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Para Porto Alegre RS

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Revirada

Revirada na TV Cultura



Emissora exibe, a partir de quinta-feira (7/5), os eventos mais marcantes da Virada Cultural, como os shows de Zeca Baleiro, Novos Baianos e Maria Rita



Os melhores momentos da Virada Cultural 2009, realizada em São Paulo no último fim de semana, incluindo os shows mais esperados do palco montado na avenida São João, poderão ser conferidos na TV Cultura, a partir de quinta-feira (7/5), quando a emissora começa a exibir a programação especial da Revirada.



Na quinta-feira (7), às 23h10, será levado ao ar, na íntegra, o show com Zeca Baleiro, que se apresentou no Palco da São João. Durante 90 minutos, o cantor e compositor maranhense animou a platéia com suas músicas, como Mamãe Oxum e Heavy Metal do Senhor, do álbum de estréia Por Onde Andará Stephen Fry?. Em homenagem a outros artistas convidados na Virada Cultural, Zeca ainda interpretou uma canção de Wando, Fogo e Paixão, e outra de Raul Seixas, Óculos escuros.

Os integrantes dos Novos Baianos também subiram ao Palco da avenida São João para celebrar os 40 anos do grupo. E este reencontro também será exibido pela TV Cultura na sexta-feira (8), às 23h40. O show, que apenas não contou com a presença de Moraes Moreira, teve Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e os irmãos Jorginho e Didi Gomes, interpretando clássicos da banda, como Preta pretinha, além de uma versão da canção Sampa, de Caetano Veloso.

O show de encerramento da cantora Maria Rita, transmitido no último domingo pela TV Cultura, ao vivo, em formato digital HD (alta definição), também poderá ser assistido neste sábado (9), às 23h40.



Mas a Revirada da TV Cultura não acaba por aí. No domingo (10), às 23h, um especial exibe os melhores momentos da festa com trechos das principais atrações, entre elas os shows do ex-integrante da banda Los Hermanos, Marcelo Camelo; e do multiinstrumentista Egberto Gismonti, que encantou a platéia do Theatro Municipal; e as apresentações do Balé da Cidade e do grupo Francês Carabosse, que literalmente incendiou o Parque da Luz na madrugada de sábado para domingo. O programa mostrará ainda alguns palcos temáticos do evento, como o Romântico, no Largo do Arouche, e o Toca Raul, na Estação da Luz.



Programação:

Quinta - 7/5, às 23h10 - Show de Zeca Baleiro;

Sexta - 8/5, às 23h40 - Show dos Novos Baianos;

Sábado - 9/5, às 23h40 - reprise do show de Maria Rita;

Domingo - 10/5, às 23h - especial Virada Cultural com os principais trechos do evento.

Operação Cascata

Operação Cascata prende quadrilha suspeita de dois homicídios em Porto Alegre
07/05/2009 11:28



A Polícia Civil está comemorando o sucesso da Operação Cascata, realizada na madrugada desta quinta-feira (07/05), no bairro de mesmo nome, na Capital. A ação contou com a participação de 100 agentes policiais e cinco delegados, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), com o apoio do Departamento da Criança e do Adolescente (DECA), da 19ª e 2ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre (DP), da 1ª DP de Cachoeirinha e o do Grupamento de Operações Especiais. Foram cumpridos sete mandados de prisão, todos no bairro Cascata.

Na ação policial dois homens foram presos, um menor apreendido e encaminhado ao DECA, três estão foragidos e um está sendo identificado pela DHD. Outro menor, oitavo membro da quadrilha, foi encaminhado ao DECA, no início das investigações. Todos os indivíduos são integrantes de uma quadrilha de traficantes de drogas, envolvidos em furto, roubo e homicídios. Eles são suspeitos da morte de dois homens, uma ocorrida na Rua Arambaré, em 13/11/2008 e a segunda, um sargento da Brigada Militar, na Rua Professor Carvalho Freitas, em 16/02/2009, no bairro Cascata, na Capital. A DHD prossegue nas investigações e na busca dos foragidos. Os homens presos foram encaminhados ao Presídio Central.

Fonte: Ascom/ PC

Declaração das Cotas

Brasília, 06 de maio de 2009.





SENHORES SENADORES, SENHORAS SENADORAS



DECLARAÇÃO PÚBLICA





NÓS, DOS MOVIMENTOS SOCIAIS BRASILEIROS:





1. DECLARAMOS O TOTAL APOIO AO RELATÓRIO DA SENADORA SERYS SLHESSARENKO;



2. QUEREMOS A VOTAÇÃO JÁ DO PLC 180/08.









COMITÊ BRASILEIRO PELA APROVAÇÃO DO PLC 180/08.



(((FDDI, CIMI, UNEAFRO, NENNUEFS, MSU, EDUCAFRO, COIAB, APIB, CONEN, MNU, CINEP, UNE, UBES, MARCHA MUNDIAL DE MULHERES, CAMPANHA NACIONAL PELO DIREITO À EDUCAÇÃO, CNTE, CONTEE, CUT, FORÇA SINDICAL, CGTB, CTB, UGT, NOVA CENTRAL SINDICAL, NAÇÃO HIP-HOP, CEABRA, CNAIJ, ARTICULAÇÃO DE MULHERES BRASILEIRAS, CMS, ARTICULAÇÃO DE MULHERES NEGRAS BRASILEIRAS, ABONG, ACTION AID BRASIL, CESEC, UCAM, CFEMEA, COMUNIDADE BAHAI, CRIOLA, GELEDÉS – INSTITUTO DA MULHER NEGRA, INESC, INSTITUTO PATRICIA GALVÃO, OBSERVATÓRIO DA CIDADANIA, REDEH,ABLGT, AFAIA, AGENDE, AMAA, ANIS, ABIA, ASSOCIAÇÃO DAS DONAS DE CASA DO ESTADO DA BAHIA, ASSOCIAÇÃO DE DIFUSÃO COMUNITÁRIA UTOPIA, ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE PORTO SEGURO, GESTO&AÇÃO, CEN, CORPUS CRISIS, GRUMIN, INBRAP, ESPAF, FORUM DE MULHERES DE PERNAMBUCO, FORUM DE MULHERES NEGRAS DO DF, FORUM DE MULHERES PIAUIENSES, FORUM DE PROMOTORAS LEGAIS POPULARES DO DF, FORUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETNICO-RACIAL DO MARANHÃO, FUNDAÇÃO HEINRICH BÖLL, GEMDAC, GRUPO CURUMIN, IDENTIDADE – GRUPO DE LUTA PELA DIVERSIDADE SEXUAL INSTITUTO PAPAI, INSTITUTO PATRÍCIA GALVÃO, MNDH- MOVIMENTO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS, MIN, PASTORAL DA JUVENTUDE, REDEH, , APOINME, UNEIT, ASPIT)

Mãe e filho presos

Polícia Civil prende mãe e filho por tráfico de drogas em Rio Grande
07/05/2009 13:05


Agentes da 1ª Delegacia de Polícia de Rio Grande prenderam, nessa quarta-feira (06/04), mãe e filho suspeitos de vender drogas naquela cidade. A mulher, de 43 anos, e o seu filho, de 18 anos, foram detidos com crack, cocaína, maconha, quantia em dinheiro, além de munição para armas de fogo.

