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Para Porto Alegre RS

segunda-feira, 2 de março de 2009

Onda Jovem

Boletim Onda Jovem nº 71 - 26 fev 09 - Territórios

Um portal para quem quer saber de juventude

Jovem Talento

Confira aqui como o estudante Victor Dragonetti encontrou na fotografia as portas para explorar com prazer o território da educação.


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Muralhas de Jericó

Desorientado e desanimado – mas ainda com um resto de esperança –, um pequeno grupo de alunos e professores saiu batendo de porta em porta, no ano passado, em busca de ajuda para salvar a sua escola, cujo fechamento já estava anunciado.Com classes de ensino médio e fundamental, a Escola Estadual Carlos Maximiliano Pereira dos Santos, localizada na rua Jericó, Vila Madalena, em São Paulo, luta para se manter existindo.

O jornalista e educador Gilberto Dimenstein conta essa história.



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Campanha Nacional Contra a Exploração Sexual de Crianças e de Adolescentes


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Especialistas defendem prática do voluntariado no currículo escolar


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Educadora desenvolve pedagogia para regiões violentas
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99% das vagas oferecidas por empresas no Portal Busca Jovem requerem ensino médio

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Território transformado
O avanço tecnológico e a ação dos jovens mudam a noção do espaço: “O que está no centro e na periferia não é constante”, diz o antropólogo Hermano Vianna.



O meio em que se vive

Quatro projetos buscam qualidade de vida por meio do conhecimento do lugar em que os jovens moram.






Onda Jovem apóia os Oito Objetivos do Milênio por meio da divulgação de boas práticas

em iniciativas relacionadas à juventude. Para saber mais sobre essas práticas, clique aqui!




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News Negra

Enquete da Câmara aprova criação do feriado no “Dia da Consciência ...
Jornal de Barretos - Barretos,SP, Brazil
... realizada pela Câmara Municipal apontou que 69,5% dos internautas aprovam a criação do feriado municipal em comemoração ao “Dia da Consciência Negra”. ...
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Prefeitura Municipal de Poços de Caldas
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... membros do Conselho Municipal de Igualdade Racial, antigo Conselho Municipal de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra de Poços de Caldas. ...
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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
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Contatos Asessorias de Comunicação

Contatos das Assessorias de Comunicação da SSP
27/02/2009 18:49


Para facilitar e tornar mais ágil o trabalho dos profissionais de imprensa que buscam informações da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP/RS) e seus organismos vinculados (Polícia Civil, Brigada Militar, Instituto-Geral de Perícias e Superintendência dos Serviços Penitenciários), principalmente aos finais de semana e feriados, informamos os telefones celulares funcionais das respectivas assessorias, assim como fones convencionais e e-mails para outras demandas durante a semana.

Solicitamos aos profissionais da mídia para que busquem sempre com as assessorias a intermediação das demandas junto às fontes de cada instituição. Ressaltamos também que ao pé da página inicial do site da SSP ( www.ssp.rs.gov.br ), no banner Cadastre-se, pode ser efetuado o registro para recebimento do mailing diário de notícias da Secretaria.

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA ( www.ssp.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Jornalista Amilton Belmonte (em férias), atende a Relações Públicas Amanda Ferreira.
Fone: (51) 3288-1919/3288-1994 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8670
e-mail: comunicacao@ssp.rs.gov.br

POLÍCIA CIVIL ( www.pc.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Delegada Patrícia Tolotti Rodrigues
Fones: (51) 3288-2380/3288-2381 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celulares funcionais: (51) 8445-9454 e 8445-9748
e-mail: imprensa@policiacivil.rs.gov.br

BRIGADA MILITAR ( www.brigadamilitar.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Tenente-Coronel Valmor Araújo de Mello
Fones: (51) 3288-2930/3288-2932 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celulares funcionais: (51) 8501-6577 e (51) 8501-6575
e-mail: pm5-imprensa@brigadamilitar.rs.gov.br

SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS ( www.susepe.rs.gov.br )
Assessor de Imprensa: Jornalista Marco Antonio Vieira
Fone: (51) 3288-7285/3288-7289 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8443-6887
e-mail: imprensa@susepe.rs.gov.br

INSTITUTO-GERAL DE PERÍCIAS ( www.igp.rs.gov.br )
Assessor de Imprensa: Jornalista Maria da Graça Kreisner
Fone: (51) 3288-5165 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8627
e-mail: comunicacao@igp.rs.gov.br

Convite

Segurança Pública

Secretário Goularte reúne agentes de Segurança Pública de 13 municípios gaúchos
27/02/2009 18:56


O secretário da Segurança Pública do RS, Edson de Oliveira Goularte reuniu, na tarde desta sexta-feira (27/02), na Sala de Cenários – 6º andar do prédio da SSP, representantes de 13 municípios gaúchos que mantém na estrutura administrativa o GGI-M – Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública em nível municipal. O encontro teve como principal objetivo a integração dos representantes dessas comunidades com o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), órgão atuante dentro da SSP.

No primeiro momento, Goularte saudou a presença de todos, destacando “a importância de um trabalho conjunto e da união de esforços em torno de uma Segurança Pública melhor para toda sociedade”.

Logo depois ocorreu a apresentação pessoal de cada um dos participantes. As cidades de Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha, Alvorada, Esteio, Guaíba, Viamão, Estância Velha, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Gravataí, que integram a chamada Região Metropolitana de Porto Alegre e o Vale dos Sinos, mais o representante da cidade de Bagé, na região da Fronteira.

O diretor do Departamento de Gestão da Estratégia Operacional (DGEO) da SSP, tenente-coronel Marco Antonio Moura dos Santos, dando sequencia ao encontro, apresentou os indicadores de criminalidade relativos aos municípios em foco, relacionando números e apresentando percentuais. Segundo o levantamento, os 13 municípios citados são responsáveis por 54,09% dos homicídios, 50% dos latrocínios, 51,03% das ocorrências de tráfico de entorpecentes, 49,09% de posse de entorpecentes, 82,88% dos roubos de veículos e 59,05% dos furtos de veículos registrados no Estado do Rio Grande do Sul.

O secretário Goularte, depois de anunciar a abertura de cursos para Guardas Municipais dentro da Escola de Gestão da SSP, definiu as metas para o Gabinete de Gestão Integrada com a participação dos 13 municípios relacionados:

- apresentar um diagnóstico da Segurança Pública do RS, tendo como prioridade a Região Metropolitana de Porto Alegre;
- estabelecer a estratégia para o enfrentamento das questões prioritárias;
- conhecimento mútuos das realidades e detecção dos problemas em comum;
- Fixação de agenda comum entre GGI/SSP e GGI/M;
- Eleição de um representante dos municípios para integrar o GGI da Secretaria da Segurança Pública.

Antes que se estabeleçam os debates, o secretário Goularte antecipou as orientações prévias da SSP aos GGI-M de cada comunidade, assim relacionadas:

1)restrição à venda de bebidas alcoólicas;

2)exercício do poder de polícia municipal;

3)funcionamento dos serviços de saúde/assistência social por 24 horas;

4)valorização dos Consepros;

5)criação dos Conselhos Municipais de Segurança Pública (CMSP) e Conselhos Municipais Anti-Drogas (CMAD);

6)criação de Programas Sociais destinados aos jovens;

7)remodelação de Espaços Públicos;

8)execução de projetos de iluminação pública;

9)criação de programas preventivos à violência;

10) implantação do sistema de videomonitoramento por câmeras.

Declaração Ministro STF

27.02.09 - BRASIL
Brasil - Repúdio às declarações do Ministro do STF
FNRA *
Adital -
Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo - FNRA Repudia declarações do Ministro Gilmar Mendes.
O Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo - FNRA, vem contestar as declarações carregadas de preconceito e rancor de classe do presidente do Supremo Tribunal Federal - STF, Gilmar Mendes, e apoiadas pelos Presidentes do Senado Federal, e da Câmara dos Deputados, contra os movimentos sociais e sindicais do campo. Ao longo da historia da luta pela terra no Brasil, a atuação dos movimentos tem sido inspirada pela garantia dos direitos humanos, em especial o direito à vida, à dignidade dos homens e mulheres do campo e o direito e a necessidade de realização de uma reforma agrária massiva, que contemple uma ampla e justa distribuição de terras.



Lastimamos que o Presidente do STF, que é o guardião da Constituição Federal, não tenha incorporado à história de luta das classes populares nacionais. Em declaração recente a imprensa, o Ministro, em uma atitude revoltosa, coloca no mesmo patamar diferentes situações como as ocupações de terras, convênios e contratos assinados entre organizações e governo, questiona as autoridades responsáveis pelo repasse de verbas e pede a punição por crime de responsabilidade. Nunca a sociedade brasileira ouviu do Ministro uma condenação aos grupos de latifundiários armados no campo ou a concessão de financiamentos públicos aos grandes grupos econômicos, que tem provocado o trabalho escravo, chacinas contra populações tradicionais e crimes ambientais. Dessa forma, o senhor Ministro Gilmar Mendes, estimula o processo de criminalização dos movimentos sociais e sindicais, unindo e fortalecendo politicamente os setores que atuam no sentido contrario à consolidação de uma sociedade livre, organizada e democrática.
A luta pela reforma agrária não vai recuar diante de declarações imponderadas como esta do ministro Gilmar Mendes. Ao contrario, fortalece a luta do FNRA contra as legislações que institucionalizam a criminalização das organizações, contra as leis que impedem as legitimas ocupações e A FAVOR da emenda constitucional que limita o tamanho da propriedade rural e pela assinatura da Portaria que atualiza os índices de produtividade.

Atualmente existem cerca de 250 mil famílias de sem-terras acampadas nas beiras das estradas. Os recursos orçamentários da União destinados para a reforma agrária não dão conta desta demanda, apesar de estar comprovado que o Estado possui recursos suficientes para realizar a reforma agrária em menos de três anos. Adiar este processo significa promover e estimular a violência no campo, colocando em risco a vida de milhares de famílias brasileiras.

