segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Agência Piratini

Caso não visualize adequadamente o boletim abaixo. Clique aqui.
Nº 24 de Sexta-feira, 31 de Julho de 2009 - Porto Alegre - RS - BrasilBoletimEnviar para um amigoReceber por e-mailEdições AnterioresFale Conosco Saúde
Governadora contrata ambulâncias para reforçar enfrentamento da gripe
A medida beneficia as regiões que ainda não são cobertas pelo Sistema Salvar/Samu, para atendimento móvel de urgência. Saúde
Lançado site do Estado para esclarecer dúvidas sobre a gripe A
Página traz esclarecimentos sobre a doença, notícias e ações para enfrentar a gripe A. Usos Múltiplos da Água
Projeto planeja o aproveitamento das potencialidades da região do rio Uruguai
Iniciativa dos governos gaúcho e catarinense conta com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Segurança
Instituto Penal de Canoas e Albergue de Gravataí recebem investimentos do Estado
Serão recuperadas redes elétrica e hidráulica, instalações hidrossanitárias, grades, estruturas de alvenaria e cobertura de prédio. Ano da França no Brasil
Ingresso solidário no Margs resulta em 16 toneladas de alimentos à Campanha do Agasalho
Funcionários da Defesa Civil não param de carregar sacolas de roupas e alimentos doados pelos visitantes da exposição Arte na França 1860-1960: O Realismo, no Margs. Concurso Público
Governadora autoriza concurso público para o Procon/RS
Vagas são para cargo de assessor administrativo, Classe A, do Quadro dos Funcionários Técnicos-Científicos do Estado.
BoletimEnviar para um amigoReceber por e-mailEdições AnterioresFale ConoscoCaso não queira mais receber Notícias do Piratini do Rgs. Clique aqui

Angola

Caros Amigos
Pressuponho que Angola vá participar, mas gostava de ter uma resposta
vossa para poder publicar a notícia no site MyAngola, se assim o
entenderem.

Muito grata envio o meu Abraço,

Filomena

2009/8/1 :
>
>
> fonte: a semanaonline
>
> "Poupe papel. Antes de imprimir este e-mail pense bem se tem mesmo que o
> fazer. Há cada vez menos árvores"
>
> FESMAN adiado para 2011
> 31-07-09
>
> O Festival Mundial das Artes Negras (FESMAN), inicialmente previsto para
> Dezembro próximo, foi adiado para 2011, anunciou o primeiro-ministro
> senegalês, Souleymane Ndéné Ndiaye.
>
> "Tendo em conta as implicações dum tal festival e a extraordinária
> efervescência que ele suscita, é justo que controlemos toda a sua
> organização. É a razão pela qual, e de acordo com todos os nossos parceiros,
> o chefe de Estado, Abdoulaye Wade, decidiu adiar por alguns meses a sua
> organização para preparar melhor o nosso país para acolher condignamente
> seus hóspedes e fazer deste evento um grande sucesso", declarou Ndiaye
> diante do Parlamento do seu país.
>
> Ndiaye afirmou que, com esse objectivo, o Estado senegalês está a construir
> o Grande Teatro Nacional, o Monumento do Renascimento Africano, a Escola das
> Artes, a Escola de Arquitectura, a Casa da Música e o Museu das Civilizações
> Negras. Também, garantiu o primeiro ministro senegalês, vai prosseguir o
> programa de realização de infra-estruturas culturais nas regiões,
> nomeadamente a construção de complexos culturais regionais, a restauração de
> sítios e monumentos históricos e a criação dos pólos de apoio técnico e
> logístico.
>
> A previsão do governo senegalês é de que mais de cinco mil artistas e
> convidados de vários países, inclusive aqueles que têm herança cultural e
> étnica africana, participarão no evento. Por isso, foi reservado para o III
> FESMAN, que decorrerá sob o lema “Renascença dos Países Africanos”, um
> espaço de 40 mil metros quadrados. Ali serão construídos palcos, salas de
> espectáculos e cerca de mil tendas.
>
> A expectativa é de que mais de um milhão de pessoas assistirá a esta edição
> que tem o Brasil como país convidado. A delegação do país irmão, com
> aproximadamente 50% da população negra ou mestiça, será composta de 300
> talentos musicais e dançarinos (áreas que tornaram o Brasil renomado no
> mundo inteiro), além de escritores, pintores, cineastas e criadores de moda.
>
> Cabo Verde também já escolheu os artistas para o III FESMAN. A banda Ferro
> Gaita, o grupo de dança Bibinha Cabral e o investigador Charles Akibodé, que
> irá apresentar uma comunicação sobre a importância da Cidade Velha no quadro
> do tráfico negreiro no Atlântico, são três dos seleccionados para
> representar Cabo Verde na III Festival Mundial das Artes Negras.
>
> E, para além dos nomes já citados, Cabo Verde deverá participar no III
> FESMAN com artistas senegaleses de origem cabo-verdiana, nomeadamente os
> grupos de San Jon de Dakar, e representantes das áreas audiovisual e
> artesanal.
>
>
>
>


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Gripe Suína

São quatro textos e dois vídeos de pessoas respeitáveis no mundo científico e sem compromisso com os interesses dos grandes capitais que envolvem a busca do lucro através da disseminação de virus e noticiários alarmistas

sobre doenças e, agora, com a pandemia da gripe porcina, suina, leitão, etc. São jogos de interesses que vão de altos políticos da admnistração norte-americana aos poderosos laboratórios internacionais.

Como disse a companheira Bertha "...algo assustador mas previsiveis." ou como se reporta o companheiro Politi: "Uma pandemia de lucro".

Vanderley





Caro Vanderley,

repassando algo assustador mas previsível.....

Bertha

.

Ana licen esto, que al parecer ya está saliendo a la luz todo lo que habíamos estado comentando.




-6/26/09, Newsletters Cambios Planetarios wrote:




Gravísimo







Gravísimo: Acusan a la OMS y a Obama de bioterrorismo por la gripe porcina

http://www.urgente24.com/index.php?id=ver&tx_ttnews[tt_news]=124834&cHash=d66461ec09

Links en Inglés al pie de la Newsletter





Bárbara Minton, editora del popular sitio de información sobre la salud, Natural News, presenta una investigación efectuada por una periodista austríaca, Jane Bürgermeister, que denuncia a grandes laboratorios, la OMS y hasta al presidente de USA, Barack Obama, de ser parte de un plan de vacunación masiva contra la gripe porcina que tendría como fin real reducir la población mundial significativamente.



TORONTO (Natural News) - En julio se espera que esté lista la vacuna de Baxter contra la gripe A /H1N1. Una periodista de investigación de Austria alerta al mundo que el mayor crimen en la historia de la humanidad está en marcha. Jane Bürgermeister ha presentado cargos penales al FBI en contra de la Organización Mundial de la Salud (OMS), las Naciones Unidas (ONU), y varios altos funcionarios de Gobiernos y empresas en relación con el bioterrorismo y los intentos de cometer asesinatos en masa.



También ha preparado un mandamiento judicial contra la vacunación que se está presentado en América. Estas acciones siguen sus cargos en abril y en contra de Baxter AG and Avir Green Hills Biotechnology de Austria por producir vacunas contra la gripe con aves contaminadas , alegando que se trataba de un acto deliberado de provocar y sacar provecho de una pandemia.



Resumen de las reclamaciones y denuncias presentadas ante el FBI en Austria el 10 de junio, 2009



En su acusación, Bürgermeister presenta pruebas de los actos de bioterrorismo que se encuentra en violación de la ley de EE.UU. por un grupo que operan en los EE.UU. bajo la dirección de los banqueros internacionales que controlan la Reserva Federal , así como la OMS, la ONU y la OTAN.



Este es el bioterrorismo con el fin de llevar a cabo un genocidio en masa contra la población de los EE.UU. mediante el uso de la ingeniería genética una pandemia de gripe de virus con la intención de causar la muerte. Este grupo ha elevado anexo de las oficinas gubernamentales en los EE.UU.



En concreto, se presentan evidencias de que los acusados, Barack Obama, Presidente de los EE.UU., David Nabarro, Coordinador del Sistema de las Naciones Unidas para la Gripe, Margaret Chan, Directora General de la OMS, Kathleen Sibelius, Secretario del Departamento de Salud y Servicios Humanos, Janet Napolitano, Secretario del Departamento de Seguridad Interior, David de Rotschild, banquero, David Rockefeller, banquero, George Soros, el banquero, Werner Faymann, Canciller de Austria, y Alois Stoger, Ministro de Salud de Austria,



entre otros, son parte de este sindicato internacional penal de las empresas que ha desarrollado, producido, almacenado armas biológicas y empleados para eliminar la población de los EE.UU. y otros países para obtener beneficios políticos y financieros.



Las acusaciones sostienen que estos acusados conspiraron entre sí y con otros para diseñar, financiar y participar en la fase final de la ejecución de un programa encubierto de armas biológicas internacional con la participación de las empresas farmacéuticas Baxter y Novartis.



Ellos hicieron esto por bioingeniería y liberaron agentes biológicos letales, en particular la “gripe aviar” y el virus de la gripe porcina ”con el fin de tener un pretexto para poner en marcha un programa de vacunación en masa forzado que sería el medio de la administración de un agente biológico tóxico de causar la muerte y lesiones a la población de los EE.UU. Esta acción constituye una violación directa sobre las armas biológicas de la Ley contra el terrorismo.



Los cargos de Bürgermeister incluirán pruebas de que Baxter AG, filial austriaca de Baxter International, deliberadamente envió 72 kilos de aves vivas infectadas con el virus de la gripe, facilitadas por la OMS en el invierno de 2009 a 16 laboratorios en cuatro condados.



Afirma que esta prueba ofrece una prueba clara de que las empresas farmacéuticas internacionales y los organismos gubernamentales están participando activamente en la elaboración, desarrollo, fabricación y distribución de agentes biológicos clasificados como los más letales armas biológicas en la tierra con el fin de desencadenar una pandemia y causar la muerte en masa.



En sus cargos en abril, señaló que el laboratorio de Baxter en Austria, uno de los laboratorios en bioseguridad, supuestamente, más seguros en del mundo, no se adhieren a las más básicas y esenciales medidas en bioseguridad para mantener 72 kilos de un patógeno clasificado como un arma biológica en un lugar seguro y aislado del resto sustancias , sino que permite que se mezcle con el virus de la gripe humana normal y enviados desde sus instalaciones en Orth en el Donau.



En febrero, un funcionario de Biotest en la República Checa probó la vacuna en hurones, los hurones murieron. Este incidente no fue seguido por una investigación de la OMS, la Unión Europea , de Austria o las autoridades sanitarias. No hubo ninguna investigación del contenido de los virus en esa vacunal, y no hay datos sobre la secuencia genética del virus en libertad.



En respuesta a preguntas parlamentarias el 20 de mayo, el Ministro de Salud de Austria, Alois Stoger, reveló que el incidente no se había manejado como un lapso de bioseguridad, ya que debería haber sido, sino como un delito contra el código sobre medicamentos veterinarios. Un médico veterinario ha sido enviado al laboratorio para una breve inspección.



El expediente de Bürgermeister revela que la liberación de los virus era un paso mas para desencadenar una pandemia que permitiría a la OMS declarar una pandemia de Nivel 6. Ella enumeran las leyes y decretos que permiten a la ONU y la OMS hacerse cargo de los Estados Unidos en caso de pandemia. Además, la legislación que exige el cumplimiento obligatorio con las vacunas se pondría en vigor en los EE.UU. en condiciones de declararse una pandemia.



Los cargos se basan en que la pandemia de la “gripe porcina” es un negocio y una gran mentira y que no hay ningún virus que represente una amenaza para la población. Presenta pruebas que conducen a creer que el virus de la gripe aviar y la gripe porcina han sido creados por laboratorios de bioingeniería , utilizando fondos proporcionados por la OMS y otros organismos gubernamentales, entre otros. Esta “gripe porcina” es un híbrido entre gripe porcina, gripe humana y gripe aviar, algo que sólo pueden provenir de laboratorios de acuerdo con muchos expertos.



La OMS afirma que esta “gripe porcina” se está extendiendo y la pandemia debe ser declarada haciendo caso omiso de las causas fundamentales. El virus que se creó y fué puesto en libertad con la ayuda de la OMS, y la OMS es responsable de la abrumadora pandemia en primer lugar. Además, los síntomas de la supuesta “gripe porcina” son indistinguibles de los periódicos de la gripe o resfriado común. La “gripe porcina” no causa mas muertes que la gripe ordinaria.



Bürgermeister toma nota de que las cifras de muertes registradas por la “gripe porcina” son incompatibles y no hay claridad en cuanto a la forma en que el número de “muertes” se ha documentado.



No hay potencial pandémico para vacunaciones en masa a menos que se lleven a cabo a militarizar la gripe, con el pretexto de proteger a la población. Hay motivos razonables para creer que la obligación de las vacunas será adrede contaminada con enfermedades que están específicamente diseñados para causar la muerte.



Se hace referencia a una licencia de Novartis vacuna contra la gripe aviar que mató a 21 personas sin hogar en Polonia en el verano de 2008 y tuvo como “medida de resultado primario” de “eventos adversos", cumpliendo así el gobierno de EE.UU. de la propia definición de un arma biológica (una agente biológico destinado a causar una tasa de eventos adversos, es decir, la muerte o lesiones), con un sistema de prestación de servicios (de inyección).



Ella alega que el mismo complejo de las compañías farmacéuticas internacionales y los organismos gubernamentales que han desarrollado y puesto en libertad la pandemia se han posicionado para beneficiarse de desencadenar contratos de suministro de vacunas. Medios de comunicación controlados por el grupo están difundiendo información errónea sobre la “gripe porcina” calmando a la población de los EE.UU. para que tomen la vacuna peligrosa.