Conforme informações da polícia, sete usuários de droga foram abordados e identificados no local. Mãe e filho foram encaminhados ao Presídio Estadual de Rio Grande.

Fonte: Ascom/ PC

Mãe e filho presos

Polícia Civil prende mãe e filho por tráfico de drogas em Rio Grande
07/05/2009 13:05


Agentes da 1ª Delegacia de Polícia de Rio Grande prenderam, nessa quarta-feira (06/04), mãe e filho suspeitos de vender drogas naquela cidade. A mulher, de 43 anos, e o seu filho, de 18 anos, foram detidos com crack, cocaína, maconha, quantia em dinheiro, além de munição para armas de fogo.

Conforme informações da polícia, sete usuários de droga foram abordados e identificados no local. Mãe e filho foram encaminhados ao Presídio Estadual de Rio Grande.

Fonte: Ascom/ PC

Adolescente preso

BM apreende adolescente por tráfico de drogas na zona Sul da Capital
07/05/2009 13:40


Nesta quinta-feira (7/5), às 4h37min, na avenida Mohab Caldas, bairro Santa Tereza, em Porto Alegre, guarnição do 1º Batalhão de Polícia Militar abordou um adolescente de 16 anos, que estava portando um tubo de plástico, de cor branca com 26 pedras de crack (pesando 3 gramas), 2 buchas de maconha e R$ 95,00 em dinheiro. O jovem já possui antecedentes por posse de drogas, e testemunha de homicídio e foi conduzido à Delegacia de Polícia.

Delegacia da Mulher em Erechim

Governadora inaugura Delegacia da Mulher e entrega veículos para Segurança em Erechim
07/05/2009 14:10



A governadora Yeda Crusius inaugura, nesta quinta-feira (7), às 14 horas, a nova Delegacia de Polícia para a Mulher de Erechim, localizada na Rua Flores da Cunha, 91, junto ao Complexo da Polícia Civil, no Centro da cidade. Acompanhada do secretário da Segurança Pública, Edson Goularte, também entrega cinco viaturas para a Brigada Militar (BM), que serão utilizadas nos municípios de Erechim, Barão do Cotegipe, Centenário, Floriano Peixoto e Gaurama. O repasse de veículos integra o Programa Estruturante Cidadão Seguro, que investirá, até 2010, R$ 462 milhões em Segurança.

Para conclusão e infraestrutura da nova Delegacia da Mulher de Erechim, foram investidos R$ 60 mil pelo Estado. Um efetivo inicial de seis policiais, composto por cinco escrivãs e pela delegada Diana Casarin Zanatta, vai atuar na delegacia. Também está sendo disponibilizada uma viatura GM Corsa para utilização nos serviços policiais. O espaço físico da nova Delegacia da Mulher tem seis salas, onde vão funcionar recepção, gabinete, cartórios, cartório distribuidor, investigação e depósito. A delegacia está localizada em um espaço de 92,70 metros quadrados, junto ao complexo da Polícia Civil, em prédio locado, com cinco pavimentos.

Os cinco automóveis para a BM atendem a demanda apontada pela comunidade na Consulta Popular. O investimento para aquisição dos veículos zero quilômetro, com recursos do Tesouro do Estado, é de mais de R$ 192 mil.

O projeto Renovação da Frota, do Programa Estruturante Cidadão Seguro, prevê a incorporação, até 2010, de um mínimo de 2 mil veículos às frotas da BM, Polícia Civil, Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) e do Instituto-Geral de Perícias (IGP), com aplicação de recursos do Tesouro do Estado, da Consulta Popular, de convênios e aquisições diretas.

Durante 2008, primeiro ano de execução do Programa Cidadão Seguro, foram adquiridos 1.009 veículos zero quilômetro, dos quais 14 destinaram-se a municípios incluídos no PPV - Programa da Prevenção da Violência. Dessa forma, a meta para 2008, de 761 veículos, foi ultrapassada em mais de 32 %. Neste ano, já está em processo de licitação, com recursos liberados, a compra de mais 621 veículos.

Fonte: Site do Palácio Piratini

Presos Traficantes na BR 116

Polícia Civil prende mulher que traficava na BR-116
06/05/2009 09:57


Agentes da 2ª Delegacia de Investigações do Narcotráfico (2ªDIN) do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) efetuaram a prisão de ICB, de 32 anos. Ela foi presa em flagrante por tráfico de drogas por volta das 11 horas dessa terça-feira (05/05). A detenção ocorreu na BR-116, casa 93, em Esteio. No local, foi apreendida uma pedra de crack pesando 90 gramas (material para 500 petecas).

De acordo com o delegado Cleber dos Santos Lima, titular da 2ªDIN, a mulher vendia a droga na porta de casa, junto a BR 116. A autuada foi ouvida e encaminhada à Penitenciária Feminina Madre Pelletier. O Denarc recebe denúncias anônimas através do número 0800.518.518.

Tortura

ONGs acusam Brasil na ONU de tortura e violência contra pobres

ANA FLORda Folha de S.Paulo

O governo do Brasil passou pelo constrangimento de ouvir, nos últimos dois
dias, na 42ª sessão do Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da
ONU, em Genebra, denúncias que o responsabilizam pela violência praticada
contra a população, em especial a mais pobre.
O país foi denunciado em relatórios apresentados pelas ONGs Justiça Global,
Movimento Nacional de Meninos, Meninas de Rua, a Organização Mundial Contra
a Tortura e o Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos
da Mulher. São citados casos de mortes e torturas em presídios, de violência
policial em favelas e de ação de milícias.
O encontro avalia o cumprimento do Pacto Internacional sobre os Direitos
Econômicos, Sociais e Culturais pelos países. O governo do Brasil
apresentará hoje um relatório positivo sobre isso.
O texto das ONGs é um documento alternativo. Um dos casos citados foi o de
maus-tratos, tortura e superlotação do presídio Urso Branco, em Rondônia.
"Há uma clara criminalização da pobreza. A maior parte das vítimas é pobre,
moradora de favelas e negra", diz Tamara Melo, da Justiça Global.
A advogada cita os "autos de resistência" --documento policial criado com a
finalidade de registrar mortes causadas por resistência à prisão. Segundo
ela, o registro é usado no Rio para encobrir homicídios resultantes da
violência policial: "Não é só uma política do poder público, há parcelas da
sociedade que aceitam e aplaudem essas ações".
http://www1. folha.uol. com.br/folha/ brasil/ult96u561 210.shtml
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É como diz um texto que eu coloquei aqui há algum tempo atras. A tortura no
Brasil sempre existiu e ainda existe, só que durante a Ditadura Militar ela
atingiu a Classe Dominante, e essa zangada e avida pela recompensa, exigiu
indenização.
Agora quendo essa tortura tinge os pobres......