E lamentável quando lemos e ouvimos o Presidente do Supremo Tribunal Federal apelar para Medidas Provisórias e legislações recentes sobre a reforma agrária, quando a Constituição Federal assegura aos cidadãos e cidadãs o direito à terra aos que nela trabalham, a moradia e a uma vida digna. O papel do FNRA é exigir do Estado o efetivo cumprimento da função social da propriedade da terra, para que dela os brasileiros e brasileiras tirem seu sustento.

As lideranças dos diferentes movimentos reunidos em Salvador durante o Seminário Nacional pela Campanha do Limite da Propriedade da Terra não se sentem ameaçadas pelas palavras do Ministro Gilmar Mendes. Pelo contrario, se sentem desafiadas e estimuladas a renovar suas alianças e dar continuidade à luta histórica em nome dos companheiros e companheiras que tombaram nesta caminhada.

Pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, já!
ENTIDADES QUE COMPÕEM O FNRA:

CONTAG - MST - FETRAF Brasil - CUT - CPT - CÁRITAS BRASILEIRA - MMC - MPA - MAB - CMP - CONIC - CONDSEF - Pastorais Sociais da CNBB - MNDH - MTL - ABRA - ABONG - APR - ASPTA - ANDES - Centro de Justiça Global - CESE - CIMI - CNASI - DESER - ESPLAR - FASE - FASER - FEAB - FIAN-Brasil - FISENGE - IBASE - IBRADES - IDACO - IECLB - IFAS - INESC - MLST - PJR - REDE BRASIL sobre Instituições Financeiras Multilaterais - Rede Social de Justiça e Direitos Humanos - RENAP - SINPAF - TERRA DE DIREITOS - EMPÓRIO DO CERRADO - COIABE - ABRANDH - ABEEF - Comissão de Justiça e PAZ - Grito dos Excluídos - Jubileu Sul/Brasil - Mutirão Nacional pela Superação da Miséria e da Fome.

* Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo =================================================================================================================================================================================== Conflito ético


Embora a Lei Orgânica da Magistratura não proíba expressamente a participação societária de magistrados em empresas privadas, a participação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, no controle acionário do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), abala a imagem do Judiciário e coloca novamente a Justiça brasileira em delicada situação junto à opinião pública.

A situação se agrava ainda mais quando o presidente da maior Corte de Justiça do país – aliando a atividade de magistrado a de empresário da educação – compra terrenos de R$ 2 milhões por um quinto do valor e fecha contratos sem licitação para cursos diversos com entidades estatais – desde a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional até o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, conforme informações da revista Carta Capital, em reportagem do jornalista Leandro Fortes.

Criado em 1998, o Instituto de Gilmar Mendes faturou, entre 2000 e 2008, cerca de R$ 2,4 milhões em contratos com órgãos ligados ao governo federal – todos firmados sem licitação. Depois que Gilmar Mendes assumiu o cargo de presidente do STF o faturamento em contratos com a União cresceu. De 2003 para cá, o valor somou R$ 1,6 milhão, segundo dados disponíveis no site Contas Abertas. Só no mês passado, o IDP recebeu R$ 350 mil com a celebração de convênios.

No site da Transparência da Controladoria Geral da União (CGU) verifica-se que nas guias de pagamento aparece um acordo do IDP com a Receita Federal até para trabalho aduaneiro. O Ministério da Defesa – de Nelson Jobim – pagou R$ 55 mil ao Instituto, e a CGU, R$ 15 mil. O IDP tem contrato, sem licitação, com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e até com a Força Aérea Brasileira (FAB).

De acordo com a revista Carta Capital, os valores recebidos da União pelo Instituto Brasiliense de Direito Público, em 2008, devem-se, sobretudo, a três contratos firmados com o Senado Federal, Superior Tribunal de Justiça (STJ) e a Receita Federal. Do Senado, o instituto recebeu R$ 125 mil, do STJ R$ 88,2 mil e da Receita Federal R$ 117,9 mil. Os cursos oferecidos pelo IDP também foram contratados pela Procuradoria-Geral do Distrito Federal, que pagou R$ 690 mil. Assim como nos outros contratos, a licitação foi considerada “inexigível”. No período em que Nelson Jobim presidiu o STF – entre 2005 e 2006 – aquele tribunal gastou quase R$ 50 mil em cursos e eventos oferecidos pelo Instituto de Gilmar Mendes.

Em 2006, o jornal O Globo denunciou relações estranhas entre o IDP e o STF. Então presidente interino do Supremo – a titular Ellen Gracie Northfleet, estava de licença médica – Gilmar Mendes transformou em “bolsa de estudos” um empenho de R$ 3,6 mil referente a um curso de Mestrado em Ações Constitucionais, ministrado pelo IDP a três funcionários do STF.

Todas as tentativas do Ministério Publico Federal para impedir Gilmar Mendes de usar de influência para conseguir contratos no governo foram em vão. A primeira delas ocorreu em abril de 2002, pouco antes de ele ser nomeado para o STF. Na época, o Ministério Público chegou a instaurar uma ação de improbidade administrativa por Gilmar Mendes ter contratado o IDP para dar cursos no órgão do qual era o principal dirigente – a Advocacia-Geral da União.

A construção da sede do IDP – um amplo prédio de quatro andares – foi financiada com recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste – R$ 3 milhões – dinheiro gerenciado pelo Banco do Brasil. Quando começou a funcionar, em 1998, o IDP comprou um terreno por R$ 2,2 milhões, com recursos do Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável, que ilegalmente o enquadrou com a rubrica de “setor produtivo”, garantindo-lhe um desconto de 80% na aquisição da área. Gravitam ao redor do IDP nomes de peso como o de Nelson Jobim (Defesa) e Jorge Hage (CGU). Entre os professores incluem-se Carlos Alberto Direito, Carlos Ayres Britto, Eros Grau e Marco Aurélio Mello – todos do STF.

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-----Anexo incorporado-----

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Caxias do Sul é prioridade na Segurança Pública

Cúpula da Segurança Pública define prioridades no atendimento às demandas de Caxias do Sul
27/02/2009 20:14


Cerca de duas horas foi o tempo de duração do encontro que reuniu, na Sala de Cenários - 6º andar do prédio da SSP, o secretário Edson de Oliveira Goularte, o secretário-adjunto, Rubens Edison Pinto, o comandante-geral da Brigada Militar, coronel João Carlos Trindade Lopes, o chefe de Polícia, delegado João Paulo Martins e o superintendente-substituto da Susepe, Mário Santa Maria Júnior com uma comitiva integrada por cinco vereadores de Caxias do Sul. O propósito da audiência foi a apresentação de uma pauta de reivindicações nas áreas de atuação da Brigada Militar, Polícia Civil e Susepe, naquele município da Serra Gaúcha.

Goularte, antecipando-se à manifestação dos vereadores caxienses, solicitou ao comandante-geral da BM, ao chefe da PC e ao superintendente-substituto da Susepe, que relatassem as ações dos respectivos órgãos de Segurança Pública que estão sendo tratadas como prioridade pela SSP, em relação a Caxias do Sul, um dos três principais municípios do Estado, com uma população que beira os 500 mil habitantes e um dos mais importantes pólos do setor metalmecânico do País.

Segundo o coronel Trindade, seis turmas de formação de novos soldados da BM serão formadas em Caxias, após o Concurso Público que se desenvolve. Além disso, cerca de quatro viaturas, do lote já adquirido pela SSP, serão destinadas à região de Caxias do Sul.

O delegado João Paulo Martins, em nome da Polícia Civil, anunciou a destinação de 41 coletes à prova de balas para os servidores que atuam em Caxias, e o estudo de uma força-tarefa para atuação provisória na investigação dos casos de roubo de caminhões naquela região.

No que diz respeito à área prisional, Carlos Santa Maria esclareceu que a Penitenciária Regional de Caxias do Sul, modelo para todo o Brasil, está recebendo os últimos reparos, a fim de que possa absorver a capacidade total de 432 apenados. Por enquanto, estão alojados 288 detentos naquela unidade prisional. Além da construção de um albergue com capacidade para 68 vagas, Caxias do Sul poderá abrigar um Presídio Feminino, em área próxima à Penitenciária antiga, no bairro Industrial.

Os vereadores Gustavo Toigo, Daniel Guerra, Renato Nunes, Ana Corso e Renato de Oliveira encaminharam ofício com todas as reivindicações, e agradeceram ao secretário Goularte a iniciativa de ações concretas no sentido de chegar à solução dos problemas ligados à Segurança Pública. O documento será repassado à governadora Yeda Crusius.

Delegacia da Mulher amplia estrutura

Delegacia da Mulher amplia estrutura em Porto Alegre
27/02/2009 20:54


A Delegacia de Polícia para a Mulher de Porto Alegre, situada à Rua Freitas de Castro, sem número, bairro Azenha, amplia a estrutura, em benefício da mulher vítima de violência, bem como dos policiais que ali trabalham. A obra, que será inaugurada na Semana da Mulher (1º a 08 de março), foi erguida durante um ano, obedecendo aos critérios de conforto e funcionalidade.

Com a nova estrutura criada, a mulher poderá registrar a ocorrência em salas individuais, longe do público, podendo tirar dúvidas e receber conselhos. Hoje se pode constatar que é a Delegacia da Mulher o primeiro órgão a ser procurado pela vítima após um delito ocorrido no âmbito familiar. É ainda a Delegacia o único órgão aberto 24 horas para o atendimento específico às mulheres vítimas de violência.

Com a ampliação, será possível evitar a entrada do agressor pela mesma porta que a vítima, haverá cela para a detenção dos agressores, evitando-se o contato entre eles. Além disso, os filhos dessa relação, durante todo o procedimento policial, poderão distrair-se na recepção com um ambiente criado exclusivamente para eles. A sala de recepção é climatizada proporcionando maior conforto durante a espera pelo registro da ocorrência policial. Foi criada uma sala específica para atendimentos de assistentes sociais e psicólogos que de forma gratuita atenderão as vítimas de violência após o registro. Aos policiais que trabalham 24h na Delegacia o novo espaço conta com uma cozinha, refeitório e banheiros exclusivos.