El pueblo de los EE.UU. sufrirá importantes e irreparables daños y perjuicios si se ven obligadas a tomar esta vacuna no probada sin su consentimiento de conformidad con el modelo de la Ley de Estado de Emergencia Sanitaria, la Ley de Emergencia Nacional, la Directiva Presidencial de Seguridad Nacional / NSPD 51, Seguridad de la Patria Directive /HSPD-20 presidencial, y la Alianza Internacional sobre la Gripe Aviar y Pandémica.



Bürgermeister alega que en los EE.UU. desde 2008 se ha acelerarado la aplicación de leyes y reglamentos destinados a los ciudadanos de los EE.UU. legitimando según sus derechos constitucionales a negarse ser vacunados.



Estas personas han creado o permitido dispuesto a permanecer en el lugar que lo convierten en un delito de negarse a tener una inyección contra la pandemia de virus.



Ellos han impuesto penas o crueles sanciones tales como penas de prisión y / o de cuarentena en los campos de FEMA, a la vez que restringen a los ciudadanos de los EE.UU. a reclamar la indemnización de las lesiones o la muerte por la inyección forzada. Esto es una violación de las leyes federales que regulan la corrupción y el abuso de poder, así como de la Constitución y la Carta de Derechos.



A través de estas acciones, los acusados han sentado las bases para el genocidio en masa.

Usando la “gripe porcina”, como pretexto, los acusados han planeado el asesinato en masa de la población de los EE.UU. por medio de la vacunación forzada. Han instalado una extensa red de campos de concentración de FEMA, han construído fosas comunes y han participado en la elaboración y aplicación de un plan de mano el poder sobre los EE.UU. a un crimen internacional que utiliza el sindicato de la ONU y la OMS como un frente de chantaje ilegal influido en las actividades de la delincuencia organizada, en violación de las leyes que rigen la traición.



Además, los cargos al complejo de empresas farmacéuticas como Baxter, Novartis y Sanofi Aventis son parte de un programa de armas biológicas de doble propósito, financiado por el sindicato de este penal internacional y diseñado para la aplicación de los asesinatos en masa para reducir la población del mundo en más de 5 millones de personas en los próximos diez años. Su plan es sembrar el terror para obligar a la gente a renunciar a sus derechos.



Al eliminar la población de América del Norte, la élite internacional tendrá acceso a los recursos naturales como el agua y el aceite de las tierras subdesarrolladas. Y mediante la eliminación de los EE.UU. y su constitución democrática al subsumir bajo una Unión de América del Norte, el grupo de delincuencia internacional tendrá el control total de América del Norte.



Lo más destacado de expediente completo



El expediente completo del 10 de junio es un documento de 69 páginas donde presenta pruebas que justifican todos los cargos.



Esto incluye:

Antecedentes de hecho que se esbozan líneas de tiempo y los hechos que establecer la causa probable, la ONU y la OMS, las definiciones y funciones, y la historia y de los incidentes de abril de 2009 con el brote de la “gripe porcina”.



Pruebas de que la vacuna contra la “gripe porcina” se define como arma biológica como delinean los organismos gubernamentales y regulaciones que restringen la clasificación y vacunas.



La evidencia científica de la “gripe porcina” es un virus artificial (genética).

La evidencia científica de que la “gripe porcina” se asemeja a la bioingeniería para el virus de la gripe española de 1918 y un informe de la revista Ciencia Dr. Jeffrey Taubenberger.



La secuencia del genoma de la “gripe porcina”



Prueba de la liberación de la “gripe porcina” en Mexico



Pruebas de la participación del Presidente de que Obama delinea su viaje a México, que coincidió con la reciente foco de “gripe porcina” y la muerte de varios funcionarios involucrados en su viaje. Afirmación es que el Presidente nunca fue atacado por la “gripe porcina” porque había sido previamente vacunado.



Pruebas de la función de Baxter y la OMS en la producción y liberación de la pandemia del virus en Austria. El material incluye una declaración de un oficial de Baxter indicando el H5N1 en la República Checa se recibió de un centro de referencia de la OMS.



Esto incluye la delimitación de las pruebas y alegatos de los cargos presentados por Bürgermeister en abril en Austria, que actualmente están bajo investigación.



Pruebas de Baxter está dentro de una red encubierta de armas biológicas. Pruebas de que Baxter ha contaminado deliberadamente vacunas o material relacionado. Prueba de vacunas de Novartis se está utilizando como armas biológicas. Pruebas de la función de la OMS en el programa de armas biológicas.



Pruebas de la manipulación de datos de la OMS acerca de la enfermedad con el fin de justificar la declaración de una pandemia Nivel 6 con el fin de tomar el control de los EE.UU..



Pruebas del papel del Laboratorio Nacional de Microbiología de Canadá en el programa de armas biológicas.



Pruebas de la participación de los científicos que trabajan para el Reino Unido de NIBSC, y el CDC en la ingeniería de la “gripe porcina”.



Prueba que vacunas causaron muertes durante la gripe española de 1918 incluida la creencia del Dr. Jerry Tennant que el uso generalizado de la aspirina durante el invierno que siguió al final de la Primera Guerra Mundial podría haber sido un factor clave que contribuye a la pandemia antes de la supresión del sistema inmunitario y la reducción de la temperatura corporal, permitiendo que el virus de la gripe se multiplicarse.



Tamiflu y Relenza, también la bajan la temperatura del cuerpo y, por tanto, también pueden ser llamados a contribuir a la propagación de una pandemia.

Pruebas de la manipulación del marco jurídico para permitir el asesinato en masa con impunidad.



Cuestiones constitucionales: la legalidad frente a la ilegalidad de poner en peligro la vida, la salud y el bien público por la vacunación en masa.



La cuestión de la inmunidad y la indemnización como prueba de la intención de cometer un delito.



Pruebas de la existencia de un sindicato internacional de la delincuencia empresarial.



Pruebas de la existencia de los “Illuminati”.

Pruebas de la agenda de la despoblación de los Illuminati / Bilderbergs y su participación en la ingeniería y la liberación de los artificiales “gripe porcina” del virus.



Pruebas de que en armas contra la gripe se discutió en la reunión anual de Bilderberg en Atenas a partir de mayo 14-17, 2009, como parte de su programa de genocidio, incluida una lista de asistentes que, de acuerdo con una declaración, una vez formuladas por Pierre Trudeau, se ven a sí mismos como genéticamente superior al resto de la humanidad.


FUENTE EN ESPAÑOL:

http://www.urgente24.com/index.php?id=ver&tx_ttnews[tt_news]=124834&cHash=d66461ec09


FUENTE EN INGLES:

http://www.naturalnews.com/z026503_pandemic_swine_flu_bioterrorism.html



Estas fuentes fueron removidas de la web
http://www.naturalnews.com/flu_vaccine.html flu

http://www.naturalnews.com/pandemic.html pandemic

http://www.naturalnews.com%20/swine_flu.html

http://www.naturalnews.com/vaccines.html vaccines





Esto no es nada nuevo, se supo desde el principio pero ahora finalmente sale a la luz pública.







Kristen Neiling
Dirección y Producción

Agencia CPl.News ®

" el día después de mañana", es hoy






































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----- Original Message -----
From: Maurice Politi




PANDEMIA DE LUCRO

Que interesses económicos se movem por detrás da gripe porcina???
No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vitimas da Malária que se podia prevenir com um simples mosquiteiro.
Os noticiários, disto nada falam!
No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarreia que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 centimos.
Os noticiários disto nada falam!
Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas, provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano.
Os noticiários disto nada falam!
Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves...

...os noticiários mundiais inundaram-se de noticias...
Uma epidemia, a mais perigosa de todas... Uma Pandemia!
Só se falava da terrífica enfermidade das aves.
Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas, em 10 anos... 25 mortos por ano.
A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio milhão contra 25.
Um momento, um momento. Então, porque se armou tanto escândalo com a gripe das aves?
Porque atrás desses frangos havia um "galo", um galo de crista grande.
A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflú vendeu milhões de doses aos países asiáticos.
Ainda que o Tamiflú seja de duvidosa eficácia, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população.
Com a gripe das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de lucro.
-Antes com os frangos e agora com os porcos.
-Sim, agora começou a psicose da gripe porcina. E todos os noticiários do mundo só falam disso...
-Já não se fala da crise económica nem dos torturados em Guantánamo...
-Só a gripe porcina, a gripe dos porcos...
A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflú. O principal accionista desta empresa é nada menos que um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, secretário da defesa de George Bush, artífice da guerra contra o Iraque...
Os accionistas das farmacêuticas Roche e Relenza estão esfregando as mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso Tamiflú.
A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da saúde.
Não nego as necessárias medidas de precaução que estão a ser tomadas pelos países.
Mas se a gripe porcina é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação.
Se a Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com esta enfermidade, porque não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la?
Prescindir das patentes da Roche e Relenza e distribuir medicamentos genéricos gratuitos a todos os países, especialmente os pobres. Essa seria a melhor solução.
PASSEM ESTA MENSAGEM POR TODOS LADOS, COMO SE TRATASSE DE UMA VACINA, PARA QUE TODOS CONHEÇAM A REALIDADE DESTA "PANDEMIA".

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----- Original Message -----
From: Marco Aurélio





Caros amigos e amigas.

Vou abster-me de fazer qualquer comentário, desejo apenas sugerir para que assistam o
vídeo



- http://www.youtube.com/watch?v=gKwk8Kq8QXA


e vejam a DENÚNCIA QUE ESTÁ SENDO FEITA contra o governo norte-americano, herança
maldita do Bush, e contra a indústria farmacêutica Roche.
E que cada um tire as suas próprias conclusões.

Cordialmente,

Renato de la Rocha (Rocha e não Roche, felizmente)





Enviado por: "Renato de la Rocha" renatodelarocha@ibest.com.br






----- Original Message -----
From: Marat Guedes Barreiros



O negócio do medo
Sabe que o vírus da gripe suina foi descoberto há 9 anos no Vietname?

Sabe que desde então morreram apenas 100 pessoas EM TODO O MUNDO durante estes 9 anos?

Sabe que os americanos foram os que informaram acerca da eficácia do TAMIFLU (antiviral humano) como preventivo?

Sabe que o TAMIFLU apenas alivia alguns sintomas da gripe comum?

Sabe que a sua eficácia no tratamento da gripe comum está a ser
questionada por grande parte da comunidade científica?

Sabe que perante um SUPOSTO vírus mutante como o H5N1, o TAMIFLU
apenas aliviará alguns sintomas?

Sabe quem comercializa o TAMIFLU? Laboratórios ROCHE.

Sabe a quem a ROCHE comprou a patente do TAMIFLU em 1996? À GILEAD SCIENCES INC.

Sabe quem era o presidente da GILEAD SCIENCES INC. e principal
accionista? DONAL RAMSFELD, ex Secretário da Defesa norte
americana no governo Bush.

Sabe que a principal base do TAMIFLU é o anis estrelado?

Sabe quem é que detém 90% da produção da árvore de anis estrelado?
ROCHE.

Sabe que as vendas do TAMIFLU passaram de 254 milhões em 2004 para mais de 1.000 milhões em 2005?
Sabe quantos mais milhões pode ganhar a ROCHE nos próximos meses se continuar este negócio do medo?

O resumo do negócio é o seguinte:


Os amigos de Bush decidiram que um fármaco como o TAMIFLU é a solução para uma pandemia que ainda não ocorreu e que causou 100 mortos no mundo inteiro desde há 9 anos.

Este fármaco não cura nem sequer a gripe comum.

O vírus não afecta o ser humano em condições normais.

Ramsfeld vende a patente do TAMIFLU à ROCHE e esta paga-lhe uma verdadeira fortuna.

A ROCHE adquire 90% da produção do anis estrelado que é a base do antiviral.

Os governos do mundo inteiro sentem-se ameaçados por uma pandemia e compram à ROCHE quantidades industriais deste produto.

Nós acabamos por pagar o medicamento, e, Ramsfeld, Cheney e Bush fazem um belo negócio...


ESTAMOS LOUCOS, OU SOMOS TODOS IDIOTAS?


Ao menos passe este documento para que mais gente saiba.

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----- Original Message -----
From: naturamal57
ASSISTAM ANTES QUE SAIA DO AR à respeito da gripe





NÃO DEIXEM DE ASSISTIR A ESTE DEPOIMENTO DO DR. LEONARD HOROWITZ SOBRE A DISSEMINAÇÃO E POSSÍVEL CRIAÇÃO DO NOVO VIRUS DE GRIPE


http://www.youtube.com/watch?v=0K2LdGUca9w


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Por trás da pandemia: Suína ou A (H1N1)?
Escrito por Grupo de São Paulo
22-Jul-2009

Tudo começou no final de abril quando, mais uma vez, séria ameaça somou-se a tantas outras que preocupam a humanidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou a iminência de risco pandêmico de um novo tipo de doença proveniente de vírus desconhecido, Influenza A (H1N1), similar ao vírus da Gripe Espanhola. Classificou o alerta como de nível 4 e, logo em seguida, reclassificou-o como de nível 5, um abaixo do alerta máximo.


O vírus em questão surgiu no estado de Veracruz, no México, em estabelecimentos agroindustriais ligados às grandes cadeias do agronegócio internacional da suinocultura (Granjas Carroll). O vírus é resultado de recombinação genética inédita de vários tipos de cepas – aviárias, suínas e humanas. Essa recombinação deu-se no organismo dos suínos, bastante propicio para tanto. O fato de ser inédito implica em desconhecimento quanto às suas características – letalidade, capacidade de infecção entre os seres humanos, potencialidade de novas mutações etc.


Outro fator preocupante é que há cinco anos o mundo já se prepara e vive a possibilidade de enfrentar uma pandemia pelo vírus A (H5N1), o da Gripe Aviária, de altíssimo nível de letalidade.