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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
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News Negro

Comerciário negro é discriminado, diz presidente da União Geral ...
Agência Senado - Brasília,DF,Brazil
O empresário do comércio prefere contratar brancos, pelo dobro do salário, do que contratar um negro. A afirmação é do presidente da União Geral dos ...
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Yeda Lança Consulta Popular

Yeda lança Consulta Popular 2009 com orçamento de R$ 115 milhões
06/05/2009 16:43


Com orçamento de R$ 100 milhões, a governadora Yeda Crusius lançou, nesta quarta-feira (6), no Palácio Piratini, a Consulta Popular 2009. Anunciou que, além deste valor, estão orçados mais R$ 15 milhões, que serão divididos como bônus entre as regiões do Estado com maior número de votantes. A meta do governo é a participação de pelo menos 1 milhão de eleitores. "É uma bela aposta de que acreditamos no crescimento do Rio Grande do Sul, no orçamento realista de 2010 e no respeito ao voto popular", disse a governadora, que também apresentou novidades na edição deste ano, como a ampliação, de dez para 14, do número de projetos estruturantes que constarão na cédula de votação e de três para quatro os projetos selecionados na primeira fase.

Yeda também destacou que, quanto maior o orçamento e mais eficiente o ajuste das contas públicas, maiores serão os recursos remetidos para a escolha popular. "É isso que fizemos este ano", frisou. Em 2007, foram destinados R$ 40 milhões para a Consulta e, em 2008, R$ 50 milhões. "O Estado está enfrentando a crise em pé, e podemos dizer que ela gera diminuição de receitas, redução de ICMS e queda nas transferências da União", acrescentou. Yeda reafirmou que o Rio Grande do Sul de ontem nunca foi uma terra arrasada e disse que tem orgulho dos legados de participação popular recebidos na sua gestão.

Afirmou ainda que o Estado construído hoje não destroi o passado. "O nosso jeito de governar é trazer para hoje o resultado da democracia gaúcha acumulado por muitas décadas", disse. Como decisão política da governadora, o Estado administrou a dívida de R$ 373 milhões de edições anteriores da Consulta Popular. O pagamento foi assumido mediante protocolo de intenções firmado com diversas entidades. "A Consulta apresentava imperfeições. O problema era estrutural, e não vontade do governante. Era um sintoma do desequilíbrio financeiro do Estado", afirmou. A governadora esclareceu que os débitos passados foram reprogramados e garantiu que vai deixar zerado o débito futuro.

A dívida de R$ 183 milhões, referente a serviços prestados por empreiteiras, fornecedores, hospitais, prefeituras e cooperativas, para atender a demandas das votações de 2003, 2004 e 2005, passou a ser amortizada mensalmente, conforme o fluxo de caixa. Os R$ 190 milhões referentes à Consulta de 2006 estão sendo pagos pelo Estado em quatro parcelas anuais de R$ 47,5 milhões - a última será repassada em 2010. Em dois anos, o governo Yeda Crusius já desembolsou R$ 186.725.722,00 - incluindo os passivos financeiros - para custear projetos votados.

A votação deste ano vai ocorrer no dia 5 de agosto, entre as 8h e 21h, com pelo menos uma urna em local de fácil acesso em cada município. O eleitor também poderá votar pela internet, das 8h às 24h, utilizando título de eleitor e carteira de identidade. No dia 13 de agosto, o resultado final será homologado pela Comissão Geral de Coordenação da Consulta Popular e passará a fazer parte da proposta orçamentária para 2010. O plebiscito é organizado por uma comissão geral presidida pelo secretário de Relações Institucionais, Celso Bernardi, e integrada por representantes de secretarias e entidades.

Fonte: Site do Estado

Consulta Popular

Com voto respeitado, gaúchos aumentam participação na Consulta Popular
06/05/2009 16:51


Com a certeza de que agora seu voto será respeitado, a comunidade gaúcha passou a confiar na Consulta Popular como instrumento capaz de priorizar a destinação de recursos para os municípios. Prova disso é o crescimento de participantes em 2008, quando cerca de 7% dos eleitores aptos a votar no Rio Grande do Sul compareceram às urnas. O aumento do interesse dos gaúchos fez com que o governo também ampliasse os valores destinados à consulta pública para R$ 50 milhões - 10% a mais que em 2007. Para estimular a discussão regionalizada dos recursos da Consulta Popular, o governo promove assembleias em cidades-pólos do Estado.

Contando com a participação de 30 mil voluntários, a Consulta Popular estimula o empreendedorismo e o debate nas pequenas comunidades. Funciona também como meio de o Estado reafirmar a importância das diretrizes do ajuste fiscal e do equilíbrio financeiro. Os recursos da Consulta são distribuídos proporcionalmente a cada um dos 28 Coredes, tomando como parâmetros a população dos municípios que compõem cada Conselho e o Índice de Desenvolvimento Socioeconômico (Idese), que obedece à ponderação de fatores sociais e de renda.

Para a Consulta Popular de 2007, o governo do Estado destinou R$ 40 milhões. Com a participação de 360.320 eleitores, foram priorizadas ações em 16 áreas. Os recursos contemplaram Saúde (R$ 13,6 milhões), Segurança (R$ 8,49 milhões), Agricultura (R$ 4 milhões), Planejamento Metropolitano e Regional (R$ 3,2 milhões), Educação (R$ 2,9 milhões), Inovação Tecnológica (R$ 1,7 milhão), Habitação (R$ 1,6 milhão), Desenvolvimento (R$ 1,09 milhão), Meio Ambiente (R$ 803 mil), Justiça (R$ 687 mil), Irrigação (R$ 600 mil), Turismo (R$ 382 mil), Estradas (R$ 303 mil), Esporte e Lazer (R$ 269 mil), Apoio à Pesquisa (R$ 45,2 mil) e Apoio à Pesquisa Rural (R$ 39,2 mil).