É a partir do registro da ocorrência que a mulher é encaminhada ao sistema de saúde, ao Judiciário, à Defensoria Pública, às Casas de Apoio, aos Conselhos, ao Centro de Referência e às Coordenadorias.

A Delegacia de Polícia para a Mulher de Porto Alegre foi criada em março de 1988, tendo sido a primeira do Rio Grande do Sul. Hoje, a Polícia Civil conta com 10 Delegacias de Polícia Especializadas no Estado, são elas: Porto Alegre, Canoas, Caxias do Sul, Cruz Alta, Santa Cruz do Sul, Ijuí, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria e Novo Hamburgo.

A Delegacia para a Mulher de Porto Alegre tem como titular a delegada Nadine Tagliari Farias Anflor.

Fonte: Ascom PC

Nota da Secretaria Nacional

Nota da Secretaria Nacional de Movimentos Populares e do Núcleo Agrário Nacional do PT
Pela não criminalização dos movimentos sociais

A Secretaria Nacional de Movimentos Populares e o Núcleo Agrário Nacional do Partido dos Trabalhadores solidarizam-se com a nota pública do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo e lamentam as declarações do Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministro Gilmar Mendes, que, em face das mortes trágicas ocorridas em Pernambuco, envolvendo conflito fundiário que se arrasta na Justiça, recoloca no cenário nacional a criminalização dos movimentos sociais, em especial do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que lutam pela democratização da terra e por uma vida digna para os trabalhadores rurais no Brasil.

Ao mesmo tempo, deploram as tentativas políticas e judiciais de inviabilizar a relação democrática e constitucional entre o Estado, em especial dos organismos do Governo Federal, com os movimentos sociais, entidades sindicais e organizações não governamentais, necessária para enfrentar - em parceria - os graves e seculares problemas agrários e sociais do Brasil, cujo enfrentamento exige o empenho de todas as pessoas e instituições da sociedade civil e do Estado - Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário -, em todos os níveis federativos, para romper os laços históricos que ainda aprisionam o Brasil a sua herança colonial e escravista.

O Brasil precisa continuar e ampliar o seu caminho do desenvolvimento com equidade social. É preciso prevalecer o diálogo, o bom senso, a justiça e o respeito aos direitos humanos para pavimentar a construção possível de uma cultura de paz e um novo padrão civilizatório no agro brasileiro, cuja violação sistemática as principais vítimas são historicamente os trabalhadores rurais, sejam lideranças, sindicalistas, advogados, religiosos, simples trabalhadores, homens, mulheres e crianças que vivem no campo.

Brasília, 27 de fevereiro de 2009

Renato Simões, secretário nacional de Movimentos Populares do PT

Osvaldo Russo, coordenador do Núcleo Agrário Nacional do PT







Vannuchi se diz preocupado com declarações de Gilmar Mendes e sai em defesa dos sem-terras

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil






Rio de Janeiro - O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, disse hoje (27) que ficou preocupado com o impacto das declarações do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, em relação às ocupações promovidas por movimentos de trabalhadores sem-terra, em São Paulo e em Pernambuco, no período do carnaval.“Preocupa-me no sentido de que possa haver, sim, o convencimento de juízes, que às vezes, de forma equivocada, vejam apenas um aspecto nos movimentos socais; digamos o enfrentamento do direito de propriedade assegurado nas leis. Só que o direito de propriedade tem que estar sempre vinculado à responsabilidade social”, lembrou.Após participar de ato da Comissão de Anistia, Vannuchi saiu em defesa dos movimentos de sem-terras criticados por Mendes e sugeriu que as autoridades “cuidem de separar com muita serenidade” o que pensam pessoalmente do que falam em nome das instituições que representam.“O MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra] pode ter erros, pode ter discordâncias com o governo que represento. Eles estão insatisfeitos com a reforma agrária. Mas, nem por isso, posso ter uma posição estreita e deixar de reconhecer que este é um movimento social e como tal não deve ser equacionado com repressão. Tem que ser equacionado sempre com diálogo”, disse Vannuchi.O ministro cobrou uma investigação rigorosa e uma punição, nos termos da lei, para eventuais crimes. No entanto, criticou julgamentos precipitados e a criminalização de líderes de movimentos da sociedade. “Um problema legal deve ser tratado como tal. O processo judicial é assim na democracia. Agora, sem transformar em bandidos, inimigos ou satanizar”, completou.Vannuchi também não poupou a cobertura da imprensa durante as ocupações e cobrou matérias sobre os assassinatos de seguranças, em Pernambuco, atribuídos aos sem-terra. “A imprensa também precisa ir lá fazer uma boa cobertura, não à distância. Sabemos de casos em que a imprensa errou, como no episódio da brasileira presa na Suíça, no qual entramos em um grande mico”, afirmou.

Operação Transporte Seguro

Operação Transporte Seguro fiscaliza 686 veículos no RS
27/02/2009 21:04


A Secretaria da Segurança Pública, por meio da Brigada Militar, realizou das 20 às 23h dessa quinta-feira (26/02), em 222 municípios gaúchos, a Operação Transporte Seguro. No total, foram fiscalizados 686 veículos, entre ônibus, táxis-lotação e outros utilitários. O efetivo empregado na Operação foi de 467 policiais e de 227 viaturas, resultando na prisão de um indivíduo e em cinco Boletins de Ocorrência elaborados.

A Operação Transporte Seguro tem por objetivo prevenir e reprimir o indicador de criminalidade furto e/ou roubo, praticados em transporte coletivo e veículos de aluguel, e outros delitos decorrentes da ação.

Fonte: PM3/ BM

Operação Capacete Limpo

Operação Capacete Limpo fiscaliza 2.483 motocicletas no RS
27/02/2009 21:18


A Secretaria da Segurança Pública, por meio da Brigada Militar, realizou das 8h às 11h desta sexta-feira (27/02) mais uma edição da Operação Capacete Limpo, cujo objetivo é prevenir e reprimir o indicador de criminalidade furto e/ou roubo de motocicletas e outros delitos decorrentes da ação. As ações ocorreram em 233 municípios gaúchos, com a participação de 545 policiais e 287 viaturas. Ao todo, 2.483 motocicletas foram fiscalizadas, com a apreensão de 10 Carteiras Nacionais de Habilitação e a autuação de 45 condutores.

Os demais resultados da operação foram estes:

- BO/COP elaborados: 05;
- Motocicletas recolhidas: 07;
- Termo Circunstanciado – TC: 01.

Criada pela Portaria 027/08, a Capacete Limpo é uma das Operações Permanentes da SSP e acontece sob forma de barreiras, blitze, abordagens e outras ações congêneres, com a utilização dos meios tecnológicos disponíveis pela Brigada Militar (BM).

Fonte: PM3/BM

Operação Sensação

Operação Sensação prende 14 pessoas e fiscaliza 15.378 veículos no RS
27/02/2009 21:23


A Secretaria da Segurança Pública, por meio da Brigada Militar, realizou das 8h dessa quinta-feira (26/02) às 8h desta sexta-feira (27/02) a Operação Sensação, que abrangeu 261 municípios gaúchos. Ao todo, foram presas 14 pessoas, sendo dois foragidos da Justiça. Na ação houve o emprego de 1.411 servidores e 438 viaturas. Confira os demais resultados obtidos:

- Apreensão de CNH: 04;

- Boletins de Ocorrência elaborados: 73;

- Termos circunstanciados elaborados: 03;

- Veículos autuados: 43;

- Veículos recolhidos: 08;

- Veículos recuperados: 03.

A Operação Sensação tem por objetivo ampliar a sensação de segurança da comunidade e inibir a ocorrência de delitos, especialmente de furtos e roubos de veículos. As atividades são realizadas sob forma de barreiras policiais, blitze, abordagens e outras ações congêneres, durante 24 horas, no mínimo em dois dias da semana, recaindo a escolha naqueles lugares em que os estudos estatísticos da SSP indicam maior incidência dos delitos relacionados a furto e roubo de veículos.

Fonte: PM3/BM

Operação Caixa Forte

Operação Caixa-Forte prende duas pessoas e inspeciona 681 estabelecimentos bancários no RS
27/02/2009 21:42


A Secretaria da Segurança Pública, por meio da Brigada Militar, realizou nesta sexta-feira (27/02) a Operação Caixa Forte, que abrangeu 312 municípios gaúchos e mobilizou 713 servidores em 367 viaturas. No período, foram realizadas ações de inspeção e fiscalização em 681 estabelecimentos bancários e em 6.431 veículos. Dois indivíduos foram presos. Os demais números da operação são os seguintes:

- Apreensão de CNH: 01;

- Boletins de Ocorrência registrados – BO/COP: 06;

- Prisões realizadas (exceto foragidos e TC BM): 02;

- Veículos autuados: 30;

- Veículos recolhidos: 05;

A Operação Caixa-Forte é realizada junto a estabelecimentos bancários e/ou que realizem transações financeiras, tem por objetivo de inibir a ocorrência de furtos, roubos a estabelecimentos bancários e demais delitos correlatos. A operação é realizada permanentemente, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, nos períodos de início e final de mês.

Fonte: PM-3/BM

Operação Esforço Concentrado

Operação Esforço Concentrado inspeciona 10.098 veículos, prende nove pessoas e fiscaliza 284 estabelecimentos bancários no RS
27/02/2009 21:51


A Secretaria da Segurança Pública, por meio da Brigada Militar, realizou nessa sexta-feira (27/02) mais uma edição da Operação Esforço Concentrado, que abrangeu 348 municípios gaúchos. Durante as ações, desenvolvidas no período entre 12h e 18h, foram utilizados 1.021 servidores em 420 viaturas. Ao todo foram inspecionados 10.098 veículos, resultando também na apreensão de 18 Carteiras Nacionais de Habilitação, na prisão de nove pessoas e na recuperação de um automóvel em ocorrência de furto e/ou roubo.