O alerta da OMS significava, portanto, que doença ainda desconhecida estava prestes a atingir a sociedade humana em vários países e continentes. A infecção seria primordialmente pulmonar e transmitida por via oral e por contatos diretos e indiretos entre os seres humanos.


Em artigo publicado na Folha de São Paulo, no dia 02/06/2009 (pg. 03), o médico epidemiologista Jarbas Barbosa da Silva Junior, esclarece: "Encontramo-nos agora na situação epidemiológica mais próxima a uma pandemia desde que a última ocorreu em 1968 - a chamada Gripe de Hong Kong (40 mil vítimas). Tecnicamente, só é necessário confirmar que o vírus estabeleceu transmissão sustentável em pelo menos um país de outro continente, pois, nas Américas, essa condição já foi alcançada: México, EUA e Canadá".


A partir da manifestação da OMS, passou-se a assistir uma disputa de idéias e interesses nem sempre humanitários e científicos, mas também mesquinhos ou meramente do tipo business is business. Muitos qualificaram a atitude da Organização como alarmista, vinculando-a algumas vezes aos interesses da indústria farmacêutica. Cumpre, todavia, reconhecer, por ciência e por prudência, que a história das epidemias e pandemias justifica o tipo de alerta. Basta destacar alguns dos fatos que fazem parte da memória coletiva da humanidade: século XIV, Peste Negra (atinge toda a Europa e provoca a morte de 1/3 da população); 1918, Gripe Espanhola (primeiros casos detectados em Kansas nos EUA - as estimativas de mortes variam entre 50 e 100 milhões de vítimas); e tantas outras como a Asiática, a Aviária e a SRAS – Síndrome Respiratória Aguda Severa.


Se de um lado justifica-se a atitude da Organização Mundial da Saúde a respeito da magnitude do alerta, por outro causa espécie e desconfiança a mudança do nome da gripe de Porcina ou Suína para o neutro A (H1N1). Esta alteração não é um fato qualquer e precisa ser realçado. A OMS, órgão das Nações Unidas cuja missão é cuidar da saúde mundial cedeu rapidamente aos lobbies das grandes empresas da cadeia da carne suína. Todavia, é evidente que essas poderosas companhias estão entre os responsáveis pelo aparecimento de vírus recombinados com potencial de atingir fortemente a saúde humana.


O depoimento do professor Mike Davis, da Universidade da Califórnia (em Irvine), publicado no jornal Britânico The Guardian e divulgado pelo jornalista Ivan Marsilis (OESP 17/05/2009, pg. J8) esclarece a respeito: "Em 1995, havia nos Estados Unidos 53 milhões de porcos espalhados por mais de 1 milhão de fazendas. Hoje 65 milhões de porcos concentram-se em 65 mil instalações. Isso significou uma transição dos antiquados chiqueiros para gigantescos infernos fecais, com dezenas de milhares de animais amontoados sobre um calor sufocante, com sistemas imunológicos debilitados e prontos a intercambiar agentes patogênicos à velocidade de um raio". O professor Mike reagia à tentativa da indústria de desvincular-se do problema.


Tão logo veio a público a origem genética e o local em que surgiu o vírus, começaram a circular denúncias sobre as características da produção local praticada pelas Granjas Caroll, ligadas à poderosa norte-americana Smithfields Foods, tida como a maior empresa criadora e processadora de carne de suínos do mundo.


O periódico La Jornada (06/05/2009), em matéria de Alejandro Nadal - ‘Influenza A/H1N1: la punta del iceberg’ - afirma que "nessa indústria o processo de produção começa com o emprego massivo de métodos de inseminação artificial. Esta prática empobrece a variabilidade genética dos animais. Para mantê-los vivos em confinamento são necessárias quantidades massivas de antibióticos e vitaminas. Em alguns criatórios de suínos se administram fortes doses de estimulantes que desencadeiam um apetite voraz para que os animais ganhem peso rapidamente. Isto se complementa com doses massivas de hormônios para rápido crescimento." Diz mais: "a concentração de dezenas de milhares de porcos em espaços reduzidos impõem o intercâmbio de vírus entre animais. Este tráfico abre as portas a mutações rápidas e ao surgimento de mutações patogênicas cada vez mais resistentes". Dentre as consequências do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA: North American Free Trade Agreement), destaca-se a proliferação das grandes empresas avícolas e suínas em território mexicano.


É importante recordar que os dois últimos surtos infecciosos graves que alarmaram o mundo – a SARS, em 2003 e a gripe aviária, de 2005 – têm origem relacionada ao contato do homem com granjas e plantas industriais do tipo aqui descrito.


Há muito mais por trás da pandemia: interesses da indústria farmacêutica, privatização do saber médico, resistência à quebra de patentes, qualidade dos sistemas de vigilância epidemiológica, infra-estrutura de atendimento, distribuição desigual dos benefícios das políticas de saúde entre países e pessoas. O agribusiness internacional faz parte desse cenário.


José Juliano de Carvalho Filho e Marietta Sampaio são membros do Grupo de São Paulo, um grupo de 12 pessoas que se revezam na redação e revisão coletiva dos artigos de análise de Contexto Internacional do Boletim Rede, editado pelo Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade, de Petrópolis, RJ.

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Consulta Popular

Consulta Popular reforça frota do Corpo de Bombeiros em 11 municípios
03/08/2009 13:32


O governo do Estado avança no processo de renovação da frota de veículos da Segurança Pública com a entrega, nesta segunda-feira (03/8), às 11h, em frente ao Palácio Piratini, de 11 caminhões e veículos leves para guarnições do Corpo de Bombeiros das regiões Fronteira Oeste, Serra, Nordeste, Vale do Caí, Missões, Hortênsias, Norte, Rio da Várzea e Vale do Sinos.

O investimento de R$ 2,6 milhões – com recursos da Consulta Popular – em caminhões ABT, AT e viaturas leves (GM Prisma) integra o Programa Estruturante Cidadão Seguro e beneficiará os municípios de Alegrete, Farroupilha, Lagoa Vermelha, Getúlio Vargas, Gramado, São Gabriel, Palmeira das Missões, Montenegro, Santo Ângelo, São Luiz Gonzaga e Sapiranga, participantes do Programa de Prevenção da Violência.

"A iniciativa demonstra que a Consulta Popular não apenas reafirma a cidadania, como desempenha um importante papel social junto às comunidades gaúchas", enfatiza o secretário de Relações Institucionais, Celso Bernardi, responsável pela coordenação do processo de participação popular, com nova votação marcada para o dia 05 de agosto, em todo o Rio Grande do Sul.

O Programa Estruturante Cidadão Seguro, através do Projeto Renovação da Frota de Veículos, até 2010 pretende dotar Brigada Militar, Polícia Civil, Susepe e IGP de um mínimo de dois mil veículos zero km.

Fonte: Site do Estado

Artigos

03/08/2009
Artigos

O QUE É REPÚBLICA
por Paulo G. m. de Moura

capitalismo na Europa, sob a vigência do capitalismo mercantilista. Nessa época esses princípios republicanos ainda não vigoravam no velho mundo. Pelo contrário, o capital comercial era sócio do Estado Mercantilista e disso se valia para enriquecer à custa da apropriação privada de recursos públicos via acesso ao poder político. O Estado Liberal republicano moderno somente se institucionalizou com a emergência do capitalismo industrial na Europa. Esse movimento nunca aconteceu no Brasil. Nossa independência foi resultado da passagem arranjada do bastão do poder de pai para filho. De colônia viramos o simulacro de um Império, cujos contornos permanecem vivos no imaginário popular e na imagem que o povo faz das instituições nacionais, notadamente da Presidência da República. Aqui a libertação dos escravos foi “dádiva” da princesa bondosa. Aqui a proclamação da República resultou de um golpe de estado; uma contradição em si. Aqui, os setores mais retrógrados das elites políticas e econômicas da nação controlam o Estado patrimonialista, dele valendo-se como se propriedade privada fosse. Sarney é a versão arcaica e remanescente dessa marca fundacional da nação. Lula e o petismo são a expressão contemporânea tardia e renovada do velho patrimonialismo. No Brasil, a República ainda não nasceu.


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Dr. Paulo G. M. de Moura
Consultoria em Comunicação & Análise Política
www.professorpaulomoura.com.br


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Novos Caminhões

Yeda entrega novos caminhões e veículos ao Corpo de Bombeiros
03/08/2009 14:52

Ao entregar 11 caminhões e veículos leves ao Corpo de Bombeiros, nesta segunda-feira (3), no Centro Administrativo do Estado, a governadora Yeda Crusius conclamou a população para votar na Consulta Popular. Na próxima quarta-feira (5), as comunidades poderão escolher as suas prioridades. "Estamos entregando o resultado do voto na Consulta. Isso mostra que a população valoriza a existência de uma corporação qualificada no seu município", disse. Yeda afirmou que a edição deste ano teve recursos duplicados e destacou que quase 10% do Orçamento gaúcho será decidido através da escolha popular. Serão R$ 100 milhões e mais R$ 15 milhões divididos entre os municípios com maior número de votantes.

No reforço ao Corpo de Bombeiros, foram investidos R$ 2,6 milhões com recursos da votação. Sobre as consultas anteriores, a governadora ressaltou que o Estado está pagando as dívidas e parabenizou as comunidades dos 11 municípios para onde serão destinadas as novas aquisições. Para o secretário de Relações Institucionais, Celso Bernardi, a solenidade demonstra que o governo gaúcho vem cumprindo com os acordos e compromissos assumidos. "Feita a Consulta Popular e eleita a prioridade, ela será paga pelo governo", frisou. A entrega dos caminhões e veículos representa uma parte do compromisso assumido de pagar integralmente a Consulta de 2006, no total de R$ 190 milhões. Neste ano, cerca de R$ 47 milhões ainda serão pagos aos projetos escolhidos.

Foram beneficados os municípios de Alegrete, Farroupilha, Lagoa Vermelha, Getúlio Vargas, Gramado, São Gabriel, Palmeira das Missões, Montenegro, Santo Ângelo, São Luiz Gonzaga e Sapiranga, participantes do Programa de Prevenção da Violência. "O caminhão ajudará no atendimento com segurança e rapidez", disse o comandante do policiamento de Palmeira das Missões, tenente Germano Soares. Ele explicou que, no município, dois veículos atendem ao crescimento da demanda proporcionado pelas instalações de uma universidade e de novas empresas. O caminhão beneficiará 15 localidades da região. Para o prefeito de São Luiz Gonzaga, Vicente Diel, a viatura leve escolhida pela população vai melhorar o atendimento às demandas e a locomoção dos soldados.

Conforme o comandante da Brigada Militar, João Carlos Trindade, neste governo "as promessas são cumpridas e isso facilita o trabalho". Ele informou que no último domingo foram feitos exames psicotécnicos em 3 mil policiais que, em breve, vão reforçar o policiamento no Rio Grande do Sul. A ação faz parte do Programa Estruturante Cidadão Seguro, através do Projeto Renovação da Frota de Veículos, até 2010 pretende dotar Brigada Militar, Polícia Civil, Susepe e IGP de um mínimo de dois mil veículos zero km. Também participou da cerimônia, o secretário da Segurança, Edson Goularte.

Fonte: Site do Estado

Homem preso por não pagar pensão

Polícia Civil prende homem por não pagamento de pensão
31/07/2009 14:50


Agentes policiais da 1ª Delegacia de Polícia (DP) de Alvorada prenderam, na manhã desta sexta-feira (31/07), um indivíduo, de 35 anos. Ele foi detido na Av. Maringá e estava sendo procurado pelo não pagamento da pensão alimentícia.

Segundo o delegado Marcos Antonio Machado, titular da 1ª DP de Alvorada, o homem será encaminhado ao Albergue Santos e Medeiros, em Gravataí.

Fonte: Ascom/ PC

Aeroporto de Cargas em Vacaria RS

O Secretário da Casa Civil do Palácio Piratini acaba de confirmar ao deputado Francisco Appio o ato de assinatura da Ordem de Serviço para a conclusão da terraplanagem do Aeroporto da Chapada, para o próximo dia 5 de agosto.



O parlamentar foi encarregado de convidar as autoridades do município para o ato solene que marca o reinicio das obras paralisadas, há mais de quatro anos. Prefeitos de Vacaria e da Região, vereadores, lideranças das entidades organizadas como Agapomi, CIC, CDL e Sindicatos aguardavam esta decisão do governo Yeda Crusius.



Clique nas manchetes e leia mais: AEROPORTO; É HORA DE CONTRATAR - AEROPORTO DE VACARIA NÃO DECOLA - AEROPORTOS DE VACARIA E CAXIAS E SALÁRIO MÍNIMO - AUDIÊNCIA SOBRE O AEROPORTO DE VACARIA - O IMBRÓGLIO DO AEROPORTO - VACARIA ESPERA PELO AEROPORTO - AGUARDADA A ORDEM DE SERVIÇO DO AEROPORTO DE VACARIA.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Contatos das Assessorias de Comunicação

Contatos das Assessorias de Comunicação Social da SSP
31/07/2009 15:25


Para facilitar e tornar mais ágil o trabalho dos profissionais de imprensa que buscam informações da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP/RS) e seus organismos vinculados (Polícia Civil, Brigada Militar, Instituto-Geral de Perícias e Superintendência dos Serviços Penitenciários), principalmente aos finais de semana e feriados, informamos os telefones celulares funcionais das respectivas assessorias, bem como telefones convencionais e e-mails para outras demandas durante a semana.

Solicitamos aos profissionais da mídia para que busquem sempre com as assessorias a intermediação de demandas junto às fontes de cada instituição. Ressaltamos também que ao pé da página inicial do site da SSP ( www.ssp.rs.gov.br ), no banner Cadastre-se, pode ser efetuado o registro para recebimento do mailing diário de notícias da Secretaria.