Em 2008, foram registrados 478.310 mil votos, resultado 32,8% superior ao obtido na edição anterior. A população escolheu investimentos em Saúde (R$ 12,9 milhões), Segurança (R$ 10,6 milhões), Educação (R$ 9,7 milhões), Agricultura (R$ 8,6 milhões), Habitação (R$ 2,04 milhões), Justiça (R$ 1,8 milhão), Ciência e Tecnologia (R$ 1,48 milhão), Turismo (R$ 1 milhão), Apoio à Pesquisa (R$ 560 mil), Planejamento Metropolitano e Regional (R$ 550 mil), Desenvolvimento (R$ 458 mil), Estradas (R$ 100 mil) e Esporte e Lazer (R$ 59,4 mil).

Fonte: Site do Estado

Mais policiais em Porto Alegre

Brigada Militar deteve mais de 7 mil pessoas no primeiro quadrimestre do ano em Porto Alegre
06/05/2009 17:51


O Comando de Policiamento da Capital (CPC), da Brigada Militar, divulgou na tarde desta quarta-feira (06) o balanço de suas ações no primeiro quadrimestre deste ano. De acordo com o coronel Jones Calixtrato Barreto dos Santos, comandante do CPC, o levantamento aponta que foram realizadas 7.457 detenções entre janeiro e abril deste ano. No mesmo período de 2008 o número foi de 6.444. As prisões por tráfico somaram 540, ante 360 em igual período do ano passado. Já as prisões de foragidos atingiram o total de 523, ante 401 em 2008. Na apreensão de armas, entre janeiro e abril deste ano, o CPC totalizou 407 armas apreendidas, contra 386 em igual período de 2008.

Na apreensão de tóxicos, o balanço mostra que foram apreendidos 125, 470 kg de maconha entre janeiro e abril de 2009 em Porto Alegre, mais que o dobro registrado em igual período do ano passado, de 62, 915 kg. As apreensões de cocaína totalizaram 26,816 kg neste ano, número também superior ao de igual período de 2008, que foi de 11.210 kg. Nas apreensões de crack o CPC contabilizou 18.214 kg entre janeiro e abril últimos, ante 21.646 kg em igual período de 2008. As apreensões de haxixe, antes sem nenhum registro em 2008, neste ano somaram 151 gramas.

Na recuperação de veículos em ocorrência de furto e/ou roubo, o CPC obteve a recuperação de 1.642 veículos nos primeiros quatro meses deste ano. Em 2008, no mesmo período, haviam sido recuperados 1.856.

Fonte: CPC/BM

Quilombos

[Quilombos] – PL que restringe os direitos quilombolas recebe parecer favorável




Ontem (05/05/08), mais uma ameaça contra os direitos quilombolas avançou na Câmara dos Deputados.



O projeto PL 3654/2008, que regulamenta o artigo 68 do ADCT, recebeu parecer favorável do relator Dep. Duarte Nogueira (PSDB-SP) na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. O artigo 68 do ADCT é o dispositivo constitucional que reconhece às comunidades quilombolas o direito coletivo a propriedade de suas terras.



O PL 3654/2008 é uma das iniciativas do Dep. Valdir Collato (PMDB-SC) visando restringir os direitos das comunidades quilombolas por meio:

- do estabelecimento de uma definição restritiva de comunidades remanescentes de quilombolas que fere o critério da auto-identificação estabelecido na Convenção 169 da OIT;

- da restrição das áreas passíveis de serem tituladas para os quilombolas àquelas localizadas na zona rural.

- da abertura da possibilidade das terras quilombolas serem tituladas em lotes individuais descaracterizando as formas tradicionais de uso coletivo do território.



O relator Dep. Duarte Nogueira deu a sua contribuição para tornar o PL 3564 ainda mais desfavorável aos quilombolas ao propor duas emendas. Uma veda “a ampliação futura das áreas tituladas” e a outra determina que em estando a área quilombola “dentro de área de interesse nacional ou na faixa de fronteira, sua titulação dependerá do assentimento prévio do Conselho de Defesa Nacional."



Tramitam na Câmara outros três projetos que ameaçam os direitos das comunidades quilombolas, dois deles de autoria também do Dep. Valdir Collato: o PDC-44/2007 e o PDC-326/2007 que têm como alvo o Decreto 4.887/2003 que regulamenta os procedimentos para a titulação das terras quilombolas. O primeiro visa sustar a aplicação do referido Decreto. Já o PDC 326/2007 busca sustar os efeitos do Decreto n° 4.883 que transfere a competência para regularizar as terras quilombolas do Ministério da Cultura para o Ministério do Desenvolvimento Agrário.



A terceira proposição é a PEC-161/2007, de autoria de deputado também do PMDB de Santa Catarina, Celso Maldaner, que estabelece que o reconhecimento das áreas remanescentes das comunidades dos quilombos deverá ser feito por lei bem como a criação de espaços territoriais a serem especialmente protegidos e a demarcação de terras indígenas.



Lúcia Andrade

Comissão Pró-Índio de São Paulo

www.cpisp.org.br









Proposição: PL-3654/2008

Autor:
Valdir Colatto - PMDB /SC



Data de Apresentação: 02/07/2008
Apreciação: Proposição Sujeita à Apreciação Conclusiva pelas Comissões - Art. 24 II
Regime de tramitação: Ordinária
Situação: CAPADR: Pronta para Pauta.

Ementa: Regulamenta o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias - ADCT, que reconhece aos remanescentes das comunidades de quilombos a propriedade definitiva das terras que estejam ocupando.

Explicação da Ementa: Altera a Constituição Federal de 1988.

5/5/2009
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR)
Parecer do Relator, Dep. Duarte Nogueira (PSDB-SP), pela aprovação, com duas emendas.




Proposição: PDC-326/2007

Autor:
Valdir Colatto - PMDB /SC


Data de Apresentação: 23/08/2007
Apreciação: Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário
Regime de tramitação: Ordinária
Situação: CCP: Aguardando Encaminhamento.