Confira os demais resultados da operação:

- Apreensão de armas: 05

- BO/COP elaborados: 18;

- Inspeções em bares: 178;

- Inspeções em casas noturnas: 10;

- Inspeções em desmanches: 08;

- Termos Circunstanciados – TC:01;

- Veículos autuados: 347;

- Veículos recolhidos: 30.

A Operação Esforço Concentrado têm por objetivo atuar na redução dos 12 indicadores de criminalidade, ocorrendo em dias e horários que não coincidam com as demais operações, e em locais de real ou potencial incidência dos indicadores, apurados por estudo estatístico continuado do Comando-Geral da Brigada Militar.

Fonte: PM3/BM

Antena Tricolor

27.02.2009


Grêmio na final da Taça Fernando Carvalho
Tricolor bateu o Veranópolis no Olímpico
Nesta sexta-feira, atuando com o time reserva, o Grêmio classificou-se para a final da Taça Fernando Carvalho. O Tricolor venceu o Veranópolis, no Estádio Olímpico, pelo placar de 1 a 0.

O gol gremista foi marcado por Reinaldo. Na grande final, o Tricolor encara o Internacional. O clássico Gre-Nal será realizado neste domingo, às 16h, no Estádio Beira Rio.

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Grêmio Rádio transmitiu semifinal
Narração ao vivo, direto do Olímpico

Nesta sexta-feira, na partida válida pelas semifinais do Gauchão, o Grêmio venceu o Veranópolis no estádio Olímpico por 1x0 e está na final da Taça Fernando Carvalho.

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Revista Veja

28 de fevereiro de 2009
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Caro leitor,

atendendo a pedidos de alguns leitores que preferem a versão com o índice completo da revista sem meus comentários, passo a publicar aqui no começo o link.
http://veja.abril.com.br/newsletter/newsletter.html


Na volta dos feriados do Carnaval tomei a decisão, em conjunto com os editores executivos, de mudar a reportagem de capa que tínhamos planejado. A idéia original era colocar na capa a reportagem sobre a iminente votação pelo Senado do projeto que prevê a instituição de cotas raciais nas universidades federais. Preferi dar como capa uma reportagem ousada sobre as razões que nós brasileiros temos para estar otimistas com o desempenho da economia brasileira em 2009.


"Otimismo contido", ressalta a reportagem, "mas ainda assim reflexo realista de uma situação radicalmente melhor do que a enfrentada pela maioria dos países em sua luta para navegar sob as intempéries da crise."
http://veja.abril.com.br/040309/p_082.shtml


Com ajuda de alguns dos mais brilhantes economistas brasileiros, o editor executivo de Economia, Marcio Aith, chegou a uma lista com uma dezena de razões para estarmos otimistas com a possibilidade de atravessar a crise mundial de 2009 apenas com pequenos arranhões – e com chances boas de emergir em 2010 com crescimento robusto:

1) Reservas de 200 bilhões de dólares intocadas depois de seis meses de crise

2) Bancos competentes, regulados, com baixa exposição a riscos e provisionados contra calotes

3) Ausência de bolhas de crédito e imobiliária, com potencial de crescimento real nesses setores

4) Mercado interno forte, crescendo em poder de compra e em proporção da população

5) Matriz energética mais "verde" do mundo, com independência do petróleo importado

6) Estabilidade política, em que a democracia foi entronizada como patrimônio nacional

7) Estabilidade econômica e arcabouço regulatório imperfeito mas previsível

8) Maior exportador de alimentos do mundo, o que garante vendas externas volumosas em qualquer cenário

9) Mercado externo diversificado, com compradores em todo o mundo e mercadorias de crescente valor agregado

10) As mesmas projeções que apontam estagnação no mundo projetam crescimento do PIB do Brasil em 2009


No campo político, nossa melhor reportagem desta semana, que também concorreu para a capa, trata da luta de políticos pelo controle da chave do cofre. Exatamente como denunciado pelo senador Jarbas Vasconcelos, explodiu na semana passada uma briga de morte entre políticos do PT e do PMDB pelo controle de um fabuloso monte de dinheiro público, uma riqueza bem especial pois de fácil manipulação e difícil controle. Trata-se do Real Grandeza, fundo de pensão dos funcionários da estatal Furnas e da Eletronuclear. A razão da cobiça? Apesar de também ser bancado com dinheiro público, o patrimônio do Real Grandeza é tecnicamente privado. Isso permite que seus dirigentes manipulem investimentos de 6,5 bilhões de reais sem a fiscalização de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU). Sopa no mel.
http://veja.abril.com.br/040309/p_050.shtml


A reportagem sobre cotas vai dar polêmica na certa. Aparentemente, trata-se de uma reparação histórica aos negros descendentes de escravos no Brasil a idéia de dar-lhes acesso privilegiado às universidades federais, em detrimento do mérito acadêmico de cada indivíduo. A questão não tem solução fácil e sobre ela o Senado Federal dará seu voto nas próximas semanas. Abordamos a questão em todas as suas facetas e concluímos que, sempre que o denominador comum foi a raça, as sociedades em todos os tempos históricos e geográficos produziram aberrações e injustiças ainda maiores do que as que pretendeu consertar.
http://veja.abril.com.br/040309/p_066.shtml


Aliás, a meu ver, mais duas reportagens poderiam também ter sido elevadas à categoria de capa. Uma delas explica os novos e surpreendentes contratos de divisão de bens entre casais que estão se popularizando no Brasil. A outra é uma investigação sobre o recrudescimento das ações criminosas dos militantes do MST no interior de São Paulo e em Pernambuco, prenúncio de como esses grupos de fora-da-lei podem infernizar o país a partir de 2010 caso as eleições presidenciais apontem como vencedor um nome menos simpático a suas retrógradas bandeiras.
http://veja.abril.com.br/040309/p_094.shtml
http://veja.abril.com.br/040309/p_056.shtml


Imperdíveis também as Páginas Amarelas com o eterno rei do futebol, Pelé, que se vê como "o exemplo" para as atuais gerações de craques desse esporte. Aos 68 anos, longe da bola desde 1977, o rei ainda desfruta fama mundial que rivaliza com a de nomes meteóricos como Barack Obama, presidente americano, com quem Pelé promete, magnânimo, "tomar um café assim que ele estiver mais calmo", como fez com John Kennedy, Richard Nixon e Bill Clinton. Este é o Pelé.
http://veja.abril.com.br/040309/entrevista.shtml


São esses, caro leitor, os assuntos que mais me motivaram a comentar. Espero que tenham gostado.

Se quiser mandar-me comentários, sugestões e críticas, por favor, use o endereço diretorveja@abril.com.br

Um forte abraço e até a próxima semana,


Eurípedes Alcântara
Diretor de Redação



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Rádio e Blog

http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/?p=6688

O coordenador nacional do MST, João Pedro Stedile, acredita que a direita brasileira já tem o seu Berlusconi. E ele atende pelo nome de Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal. Mendes, diz Stedile, além de ter assumido o papel de porta-voz da direita, passou a criticar as ocupações somente depois que se agravou a relacionamento entre os sem-terra e a administração do governador paulista, José Serra - tema abordado na edição atual de Carta Capital.

“Desde que assumiu (no STF), ele (Mendes) ataca os povos indígenas, os quilombolas, os direitos dos trabalhadores, dos operários. Defende os militares da ditadura. Enfim, a direita brasileira já tem o seu Berlusconi tupiniquim“, disse Stedile, em entrevista por telefone concedida a Paulo Henrique Amorim.

Para Stedile, Carta Capital acertou “na mosca” ao identificar a vinculação das críticas de Gilmar com a administração de José Serra. Segundo ele, a região do Pontal do Paranapanema, no extremo oeste do Estado, tem um passivo de conflito agrário que persiste há décadas. “Lá existem 400 mil hectares de terras públicas estaduais e há sentenças determinando que o governo recolha essas terras e pague os fazendeiros pelas benfeitorias realizadas”, disse.


No entanto, o programa de reforma agrária estadual foi paralisado pela administração Serra, pontua Stedile. O mais recente confronto entre militantes e o governo ocorreu por conta do “Carnaval Vermelho”, série de invasões promovidas por José Rainha, liderança que saiu do MST e atua com seu próprio movimento. Ao deflagrar as invasões, Rainha enfatizou que visava pressionar o governo estadual.

“Então o José Serra, bem articulado com a imprensa brasileira – assim como na semana passada acionou o Jarbas Vasconcelos para bater no Sarney – agora ele tem se articulado com o senhor Gilmar Mendes para colocar a sua trupe em defesa da situação de São Paulo”, disse. “Lamentavelmente, os problemas da terra ficarão de novo marginalizados. Daqui até outubro de 2010 seremos vítimas dessa disputa eleitoral pelo Palácio do Planalto que já está instalada pelo senhor José Serra.


Uso de dinheiro público

Stedile refutou as acusações de Gilmar Mendes sobre a utilização supostamente irregular de recursos federais pelas entidades do movimento sem-terra. “Isso não passa de um jogo de palavras”, disse.

Segundo ele, durante o governo FHC uma série de funções que originalmente pertenciam ao estado, como a contratação de agrônomos para oferecer assistência técnica aos agricultores e a alfabetização rural, foram repassadas para Organizações Não Governamentais, criadas com incentivo da administração federal.

Ao final do governo FHC, pontua Stedile, o uso dos recursos pelas entidades ligadas ao movimento sem-terra também havia sido questionado. “Foi uma paranóia. Eles investigaram exaustivamente conta por conta e nada encontraram”.

O coordenador do MST questionou ainda a inexistência de críticas sobre a ONG Alfabetização Solidária, criada pela ex-primeira-dama Ruth Cardoso que, segundo ele, recebeu R$ 330 milhões dos cofres públicos. “Provavelmente, foi o programa de alfabetização de adultos mais caro do mundo”, disse.