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA ( www.ssp.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Jornalista Amilton Belmonte (EM FÉRIAS) atende o celular funcional a Relações Públicas Amanda Ferreira.
Fone: (51) 3288-1919/3288-1994 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8670 *
e-mail: comunicacao@ssp.rs.gov.br

* Aparelho programado para receber apenas chamadas identificadas

POLÍCIA CIVIL ( www.pc.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Delegada Patrícia Tolotti Rodrigues
Fones: (51) 3288-2380/3288-2381 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celulares funcionais: (51) 8445-9454 e 8445-9748
e-mail: imprensa@policiacivil.rs.gov.br

BRIGADA MILITAR ( www.brigadamilitar.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Tenente-Coronel Valmor Araújo de Mello
Fones: (51) 3288-2930/3288-2932 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celulares funcionais: (51) 8501-6577 e (51) 8501-6575
e-mail: pm5-imprensa@brigadamilitar.rs.gov.br

SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS ( www.susepe.rs.gov.br )
Assessor de Imprensa: Jornalista Marco Antonio Vieira
Fone: (51) 3288-7285/3288-7289 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8443-6887
e-mail: imprensa@susepe.rs.gov.br

INSTITUTO-GERAL DE PERÍCIAS ( www.igp.rs.gov.br )
Assessor de Imprensa: Jornalista Maria da Graça Kreisner
Fone: (51) 3288-5165 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8627
e-mail: comunicacao@igp.rs.gov.br

Consulta Popular

Com a proximidade da CONSULTA POPULAR, prevista para 5 de agosto, o deputado Francisco Appio intensifica a mobilização do Partido Progressista nos municípios da AMUCSER e AMUNOR, para a votação das prioridades de cada Corede. Depois de solicitar apoio para a liberação de mais verbas para a região, Appio garantiu aos prefeitos:



- A Consulta é para valer. O Estado está pagando a Consulta de 2008 e a Governadora garantiu ao Secretário Celso Bernardi o pagamento da Consulta deste ano, no primeiro semestre de 2010.



Ao informar ao deputado Francisco Appio a regularização do pagamentos, Celso Bernardi anunciou a assinatura do convênio entre o estado do Rio Grande do Sul, por intermédio da Secretaria da Saúde, e a Fundação Araucária, mantenedora do Hospital São Paulo de Lagoa Vermelha, para a aquisição de equipamentos de melhoria no atendimento de média e alta complexidade. O investimento é de R$ 237,6 mil visa elevar o padrão de qualidade no atendimento à comunidade e aos usuários do SUS.



O deputado Francisco Appio transmitiu aos beneficiados a informação recebida e fez apelo pela participação intensa na Consulta Popular de 5 de agosto.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

comentário do Leitor

Novo comentário sobre o seu post #1625 "Marcelinho Carioca monta centro de treinamento"
Autor: sandra (IP: 189.52.133.130 , 189.52.133.130)
Email: glaziela_rocha@hotmail.com
URL :
Whois : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=189.52.133.130
Comentário:
Marcelinho, eu tenho um filho de 16 anos que é excelente jogador de fotebol, o maior sonho dele é ser jogador de fotebol mais aqui na cidade onde moro (ARACAJU) é muito deficil. Por favor me ajude, venha conhecer Aracaju e aproveite para conhecer tambem meu filho e fazer um teste com ele, ele é um menino muito estudioso e inteligente. vou ficar esperando pela resposta.

Você pode ver todos os comentários sobre esse post aqui:
http://bolanaarquibancada.blog.terra.com.br/2008/06/04/marcelinho-carioca-monta-centro-de-treinamento/#comments

Artes Negras

FESMAN adiado para 2011

31-07-09
O Festival Mundial das Artes Negras (FESMAN), inicialmente previsto para Dezembro próximo, foi adiado para 2011, anunciou o primeiro-ministro senegalês, Souleymane Ndéné Ndiaye.



"Tendo em conta as implicações dum tal festival e a extraordinária efervescência que ele suscita, é justo que controlemos toda a sua organização. É a razão pela qual, e de acordo com todos os nossos parceiros, o chefe de Estado, Abdoulaye Wade, decidiu adiar por alguns meses a sua organização para preparar melhor o nosso país para acolher condignamente seus hóspedes e fazer deste evento um grande sucesso", declarou Ndiaye diante do Parlamento do seu país.

Ndiaye afirmou que, com esse objectivo, o Estado senegalês está a construir o Grande Teatro Nacional, o Monumento do Renascimento Africano, a Escola das Artes, a Escola de Arquitectura, a Casa da Música e o Museu das Civilizações Negras. Também, garantiu o primeiro ministro senegalês, vai prosseguir o programa de realização de infra-estruturas culturais nas regiões, nomeadamente a construção de complexos culturais regionais, a restauração de sítios e monumentos históricos e a criação dos pólos de apoio técnico e logístico.

A previsão do governo senegalês é de que mais de cinco mil artistas e convidados de vários países, inclusive aqueles que têm herança cultural e étnica africana, participarão no evento. Por isso, foi reservado para o III FESMAN, que decorrerá sob o lema “Renascença dos Países Africanos”, um espaço de 40 mil metros quadrados. Ali serão construídos palcos, salas de espectáculos e cerca de mil tendas.

A expectativa é de que mais de um milhão de pessoas assistirá a esta edição que tem o Brasil como país convidado. A delegação do país irmão, com aproximadamente 50% da população negra ou mestiça, será composta de 300 talentos musicais e dançarinos (áreas que tornaram o Brasil renomado no mundo inteiro), além de escritores, pintores, cineastas e criadores de moda.

Cabo Verde também já escolheu os artistas para o III FESMAN. A banda Ferro Gaita, o grupo de dança Bibinha Cabral e o investigador Charles Akibodé, que irá apresentar uma comunicação sobre a importância da Cidade Velha no quadro do tráfico negreiro no Atlântico, são três dos seleccionados para representar Cabo Verde na III Festival Mundial das Artes Negras.

E, para além dos nomes já citados, Cabo Verde deverá participar no III FESMAN com artistas senegaleses de origem cabo-verdiana, nomeadamente os grupos de San Jon de Dakar, e representantes das áreas audiovisual e artesanal.




fonte: a semanaonline

"Poupe papel. Antes de imprimir este e-mail pense bem se tem mesmo que o fazer. Há cada vez menos árvores"
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Revista Veja

31 de julho de 2009
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Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br


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Edição da semana (nº 2124 - 5 de agosto de 2009)


[Natação]
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A Cielo o que é de César
Obtido em Roma, o recorde mundial dos 100 metros,a prova mais nobre da natação, põe César Cielo nos verbetes de enciclopédias do esporte e na história dos poucos (pouquíssimos) ídolos mundiais brasileiros
http://veja.abril.com.br/050809/cielo-o-que-e-cesar-p-104.shtml

Índice da edição
http://veja.abril.com.br/050809/sumario.shtml

[Entrevista]
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Guillermo Zuloaga é o único que ainda pode criticar Hugo Chávez
http://veja.abril.com.br/050809/venezuela-sobrou-ele-p-019.shtml

[Senado]
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José Sarney pode entregar seu cargo para preservar o mandato
http://veja.abril.com.br/050809/rendicao-ultimo-coronel-p-060.shtml

[EUA]
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Cervejada na Casa Branca contra o racismo
Obama deu palpite em caso policial. Depois recuou.
http://veja.abril.com.br/050809/dois-erros-uma-gelada-p-096.shtml

[Internet]
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Microsoft e Yahoo se unem contra o Google
O desafio é reverter um hábito de bilhões de pessoas.
http://veja.abril.com.br/050809/mas-nao-google-p-094.shtml

[Esporte]
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O acidente de Felipe Massa e a volta do incrível Schumacher
http://veja.abril.com.br/050809/nocaute-260-hora-p-118.shtml

[Televisão]
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Programas e estrelas regionais em TVs do norte ao sul do país
http://veja.abril.com.br/050809/como-brasil-ve-televisao-p-144.shtml

[Educação]
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Pesquisa: participação dos pais é fundamental
Desempenho dos estudantes melhora com o apoio.
http://veja.abril.com.br/050809/licao-casa-pais-p-122.shtml

[Guia]
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Há vagas para os brasileiros. Lá nos Emirados
Hotéis e restaurantes do país gostam de nosso jeito.
http://veja.abril.com.br/050809/cardiologista-vai-as-compras-p-138.shtml

[Exposição]
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Marc Chagall, um artista no olho do furacão
Extraordinária obra do pintor numa mostra em BH.
http://veja.abril.com.br/050809/artista-olho-furacao-p-152.shtml

[Tecnologia]
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Para Heitor Villa-Lobos, só uma medalhinha
Faltam honras nos 50 anos da morte do compositor.
http://veja.abril.com.br/050809/ciencia-do-palpite-p-080.shtml

[Claudio de Moura Castro]
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O próximo passo
http://veja.abril.com.br/050809/proximo-passo-p-026.shtml

[Millôr]
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Eu, tradutor eletrônico
http://veja.abril.com.br/050809/eu-tradutor-eletronico-p-037.shtml


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Assista aos comentários de Carlos Graieb
http://veja.abril.com.br/videos/newsletter/newsletter-310709-489081.shtml


[Destaques on-line]
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Especial
Música para a saúde
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/musica-doutor-aliviar-dor-pacientes-478374.shtml

Cronologia
Felipe Massa
http://veja.abril.com.br/cronologia/felipe-massa/

Linha do tempo
Acidentes da Fórmula-1
http://veja.abril.com.br/cronologia/linha-do-tempo/index.shtml#19

Reportagens
Currículos sem mentiras
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/nao-imite-dilma-conte-verdade-curriculo-486924.shtml

Redes sociais – o golpe do perfil falso
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/piratas-falsificam-perfis-famosos-empresas-redes-sociais-485199.shtml

Fazendo dinheiro com o Orkut
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/venda-comunidades-orkut-vira-estrategia-negocios-485205.shtml

Galerias de fotos
Cesar Cielo
http://veja.abril.com.br/galeria-de-imagens/cesar-cielo-488688.shtml

Obras de Marc Chagall
http://veja.abril.com.br/galeria-de-imagens/marc-chagall-488983.shtml

Vídeo
Miguel Giannini, o maior esteta ótico do país
http://veja.abril.com.br/videos/veja-entrevista/miguel-giannini-parte-1-3-488786.shtml


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Colunistas

Blog
Reinaldo Azevedo
Os bárbaros chegaram
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

Radar on-line
Lauro Jardim
Lula cansado
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line

Coluna
Augusto Nunes
Luiz Francisco de Souza : o procurador parou de procurar
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/

De Paris
Antonio Ribeiro
Só um número interessa: 46s91
http://veja.abril.com.br/colunista/de-paris/

Cenas Urbanas
Tony Bellotto
Impasses de um ateu
http://veja.abril.com.br/blog/cenas-urbanas

Sustentável é pouco
Denis Russo
Gelatinaram o mar
http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/

Chegada
Renato Dutra
Exercício saudável durante o inverno
http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/

Blog do Vinho
Roberto Gerosa
Confraria: você ainda vai ter uma
http://veja.abril.com.br/blog/vinho/

Consultório Sentimental
Betty Milan
O perigo do jogo
http://veja.abril.com.br/blog/consultorio-sentimental/

Espelho Meu
Lucia Mandel
Você sabe como agir em caso de queimaduras de pele?
http://veja.abril.com.br/blog/estetica-saude/

Em VEJA
Diogo Mainardi
A Veneza dos ratos
http://veja.abril.com.br/idade/podcasts/mainardi/

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[VEJA 40 ANOS]
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O BRASIL QUE QUEREMOS SER

Hora de discutir a democracia no Brasil
Nesta semana o painel de VEJA 40 anos discute a profissionalização da gestão pública brasileira. Envie sua proposta.

Participe e ajude a Mata Atlântica
Cada proposta ou comentário publicado no projeto VEJA 40 anos contribuirá para o plantio de uma muda de árvore nativa pela Fundação SOS Mata Atlântica.
www.veja.com.br/40anos/democracia


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http://www.veja.com.br


Acesse http://veja.abril.com.br/pst/newsletter para cancelar o envio deste e-mail
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Ana Carolina

video

Revistas Interculturais

Portal de REVISTAS INTERCULTURAIS
Informo o link do Portal de REVISTAS INTERCULTURAIS
http://www.revues- plurielles. org

Entre elas poderão encontrar:

"Latitudes. Cahiers Lusophones".

onde têm sido publicados importantes artigos de
Simao SOUINDOULA, Diretor de Bantulink
Luanda (Angola, AO)

(ainda que estejam em francês, essas revistas são um manancial de informação sobre os temas que nos interessam e ocupam-se também da Lusofonia)

Festival de Artes Negras

Acompanhar o FESTIVAL MUNDIAL DAS ARTES NEGRAS 2009
no http://www.fesman20 09.com/pt/

Angola participa e o Brasil é o país homenageado.


Para mais informações escreva para
souindoulasimao@ yahoo.fr
Simao SOUINDOULA
Vice-presidente do Comité Cientifico Internacional
do Projecto da UNESCO A Rota dos Escravos
C.P. 2313 Luanda (Angola, AO)
Tel. : + 244  929 74 57 34

PMS Temporários

Estado abre seleção para contratar 659 policiais temporários
02/08/2009 21:49


Serão abertas na segunda-feira (03) as inscrições para o processo seletivo que contratará 659 soldados temporários para a Brigada Militar (BM). Os candidatos devem se inscrever até dia 28 de agosto nos Quartéis da BM, durante a semana, entre as 12h30min e 18h30min. A contratação será pelo prazo de dois anos, podendo ser prorrogada, no máximo, uma vez, pelo período de um ano. Antes de efetuar a inscrição, os interessados deverão conhecer o edital e certificar-se de que preenchem todos os requisitos exigidos.