Ementa: Susta os efeitos do Decreto n° 4.883, de 20 de novembro de 2003, que transfere a competência conferida ao Ministério da Cultura pelo art. 27, inciso VI, alínea "C", da Lei n° 10.683, de 28 de maio de 2003, para o Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Última Ação:

21/9/2007 -
Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA) - Deferido o REQ 1693/07, conforme seguinte despacho: "Defiro. Revejo, nos termos do art. 141 do RICD, o despacho aposto ao PDC n. 326/07, para determinar a inclusão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, que deverá pronunciar-se antes da Comissão de Educação e Cultura. Por conseqüência, constitua-se Comissão Especial para apreciar a matéria, consoante o disposto no art. 34, II, do RICD, integrada pelas seguintes Comissões: CDHM, CEC, CAPADR e CCJC (mérito e art. 54). Publique-se. Oficie-se." DCD de 22 09 07 PÁG 49355 COL 02






Proposição: PDC-44/2007

Autor:
Valdir Colatto - PMDB/SC e co-autores.


Data de Apresentação: 17/05/2007
Apreciação: Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário
Regime de tramitação: Ordinária
Situação: CCJC: Pronta para Pauta.

Ementa: Susta a aplicação do Decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003, que Regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos de que trata o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

30/10/2007
Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM)
Parecer da Relatora, Dep. Iriny Lopes (PT-ES), pela rejeição.

19/12/2007
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR)
Aprovado o Parecer contra os votos dos Deputados Assis do Couto, Anselmo de Jesus e Domingos Dutra

13/10/2008
Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)
Parecer do Relator, Dep. Gonzaga Patriota (PSB-PE), pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa deste e da Emenda da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e, no mérito, pela rejeição do projeto.

25/11/2008
Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)
Retirado de pauta de Ofício.






Proposição: PEC-161/2007 -

Autor:
Celso Maldaner - PMDB /SC


Data de Apresentação: 20/09/2007
Apreciação: Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário
Matérias sujeitas a normas especiais: Especial
Situação: CCJC: Pronta para Pauta.

Ementa: Altera o inciso III do art. 225 e o § 4º do art. 231 da Constituição Federal, e art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

Explicação da Ementa: Estabelece que a criação de espaços territoriais a serem especialmente protegidos, a demarcação de terras indígenas e o reconhecimento das áreas remanescentes das comunidades dos quilombos deverão ser feitos por lei. Altera a Constituição Federal de 1988.

20/11/2008
Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)
Parecer do Relator, Dep. Moreira Mendes (PPS-RO), pela admissibilidade desta e da PEC 291/2008, apensada.






< www2.camara.gov.br/proposições > consulta em 06/05/08

Casos de Tortura

CARTA O BERRO. ..........repassem.

Esta é a segunda parte, de quatro série,de um dos primeiros casos de tortura e assassinato pela Ditadura.
Se aguém perder a parte anterior, ao final poderá recuperar clicando no item.
Todas foram publicadas no Correio da Cidadania.
Um abraço.
Vanderley



Vida, luta e martírio do sargento Manoel Raimundo Soares (2)
Escrito por Mario Maestri e Helen Ortiz

A sub-oficialidade nacionalista


A frustração ensejada pela derrota sem resistência e o crescente descontentamento popular levaram a que suboficiais nacionalistas de esquerda das forças armadas, em especial do Exército e da Marinha, presos e reformados em grande número, tenham sido o setor social que se disponibilizou prontamente para a luta antiditatorial direta, no contexto prático e político próprio ao mundo castrense, organizando-se em torno de Leonel Brizola, que seguia no Uruguai disposto a lutar pelas forças das armas pelo fim da ditadura.


Manoel Raimundo teve a prisão decretada em abril, e foi expulso do Exército em junho de 1964. Para não ser preso e poder integrar-se à luta antiditatorial, apenas estourou o golpe, desertou de seu quartel em Campo Grande, junto ao sargento Araken Galvão, também destacado no Mato Grosso. Manoel Raimundo e Araken viajaram para Juiz de Fora e, a seguir, para o Rio de Janeiro, de onde partiram, mais tarde, para o Rio Grande do Sul. Manoel Raimundo teria declarado à polícia que viajou para Porto Alegre em 26 de janeiro de 1965 à procura de emprego, retornando ao Rio de Janeiro em 6 de março. Em 29 de setembro teria voltado ao Sul, sob promessa de trabalho feita pelo suboficial Leony Lopes, que lhe teria igualmente apresentado Edu Rodrigues, civil pretensamente oposicionista, mas nos fatos informante da polícia, como veremos.


Mais de 20 sargentos teriam viajado, como Manoel Raimundo, do Rio de Janeiro a Porto Alegre para integrar-se à resistência. Uma transferência mais do que compreensível, pois desde 1964 o Rio Grande do Sul tornara-se a principal via para alcançar ou manter contatos com o Uruguai, então centro anti-ditatorial. Em 1965, haveria mais de 2.000 brasileiros refugiados naquele país. De 1964 a 1966, o ex-governador Leonel Brizola depositou grande esperança na possibilidade de sublevar Porto Alegre e o Rio Grande do Sul apoiado em oficiais e suboficiais constitucionalistas, nacionalistas e de esquerda ainda em serviço.


A primeira resposta armada à ditadura


Foi precisamente do Uruguai, em 20 de março de 1965, que o coronel do Exército Jéferson Cardin de Alencar Osório e o sargento da Brigada Militar Alberi Vieira dos Santos ingressaram no Rio Grande do Sul para organizar coluna de pouco mais de 20 homens. O grupo armado, após tomar a cidade sulina de Três Passos, em 25 de março, dirigiu-se ao oeste do Paraná, onde no dia 27 foi dispersado após combate desigual com as forças da ditadura. No combate morreu um sargento das forças repressivas. O objetivo da coluna do Movimento Nacionalista Revolucionário, ligado a Leonel Brizola, era sublevar militares oposicionistas no Rio Grande do Sul e a seguir no Brasil.


Em Porto Alegre, desde começos de 1965, como assinalado, o sargento Manoel Raimundo, companheiros seus do Comando Geral dos Sargentos e outros resistentes locais participaram ativamente da organização de dois levantes de quartéis da Brigada e do Exército da capital. O primeiro contaria com "entre 40 e 70 pessoas prontas para fazer a insurreição", "espalhadas por aparelhos em Porto Alegre", e mais outros suboficiais que chegariam do Rio de Janeiro. O plano teria desandado devido à prisão de Araken Vaz Galvão.


Em fevereiro-março de 1966, após o fracasso da chamada "Guerrilha de Três Passos", um segundo projeto de levante em Porto Alegre não prosperou, devido à denúncia do plano ao comandante Osvino Ferreira Alves, um dia antes da sua eclosão por capitão da Brigada Militar envolvido no movimento, com a prisão de oficiais, suboficiais, trabalhadores, estudantes etc. O fracasso do segundo levante fortaleceu a proposta da organização da luta antiditatorial através de focos armados rurais, desejada pelos suboficiais do Exército e Marinha, e à qual Leonel Brizola resistia.