Outro grande sorvedouro de recursos públicos na área rural ocorre no Senar – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, diz Stedile. Segundo ele, a entidade, integrante do Sistema S, é controlada por latifundiários e recebeu cerca de R$ 1 bilhão em repasses federais nos últimos dez anos (veja abaixo no documento “As sustentações Nead Nilton E Sauer”).


Ouça a íntegra da entrevista com Stedile

Regime Militar

FEVEREIRO DE 2009 -


Em rompante de nostalgia, Folha saúda o regime militar


Faz quase um ano que o jornalista Paulo Henrique Amorim desafia a Folha de S.Paulo a “tirar os cães de guarda do armário e confessar que foi ‘Cão de Guarda’ do regime militar” brasileiro. A julgar pelos fatos da semana, pode-se dizer o jornal da família Frias nunca esteve tão próximo da confissão.



Por André Cintra


A nostalgia da Folha começou a se evidenciar num editorial de 425 palavras sobre o presidente venezuelano, Hugo Chávez. O texto, publicado na última terça-feira (17), chega a comparar a Revolução Bolivariana na Venezuela e a ditadura brasileira. Diz o jornal: “Em dez anos de poder, Hugo Chávez submeteu, pouco a pouco, o Legislativo e o Judiciário aos desígnios da Presidência. Fechou o círculo de mando ao impor-se à PDVSA, a gigante estatal do petróleo”.



Em meio a essas teorizações enviesadas, o editorial não esconde a opinião da Folha e sua larga simpatia pelo regime militar brasileiro: “As chamadas ‘ditabrandas’ — caso do Brasil entre 1964 e 1985 — partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e acesso à Justiça”.



É muito curioso que a Folha destaque tais “formas controladas de disputa política” justamente em contraste com Chávez — o único presidente do mundo que chamou seu povo às urnas nada menos que 15 vezes nos últimos dez anos, em eleições, referendos e plebiscitos. Quando foi que os brasileiros puderam exercer esse direito durante os 21 anos de regime militar? A Folha seria capaz de lembrar uma única experiência do gênero?



De forma cristalina, o editorial de terça-feira alardeia que Chávez — ou melhor, “o caudilho venezuelano”, com seu “rolo compressor do bonapartismo” — tem muito a aprender com os generais-presidentes do Brasil. Aprender o quê? A cassar direitos de lideranças políticas e sociais à moda Castello Branco? A levar para a Venezuela a experiência do AI-5 — “forma controlada” de “acesso à Justiça” no Brasil de Costa e Silva e Médici? A seguir o exemplo da dupla Geisel-Figueiredo e falar em distensão do regime, em abertura “lenta, gradual e segura” — mas ainda promover mais mártires como Vladimir Herzog, novas chacinas como a da Lapa e outros atentados como os do Riocentro?



Repercussão à altura



Cartas e e-mails de repúdio à Folha choveram a cântaros após a publicação do editorial. Um dos leitores mais indignados era Sergio Pinheiro Lopes, que classificou a opinião da Folha como “lamentável, mas profundamente lamentável mesmo, especialmente para quem viveu e enterrou seus mortos naqueles anos de chumbo. É um tapa na cara da história da nação e uma vergonha para este diário”.



As ponderações essenciais do leitor não foram suficientes para dissuadir a Folha. Uma “nota da redação” do jornal enunciava: “Na comparação com outros regimes instalados na região no período, a ditadura brasileira apresentou níveis baixos de violência política e institucional”. Para a Folha, ditadura só é ditadura pra valer se estiver na ponta do ranking do totalitarismo e empilhar mortos aos milhares. Como se antevisse a resposta do jornal, Sergio fez em sua carta um questionamento inapelável: “Quantos mortos, quantos desaparecidos e quantos expatriados são necessários para uma ‘ditabranda’ ser chamada de ditadura?”.



Dois intelectuais de respeito — os professores universitários Fábio Konder Comparato (aposentado) e Maria Victoria de Mesquita Benevides, da USP — saíram em defesa das vítimas da ditadura esculhambadas pelo editorial da Folha. “Mas o que é isso? Que infâmia é essa de chamar os anos terríveis da repressão de ‘ditabranda’? Quando se trata de violação de direitos humanos, a medida é uma só: a dignidade de cada um e de todos, sem comparar “importâncias” e estatísticas”, escreveu Maria Benevides. “Pelo mesmo critério do editorial da Folha, poderíamos dizer que a escravidão no Brasil foi ‘doce’ se comparada com a de outros países, porque aqui a casa-grande estabelecia laços íntimos com a senzala — que horror!”.



Já Comparato, ao sustentar que “o leitor Sergio Pinheiro Lopes tem carradas de razão”, cobrou a Folha: “O autor do vergonhoso editorial de 17 de fevereiro, bem como o diretor que o aprovou, deveriam ser condenados a ficar de joelhos em praça pública e pedir perdão ao povo brasileiro, cuja dignidade foi descaradamente enxovalhada. Podemos brincar com tudo, menos com o respeito devido à pessoa humana”.



Como a Folha está convicta das benesses da ditadura brasileira e não reconhece discordâncias, o jeito foi desqualificar seus missivistas: “Quanto aos professores Comparato e Benevides, figuras públicas que até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba, sua ‘indignação’ é obviamente cínica e mentirosa”.



A arrogância da Folha segue rendendo contestações, como a do professor Caio Toledo, que escreveu a seus colegas de Unicamp. O texto de Toledo tacha de “repulsivas e agressivas” as “posições editoriais de Folha” e se solidariza com Maria Benevides e Comparato. “O jornal, sem argumentos e razões, agride a atuação pública destes dois combativos intelectuais por meio de uma leviana ‘nota de redação’. Diante de todas estas agressões ao pensamento democrático, cartas de protesto ao jornal e o cancelamento da assinatura não seriam as respostas mais consequentes?”.



Em entrevista ao Comunique-se, o presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo, não poupou a Folha. “É lamentável que se proceda a uma revisão histórica dessa natureza. O que era negativo passa a ser positivo, dando absolvição àqueles que violaram os direitos constitucionais e cometeram crimes, como o assassinato do jornalista Vladimir Herzog nos porões do Doi-Codi”, afirma Azedo. “Dizer que houve acesso à Justiça é uma falsidade de caráter histórico que deveria causar vergonha à Folha de S. Paulo.”



Um veículo pró-regime



Não é de estranhar a defesa que a família Frias faz dos militares. Octavio Frias de Oliveira (1912-2007), o patriarca do clã, adquiriu em 1962 a Folha de S.Paulo — um jornal enforcado em dívidas, que demorou cerca de 15 anos para se tornar um investimento rentável. Uma das razões pelas quais a Folha se salvou financeiramente foi o laço íntimo com todos os generais-presidentes da ditadura.



Numa de suas raríssimas entrevistas, concedida em 2003, Frias-pai comentou sobre esses relacionamentos com o poder — e mentiu. “Eu sempre me mantive afastado do poder. Para ser independente você tem que estar um pouco distante porque senão entra numa situação moral difícil”, disse o ex-publisher da Folha. “Não tenho histórias para contar a este respeito porque sempre procurei manter uma distância entre a posição do jornal, a minha pessoal e os dirigentes do país”.



Mais adiante, na mesma entrevista, Frias se contradiz: “Na época da ditadura, acho que no governo Médici, o chefe da Casa Militar, com quem eu tinha certa relação, não me lembro o nome dele, me telefona e diz: ‘Ô Frias aqui quem fala não é o seu amigo não, é o chefe da Casa Militar Ou você muda esse jornal aí ou nós vamos fechar’. Eu mudei”.



O relato de Frias, ainda assim, não entrega tudo o que a Folha fez na conta do regime, como o odioso empréstimo de peruas C-14 do jornal ao DOI-Codi, para o transporte de presos políticos rumo ao encarceramento, à tortura e, não raro, à morte na Operação Bandeirantes (Oban). Na época, manifestantes chegaram a queimar veículos da Folha em protesto contra a morte de seus companheiros de luta.



No livro Cães de Guarda — Jornalistas e Censores do AI-5 à Constituição de 1988, Beatriz Kushnir dá mais detalhes da promiscuidade. A Folha da Tarde, especialmente, contou com uma matilha de jornalistas colaboracionistas — os “cães de guarda” — e era conhecido como “o jornal de maior tiragem” — ou seja, com mais tiras na redação.



No combate aos “subversivos”, a FT se antecipava ao regime e fazia o papel de porta-voz. Chegou a divulgar a morte do metalúrgico Joaquim Seixas, o Roque, antes mesmo de ele ser assassinado nos porões da ditadura — mas sonegou informações sobre a prisão de Frei Betto (como o fato de o frade ser repórter do jornal) e não noticiou a heróica missa ecumênica a Vladimir Herzog na Catedral da Sé.



Frias-pai não está mais vivo, mas dois de seus filhos continuam à frente da Folha de S.Paulo — Luís Frias como presidente do grupo Folha e Otavio Frias Filho, o Otavinho, como diretor de redação do jornal. Parece caber a eles, de forma progressiva, restabelecer e edulcorar as mais sombrias memórias da família Frias e da Folha. Memórias de um tempo em que a concessão da “ditabranda” era garantida aos fantoches das elites e da grande mídia — não ao Brasil, nem aos brasileiros.


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----- Original Message ----- From: Marco Aurelio
Data do protesto contra a Folha de São Paulo

http://edu.guim.blog.uol.com.br/




Protesto contra ditabranda







Charge de Carlos Latuff





Diante do resultado do post anterior, acredito que já temos um bom número de pessoas dispostas a participar do ato público diante do jornal Folha de São Paulo para protestar contra a difusão daquele veículo do absurdo de que a ditadura militar que vigeu no Brasil entre 1964 e 1985 teria sido uma “ditabranda”.

Antes de prosseguir no anúncio do dia e da hora em que ocorrerá o ato de protesto, porém, desejo fazer algumas considerações.