O candidato deverá ser brasileiro, ter concluído o serviço militar obrigatório das Forças Armadas até três anos antes da data de abertura das inscrições, estar em dia com as obrigações eleitorais, ter concluído o Ensino Fundamental, não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade ou qualquer condenação incompatível com a função de Policial Militar e não estar respondendo a processo criminal.

Mais informações estão disponíveis nos locais de inscrição e no site www.brigadamilitar.rs.gov.br .

Fonte: Site do Estado

Negros

Caro Sr. Adami, o debate é sempre mais proveitoso.


"Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele." (Martin Luther King)


Não me preocupo tanto com os 114 intelectuais, mas me preocupa a tentativa de se tentar desqualificá-los. Eles adotam um posicionamento claro, que evidencia a importância de se denunciar a demagogia política que visa “agradar” os chamados afrodescendentes, com propostas que não irão mudar a realidade da quase totalidade dos pobres do Brasil.

Mesmo com a política demagógica das cotas a realidade não será alterada, esta, e disso tenho certeza, somente virá quando investirmos em um ensino fundamental de qualidade, mas ir na direção certa, na rota de se retirar o meio que estes políticos demagogos utilizam para conquistar seus eleitorados, a ignorância de um povão, no melhor estilo de uma oclocracia (http://www.if.org.br/analise.php?codAnalise=121).

Quanto as cotas, concordo com dois artigos excelentes sobre o tema, um deles da Lya Luft (http://veja.abril.com.br/060208/ponto_de_vista.shtml) e outro do Professor Ives Gandra Martins (http://www.conjur.com.br/2008-mar-11/cota_racial_forma_discriminacao_imposta_lei). E temos que concordar com ele, isso se quisermos viver em uma democracia e não em uma oclocracia, pois o sistema de cotas é inconstitucional, porque fere o princípio fundamental de igualdade entre os cidadãos: "É uma discriminação às avessas, em que o branco não tem direito a uma vaga mesmo se sua pontuação for maior. Reconheço que o preconceito existe, mas a política afirmativa não deve ser feita no ensino superior, e sim no de base".

É neste ponto que os brasileiros estão sendo enganados, e os chamados afrodescendentes sendo manipulados, pois é justamente no ensino público que reside uma outra crítica à reserva de vagas. Ao adotar a medida, que não gera custos para os cofres públicos, o governo pode deixar para segundo plano o problema da educação fundamental. E o que é pior, investir em ações que intencificarão a discriminação espacial, como o estelionato eleitoral em curso (Veja anexo).

Refletindo sobre a frase deMartinLuther King, ele toca em um ponto fundamental, o que de fato denuncia também o conceito que está detrás do sistema de cotas: o fato de virmos a julgar as pessoas não pelos próprios méritos, mas pela cor de sua pele.

Quanto à história do Brasil, ao contrario do que se propõe estes mesmos políticos demagogos, que tentam reescrevê-la, temos sim que estudá-la melhor, consultar uma infinidade de documentos que ainda não mereceram a devida atenção. E particularmente me ofende quando se tenta colocar que ela tenha sido escrita de forma diferenciada aos imigrantes europeus, pois neste ponto deveríamos estudar uma outra história que também foi omitida ou distorcida no Brasil, cito como exemplo o livro “Memórias de uma (outra) guerra” (http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&id=2573 e http://www.seer.ufu.br/index.php/neguem/article/viewFile/446/415).

Agora, se os afrodescendentes, tem lugar de destino o fundo da pirâmide social, econômica, de emprego, como brasileiros de 2a. classe (Sic), isso se deve a dois motivos, a falta de uma educação fundamental, o que por si só anula todo o potencial de uma pessoa, independente de sua etnia, e ao conflito cultural, em especial quanto aos valores, pois o apreço à família e a paternidade responsável não é própria dos afrodescendentes, basta ver que na Bahia, mais de 60% das famílias são mantidas pelas mulheres. Certamente que a falta de apreço pela família, a fidelidade conjugal em especial, deve ser mais um dos perversos efeitos da marginalização decorrente da falta de um ensino fundamental.
Quanto ao Instituto Ethos, é elogiável o trabalho que vem sendo desenvolvido, razão de nossa empresa ter apoiado o seu trabalho neste sentido.
Quanto a mencionar o termo racismo, este é um conceito que não é apropriado para designarmos a questão das diferenças entre etnias no Brasil. Raça tem uma única, a humana.

Vejo como racista aquele que considera o negro inferior, buscando dar a ele tratamento especial que somente se justifica seja dispensado a deficientes físicos ou deficientes mentais. A estes deve haver proteção por parte do Estado, pois a luta pela vida é desigual, àqueles deve ser assegurada uma boa educação para que possam também vencer pelos seus próprios méritos.

Tenho como uma das mais importantes referências a figura do Engenheiro André Pinto Rebouças, que segundo esta proposta racista de dividir os brasileiros pela cor da pele, não seria considerado um brasileiro, mas um afrodescendente.

De minha parte tomo partido contra o sistema de cotas e qualquer outro tipo de segregação ou discriminação entre todos os brasileiros, e dou total apoio a todos que são contra o sistema de cotas, pois é um critério que divide o país entre brancos e negros e que esta não é a melhor forma para se resolver o problema da desigualdade racial. “Somente um serviço público de qualidade para todos pode mudar a realidade de exclusão que nós vivemos. Não é com cotas. Eu defendo a igualdade de todos os brasileiros e aplaudo as iniciativas inteligentes como a do Movimento Negro Socialista, um dos poucos referenciais inteligentes neste sentido, próprio de alguém que não se deixa manipular ou alvo de demagogia política”.

Outro grave risco é que propostas como esta podem levar a sociedade a correr "um sério risco" de perder sua unidade nacional.

As cotas são um "arremedo para aliviar as culpas de uns e outros e fazer com que o país seja dividido em brancos e negros" e para que não sejam atacadas as causas dos problemas fundamentais do Brasil e dos brasileiros: a educação fundamental que não alcança a todos os brasileiros e que não é de qualidade. Entendo que o Brasil não deve importar de outros países modelo de combate à desigualdade racial. As cotas são usadas nos Estados Unidos. Lá precisamos entender como se deu o processo de segregação e discriminação, aqui formamos uma unidade, que para mim tem os engenheiros Rebouças como um dos melhores referenciais.

Triste legado este que pessoas querem nos impor, no melhor estilo do nacional-socialismo, diferenciando pessoas pelo conceito de raça, como se não fossemos todos nós da raça humana.

O Brasil é um país diverso. Certamente, o mais diverso e miscigenado do mundo. Se existe uma característica notória e constitutiva da nação Brasilis é a miscigenação. Diz-se: o Brasil é formado por negros, brancos e índios. Da mistura e da interação entre estas raças surgiram: o mulato, o cafuzo e o caboclo. É, pois, que o Brasil é uma nação que possui na diversidade a sua unidade. A unidade nacional é a síntese da miscigenação que constitui a própria nação. Desse modo, o Brasil não é nem branco, nem negro nem indígena. O Brasil tem por identidade a diferença. O que identifica o povo brasileiro é justamente a diferença. Diferença esta que não diferencia, mas, pelo contrário, identifica. A unidade nacional é a identidade a partir da diferença. Somos todos brancos, negros e índios e, ao mesmo passo, não somos nenhum deles — somos todos brasileiros!

E volto a repetir, se e somente o negro ou aqueles que pertencem à etnia africana, ou dela descendem fossem limitados física ou mentalmente, ai sim justificaria um sistema de cotas. Não compactuo desta forma de discriminação, entendo que todos nós temos os mesmos potenciais, basta que tenhamos as mesmas oportunidades, e dentre elas começa o de valorizarmos, como fazem os descendentes de alemães, luteranos em especial, que defendem a trilogia, em cada comunidade uma igreja, ao lado de cada igreja uma escola, esta apoiada pela comunidade e pela igreja.

Abraços,

Gerhard Erich Boehme
gerhard@boehme.com.br
(41) 8877-6354
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80811-970 Curitiba - PR

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"A discriminação espacial e não a racial é que é o problema, e o que é pior, ela será agravada ainda mais."
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Caro Gerhard Boehme Manifesto pensamento contrário ao seu. A entrevista de Ivonne Maggie, deveria ser seguida por outra, depensamento contrário, ao invés de seguida da costumeira propaganda queo Jornal O Globo vem fazendo contra as cotas raciais. Dos 114 pseudo intelectuais que subscreveram "O manifesto contra ascotas", grande parte recebeu ajuda internacional, da caridade pública,ou "privilégio", como você diz, que não chega a maioria dosbrasileiros. Porque quando esta é dirigida para os brasileiros negrosnão pode?Diga-se que Maggie, Fry, Kamel e Magnolli, e muitos outros, beberam domesmo pote de mel. O debate da Reparação pela Escravidão daria uma perspectiva muitodiferente à questão das cotas. Você percebeu na História do Brasil otratamento diferente a imigrantes europeus, asiáticos e dosdescendentes de africanos, ex-escravos?Outra hora falaremos sobre o imposto "sisa". As cotas, tem o grande mérito de discutir o fosso racialbrasileiro, onde cidadãos brasileiros, afro-descendentes, tem lugar dedestino no fundo da pirâmide social, econômica, de emprego, comobrasileiros de 2a. classe. Mergulhe nos números sociais ligados à questão ambiental, do InstitutoEthos, e verá os baixos percentuais da presença do negro, entendidoestes como pretos e pardos, na forma do IBGE, nas 500 maiores empresasdo Brasil. Quarenta anos de ação afirmativa nos Estados Unidos deram àquele país a possibilidade de poder votar seu presidente atual. O Brasil pode desfrutar de igual oportunidade, se dedicar-se a discutire adotar providências imediatas no sentido de incluir seus cidadãos,combatendo o racismo institucional. Não esquecer o racismo ambiental brasileiro, que produz miséria, pobreza e discriminação, com fundamento na questão racial. Estou remetendo esta minha mensagem, bem como a sua, que é pública,para que o debate se instale o debate. Postarei ambas, com seusarquivos em meu Blog http://humbertoadami.blogspot.com/As medidas do IARA - Instituto de Advocacia Racial e Ambiental poderão ser localizadas em http://www.iara.org.br/ e http://www.adami.adv.br/HUMBERTO ADAMI www.adami.adv.br www.iara.org.br ------------- Segue mensagem encaminhada -------------Data: Sat, 13 Jun 2009 16:53:17 -0300 De: "Gerhard Erich Boehme" Para: Grupo Polêmica Política CC: SEPPIR - Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Assunto: A discriminação espacial e não a racial é que é o problema, e o que é pior, ela será agravada ainda mais.


Caro Sr. da Silva,

“Fundamental é a educação básica. Nós não temos, principalmente, acesso à educação”. (Milton Gonçalves)


"Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele." (Martin Luther King)

para nós brasileiros, indepenendentemente da etnia da qual descendemos, ou da classe social a qual pertencemos, uma legislação especial criando privilégios somente deve ser redigida e aplicada se, e somente se, for para criar privilégios para pessoas excepcionais. No mais devemos fazer cumprir o papel do Estado e assegurar que a discriminação espacial¹, e não a racial, não seja promovida no Brasil. Pior que neste cenário, caminhamos para uma verdadeira oclocracia em vez de consolidarmos a nossa frágil democracia: http://www.if.org.br/analise.php?codAnalise=121&PHPSESSID=75d07eab5adad470395ebe90e6c12e50
Mais um dos efeitos do centralismo crônico que avança no Brasil, em termos de Modelo de Estado, o racismo, que no mundo inteiro parece estar caminhando para o que já é chamado de "pós-racismo", está na contramão, graças à demagogia, falta de senso critico, falta de visão e... falta de humanidade.

Os defensores de cotas e programas de cunho racial estão conseguindo, aos poucos, serem grandes coadjuvantes do progressivo esgarçamento do tecido social brasileiro, criando-se uma inacreditável e inimaginável "consciência de raças" no País. Com mais de 50% da população nacional considerada negra, pode-se perceber o avanço de uma espetacular miscigenação, levando ao desenvolvimento de um quadro social tipicamente brasileiro, algo maravilhoso para a formação de uma Nação. Mas isso está cada vez mais ameaçado por esses grupos que se instalaram no atual governo, no Congresso, e com apoio destes, inflamando a Sociedade Brasileira com um divisionismo sem precedentes no País, talvez só comparável à abominável época em que a escravidão era tida como normal.

Não se trata apenas da demagógica aprovação da nova lei de cotas raciais e sociais nas universidades, uma aberração que depõe contra o mérito individual independente de raça, credo ou condição social, e interfere gravemente na alocação de recursos para a formação dos recursos humanos que o País tanto precisa, mas a criação de guetos dos mais diversos tipos. Experiências semelhantes foram feitas nos EUA resultando em separatismos sociais não apenas entre negros e brancos, mas latinos e asiáticos.

De uma forma geral, o racismo naquele país, emblemático pelas lutas e segregações internas, está caminhando a passos largos para a tão sonhada integração de todas as raças por Martin Luther King, a ponto de Barak Obama ser eleito com votos de muitos brancos. Não era apenas Obama, mas os inúmeros negros que ocupam cargos importantes, na Suprema Corte, na alta cúpula do atual governo, no cinema, na música, nas artes, na ciência, em tudo! E isso foi possível graças ao simples fato de cada vez menos se falar em racismo. Mas no Brasil, até o Sr. Presidente da República, ao invés de promover a união social, promove discórdias com os inúmeros embates que vão desde a questão racial, até a social. Até os indígenas foram jogados contra "os brancos", colocando em risco a soberania do País, ao assinar um escuso tratado internacional de direitos dos povos indígenas. Ao invés de união, o que se assiste é a separação em vários sentidos.

E a separação que deveria ocorrer – a de competências, de atribuições, de poderes – não ocorre, pelo contrário, se unifica. E quanto mais se unifica, pior fica, em todos os sentidos. Os efeitos estão surgindo, aos poucos, e o descontrole social gerado por legislação que investe contra a essência da natureza humana, está produzindo um quadro nunca antes visto neste País.