A queda de Manoel Raimundo


Às 17h35 da tarde de 11 de março, Manoel Raimundo foi preso ao entregar entre 500 e 2.000 panfletos, possivelmente por ele escritos, com os dizeres "Abaixo a ditadura militar", contra a chegada naquele dia a Porto Alegre do general-ditador Castelo Branco, e a Edu Rodrigues, um civil alcagüete, em frente ao auditório Araújo Viana. Na distribuição dos manifestos estariam envolvidos funcionários da Carris, empresa pública com antiga tradição de luta sindical e política. Conhecido pelo serviço de informação do Exército como uma das principais lideranças do movimento dos sargentos e, possivelmente, por seu envolvimento nos movimentos de resistência em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul, Manoel Raimundo era uma presa valiosa para a repressão, já que, se vergado, causaria baixas duríssimas entre seus companheiros de luta e no movimento de resistência à ditadura.


A documentação conhecida assinala que, quando da sua prisão, Manoel Raimundo militava em pequeno grupo reunindo, principalmente, remanescentes da "Guerrilha de Três Passos", denominado Movimento Revolucionário 26 de Março (MR-26). A denominação seria uma homenagem ao primeiro combate armado com a ditadura, quando da chamada "Guerrilha de Três Passos". Praticamente toda a escassa informação disponível publicada sobre Manoel Raimundo reafirma essa militância.


Jelsi Rodrigues, companheiro de Manoel Raimundo no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, lembra que, naquele então, os suboficiais resistentes reconheciam-se como membros do Comando Geral dos Sargentos. Quando muito, Manoel Raimundo se compreenderia como parte do Movimento Nacionalista Revolucionário, organizado pelos suboficiais do Exército e da Marinha, em associação com Leonel Brizola e seguidores. Jelsi Rodrigues sequer tem conhecimento do MR-26. Araken Galvão, com participação destacada na primeira tentativa de levante em Porto Alegre e um dos companheiros mais próximos de Manoel Raimundo, declarou: "Ao que eu saiba, Soares nunca militou no MR-26. Aliás, nem sei que movimento foi esse (...)".


Companheiros de farda


Manoel Raimundo foi preso no dia 11 de março por dois militares à paisana, da 6ª Companhia da Polícia do Exército, Carlos Otto Bock e Nilton Aguiadas, sem qualquer determinação judiciária, ao arrepio das próprias leis então reconhecidas pela ditadura, devido à denúncia do informante Edu Rodrigues, como visto. A ordem de prisão teria partido de Darci Gomes Prange, capitão da referida companhia. Era o início do longo calvário do jovem paraense, nas mãos dos torcionários do Exército e da Polícia Política.


Manoel Raimundo foi levado em um táxi DKV verde à sede da Polícia do Exército, onde, sem delongas, sofreu as primeiras sevícias infligidas por ex-colegas de farda, o sargento Pedroso e os tenentes Nunes e Glênio Carvalho de Sousa. A seguir, foi transferido para o mais experiente Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), no Palácio de Polícia na avenida João Pessoa, para ser duramente torturado e espancado, por longos dias, agora pelos delegados Enir Barcelos da Silva, Itamar Fernandes de Souza, José Morsch, entre outros.


Na época, especialmente no Rio Grande, a tortura não se transformara ainda em prática institucionalizada, sobretudo nas forças militares. O ódio acumulado por oficiais golpistas e direitistas contra o destacado líder do Comando dos Sargentos e sua importância na resistência antiditatorial talvez expliquem a violência com que foi interrogado. Sem qualquer resultado. Ainda hoje, os companheiros de Manoel Raimundo lembram-se emocionados da decisão com que o jovem enfrentou o interrogatório, não raro cantando o Hino Nacional e a Marselhesa, sem jamais se dobrar, não revelando sequer um nome de companheiros e depósitos de armamentos, prontamente transferidos após a sua queda.


Depoimentos incontornáveis


Possivelmente a improvisação da repressão na época e a importância e galhardia de Manoel Raimundo ao enfrentar seus algozes tenham ensejado a paradoxal exposição pública das duras torturas a que foi submetido, realidade que se procurou manter sob sigilo, mesmo quando do fechamento do regime, após o Ato Institucional n.º 5, em fins de 1968. São precisas, abundantes e concordantes as declarações de outros presos políticos sobre os maus-tratos sofridos pelo jovem paraense na semana em que permaneceu no DOPS.


Em depoimento publicado no jornal gaúcho Zero Hora, de 17 de setembro de 1966, Antônio Giudice, detido no DOPS, de 10 a 15 de março de 1966, relatou "que conversou com Manoel Raimundo, vendo "os hematomas e cicatrizes das torturas que vinha sofrendo", pois "era diariamente, torturado, colocado várias vezes no pau-de-arara, sofrendo choques elétricos, espancado e queimado por pontas de cigarros". O pau-de-arara é haste de pau ou ferro, para suspender o prisioneiro durante a tortura, com os pés e as mãos amarrados para trás, de cabeça para baixo.


Aldo Alves Oliveira, funcionário da Companhia Carris, preso na DOPS desde 10 de março, testemunhou ter conhecido Manoel Raimundo, que "mostrava vários sinais de sevícias". Na ocasião, viu, quando o ex-sargento "estava sentado no corredor" de "acesso à cela", "sem camisa", "as marcas de queimaduras" e sinais de violência. Tão forte fora o espancamento que ele "não podia engolir alimentos sólidos, razão pela qual" Aldo e outros presos forneciam-lhe "alguma porção" do "leite que lhes era enviado por familiares".


As noites e os dias


Aldo Alves relatou igualmente que, durante o tempo que esteve preso, "percebia que, quase todas as noites, pela madrugada, o ex-sargento Manoel Raimundo Soares era torturado, o que podia ser comprovado pelos gritos da vítima e também pelo aspecto físico que apresentava quando era trazido de volta a sua cela e passava defronte a porta em que se encontrava o depoente [...]".


Também presa no DOPS em março de 1966, a advogada Élida Costa afirmou que, ao ouvir "gritos, urros de dor e ruídos de coisas que caíam", um "agente policial" lhe explicara que "se tratava de uma festa em [um] outro andar". Ao deparar-se com "uns seis ou oito presos, todos da Carris", quando ia ao banheiro, ela contou-lhes o que passava, "e o risco que todos (eles) corriam".