Esta é uma iniciativa que não pretende nem precisa reunir uma grande multidão para protestar contra essa perniciosa revisão histórica de um fato que, a meu juízo, deveria equiparar-se ao Holocausto nazista, o qual, em vários países do mundo, não pode ser negado por força de lei, sob pena de o autor da negativa ser enquadrado em acusação criminal.

Ainda assim, entre o número dos que confirmaram que participarão do ato e dos acompanhantes que pretendem levar consigo, já temos perto de 40 pessoas. Contudo, acabamos de receber um comentário de leitor aqui no blog que promete ser importante para o número de manifestantes. Vejam:

Pode contar com a adesão do Fórum Permanente de Ex Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo ao ato em repúdio à Folha e em solidariedade aos professores. É só comunicar a data e hora. Abs.
Maurice Politi | Sao Paulo, SP, Brasil | Administrador | 25/02/2009 15:26

Também já temos notícias de que professores da USP e da Unicamp estariam se mobilizando para aderir. Além disso, há menção ao protesto em texto de Altamiro Borges, no site Vermelho, e, segundo informações do Altamiro por telefone, o site irá publicar uma chamada em destaque nesta quinta-feira. E, finalmente, o site do jornalista Luiz Carlos Azenha também deverá divulgar.

O que importa, entretanto, nem é quantos seremos. O importante é deixar claro que não se aceitará nunca mais silenciar ou aceitar revisões históricas sobre os anos de chumbo. Há que exigir respeito às vítimas da ditadura.

Na falta do ideal, que seria reabrir processos e punir torturadores, estupradores e assassinos do regime militar, ao menos o país tem que reconhecer essa chaga em nossa história incontestavelmente, visando que, através do conhecimento dos horrores pretéritos, estes nunca mais aconteçam.



Dia e hora do ato público na Folha de São Paulo



Com base nas manifestações dos leitores e de outras sondagens que fiz, acredito que o dia mais cômodo para a maioria dos manifestantes será sábado, dia 7 de março, às 10 horas da manhã. O local será diante da Sede do jornal Folha de São Paulo, na rua Barão de Limeira, no centro de São Paulo, região servida por linhas de metrô, de ônibus e, portanto, de fácil acesso.

Informo, ainda, que todos os leitores que se manifestaram aqui dispondo-se a participar do protesto receberão e-mail meu confirmando dia, hora e colocando-me à disposição para maiores informações.



Comentários de adesão ao ato público



Algumas pessoas de São Paulo que comentaram o post anterior, que propôs a realização do protesto, não foram consideradas porque, apesar de se manifestarem favoravelmente, não deixaram claro se pretendem participar ou não.

Só serão considerados os que deixarem claro que virão ou que pretendem vir. Estou elaborando algum material para os manifestantes e farei isso com base nos apoios decididos e explícitos.

Peço, pois, a todos os que decidirem apoiar esta iniciativa que sejam claros e sucintos, na medida do possível, ao manifestarem seu apoio e sua intenção de engrossar a manifestação com sua presença.

Este post será eventualmente atualizado com novas informações assim que eu as tiver. A partir de sábado, retomarei postagens de outros temas, mas sem esquecer do protesto do próximo dia 7.























-----Anexo incorporado-----

_______________________________________________
Cartaoberro mailing list
Cartaoberro@serverlinux.revistaoberro.com.br
http://serverlinux.revistaoberro.com.br/mailman/listinfo/cartaoberro

Chavez

NOTA REVOLTANTE É revoltante a nota da redação da FSP (19/02/09), em resposta a uma das cartas de repúdio ao editorial “Limites a Chávez” (17/02/09), onde a alcunha de “ditabranda” é atribuída ao regime militar imposto à força no Brasil, no período de 1964 a 1985. Na nota de três linhas, demonstrando total desconhecimento histórico, o jornalista apresenta de forma linear os 21 anos da ditadura militar brasileira, reafirmando que, comparada às demais ditaduras latinoamericanas do mesmo período, a brasileira foi mais branda e apresentou níveis baixos de violência política e institucional.

Primeiramente, o jornalista incorre no erro de querer classificar o dano causado pela violação dos direitos humanos pelo Estado. Tal dano é sempre inclassificável, assim como não se pode dizer que a dor de alguém é maior ou menor do que a de um outro, já que a dor é uma realidade de intensidade, não de extensividade, e não podemos medi-la a metro. Se as ditaduras da Argentina e do Chile cometeram um número maior de assassinatos tal distinção numérica, no entanto, não nos pode levar à leviandade de querer classificar uma ditadura como menos ou mais violadora que outra. Nos crimes de lesa-humanidade somos todos atingidos em um só ato. Por outro lado, ficamos sem saber o que o redator da nota considera como "níveis baixos de violência política e institucional" , já que parece não relacionar os fatos acontecidos ao conceito.

Contudo, indubitavelmente, o jornalista, em sua resposta apressada e inconsequente, oferece-nos um panorama claro dos efeitos até hoje nefastos do silenciamento que ainda paira sobre o período da ditadura militar brasileira.


Na ditadura, todas as garantias constitucionais foram suspensas e, além das pessoas que foram presas, torturadas, mortas ou desaparecidas, todos os partidos e muitos políticos foram cassados; os meios de comunicação foram censurados; jornais foram empastelados e fechados; o direito de ir e vir foi cerceado; associações e reuniões foram proibidas; correspondências foram violadas; escutas telefônicas foram implantadas; peças de teatro, livros e filmes foram proibidos (Sófocles teve a sua prisão decretada); currículos foram reformulados retirando-se disciplinas consideradas “perigosas”; professores foram presos (inclusive um ex-presidente da república); inúmeros artistas, cientistas e intelectuais tiveram que fugir do país e muitos foram presos.

Podia-se ser preso e “sumido” ao bel prazer dos militares, em singelos namoros noturnos em locais considerados “suspeitos”, em passeios bucólicos pela ainda silvestre Barra da Tijuca, como também apenas por se possuir livros “proibidos”, por dar aulas consideradas “subversivas”, por ouvir músicas “renegadas” pela ditadura, ou simplesmente por expressar opiniões dissonantes do regime vigente.

Parte de nossa história foi subtraída da história oficial, os arquivos da ditadura nunca foram abertos, os torturadores não foram apontados, responsabilizados e muito menos punidos (alguns foram até laureados), ao contrário do que está sendo feito em outros países da AL.

Sem se aperceber, o jornalista revela-se ele próprio como um dos afetados pela tal “ditabranda”: um profissional formado na ignorância da história de seu próprio país e, portanto, desconhecedor do que seja efetivamente violência política e institucional.

Para os chamados “cidadãos comuns” – todos também afetados, mesmo desconhecendo tais efeitos – isso poderia ser apenas chamado de alienação política, fato historicamente comum na sociedade brasileira. Para um jornalista é uma falha grave em sua formação profissional (meramente tecnicista?) , a menos que se considere um pós-moderno e tenha decretado o fim da história.

Em caso contrário, deve aprender que o acobertamento dos crimes de lesa-humanidade da ditadura, o silenciamento sobre tal período histórico, e a impunidade dos crimes e dos criminosos produziram e continuam produzindo efeitos que estão entranhados nas instituições do país e arraigados nos “corações e mentes” dos brasileiros.

Por exemplo, na própria Folha on line de 26 de fevereiro, lemos que a impunidade envolvendo casos de abuso de poder cometidos por policiais federais, estaduais e militares foi ressaltada pelo Departamento de Estado americano em seu relatório anual. O documento aponta que esse é um dos maiores problemas enfrentados em direitos humanos no Brasil. A violência policial foi um dos destaques no estudo do Governo americano, que denuncia "mortes ilegais, força excessiva, agressões, abusos e torturas de detidos e reclusos por parte de policiais e forças de segurança de prisões". Destaca ainda que muitos assassinatos foram cometidos por esquadrões da morte ligados às forças de segurança, "em alguns casos com a participação policial".

Essa é também uma das heranças do silenciamento sobre os crimes da ditadura militar brasileira e se estende até os dias atuais: o esquema dos porões ainda não foi desmontado; ontem, os “inimigos perigosos” confinados nos porões eram os ditos “subversivos”, em uma política repressora de “segurança nacional”; hoje, na reinante política repressora de “segurança pública”, dentro do modelo neoliberal, quem são os “perigosos inimigos” sujeitados aos porões ainda não desativados?

Se for capaz, e não tiver medo de perder o emprego, cabe ao jornalista pesquisar a resposta.



Janne Calhau Mourão – Psicóloga – CRP-05/1608 – R. Barão de Mesquita, 950/805 – CEP 20540-004 – Rio de Janeiro (jannecalhau@ uol.com.br)




===========================================================================================================================================================----- Original Message ----- From: Pedro Castilho

Boxeadores Cubanos

OS ARREPENDIDOS

Percival Puggina

01/03/2009



Existem fatos que, de modo impiedoso, nocauteiam suas versões. O leitor
certamente lembra dos dois boxeadores cubanos que desertaram durante o
Pan e acabaram deportados. A respeito deles, o que mais se ouviu na
versão oficial foi que “estavam arrependidos” e “pedindo para voltar”.
Talvez nada retrate melhor essa lorota do que o texto de conhecido
jornalista econômico, intitulado “O caso dos pugilistas cubanos”
(procure por tal título na internet e divirta-se). Nessa pérola do
servilismo digital afirma-se que eles haviam sido “enganados por um
empresário europeu, passaram alguns dias em uma boa farra, enquanto
aguardavam para fugir para a Europa (...) até que se deram conta de que
os empresários eram malandros”. Em vista disso, esclarece o companheiro
jornalista, ambos se “apresentaram numa delegacia” – ao que junta um
competentíssimo “se não me engano” – “pedindo para voltar para Cuba”.
Não, ele não se engana. A serviço da causa, como muitos outros, ele quis
nos enganar a todos.