BANCOS ....

Além da discriminação espacial, que apresento no anexo, um outro exemplo dessa centralização e concentração é o sistema bancário brasileiro. Ao contrário do que dizem vários economistas e outros "entendidos" da matéria, o fato é que a concentração elimina a concorrência, o que prejudica a população. Há que se transformar o sistema financeiro, liberalizando-o com boas regras de gestão, obviamente – deve-se aplicar tudo que se aprende com as crises que o mundo sofre – para que surjam muitos bancos, de qualquer tamanho, que não tenham que depender do fluxo centralizado de compulsórios, de aplicações na capital financeira do País, que possam autuar limitados e dependentes das realidades locais, livres até das dependências externas. É possível? Se o mercado, pelo menos local e regional, voltar a operar dentro das regras milenares do comércio, da produção e do trabalho, sem tantas sofisticações que o mercado financeiro criou – o que ocasionou, como sempre, papelada que nada vale – a transparência se elevará, e a confiança no sistema capitalista puro e genuíno voltará. Não se pode produzir algo sobre papel sem lastro, exceto castelos de cartas...

A compra de bancos e instituições financeiras por bancos estatais não é bem vista por quem sabe o valor da liberdade e da autonomia política. Quando se concentram muitos recursos nas mãos do governo, o cheiro disso não é bom. A Petrobrás, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o BNDES, já são instrumentos de "política econômica" que na verdade, acabam se tornando mesmo instrumentos políticos. Além, é claro, de alimentação adicional de recursos para a voracidade da gigantesca máquina pública.

Os movimentos – social e financeiro – não são sinais bons. São preocupantes. Cada vez mais. De República Federativa, já nos tornamos em República do Brasil. Mas de que tamanho e qual conteúdo social, está cada vez mais difícil de dizer. Privilegiamos uma das maiores aberrações que se criaram com a quartelada que muitos chamam de "Proclamação da República", a qual criou privilégios a uma parcela da população através do que chamamos de clentelismo políco, com seu capitalismo de comparsas, mas sem mercado, e socialismo de privilegiados, mas sem políticas públicas que venham a beneficiar toda a sociedade, indepenedentemente de orientações políticas, classes sociaias, etc. a qual pertence o cidadão.



"E a monarquia constitucional teria evoluído para o Império federalizado, como desejava o Partido Liberal. Mas, partimos para a ruptura do bipartidarismo não obrigatório (Conservadores e Liberais) e para a República, elegendo logo dois militares que se transformaram em descumpridores da única constituição liberal que tivemos (a Provisória e a clonada de 1891)". (Jorge Geisel - jorgegeisel@hotmail.com)


No Brasil privilegiamos a Cultura da Lombada, o sistema de cotas visa promover a demagogia política, assegura que os políticos que não cumprem seu papel fiquem impunes, sendo o compromisso com as futuras gerações de todos os brasileiros o principal. Antes de tudo devemos solucionar os entraves ao nosso desenvolvimento e neste sentido entendo que a função do Estado é servir ao povo, servir à sociedade dos homens. Servir significa sustentar, valorizar e tornar cada vez mais equilibrada a realidade do povo, não retirando do cidadão sua autonomia, mas sim realizando somente aquilo que as Províncias, Cidades, Comunidades, Famílias e principalmente o indivíduo não podem fazer. Em uma sociedade sadia, primeiramente as pessoas se organizam em grupos e movimentos dentro de um contexto de comunhão e afinidades, para responder às necessidades profundas e às exigências originárias de cada pessoa, depois sim entra o Estado na vida do cidadão, não como uma entidade formada por parasitas, mas que realize aquilo que o cidadão não pode ou não tem interesse em realizar.

"O Estado não deve, de forma alguma, fazer aquilo que os cidadãos também não possam fazer. Isso é autoritarismo puro. Ao contrário, só se pode atribuir ao Estado tarefas que os próprios cidadãos possam cumprir, mas que não é desejável que as cumpram sozinhos (seja porque isso sairia muito caro, seja porque não teriam forças para executá-las). O Estado nada mais é do que o resultado da transferência de poder dos indivíduos para uma entidade que os represente em suas próprias ações. E ninguém pode transferir o que não tem." (Marli Nogueira)

A sociedade brasileira anseia por um Estado forte em suas competências fundamentais, a começar pela justiça, incluindo, nos Estados, seus primeiros passos através da polícia judiciária (Polícia Civil e Polícia Técnico-científica), segurança pública - prevenção aos crimes, tributação racional, sem privilégios e suportável, relações exteriores, defesa nacional, saúde pública, etc., de forma que o brasileiro tenha bons serviços públicos e saiba realmente o que isso significa:

Bens públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso àqueles que pagam por ele.

Devemos entender que é prioritário o investimento em saúde pública e educação fundamental, pois são serviços cuja provisão também deve ser garantida subsidiariamente pelo Estado, apesar de que a melhor solução provavelmente se encontra no financiamento a cada contribuinte para aquisição desses serviços, seja diretamente ou através de entidades cooperadas, privadas ou confessionais e não na prestação direta do serviço pelo Estado, sempre em fiel observância ao Princípio da Subsidiariedade. Os gastos estatais nesses setores se justificam porque geram externalidades positivas para a sociedade, que se beneficia de uma população educada e sadia, benefícios estes que não poderiam ser individualmente apropriados por investidores privados. Além disso, existe um argumento normativo: os gastos nessas áreas reduzem as diferenças de oportunidade dos indivíduos no momento da partida do jogo social, para que a partir daí a competição ocorra baseada nos talentos e méritos de cada um.

Devemos privilegiar o direito à propriedade privada, pois ela cria oportunidade e nutre comprometimento em preocupar-se com a idade e adversidades da vida.

Cabe ao Estado ser forte em suas atribuições basicas e cumprir seu papel coercitivo, que na esfera Federal são: Emissão e controle da Moeda, através de um Banco Central independente, Relações Exteriores, Supremo Tribunal Eleitoral, Supremo Tribunal Federal, Comércio Exterior, Forças Armadas, Segurança Pública nas faixas de Fronteira, Polícia Federal, normatização da Aviação Civil, Marinha Mercante, Vigilância Sanitária e Obras de Integração Nacional, Administração de Parques Nacionais, Administração Indígena, diretrizes de Meio Ambiente, Propriedade Intelectual, Energia Nuclear, e Previdência Pública Federal. Se observarmos o Princípio da Subsidiariedade, podemos concluir que caberia ao Estado apenas a solução de três grupos de problemas econômicos: bens públicos, externalidades negativas e positivas, monopólios naturais.

"O Estado é a grande ficção através da qual todo mundo se esforça para viver à custa de todo mundo." (Frédéric Bastiat)

O que temos: bens públicos são mal geridos e não entedemos o seu significado, externalidades negativas são desprezadas pela sociedade, com destaque ao ensino fundamental que ainda não é compromisso dos brasileiros e os monopólios naturais, os quais estão a serviço de interesses privados. Cabe ao Estado assegurar a liberdade de se empreender. A melhor qualidade de vida, o desenvolvimento e as melhores condições de geração de trabalho riqueza e renda serão consequências natuarais, ainda mais para nós brasileiros, que contamos com um potencial enorme de recursos natuarais como bem nos lembra o Pesquisador Carlos Nobre no último Planeta Sustentável da Revista Você S/A: "A invenção de uma nova economia".

Acesse: http://vocesa.abril.com.br/sumarios/0125.shtml


"Juro – por minha vida e por meu amor a ela – que jamais viverei por outro homem, nem pedirei a outro homem que viva por mim". (John Galt - no livro "Quem foi John Galt" de Ayn Rand - Um clássico liberal)

Nota: O Livro "Quem foi John Galt?" está esgotado. Com título original em inglês "Atlas Shrugged" (1957; em Português: Quem é John Galt? [Editora Expressão e Cultura, 1987]), romance em que Ayn Rand conta, entre outras coisas, como uma fábrica de ponta e extremamente produtiva é destruída por idéias igualitárias. Seguramente está esgotado, mas isso não é mérito de nenhum deputado ou senador, pois não acredito que tenham tido tempo para lê-lo e muito menos para entendê-lo. E muito menos de nosso presimente, pois o livro é por demais volumoso.

Leia mais sobre o livro: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/11/366972.shtml


“Um Estado, o chamado 1º Setor, deve apenas atuar subsidiariamente frente ao cidadão e não estar voltado para ocupar o papel que cabe ao 2º Setor - pois assim se cria o estado empresário e com ele fomenta-se o clientelismo, a corrupção e o nepotismo - ou 3º Setor - pois assim se promove o Estado populista que cria ou alimenta os movimentos (antis)sociais, o paternalismo e o assistencialismo, bem como que abre espaço para a demagogia político e perda da liberdade e responsabilidade do cidadão. Caso contrário ele acaba criando o 4º Setor - quando o poder coercitivo (tributação, defesa nacional, justiça e segurança pública) do Estado deixa de ser exercido por ele e é tomado por parte de segmentos desorganizados ou não da sociedade - cria-se então o Estado contemplativo, que prega a mentira, pratica a demagogia e o clientelismo político, com seu capitalismo de comparsas e socialismo de privilegiados e cria o caos social através da violência e desrespeito às leis”. (Gerhard Erich Boehme)

Entenda melhor: http://www.youtube.com/watch?v=GwGpTy-qpAw

Não é à toa que somos um dos países mais violentos do mundo, onde mais de 10% de nosso PIB é gasto com a violência. Segundo o IPEA seriam 5%: http://www.nevusp.org/portugues/index.php?option=com_content&task=view&id=199&Itemid=29


"Quando a propriedade legal de uma pessoa é tomada por um indivíduo, chamamos de roubo. Quando é feito pelo governo, utilizamos eufemismos: transferência ou redistribuição de renda." (Dr. Walter E. Williams é professor de economia na Universidade George Mason em Fairfax, Va, EUA.)

O primeiro entrave, e o mais perverso deles, está no baixo investimento na área do ensino fundamental, que não é universal e muito menos de qualidade. Optamos por privilegiar os gastos na área da educação para o ensino superior gratuito, criando um dos mais perversos mecanismos de concentração de renda, dos impostos pagos pelos mais desfavorecidos, a maior parte é destinada às universidades estatais e através destas, por meio de políticas populistas aos que lá estudam, onde seguramente a totalidade dos mais pobres não tem acesso, mesmo com as políticas revestidas de falta de meritocracia, demagógicas e populistas de cotas.

Pior é que se cria na mentalidade do universitário brasileiro, a futura elite intelectual, que é honesto e moral viver à custa do Estado, deixando de lado a compreensão clara que qualquer gasto público é coberto pelos impostos, que como sabemos impede também o nosso desenvolvimento. O ensino superior deve ser sempre pago, pois existem meios para tal, entre os quais temos:

1. sistema de crédito educativo eficaz e justo;

2. bolsas por parte do governo atreladas ao desempenho no ensino básico ou outro critério de competência e não de privilégio, como se verifica agora nos sistemas de cotas, nos casos dos brancos, negros, mestiços, amarelos, ruivos, laranjas ou polacos – sendo livre a escolha por parte do aluno a entidades de ensino superior, podendo optar por uma federal, estadual, confessional e particular, aquela que melhor mostrar sua competência;

3. bolsas por parte das empresas;

4. financiamento direto, tal qual hoje nas particulares ou confessionais;

5. pago pela própria instituição mediante prestação de serviços de monitoramento e outros - o aluno presta serviços à entidade;

6. prestação de serviço civil ou militar obrigatório, no qual seriam remunerados pelo piso mínimo da categoria, mas teriam que prestar serviço nas localidades em que forem designados pelas forças armadas ou entidades civis a serem organizadas pela sociedade e não pelo Estado;

7. fundos de investimentos;

8. através das ONGs ligadas aos direitos dos afro-descendentes;

9. ou outra forma criativa, afinal somos mestres nesta questão ...

A criação de fundos de investimentos seria seguramente a melhor alternativa, pois se cria a mentalidade da poupança interna, é a modalidade que poderia servir de modelo para um processo de transição, no qual o Estado capitalizaria o potencial aluno durante, digamos uma década ou até mesmo uma geração, até que o sistema adquirisse a sua gestão independente.

"O dia em que o cidadão comum compreender que é ele o verdadeiro e único contribuinte, de todos os impostos, certamente vai arregaçar as mangas e ajudar a corrigir muitos absurdos da nossa sociedade, a começar pelo ensino superior gratuito.” (Gerhard Erich Böhme).

A cultura do "dinheiro do Governo" foi reforçada pelos "benefícios sociais" (vale-coisa e cesta-de-coisa), e ao governo é atribuída a responsabilidade por manter o cidadão vivo (ainda que na miséria).

O assunto é polêmico, eu sei, mas temos que romper o modo brasileiro de pensar em viver à custa da "coisa" pública, na realidade dos outros que trabalham ou já trabalharam, usando talento, criatividade, dedicação e esforço próprio. Deve começar com "as chamadas elites", que seja a intelectual, em especial a que está sendo formada para criar um Brasil onde o clientelismo políticvo, com seu capitalismo de comparsas e socialismo de privilegiados, não tenha mais espaço.

O professor José Márcio Camargo, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, fez as contas sobre a natureza das despesas sociais (educação, saúde, previdência e assistência social), chegou à conclusão que do total de recursos gastos com educação, por exemplo, mais de 60% se destinam às universidades estatais (Federais e Estaduais), onde estudam os mais favorecidos. Seguramente este é um dos processos mais nefastos de concentração de renda, pois cria a mentalidade de se servir do Estado, na realidade dos que pagam impostos, pois o Estado é uma entidade virtual que muitos teimam em torná-la parte do seu dia-a-dia. Temos sim é o brasileiro, as comunidades e o povo brasileiro. O Estado foi criado para servir ao povo, não o contrário.