Élida passou a noite temendo "que o mesmo poderia lhe suceder". Temor acrescido quando, de madrugada, "viu, com os próprios olhos, um rapaz que, pelo estado de seu corpo, que estava inclinado para frente, ia sendo carregado por dois homens". Na ocasião, "ouviu dizer" que o preso estava ferido, sangrava e se encontrava em "coma" e que "fora recolhido a uma cela fechada à chave". Mais tarde, o ex-sargento "foi levado", com dificuldades, "pelos presos", até a advogada, que ouviu do mesmo se chamar Soares.


Na ilha do Presídio


Por não se dobrar às exigências dos algozes, Manoel Raimundo foi torturado em forma incessante, por mais de uma semana pelos torcionários à procura de informação sobre seus companheiros de luta e de ideal, sendo recolhido apenas em 19 de março de 1966, nove dias após sua prisão, à ilha do Presídio, no rio Guaíba, destinada desde o golpe militar também ao encarceramento de presos políticos. A ilha contaria com guarnição de mais de 30 policiais.


A pequenina ilha do Presídio, com uns 150 metros de comprimento por 30 a 80 de largura, destaca-se por suas grandes pedras de granito, a pouco mais de dois quilômetros da costa de Guaíba. Conhecida inicialmente como ilha das Pedras Brancas, fora ponto estratégico de ataque-defesa de Porto Alegre na Guerra dos Farrapos. Passara a ser denominada de ilha da Pólvora, ao receber duas construções para armazenar munição, em 1857. De 1956 a 1973 e de 1980 a 1983 funcionara como presídio, o que lhe assegurou sua última denominação.


A ilha do Presídio, caracterizada pela forte umidade, era local onde os prisioneiros políticos encontravam-se relativamente protegidos das torturas policiais, devido à estreiteza das instalações, ao elevado número de detidos, às dificuldades dos inquisidores de se deslocarem até ela. Para serem interrogados, os prisioneiros eram habitualmente levados de volta a Porto Alegre, onde ficavam entregues à violência e ao arbítrio dos militares e policiais torturadores. Hoje, as instalações da ilha encontram-se abandonadas e depredadas.


Em 1966, o guarda civil Selço José Muller dos Santos permaneceu encarcerado na ilha por dez dias. Mais tarde, declarou que, na ocasião, auxiliou Manoel Raimundo a se mover "até sua cela", pois se encontrava "bastante ferido", com "dificuldade para locomover-se". À noite, Selço preparava "salmoura para passar nas costas e pernas de Manoel", partes do corpo muito feridas devido aos espancamentos, segundo relatou o próprio Manoel. Selço teria aconselhado ao sargento que "pusesse água com açúcar" em "uma espécie de hematoma" que tinha no olho. Devido a ferimento propiciado pelo tenente Nunes durante a tortura, Manoel Raimundo perdera parcialmente a visão de um olho.


Para ler a primeira parte do artigo, clique aqui.


Mário Maestri, historiador, é doutor em História pela UCL, Bélgica, e professor do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), no Rio Grande do Sul. E-mail: maestri@via-rs.net Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email


Helen Ortiz, historiadora, é mestre em História pela Universidade de Passo Fundo (UPF), no Rio Grande do Sul.

Publicado em: O direito na história: o caso das mãos amarradas. Porto Alegre: Tribunal Regional Federal da 4ª. Região, 2008. pp. 177-200.







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Transgênicos

Agricultor vence processo contra Monsanto no Canadá
05/05/2009


Esta é uma história de David contra Golias, mesmo que a pedra jogada contra a testa do gigante seja ainda muito pequena.

Há dois anos Percy Schmeiser, um agricultor que hoje cultiva apenas 64 hectares de canola - grão oleoginoso - na província de Saskatchewan, no Canadá, demandou judicialmente à trasnacional Monsanto que pagasse pela limpeza de seus campos, por conta da contaminação com canola transgênica patenteada pela companhia. Pólen transgênico de campos vizinhos teriam chegado por meio do vento ou por insetos às terras de Schmeiser.

Previamente, tanto o trabalhdor quanto sua esposa tinham entrado em contato com a companhia, que fez testes para confirmar que efetivamente as terras estavam contaminadas. "Monsanto disse que aceitavam realizar a 'descontaminação', mas antes que fizessem a limpeza nos mandaram um formato de liberação de responsabilidades para que o assinássemos. Tinha duas condições inaceitáveis: que minha esposa, qualquer membro da minha família e eu jamais na vida voltaríamos a demandar a Monsanto por contaminação, e que nos comprometíamos a manter em silêncio os termos do acordo. Certamente rejeitamos o convênio".

A vitória

Foi então que Schmeiser decidiu contratar os trabalhos de limpeza e enviou a conta à Monsanto, mas a corporação se recusou a pagar e disse que só o faria se o agricultor assinasse o acordo de liberação de responsabilidade.

Já na corte, em março de 2008, o juiz ordenou a Monsanto a pagar a descontaminação "e não tivemos que assinar nenhum formato", relatou o agricultor. O pagamento foi de 640 dólares canadenses."E se pode imaginar que pena a uma multinacional desse tamanho pagar tal conta. Muitos de nossos jornais no Canadá perguntaram que está se passando com os empresários que necessitam ser levados a julgamento para cobrir faturas tão pequenas", conta Schmeiser.

"O resultado desta experiência foi uma grande vitória não só para minha família, mas para todos os agricultores, pois estabelece o precedente de que Monsanto, e qualquer outra companhia, tem de limpar pela contaminação de transgênicos. Isto é importante pois entramos na área das responsabilidades, isto é, você é responsável se você destruir o trabalho ou o campo de alguém mais. A Monsanto gosta de chegar em acordos antes que seus conflitos entrem à corte, mas neste caso não pôde se safar".

Patentes e direitos

Como se sabe, o conflito entre estas duas partes vem de antes: em 1998 Monsanto cobrou Schmeiser por "apropriação indevida", isto é, por ter nos seus campos sementes transgênicas patenteadas pela empresa, sem que tivesse pago por elas. A realidade é que para o agricultor tal tecnologia era indesejável, mas lhe chegou por contaminação genética. O erro deste julgamento foi: "a corte me disse que não teria que pagar um só centavo, pois Monsanto me exigia mais ou menos um milhão de dólares canadenses. Se tivesse perdido o caso, eu não estaria aqui", relata.

A parte negativa do erro foi que a corte decidiu que Monsanto era sim proprietária da patente da canola. "O triste é que se esse gene patenteado passa a qualquer outra forma de vida, essa forma de vida passará a ser de Monsanto também", lamenta Schmeiser.