Mas o difícil, mesmo, é iludir os fatos. Meses depois, Erislandy Lara se
arrependeu do arrependimento e escapou de Cuba para o México, contratado
pelo mesmo empresário que tramara a fuga no Brasil. Livre e solto, como
convém aos seres humanos, informou que o colega Rigondeaux, parceiro na
empreitada daqui, permanecia em Havana, vivendo de biscates, proibido de
lutar. Aliás, sobre isso nunca houve dúvida porque, tão logo os teve de
volta, Fidel declarou ao Granma que atleta que abandona delegação é como
“soldado desertor”. E lá ficou Rigondeaux, talentoso bicampeão olímpico
e mundial, passando necessidades para sobreviver, curtindo remorso. Até
que, agora, agorinha mesmo, na última segunda-feira, arrependeu-se do
arrependimento e evadiu-se para Miami, onde permanece, livre e solto
como até às pombas convém. Exatamente como estava quando seu sonho foi
truncado pela intervenção das nossas autoridades.

Deus, como os fatos são reacionários! A fuga do segundo boxeador joga na
lona, com olho roxo, a versão brasileira. Por que não tiveram para com
os rapazes uma fração do respeito que devotam para com seus algozes em
Cuba? Foi o afeto e a reverência que nossos governantes dedicam a Fidel
que geraram a constrangedora seqüência de erros. O maior de todos, sem
dúvida, foi o total isolamento dos atletas enquanto estiveram sob seu
zelo e vigilância. Graças a isso, por vários meses, só tivemos versão e
quase nenhum fato.

Mas não foi preciso contar até dez. Teimosos, os eventos se ergueram
como se não soubessem com quem estavam lutando. E aprontaram esse tipo
de constrangimento. A propósito, convém esclarecer: é bem provável,
mesmo, que os cubanos, quando presos no Brasil, conscientes de que
voltariam para a ilha-presídio, se tenham declarado “arrependidos”. Esse
arrependimento, formal, faz parte da liturgia comunista desde os tempos
de Stalin. É algo que não se passa no plano da consciência, mas um pouco
mais abaixo, ali onde o medo se manifesta. A primeira exigência que
incide sobre quem cai em desgraça é esse “arrependimento”. Depois
sobrevêm, impiedosas, as punições. Stalin esperava o arrependimento
público, cobrava a delação de todos os dissidentes falsos ou reais,
aguardava o pedido de compaixão e só então mandava matar. Coisa de
alguns milhões, apenas.

O médico cubano Oscar Elias Biscet, por outro lado, resolveu lutar com
os fatos. Começou a fazer discursos contra o aborto, no hospital onde
trabalhava, e agora cumpre pena de 25 anos de prisão. Mas para o
humanista e solidário governo brasileiro, claro, isso não quer dizer
coisa alguma. Imprestável, mesmo, é a justiça italiana.

Especial para ZERO HORA, 01/03/2009

http://www.puggina.org/

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So para ser educado:
A verdade de seu Genro tem tem uma perna menor que a outra!


_______________________
HEITOR (*_*) CARLOS


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"Estamos convencidos de que a mudança histórica em perspectiva
provirá de um movimento de baixo para cima,
tendo como atores principais os países subdesenvolvidos
e não os países ricos; os deserdados e os pobres
e não os opulentos e outras classes obesas;
o indivíduo liberado partícipe das novas massas
e não o homem acorrentado;
o pensamento livre e não o discurso único.
Os pobres não se entregam e descobrem a cada dia
formas inéditas de trabalho e de luta;
a semente do entendimento já está plantada e o passo seguinte é o seu florescimento
em atitudes de inconformidade e, talvez, rebeldia."

Milton Santos em Por Uma Outra Globalização - Do Pensamento Único à Consciência Universal
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Yeda determina aplicação do Orçamento

Yeda determina aplicação de 60% do Orçamento em desenvolvimento social e infraestrutura
02/03/2009 16:59

Novas decisões para reduzir o impacto da crise mundial no Rio Grande do Sul foram anunciadas, nesta segunda-feira (2), pela governadora Yeda Crusius. A primeira é a execução, neste semestre, de 60% do Orçamento Geral do Estado de 2009, de R$ 1,250 bilhão, em um forte conjunto de obras de desenvolvimento social (60%) e infraestrutura (40%). "Este é o contrato pactuado com todos os secretários", disse Yeda. O montante soma R$ 750 milhões. Há também o orçamento de mais R$ 1,118 bilhão das empresas estatais. Para enfrentar um eventual agravamento das dificuldades em decorrência da crise internacional, o governo formou um saldo de R$ 250 milhões. São as chamadas reservas de contingência. "Se a crise assim exigir, vamos usar esses recursos. Mas não criaremos dívidas neste ano", enfatizou a governadora, ao anunciar fatos relevantes e futuras obras viabilizadas pelo déficit zero.

Para um público formado por secretários, parlamentares, prefeitos, vereadores, lideranças e jornalistas, Yeda destacou a importância dos investimentos e atribuiu o resultado à boa gestão da máquina pública para o alcance do déficit zero e à contratação de metas com os secretários. A partir de agora, disse ela, a meta do governo é conversar, nas comunidades, com a população, ir às localidades, ouvir críticas e fazer com que o Executivo chegue mais perto.


Yeda manifestou sua satisfação pelo fato de a sociedade, em todos os quadrantes, dentro e fora do RS, reconhecer que "o Estado vive um momento muito positivo e construtivo". "O Estado se preparou para a crise, assim que ela apontou que chegaria. E a sociedade gaúcha está sendo mais alcançada pelo poder público", frisou.

Fatos relevantes
Ao detalhar os fatos relevantes, a governadora falou do monitoramento diário, pelo governo do Estado, da crise mundial e suas consequências. Sob aplausos, comemorou a queda de 20% da mortalidade infantil, em janeiro deste ano, em relação ao mesmo mês em 2008. Isso se deve ao crescimento de 15% das equipes do programa Primeira Infância Melhor (PIM). "Com este dado, quero celebrar a abertura da Semana Internacional da Mulher. Para nós, a vida começa com gestante", afirmou. Atualmente, 70 mil bebês são assistidos no Rio Grande do Sul.

Na área de habitação, serão aplicados R$ 1,6 milhão no pagamento de convênios habitacionais com a Caixa Econômica Federal e na construção de 388 moradias, além de outras oito, já iniciadas. Em dois anos, serão construídas 10 mil moradias. "A manchete permanente deste governo é: Este governo cumpre as leis. Talvez por isso receba críticas", assinalou a governadora.


Fonte: Site do Estado

Dois assassinatos na Serra

02/03/2009 | N° 10362 EM DIA
Dois assassinatos na Serra Luís Antônio Ferreira, 40 anos, foi achado morto com uma facada na perna ontem de manhã, num alojamento na Capela do Segredo, no interior de Ipê. A outra morte foi de Marli Marques da Silva, 25, assassinada a tiros na Rua Dianir Sartório, no bairro Industrial, em Vacaria. A polícia tem suspeitos dos crimes. Um corpo foi localizado no Arroio Burati, entre Bento Gonçalves e Farroupilha, na tarde de ontem. Até o fechamento desta edição, a pessoa ainda não havia sido identificada.

Fonte: Pioneiro

Clã Sarney

Artigo publicado na Democracia Socialista: 24 de fevereiro de 2009.


CASSAÇÃO DE GOVERNADOR É NOVO EMBATE NA LUTA CONTRA CLÃ SARNEY


(24/02/2009). Na próxima terça-feira (3/03), o futuro do Maranhão estará nas mãos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Será a quarta tentativa do Tribunal em julgar o processo de cassação do governador Jackson Lago (PDT). Ele lidera uma frente heterogênea de partidos políticos e movimentos sociais, que vai do PSDB ao MST, passando pela participação do PT. Com a Frente de Libertação, Jackson derrotou o clã Sarney, em 2006. Mas a velha oligarquia entrou com uma ação de cancelamento de diploma no TSE.

Há dois anos o processo tramita no judiciário. Já acumula 35 mil páginas de provas e contra-provas. Em dezembro do ano passado, o Ministério Público Federal, em 15 dias, deu parecer favorável à cassação. Uma média de leitura de 3.000 páginas por dia, denunciaram os advogados de Jackson a celeridade do parecer do procurador geral eleitoral Francisco Xavier.

No mesmo ritmo foi o relator, ministro Eros Grau, também pedindo a cassação, com posse da segunda colocada, a candidata Roseana Sarney (em 2006, candidata pelo PFL, agora filiada ao PMDB). Mas, processo de 300 páginas, pedindo a cassação de Roseana Sarney ainda não veio a julgamento no TSE.

Toda esta trama explica a batata quente que está nas mãos do TSE. É que, se julgado na primeira tentativa, em 18 de dezembro do ano passado, estaria líquido e certo que assumiria a candidata da família Sarney, uma vez cassado o candidato pedetista. É que a Constituição do Estado do Maranhão, em seu artigo 61, estabelece claramente que em caso de vacância no cargo de governador e vice, e esta seja na primeira metade do mandato, assume o segundo colocado; se na segunda metade, a Assembléia Legislativa deve proceder a nova eleição, indireta, onde só os deputados estaduais votam.

Na primeira vez que o TSE tentou julgar (18/12), este cenário desapareceu com o pedido de vista solicitado pelo ministro Félix Fisher. Na segunda tentativa, em 10 de fevereiro, o ministro Joaquim Barbosa deu-se por impedido por questões de foro íntimo. Foi substituído por Ricardo Lewandowski, o que levou à renovação do julgamento, de acordo com o regimento interno do TSE: nova apresentação de voto, sustentação oral de acusação e defesa, antes de tomar os votos dos ministros do tribunal. Em 19 de fevereiro, o ministro Fernando Gonçalves teve problemas de saúde, não pode comparecer à sessão, mas fez questão de participar, inclusive avisando que já tinha seu voto por escrito. O que motivou o terceiro adiamento.

O fato é que os sucessivos adiamentos expõem que o caso Jackson é completamente diferente do caso da Paraíba. Além da Constituição do Maranhão, enrola-se mais o processo com a ação dos advogados da Frente de Libertação que, sustentando-se no Código Eleitoral, defendem que tanto o processo de Jackson Lago quanto o que pede a impugnação da candidatura de Roseana Sarney devem ser votados na mesma sessão. O que foi aceito pelo relator Eros Grau.