Pior agora com a Reforma Universitária aprovada pelo Presidente Lula, que ampliou a dotação orçamentária dos atuais injustos 60% para 75% dos gastos com educação serem destinados ao ensino superior gratuito. Ele não é apenas conivente com esse processo de concentração de renda, como é também responsável por ele.

A título de reflexão, a minha proposta é, para que possa ser "socialmente" justa, que todo o cidadão brasileiro, dos 17 as 24 anos, tenha durante 5 anos uma bolsa, digamos "bolsa projeto de vida" e cabe a ele decidir se deve:

a. utilizá-la para pagar os seus estudos;

b. para uma poupança permitindo abrir seu negócio próprio;

c. para investir em ações, se optar por ser ou continuar a ser empregado.

Esta é uma proposta "socialmente" justa, termo tão em voga atualmente ... ...não entendo essa mania de se colocar o termo social em tudo, é como se não vivêssemos em sociedade ... ..., pois alcançaria a todos os que vivem no Brasil nesta faixa etária. Afinal, como consta na nossa Constituição: todos são iguais perante a lei. Ou devemos ser coniventes com os privilégios ou mecanismos concentradores de renda?

Justa, sim... .... mas quem paga?

Uma proposta justa, porém não seria suportável pela sociedade que trabalha e paga impostos e que seguramente iria causar muito mal a nossa juventude, tirando dela o principal desafio que é o de batalhar no início de sua carreira profissional e obter a sua dignidade através do esforço próprio.

Quanto às ações, temos que pensar em democratizar o mercado de investimentos, a proposta é de se criar um novo mercado de ações que financie idéias, projetos, empreendimentos e empresas sem burocracia e restrições: http://www.if.org.br/.

O resultado deste entrave é que ensinamos aos nossos jovens, os irão que formar a elite intelectual brasileira, que é "justo" viver à custa do Estado, na realidade dos outros que trabalham e pagam impostos, sem contar que lhes retiramos uma das principais oportunidades para obter dignidade através do esforço próprio, logo no início de suas carreiras.

Luz no fim do túnel

Felizmente temos em curso algumas das mais importantes mobilizações nacionais, não em defesa de interesses de minorias ou grupos de pressão, mas sim de toda a sociedade que se vê refém de nossos políticos corruPTos e clientelistas: http://www.deolhonoimposto.com.br/ e a mobilização a partir de um representantes da iniciativa privada, educadores, economistas, comunicadores e gestores públicos da educação passaram a se reunir para discutir caminhos e alternativas para a efetivação do direito à educação pública de qualidade no Brasil (http://www.todospelaeducacao.org.br/).

Abraços,


Gerhard Erich Boehme
gerhard@boehme.com.br
(41) 8877-6354
Skype: gerhardboehme
Caixa Postal 15019
80811-970 Curitiba PR



País, que não se pensava dividido, está sendo dividido


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O Globo, 31 Maio 2009



Fervorosa ativista contra o sistema de cotas raciais para o ingresso nas universidades, a antropóloga Yvonne Maggie, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, comemorou a recente suspensão, pelo Tribunal de Justiça, da lei estadual que estipulava a reserva de vagas em universidades estaduais, como um primeiro passo para a revogação de leis raciais. A seu ver, elas servem apenas para dividir os brasileiros que, no geral, diz, rejeitam o racismo. Segundo ela, o sistema de cotas é fruto de pressão internacional alimentada por milhões de dólares da Fundação Ford:

- Essa pressão talvez tivesse caído no vazio se não houvesse dinheiro americano nessa história.

O sistema de cotas é apresentado como forma de criar oportunidades iguais para todos. A senhora discorda. Por quê?

YVONNE MAGGIE: Porque ele faz parte de leis raciais que querem implantar no Brasil. E elas são inconstitucionais. A Constituição Federal proíbe criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si. A do Estado do Rio também. Estou defendendo o estatuto jurídico da nação brasileira, com base no fato de que raça não pode ser critério de distribuição de justiça. Raça é uma invenção dos racistas para dominar mais e melhor.

Que critério usaram para criar tal sistema?

YVONNE: Surgiu no governo de Fernando Henrique Cardoso, propondo cotas para negros ou pardos, hoje chamados de afrodescendentes, sob o critério estatístico do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mas isso não significa que as pessoas se identifiquem com aquilo. Nós, brasileiros, construímos uma cultura que se envergonha do racismo.

Mas existe racismo no Brasil, não?

YVONNE: Eu nunca disse que não há racismo aqui. Mas não somos uma sociedade racista, pois não temos instituições baseadas em lei com critério racial. É interessante ver que o Brasil descrito nas estatísticas foi tomado como verdade absoluta. Há uma espécie de alucinação coletiva. Uma coisa é dizer que o Brasil é um país desigual, com uma distância muito grande entre ricos e pobres. Outra coisa é atribuir isso à raça.

Quais os motivos para a criação de leis raciais no país?

YVONNE: Outra alucinação: a de que a forma de combater a desigualdade no Brasil deve ser via leis raciais. Elas propõem dividir o povo brasileiro em brancos e negros. Há quem diga que o povo já está dividido assim. Digo que não. Afinal, 35% dos muito pobres no Brasil se definem como brancos.

Qual é o melhor critério?

YVONNE: Em vez de lutar contra o racismo com ações afirmativas, colocando mais dinheiro nas periferias, o governo optou pelas cotas raciais reservando certo número de vagas na escola e, com o estatuto racial, no mercado de trabalho. Então, o país que não se pensava dividido está sendo dividido.

Seja como for, a ideia das cotas está ganhando adeptos.

YVONNE: Nem tanto. Pesquisa recente feita no Rio pelo Cidan (Centro Brasileiro de Informação e Documentação do Artista Negro), mostrou que 63% das pessoas são contra as cotas raciais. A maioria do povo brasileiro acha que todos somos iguais. Aprendemos isso na escola.

O objetivo era beneficiar negros e pardos. Agora no Rio já existem cotas para portadores de deficiência, para filhos de policiais, de bombeiros. A tendência é esse leque aumentar?

YVONNE: A lógica étnica ou racial não tem fim. Tudo surgiu porque houve pressão internacional com o sentido de combater o racismo. Mas quem domina os organismos internacionais são os países imperialistas, sobretudo Inglaterra e Estados Unidos, que têm uma visão imperialista de mundo dividido. Os EUA são um país dividido. Não pensam como nós. Lá a questão racial é a primeira identidade. Você pergunta "quem é você?", e dizem: "sou afroamericano", etc. Como não vivemos ódio racial no Brasil não sabemos o que é isso. O problema é que ao dividir e criar uma identidade racial, fica impossível voltar atrás.

O Brasil sucumbiu à pressão internacional?

YVONNE: A pressão talvez tivesse caído no vazio se não houvesse dinheiro americano nessa história. A Fundação Ford investiu milhões de dólares no Brasil, formando advogados, financiando debates, criando organizações não governamentais (ONGs). Não temos mais movimentos sociais. Quem luta em favor das cotas se transformou em ONG que recebe dinheiro do governo e da Fundação Ford. Juntou-se a fome com a vontade de comer. O governo inventa as ONGs, financia, e depois diz que as cotas são uma demanda do povo.

Como combater a desigualdade no acesso à universidade?

YVONNE: O Brasil tem que enfrentar a questão da educação básica de forma madura e consciente, investindo. Precisamos de recursos financeiros e humanos. Melhorar o salário dos professores e sua formação. E mudar a concepção de educação. Sem investimento não construiremos uma sociedade mais igual. Estamos criando uma sociedade mais desigual, escolhendo um punhadinho entre os pobres. Na verdade, a competição pelos recursos não é entre o filho da elite e o filho do pobre: ocorre entre os pobres.

Como a senhora vê a educação no Brasil?

YVONNE: A formação de professores e a concepção de educação são precárias. Não se obriga as escolas a ensinar. Obama acaba de fazer uma grande melhoria nos EUA: premia os bons professores. São os que ensinam melhor. E pune os maus. Quem não consegue fazer com que o seu aluno tire nota boa nas provas de avaliação externas, sai ou é reciclado.

Há luz no fim do túnel?

YVONNE: Sou otimista. Acho que as leis raciais não vingarão no Brasil. Creio que os congressistas têm mais juízo. E que em vez de lutar pelas cotas, o ministro da Educação deve fazer com que prefeitos e governadores cumpram as metas. Elas são excelentes. A ideia dele é fazer com que os municípios mais pobres recebam mais dinheiro. A opção é investir nas escolas e nos bairros mais pobres.

É possível conter o lobby das ONGs favoráveis às cotas?

YVONNE: É muito difícil ir contra grupos que se apresentam como o povo organizado. Temos que lutar pelo povo desorganizado, o povo que anda pela rua, que casa entre si, que joga futebol junto, que bebe cerveja, e não está o tempo todo pensando de que cor você é, de que cor eu sou. Povo é o que nos ensina que é melhor dar a mão do que negar um abraço.





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From: "José Antonio dos Santos da Silva"
To: "José Antonio dos Santos da Silva"
Sent: Saturday, June 13, 2009 12:16 PM
Subject: [polemica] Decreto do Planapir_2009

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%206.872-2009?OpenDocument D

ECRETO Nº 6.872, DE 4 DE JUNHO DE 2009.

Aprova o Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial - PLANAPIR, e institui o seu Comitê de Articulação e Monitoramento.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea "a", da Constituição,

DECRETA:

Art. 1o Fica aprovado o Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial - PLANAPIR, em consonância com os objetivos indicados no Anexo deste Decreto.

Art. 2o A Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República aprovará e publicará a programação das ações, metas e prioridades do PLANAPIR propostas pelo Comitê de Articulação e Monitoramento de que trata o art. 3o, observados os objetivos contidos no Anexo.

Parágrafo único. Os prazos para execução das ações, metas e prioridades do PLANAPIR poderão ser revisados pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, mediante proposta do Comitê de Articulação.

Art. 3o Fica instituído o Comitê de Articulação e Monitoramento do PLANAPIR, no âmbito da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade
Racial, integrado por:

I - um representante de cada órgão a seguir indicado:

a) Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que o coordenará;

b) Secretaria-Geral da Presidência da República;

c) Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República;

d) Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República;

e) Ministério da Educação;

f) Ministério da Justiça;

g) Ministério da Saúde;

h) Ministério das Cidades;

i) Ministério do Desenvolvimento Agrário;

j) Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome;

k) Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão;

l) Ministério do Trabalho e Emprego;

m) Ministério das Relações Exteriores;

n) Ministério da Cultura; e

o) Ministério de Minas e Energia; e

II - três representantes do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial - CNPIR.

Parágrafo único. Os membros do Comitê de Articulação e Monitoramento do PLANAPIR e respectivos suplentes serão indicados pelos titulares dos órgãos nele representados e designados pelo Ministro de Estado Chefe da Secretária Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

Art. 4o Compete ao Comitê de Articulação e Monitoramento do PLANAPIR:

I - propor ações, metas e prioridades;

II - estabelecer a metodologia de monitoramento;

III - acompanhar e avaliar as atividades de implementação;

IV - promover difusão do PLANAPIR junto a órgãos e entidades governamentais e não-governamentais;

V - propor ajustes de metas, prioridades e ações;

VI - elaborar relatório anual de acompanhamento das ações do PLANAPIR; e

VII - propor revisão do PLANAPIR, semestralmente, considerando as diretrizes emanadas das Conferências Nacionais de Promoção da Igualdade Racial.

Art. 5o O Comitê de Articulação e Monitoramento do PLANAPIR deliberará mediante resoluções, por maioria simples, cabendo ao seu coordenador o voto de qualidade.

Art. 6o O Comitê de Articulação e Monitoramento do PLANAPIR poderá instituir comissões técnicas com a função de colaborar para o cumprimento das suas
atribuições, sistematizar as informações recebidas e subsidiar a elaboração dos relatórios anuais.

Art. 7o O regimento interno do Comitê de Articulação e Monitoramento do PLANAPIR será aprovado por maioria absoluta dos seus membros e disporá sobre
a organização, forma de apreciação e deliberação das matérias, bem como sobre a composição e o funcionamento das comissões técnicas.

Art. 8o Caberá à Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial prover o apoio administrativo e os meios necessários à execução dos trabalhos do Comitê de Articulação e Monitoramento do PLANAPIR e das comissões técnicas.

Art. 9o As atividades dos membros do Comitê de Articulação e Monitoramento do PLANAPIR e das comissões técnicas são consideradas serviço público relevante não remunerado.

Art. 10. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 4 de junho de 2009; 188o da Independência e 121o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Dilma Rousseff

Este texto não substitui o publicado no DOU de 4.6.2009

ANEXO

OBJETIVOS DO PLANO NACIONAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - PLANAPIR

Eixo 1: Trabalho e Desenvolvimento Econômico

I - promover a inclusão e a igualdade de oportunidades e de remuneração das populações negra, indígena, quilombola e cigana no mercado de trabalho, com destaque para a juventude e as trabalhadoras domésticas;

II - promover a eqüidade de gênero, raça e etnia nas relações de trabalho e combater as discriminações ao acesso e na relação de emprego, trabalho ou ocupação;

III - combater o racismo nas instituições públicas e privadas, fortalecendo os mecanismos de fiscalização quanto à prática de discriminação racial no mercado de trabalho;

IV - promover a capacitação e a assistência técnica diferenciadas das comunidades negras, indígenas e ciganas;

V - ampliar as parcerias dos núcleos de combate à discriminação e promoção da igualdade de oportunidades, das superintendências regionais do trabalho, com entidades e associações do movimento negro e com organizações governamentais;

VI - capacitar gestores públicos para a incorporação da dimensão etnicorracial nas políticas públicas de trabalho e emprego;

VII - ampliar o apoio a projetos de economia popular e solidária nos grupos produtivos organizados de negros, com recorte de gênero e idade; e

VIII - propor sistema de incentivo fiscal para empresas que promovam a igualdade racial.

