prisionais; Renovação da Frota de Veículos; Recompletamento dos Efetivos; Modernização dos Sistemas de Inteligência da Segurança; Reforma de Prédios da Brigada Militar e da Polícia Civil; e o Recomeçar, projeto que trata da ressocialização de apenados.

"Estamos qualificando os serviços públicos e resgatando os compromissos importantes do Estado com seus cidadãos, principalmente na Segurança Pública", afirmou a governadora Yeda Crusius. Ela acrescenta que até o momento foram entregues 1.009 viaturas, sendo 11 novos caminhões para o Corpo de Bombeiros, através da Consulta Popular. "Deveremos entregar, até o final deste ano, mais 550 viaturas para a Brigada Militar, Polícia Civil, Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) e o IGP", acrescentou.

O Programa Cidadão Seguro, através do Projeto Renovação da Frota de Veículos, prevê a compra de 2 mil veículos zero quilômetro, até 2010, para os órgãos da Segurança Pública.

Fonte: Site do Estado

Delegacia da Mulher

Yeda cria segunda Delegacia de Polícia para Mulher em Porto Alegre
26/09/2009 10:30


A governadora Yeda Crusius autorizou a criação da segunda Delegacia de Polícia para Mulher em Porto Alegre, que atenderá vítimas de violência. O órgão terá, também, a responsabilidade de prevenir e reprimir as infrações penais, em especial as lesões corporais, contra a liberdade pessoal e contra a dignidade sexual.

Na Delegacia, as mulheres poderão registrar as ocorrências em salas individuais, longe do público, podendo também tirar dúvidas e receber conselhos. Hoje, se pode constatar que é a Delegacia da Mulher o primeiro órgão a ser procurado pela vítima após um delito ocorrido no âmbito familiar. É ainda a Delegacia o único órgão aberto 24 horas para o atendimento específico às mulheres vítimas de violência. Atualmente, a Polícia Civil conta com mais de dez Delegacias de Polícia Especializadas no Rio Grande do Sul.

A governadora Yeda Crusius observa que a segurança pública está entre as prioridades do governo: "Estamos investindo para implementar serviços públicos cada vez mais ágeis e de qualidade ao cidadão e à cidadã gaúcha. E esta nova Delegacia da Mulher vem ao encontro desses objetivos, resgatando a dignidade e a cidadania da população feminina".

Fonte: Site do Estado

Professor Paulo Moura


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26/09/2009
Artigos

MARCO REGULATÓRIO DO PRÉ-SAL DEMARCA DIFERENÇAS ENTRE PT E PSDB
por Paulo G. M. de Moura

Desde que chegou ao poder, Lula tem sido elogiado por ser um continuador do governo supostamente “neoliberal” do ex-presidente FHC. A acusação, além de injusta, é imprecisa do ponto de vista analítico e conceitual. Nem Lula é apenas continuador da obra de FHC; nem FHC e os tucanos são neoliberais. Se FHC fosse neoliberal teria reformado o Estado e enterrado o patrimonialismo; teria privatizado a Petrobrás, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, mudando tudo em bases tais que dificilmente Lula teria como reverter, o que agora está fazendo, a partir de sementes “socialdemocratas” que o governo tucano que o antecedeu plantou. O elogio tucano a Lula se apóia na linha de continuidade que vinculava a política econômica do governo atual ao anterior. Há diversas outras práticas em que o governo Lula reproduz, tal como na política econômica, de forma mais competente (formação da base de apoio parlamentar; marketing; políticas sociais, etc.), a tecnologia do governo tucano que o antecedeu. Mas, a bem da verdade e da precisão analítica, e até mesmo para auxiliar o desnorteado PSDB na reconstrução da identidade tucana expropriada pelo neopetismo, convém botar os pingos nos “j”...


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Dr. Paulo G. M. de Moura
Consultoria em Comunicação & Análise Política
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Morte por Gripe Suína em Vacaria RS

Confirmada a quarta morte por Gripe A em Vacaria

A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul confirmou, nesta sexta-feira (25), mais sete mortes causadas pela nova gripe. As vítimas são quatro crianças, dois homens e uma mulher. Ao todo já foram registrados 190 óbitos no estado.
Entre as crianças, as vítimas são um menino de 10 anos, em Uruguaiana (RS), e uma menina de 2 anos, em Bento Gonçalves (RS), ambos com encefalopatia. Com problemas no coração, morreram ainda uma menina de 5 anos, em Passo Fundo (RS) e um menino de 2 anos em Porto Alegre.
Em Lagoa Vermelha (RS), morreu um homem de 54 anos, fumante. Outro homem, 18 anos, morreu em Vacaria (RS). Ele era obeso e tinha diabetes.
Uma mulher de 64 anos morreu em Rodeio Bonito (RS). Não foi informado se ela tinha alguma doença preexistente.


As informações são do site G1

Rádio Fátima AM (Jornalismo), 26/09/2009, 08h12