O Caso Roseana



A candidata da família Sarney tem um fato consumado que pode cassar o seu registro de candidatura. Trata-se da ação de impugnação de registro de candidatura movida pelo então candidato a governador Aderson Lago (PSDB) contra Roseana. Ela, após negar à justiça eleitoral maranhense que tenha dado apoio financeiro a candidato a deputado estadual de outra coligação de partidos com candidato a presidente da República diferente da sua coligação, prestou contas do referido apoio, com recibos eleitorais e tudo o mais.

O processo não precisa de depoimento de testemunhas, nem de sessões e mais sessões de provas e contra-provas, como o do governador maranhense; soma 300 páginas, mas há dois anos não conseguia entrar na pauta do TSE. Agora, terá que ir a voto, e na mesma sessão. O que complica ainda mais a situação. Cassará o TSE apenas o governador do Estado, ante provas tão definitivas contra a segunda colocada? Cassando os dois, quem assume o governo? O TSE orientará a realizar novas eleições, como estabelece a Constituição estadual?

Balaiada
O clima de tensão é mais agitado ainda nas ruas do Maranhão. Em todas as tentativas de julgamento, a Frente de Libertação do Maranhão colocou entre 5 e 10 mil pessoas no acampamento Balaiada (nome de antiga revolta ocorrida no Maranhão-colônia, liderada por Negro Cosme e balaios insurgentes ao império).

A nova balaida promete resistir e não deixar o governador sair do Palácio dos Leões. Conta com 62% da opinião pública da capital que rejeita a hipótese de retorno de Roseana Sarney ao Governo do Estado. Mal avaliado na capital e com altos índices de aprovação no interior do estado, Jackson Lago tem a seu favor o convencimento da população de que o senador José Sarney constrói um golpe contra a democracia maranhense, a exemplo do que fez no Amapá contra o ex-senador João Capiberibe.

"Só que lá, cochilamos, e não colocamos uma viva alma nas ruas para resistir, acreditando apenas nos nossos advogados e na inconsistência do processo. Aqui não, o povo está mobilizado", compara Capiberibe. Ele, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB), a vereadora Cristina Capiberibe (que quase derrotou José Sarney ao senado, em 2006, no Amapá) e o líder do MST, João Pedro Stédile, estiveram na última mobilização do acampamento Balaiada acompanhando o governador Jackson Lago ao assistir a sessão e participando das diversas passeatas pelo centro de São Luís.

"Estamos em plena luta de classes no Maranhão. E aqui o governador só não foi cassado ainda porque o time é bom, o técnico é bom (Jackson Lago) mas por que estamos lotando as arquibancadas!", discursou Stédile no ato político em defesa da democracia no Maranhão.

A próxima sessão, agendada para 03/03, promete mexer de novo com o povo do Maranhão. Novo acampamento, passeatas e carreatas estão sendo convocadas para frente do Palácio dos Leões. Lideranças nacionais e locais estão sendo agendadas. O futuro do Maranhão, só quem viver verá!

Franklin Douglas

Carnaval 2009 despede-se no Porto Seco


Domingo, 01 de março de 2009
Carnaval 2009 despede-se no Porto Seco
Foto: Alice Schreiner


O desfile das campeãs de Porto Alegre foi marcado por protestos e comemoração.

Vencedora pelo 10º ano consecutivo, a tribo Os Comanches abriu a noite sob o comando da voz potente de Dodô. Aliás, este pode ter sido o último Carnaval de Dodô à frente da entidade. O intérprete anunciou que deixará a harmonia dos Comanches. Confira as fotos

Escola que volta para o grupo das grandes da Capital, a Império do Sol repetiu a bela apresentação que lhe rendeu o título do Grupo de Acesso, com o enredo “Império mostra neste Carnaval: ser diferente é ser Igual”. Confira as fotos

O fato mais discutido da noite veio com a terceira escola. Além de protagonizar o primeiro atraso do Carnaval 2009, entrando na avenida cerca de 35 minutos depois do previsto, a União da Vila do IAPI levou à passarela um protesto bem-humorado. Sentindo-se injustiçados com as notas que receberam, componentes vieram com narizes de palhaços e carros receberam tarjas pretas. Antes do desfile, mestre Chiquinho desabafou:
— Viemos aqui para buscar o lugar que nos tiraram e a nota que não nos deram — declarou, referindo-se ao 9,8 recebido de um jurado no quesito bateria. Apesar da polêmica, a escola entusiasmou. Confira as fotos

Cantando Clara Nunes, os Bambas da Orgia preferiram caprichar na apresentação. Coreografias bem executadas pela bateria foram uma das marcas da passagem da escola, que não repetiu problemas do desfile oficial, quando a águia da terceira alegoria perdeu a cabeça e ameaçou comprometer sua colocação. O fato mereceu até uma faixa em cima do carro com os dizerem “A águia perdeu a cabeça, mas a nação azul e branco não perde a garra”. Confira as fotos

Em seguida veio a Imperatriz Dona Leopoldina, que também protestou, mas através da voz do intérprete Belo:
— Não estamos felizes. Sabe por quê? Nós fizemos o desfile do Carnaval de Porto Alegre. Eu só posso afogar minhas mágoas — declarou.
A escola trouxe os carros intactos para a avenida. Depois da apuração, havia surgido o comentário de que as alegorias teriam sido danificadas. Para o próximo Carnaval, a diretoria diz já ter dois temas engatilhados. Confira as fotos

Sexta a desfilar, a Estado Maior da Restinga veio mesmo para fazer a festa e comemorar a terceira colocação. A expectativa na escola era de um quinto ou sexto lugar. E a boa posição rendeu até uma provocação às favoritas. Componentes trouxeram a faixa “Os quatros Is que nos perdoem, mas o R é fundamental”, referindo-se a Imperadores, Império, Imperatriz e IAPI. O porém da Tinga foram as roupas, questão que também havia chamado um pouco a atenção na Imperatriz. Muitas alas não vieram bem caracterizadas, o que deu à passagem da tricolor da Zona Sul ares de Muamba em vez de desfile de campeã. Confira as fotos

Já amanhecia quando a vice-campeã entrou na avenida. Império da Zona Norte não causou nenhuma polêmica. Entrou para apresentar o desfile que lhe rendeu a segunda melhor colocação. O intérprete Sandro Ferraz foi todo emoção ao pedir garra aos componentes da escola, que desfilaram com a mesma animação do último sábado:
— O Império agora é minha casa — declarou Sandro.
Uma ausência, no entanto, foi muito percebida. A da passista Débora, que não esteve ao lado de Adilson. Confira as fotos

Quando os Imperadores do Samba colocaram o pé na avenida para encerrar a noite das campeãs, um mar vermelho e branco tomava conta do cenário. Arquibancadas continuavam lotadas perto das 7h30min. O coro "É campeão, é campeão..." chamou a escola para o início da apresentação na passarela Carlos Alberto Roxo. Componentes vibraram a conquista do Carnaval 2009. A ginasta Daiane dos Santos voltou à avenida com a escola.
O intérprete Vinicius Machado era um dos mais animados. Cantou em cima de carros alegóricos e foi para a galera, literalmente. O intérprete saltou as grades que limitam a avenida e se juntou à torcida para cantar o samba-enredo em homenagem o centenário do Inter e os 50 anos dos Imperadores. Mestre Brinco comprovou que sua bateria é mesmo nota 10, com os ritmistas dando show até o fim. Confira as fotos


Postado por Alice Schreiner e Thais Silveira às 12h57
Fonte: Samblog (www.clicrbs.com.br/samblog

Beco das Garrafas

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA NO BECO DAS GARRAFAS
CRISTOVÃO COLOMBO 933 - BAIRRO FLORESTA
FONE 30131307
ABERTO DE TERÇAS A SÁBADOS, A PARTIR DAS 20:30 HORAS

terça 03/03 - Lauro Dornelles - MPB - couvert R$ 6,00 - 21h
quarta 04/03 - Roda de Choro com Rafael Ferrari - couvert R$ 6,00 - 22h
quinta 05/03 - Celso Campos - MPB - couvert R$ 6,00 - 21h
sexta 06/03 - Telmo Martins - MPB - couvert R$ 7,00 - 22h
sábado 07/03 - Sarambeque - samba de raiz - couvert R$ 7,00 - 22h

Antena Tricolor

852
01.03.2009


Ingressos para Grêmio x Ypiranga
É hora de pensar no 2º turno
Sócios-torcedores e torcedores que possuem o cartão Smart Card já podem garantir a presença no jogo desta quinta-feira, contra o Ypiranga, quando o Grêmio estreia na Taça Fabio Koff, segundo turno do Campeonato Gaúcho. A partir desta segunda-feira, todos os pontos de venda, incluindo bilheterias, lojas Multisom credenciadas e consulados registrados, estarão abertos com a venda de ingressos.

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Grêmio Rádio no grande clássico
Transmissão foi ao vivo do Beira Rio
Neste domingo, o Grêmio enfrentou o Internacional, pela final da Taça Fernando Carvalho. E a Grêmio Rádio, seguindo a tradição do hino tricolor, esteve com o Grêmio. Haroldo Santos, Rafael Pfeiffer e Fernando Potrick estiveram no Estádio Beira Rio para uma transmissão que atingiu pico 800 gremionautas conectados simultaneamente.

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Grêmio foca a Taça Fábio Koff
Tricolor estreia nesta quinta-feira
Passada a disputa da Taça Fernando Carvalho, o Grêmio agora foca as suas atenções na Taça Fábio Koff. O Tricolor estreia na competição nesta quinta-feira, às 19h30, contra o Ypiranga, no Estádio Olímpico.

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Seja sócio do Grêmio.
Mantenha as mensalidades em dia.

Foto Paulo Furtado e a Rainha Municipal

Fotos Paulo Furtado e as Rainhas do Carnaval