Eixo 2: Educação

I - estimular o acesso, a permanência e a melhoria do desempenho de crianças, adolescentes, jovens e adultos das populações negras, quilombolas, indígenas, ciganas e demais grupos discriminados, em todos os níveis, da educação infantil ao ensino superior, considerando as modalidades de educação de jovens e adultos e a tecnológica;

II - promover a formação de professores e profissionais da educação nas áreas temáticas definidas nas diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações etnicorraciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira ,africana e indígena;

III - promover políticas públicas para reduzir a evasão escolar e a defasagem idade-série dos alunos pertencentes aos grupos etnicorraciais
discriminados;

IV - promover formas de combate ao analfabetismo entre as populações negra, indígena, cigana e demais grupos etnicorraciais discriminados;

V - elaborar projeto de lei com o objetivo de garantir às comunidades ciganas a equivalente prerrogativa de direito contida no http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6533.htm#art29 art. 29 da Lei no 6.533, de 24 de maio de 1978, que garante a matrícula nas escolas
públicas para profissionais que exercem atividade itinerante;

VI - promover a implementação da http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.639.htm Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, e do disposto no
art. 26-A da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, do Parecer CNE/CP 3/2004 e da
Resolução CNE 01/2004, garantindo seu amplo conhecimento pela população brasileira;

VII - promover e estimular a inclusão do quesito raça ou cor em todos os formulários de coleta de dados de alunos em todos os níveis dos sistemas de ensino, público e privado;

VIII - estimular maior articulação entre a instituição universitária e as comunidades tradicionais, proporcionando troca de saberes, de práticas e de experiências;

IX - estimular a adoção do sistema de reserva de vagas para negros e indígenas no ingresso às universidades públicas;

X - apoiar a implantação de escolas públicas, de nível fundamental e médio, nas comunidades quilombolas e indígenas, com garantia do transporte escolar gratuito e demais benefícios previstos no plano de desenvolvimento da educação;

XI - apoiar as instituições públicas de educação superior no desenvolvimento de programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão que contribuam para a
implementação e para o impacto de políticas de ação afirmativa para as populações negra, indígena e demais grupos étnicos sub-representados no ensino de terceiro grau; e

XII - fortalecer os conselhos sociais das instituições de ensino superior, com representantes de todos os segmentos envolvidos, para monitorar o Programa Universidade para Todos - ProUni, principalmente no que se relaciona à inclusão de jovens negros e indígenas.

Eixo 3: Saúde

I - ampliar a implementação da política nacional de saúde integral da população negra;

II - promover a integralidade, com equidade, na atenção à saúde das populações negras, indígenas, ciganas e quilombolas;

III - fortalecer a dimensão etnicorracial no Sistema Único de Saúde, incorporando-a à elaboração, implementação, controle social e avaliação dos programas desenvolvidos pelo Ministério da Saúde;

IV - aferir e combater o impacto bio-psicossocial do racismo e da discriminação na constituição do perfil de morbimortalidade da população negra;

V - promover ações que assegurem o aumento da expectativa de vida e a redução da mortalidade da população negra e indígena;

VI - ampliar o acesso das populações negra, indígena, cigana e quilombola, com qualidade e humanização, a todos os níveis de atenção à saúde, priorizando a questão de gênero e idade;

VII - preservar o uso de bens materiais e imateriais do patrimônio cultural das comunidades quilombolas, indígenas, ciganas e de terreiro;

VIII - desenvolver medidas de promoção de saúde e implementar o programa saúde da família, nas aldeias indígenas, acampamentos ciganos e comunidades quilombolas;

IX - assegurar a implementação do programa nacional de atenção integral às pessoas com doença falciforme e outras hemoglobinopatias;

X - desenvolver ações específicas de combate à disseminação de HIV/AIDS e demais DST junto às populações negras, indígenas e ciganas;

XI - disseminar informações e conhecimento junto às populações negras, indígenas e demais grupos etnicorraciais discriminados, sobre suas potencialidades e suscetibilidades em termos de saúde, e os conseqüentes riscos de morbimortalidade; e

XII - ampliar as ações de planejamento familiar, às comunidades de terreiros, quilombolas e ciganas.

Eixo 4: Diversidade Cultural

I - promover o respeito à diversidade cultural dos grupos formadores da sociedade brasileira e demais grupos etnicorraciais discriminados na luta contra o racismo, a xenofobia e as intolerâncias correlatas;

II - estimular a eliminação da veiculação de estereótipos de gênero, raça, cor e etnia nos meios de comunicação;

III - fomentar as manifestações culturais dos diversos grupos etnicorraciais brasileiros e ampliar sua visibilidade na mídia;

IV - consolidar instrumentos de preservação do patrimônio cultural material e imaterial dos diversos grupos étnicos brasileiros;

V - garantir as manifestações públicas de valorização da pluralidade religiosa no Brasil, conforme dispõe a Constituição;

VI - estimular a inclusão dos marcos históricos significativos das diversas etnias e grupos discriminados, no calendário festivo oficial brasileiro;

VII - apoiar a instituição do feriado nacional no dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra;

VIII - estimular a inclusão de critérios de concessões de rádio e televisão que garantam políticas afirmativas para negros, indígenas, ciganos e demais representantes de minorias etnicorraciais brasileiras; e

IX - estimular a inclusão de cotas de representantes das populações negras, indígenas, ciganas e demais minorias étnicas, nas mídias, especialmente a televisiva e em peças publicitárias.

Eixo 5: Direitos Humanos e Segurança Pública

I - apoiar a instituição do Estatuto de Igualdade Racial;

II - estimular ações de segurança pública voltadas para a proteção de jovens negros, indígenas, quilombolas e ciganos, contra a violência;

III - estimular os órgãos de segurança pública estadual a atuarem com eficácia na proteção das comunidades de terreiros, indígenas, ciganas e quilombolas;

IV - combater todas as formas de abuso aos direitos humanos das mulheres negras, indígenas, quilombolas e ciganas;

V - estimular a implementação da política nacional de enfrentamento ao tráfico de pessoas;

VI - combater a exploração do trabalho infantil, especialmente o doméstico, entre as crianças negras e indígenas;

VII - ampliar e fortalecer políticas públicas para reinserção social e econômica de adolescentes e jovens egressos, respectivamente, da internação em instituições sócio-educativas ou do sistema prisional;

VIII - combater os estigmas contra negros, índios e ciganos; e

IX - estimular ações de segurança que atendam à especificidade de negros, ciganos, indígenas, comunidades de terreiros e quilombolas.

Eixo 6: Comunidades Remanescentes de Quilombos

I - promover o desenvolvimento econômico sustentável das comunidades remanescentes de quilombos, inserido-as no potencial produtivo nacional;

II - promover o efetivo controle social das políticas públicas voltadas às comunidades remanescentes de quilombos;

III - promover a titulação das terras das comunidades remanescentes de quilombos, em todo o País;

IV - promover a proteção das terras das comunidades remanescentes de quilombos;

V - promover a preservação do patrimônio ambiental e do patrimônio cultural, material e imaterial, das comunidades remanescentes de quilombos;

VI - promover a identificação e levantamento socioeconômico de todas as comunidades remanescentes de quilombos do Brasil;

VII - ampliar os sistemas de assistência técnica para fomentar e potencializar as atividades produtivas das comunidades remanescentes de quilombos, visando o apoio à produção diversificada, seu beneficiamento e comercialização;

VIII - estimular estudos e pesquisas voltados às manifestações culturais de comunidades remanescentes de quilombos;

IX - estimular a troca de experiências culturais entre comunidades remanescentes de quilombos do Brasil e os países africanos; e

X - incentivar ações de gestão sustentável das terras remanescentes de quilombos e a consolidação de banco de dados das comunidades tradicionais.

Eixo 7: Povos Indígenas

I - garantir a preservação do patrimônio ambiental e do patrimônio cultural material e imaterial dos povos indígenas;

II - implementar ações para o etnodesenvolvimento dos povos indígenas, com especial atenção à mulher indígena;

III - promover a regularização das terras tradicionalmente ocupadas pelos índios;

IV - apoiar a reformulação do Estatuto do Índio;

V - apoiar a criminalização dos atos racistas e discriminatórios em relação a indígenas e descendentes;

VI - desenvolver programas e projetos de apoio à produção e comercialização agrícola, pecuária, extrativista e artesanal de comunidades indígenas;

VII - diminuir a taxa de mortalidade materna indígena; e

VIII - promover a inclusão das comunidades indígenas nas ações de apoio à produção e comercialização da agricultura familiar.

Eixo 8: Comunidades Tradicionais de Terreiro

I - assegurar o caráter laico do Estado brasileiro;

II - garantir o cumprimento do preceito constitucional de liberdade de credo;

III - combater a intolerância religiosa;

IV - promover o respeito aos religiosos e aos adeptos de religiões de matriz africana no País, e garantir aos seus sacerdotes, cultos e templos os mesmos direitos garantidos às outras religiões professadas no País;

V - promover mapeamento da situação fundiária das comunidades tradicionais de terreiro;

VI - promover melhorias de infraestrutura nas comunidades tradicionais de terreiro; e

VII - estimular a preservação de templos certificados como patrimônio cultural.

Eixo 9: Política Internacional

I - aprimorar a articulação entre a política externa brasileira e as políticas nacionais de promoção da igualdade racial;

II - prosseguir com o fortalecimento da relação com organismos internacionais de proteção aos direitos humanos;

III - fomentar o intercâmbio e a cooperação internacional de experiências em matéria de proteção e promoção dos direitos humanos;

IV - prosseguir na intensificação dos laços políticos, econômicos, comerciais e culturais com o Continente Africano e a América Latina;

V - participar de foros permanentes sobre questões indígenas e apoiar as posições de consenso entre os povos indígenas brasileiros; e

VI - trabalhar para a adesão do Brasil aos seguintes instrumentos internacionais de proteção e promoção dos direitos humanos:

a) Convenção 138 e Recomendação 146 da OIT, que tratam da idade mínima para admissão no emprego;

b) Convenção Internacional para Proteção dos Direitos dos Migrantes e de suas Famílias, aprovada pela ONU em 1990; e

c) Convenção Interamericana sobre Desaparecimentos Forçados de Pessoas, assinada em Belém-PA em 9 de junho de 1994;

VII - participar, organizar, acompanhar e sediar conferências e eventos de ações afirmativas de combate ao racismo e intolerâncias correlatas.

Eixo 10: Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar

I - fortalecer as ações de combate à pobreza e à fome no Brasil, incorporando a perspectiva etnicorracial e de gênero em todas as ações de assistência social, de segurança alimentar e nutricional, e nos programas de transferência condicionada de renda do Governo Federal, com prioridade às mulheres chefes de família;

II - promover a igualdade de direitos no acesso ao atendimento sócio-assistencial, à segurança alimentar e nutricional e aos programas de transferência condicionada de renda, sem discriminação etnicorracial, cultural, de gênero, ou de qualquer outra natureza;

III - incorporar as necessidades das comunidades indígenas, ciganas e negras nas diretrizes do planejamento das políticas de assistência social e de segurança alimentar e nutricional;

IV - promover a articulação das políticas de assistência social, de renda de cidadania, de segurança alimentar e nutricional e de inclusão produtiva, voltadas a todos os segmentos etnicorraciais, nas diversas esferas de governo, com o setor privado e junto às entidades da sociedade civil;

V - desenvolver mecanismos de controle social de políticas, programas e ações de desenvolvimento social e combate à fome, garantindo a representação de todos os grupos étnico-raciais nas instâncias de controle social;

VI - garantir políticas de renda, cidadania, assistência social e segurança alimentar e nutricional para a população negra, quilombola, indígena, cigana, e de comunidades de terreiros;

VII - registrar identidade etnicorracial dos beneficiários nos diversos instrumentos de cadastro dos programas de assistência social, de segurança alimentar e de renda de cidadania;

VIII -fortalecer as interrelações do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA, organizado pelo Decreto no 6.272, de 23 de novembro de 2007, e com as entidades representativas de remanescentes de quilombos, povos indígenas, ciganos e comunidades de terreiros; e

IX - criar, fortalecer e ampliar programas e projetos de desenvolvimento social e segurança alimentar e nutricional, com ênfase nos saberes e práticas indígenas, ciganas, quilombolas, de contextos sócio-religiosos de matriz africana.

Eixo 11: Infraestrutura

I - assegurar o acesso da população negra, indígena, quilombola e cigana, urbanas ou rurais, aos programas de política habitacional;

II - estabelecer política de promoção da igualdade racial nos programas de financiamento de habitação, de interesse social, sob gestão do Governo Federal;

III - fornecer orientação técnica aos Municípios para que incluam no seu planejamento territorial áreas urbanas e rurais, os territórios quilombolas e as áreas de terreiro destinadas ao culto da religião de matriz africana;

IV - promover eletrificação nas áreas habitadas pelas comunidades negras, quilombolas e indígenas do meio rural; e

V - promover o saneamento básico nas áreas habitadas pelas comunidades negras e quilombolas.

Eixo 12: Juventude

I - ampliar as ações de qualificação profissional e desenvolvimento humano voltadas aos jovens negros, especialmente nas áreas de grande aglomeração urbana;

II - promover ações de combate à violência contra a população negra, indígena e cigana jovens;

III - promover políticas públicas nas áreas de ciência, tecnologia e inovação que tenham como público alvo a juventude negra, indígena e cigano;

IV - assegurar a participação da juventude negra, indígena e cigana nos espaços institucionais e de participação social;

V - reduzir os índices de mortalidade de jovens negros, indígenas e ciganos;

VI - promover ações de reforço à cidadania e identidade do jovem, com ênfase na população negra; e

VII - apoiar ações afirmativas que objetivem ampliar o acesso e permanência do jovem negro, indígena e cigano na escola, notadamente na universidade.