Mas a corte também pediu ao Parlamento do Canadá que achasse novas leis e regulamentos a respeito de quem tem direito a patentear uma forma de vida, e isso está agora em processo de discussão. "Nós sabemos agora que, para o futuro de nossas sementes, de nossos alimentos, tem de se proteger os direitos dos agricultores de usar e desenvolver suas próprias sementes, e é um direito que não se deve perder em nenhum momento".

No seu enfrentamento com Monsanto, ao longo de dez anos, Percy Schmeiser gastou meio milhão de dólares canadenses. "Afortunadamente tivemos muita ajuda de muita gente no mundo inteiro e pudemos pagar estes custos. O que digo é que nenhum agricultor está em condição de enfrentar este tipo de julgamento contra transnacionais e, por isso, para o caso do México, por exemplo, a recomendação é fechar absolutamente a porta ao milho transgênico".


As informações são do Greenpeace México

Página Rural

Edição 06/05/2009







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INDICADORESFUTURO
Índice Venc. Valor %
Açúcar Jul 18,17 +0,22
Álcool . . .
Algodão . . .
Bezerro . . .
Boi Gordo Mai 77,16 -0,10
Café Mai 131,55 +0,42
Etanol . . .
Milho Mai 22,95 +0,22
Soja Jun 25,28 +1,32

Índices: 06/05 - Fonte: BM&F
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FÍSICO
Índice Praça Valor %
Açucar SP 45,51 0,00
Algodão SP 118,41 +0,26
Arroz RS 27,08 -0,35
Bezerro MS 635,39 -0,23
Boi Gordo SP 76,68 -0,27
Café SP 264,35 -0,34
Etanol PR . .
Milho Camp. 22,30 +0,30
Soja PR 50,65 -0,10

Índices: 06/05 - Fonte: CEPEA
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ARTIGOSPalmas para o biodiesel

Mudanças climáticas e impactos de gases de efeito estufa, associados a instabilidade de preços dos combustíveis fósseis, tem contribuído para uma maior consciência e atitude quanto às mudanças na matriz energética mundial para a energia renovável, oriunda de biomassa. A agroenergia, utilizando-se adequadamente da biodiversidade e da adaptabilidade territorial, deverá ofertar a matéria-prima base de todo um sistema produtivo em função de sua possível sustentabilidade.


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DF: Dia de Campo na TV mostra a técnica da adubação verde


Dia de Campo na TV apresenta o uso de espécies vegetais como adubação verde. O programa é produzido pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília - DF), em parceria com a Embrapa Cerrados (Planaltina - DF).


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Traficante Preso

Polícia Civil prende traficante de crack no bairro Partenon
07/05/2009 08:46


Ao verificar denúncias sobre tráfico de drogas, agentes da 1ª Delegacia (DIN) do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) prenderam em flagrante, na tarde desta quarta-feira (06/05), RSA, o Rudi, de 23 anos. A detenção ocorreu na Rua Livramento, bairro Partenon, Capital, quando os policiais flagraram Rudi vendendo crack a um usuário.

Segundo o delegado Márcio Zachello, titular da 1ª DIN, o rapaz estava com sete pedras de crack escondidas no interior de um isqueiro e R$96,00. A localização da droga somente foi possível porque os agentes viram Rudi manuseando o isqueiro durante a venda ao usuário.
Ele foi autuado por tráfico de drogas e encaminhado ao Presídio Central.

Palestra de Policiais em Vacaria RS para Estudantes

Polícia Civil e Brigada Militar palestram para estudantes
07/05/2009 09:07


As atribuições da Polícia Civil e da Brigada Militar, os direitos e deveres das crianças e dos adolescentes sob a luz do E.C.A. e a importância da prevenção às drogas licitas e ilícitas. Este foi o tema da palestra, ministrada na tarde dessa quarta-feira (06.05) pelo inspetor da Polícia Civil João Carlos Pinto de Abreu e pelo tenente da PM Educardo Ducatti, aos alunos de quatro turmas do ensino fundamental da Escola Estadual Padre Pacífico, em Vacaria. A iniciativa surgiu em decorrência do sucesso obtido por uma experiência de conversa com os estudantes do turno noturno, do mesmo estabelecimento, pelos dois policiais, no mês de abril.

O delegado de Polícia Regional, João Estevam Mazine da Silva, e o comandante do 10º BPM, major Vilmar Araldi, acreditam que este tipo de atividade, além de prevenir o uso de drogas, aproxima ainda mais as duas polícias que já atuam juntas, em Vacaria, no combate ao tráfico.

Fonte: Ascom/ PC

Dinheiro Falso

Polícia Civil apreende dinheiro falso no interior de lotação na Capital
07/05/2009 09:12


Um total de seiscentos reais, em notas de R$20,00 falsificadas, foi aprendido, na tarde dessa quarta-feira (06.05) por agentes da Força-tarefa do Denarc — Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico. O montante estava com um homem, de 37 anos, que foi autuado em flagrante pelo uso de moeda falsa. A apreensão se deu por volta das 19 horas, na Av. Borges de Medeiros, em Porto Alegre. O homem estava no interior de uma lotação do bairro Lomba do Pinheiro.

Segundo o diretor do Denarc, João Bancolini, o detido vinha sendo monitorado há algum tempo por policiais do departamento. Além do dinheiro falso, também foram arrecadados três celulares e RS 60,00 reais, em notas de um e dois reais, provavelmente, dinheiro utilizado na compra de drogas.

Fonte: Ascom/ PC

Opinião Livre


Opinião Livre
• Estamos um momento delicado da política local, em Vacaria/RS. Ficamos pensando para onde irá a nossa deformada democracia?
Os partidos perderam as suas ideologias até o PT (Partido dos Trabalhadores) se tornou uma sigla de negócios, vendeu e rasgou o seu programa político. Os Movimentos sociais se tornaram satélite de partidos políticos. Todos somente almejam as “tetas” do poder, sugar a máquina pública tirar vantagem em tudo. Quando crianças de periferia em nossa cidade sonham em ser traficantes imagine para onde iremos. Quando jovens brigam a luz do dia por uma pedra de crack para onde iremos? Quando crianças e adolescentes pagam ingressos e tem acesso a bailão em nossa cidade, imagine há onde estamos indo. Jogar no time do mal é prestigio, ser do bem é careta e ultrapassado.
Um supermercado de Vacaria foi multado em R$20.000,00 por obrigar os trabalhadores pasmem trabalhar no dia 1º de Maio. Parabéns ao Ministério do Trabalho de nossa cidade.
* Nós no dia 11 de Maio completaremos Nove anos do Jornal Negritude, estamos lutando, trabalhando e levando a boa noticia e o que rola na mídia local, nacional e internacional.
Paulo Furtado

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